Não sei se é por ter começado no chocolate pelos 3 anos, se por o comer tão poucas vezes que a Alice é completamente apaixonada por cho-co-la-te (como gosta ela de soletrar quando fala nele).
Como a minha família sabe como somos em relação a doces, chocolates e afins, ela não recebeu na Páscoa nenhum ovo ou amêndoas. Mas não escapou por completo. Uma colega de trabalho enviou-lhe um coelhinho de chocolate de uns 15 cms.
No primeiro dia que viu pediu logo para comer a dizer: "Huummm adoro cho-co-la-te!" Depois do jantar comeu apenas as orelhas e quis guardar o resto para o dia seguinte dizendo: "Não quero que isto acabe nunca!" No dia seguinte, depois de almoço lá comeu parte do corpo e ainda quis guardar o resto. Ao jantar dividiu os pés a meio, partiu-o em pedacinhos muito pequenos, e quis guardar metade deles para o dia seguinte, comendo os outros pedacinhos muito lentamente... o pai disse que assim só comia ar de tão pequenos que eram os pedaços.
Apesar de adorar consegue dividir um pedaço que qualquer outra criança amante de chocolate o comeria em 2 dentadas, e reparti-lo por vários dias.
E vamos ao supermercado, vê chocolates, ovos kinder que nunca provou, pede mas sabe ouvir e compreender quando lhe digo que é muito açúcar para ela e para os dentes dela. Todos os chocolates que já provou na vida (à volta meia dúzia) foram sempre de outras pessoas que já não dizemos que não como antes por acharmos que já está mais crescida e por acontecer muito esporadicamente. Comprarmos nós? Nunca o fizemos.
Já sei, já sei e já me disseram muitas vezes: quando for grande vai-se vingar! Pois é como tudo na vida, é provável que se vingue de muitas outras coisas que agora não proporcionamos ou não iremos proporcionar no futuro.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Perguntas fáceis de fazer...
... difíceis de explicar.
Alice: "Mãe, se gostas de mim porque brigas e ficas chateada comigo? Porque não sorris para mim e fazes uma cara feliz?"
Quero-lhe explicar que é para ela ser uma menina educada, respeitadora dos mais velhos, que conheça e respeite os limites, que saiba comportar-se mas não sei trocar isto por miúdos. Explicar-lhe o que é ser educada, explicar-lhe que deve obedecer ao pai e à mãe, explicar-lhe como se deve falar com os adultos.
Às vezes digo-lhe só: "Eu gosto sempre de ti, mesmo quando estou chateada ou brigo, mesmo quando te portas mal. Eu quero que sejas uma menina crescida e educada e que faças o que os pais dizem porque somos nós que sabemos o que é melhor para ti."
Acho que não convence totalmente nem é totalmente claro para uma criança de 4 anos...
Alice: "Mãe, se gostas de mim porque brigas e ficas chateada comigo? Porque não sorris para mim e fazes uma cara feliz?"
Quero-lhe explicar que é para ela ser uma menina educada, respeitadora dos mais velhos, que conheça e respeite os limites, que saiba comportar-se mas não sei trocar isto por miúdos. Explicar-lhe o que é ser educada, explicar-lhe que deve obedecer ao pai e à mãe, explicar-lhe como se deve falar com os adultos.
Às vezes digo-lhe só: "Eu gosto sempre de ti, mesmo quando estou chateada ou brigo, mesmo quando te portas mal. Eu quero que sejas uma menina crescida e educada e que faças o que os pais dizem porque somos nós que sabemos o que é melhor para ti."
Acho que não convence totalmente nem é totalmente claro para uma criança de 4 anos...
Choro noturno
O António sempre foi um bebé fácil de criar. Talvez por ser o segundo e estarmos mais descontraídos ou por termos menos tempo para stressar ou porque talvez ele seja, realmente, mais calmo do que a irmã foi.
O António é bem disposto, pouco birrento e muito doce.
Era tão bom ficar por aqui... imaginar que não há nada mais para além das coisas normais e banais de um bebé.
O António tem dado noites de pesadelo aos pais. O António vai para a cama feliz e contente. Depois de sopa, fruta e banho, despede-se de pai e mana, beijo e adeus com a mão e sobe para o quarto. Eu beijo-o, deito-o no berço, uma chucha na boca outra chucha na mão, música típica de bebés e fecho a porta. Um sonho comparado com o tempo em que embalávamos a irmã até ela adormecer ao colo, um embalar que tinha que ser em pé e movimentando pela casa. Ai Deus, as coisas que fazemos para não os fazer gritar, berrar e chorar.
Mas o António nunca quis colo ou embalo ou mama ou biberão para adormecer. Fazia-o e fá-lo sozinho. Sim, é muito, muito bom! Já tinha ouvido falar de bebés assim mas, na verdade, pensava que se tratava de um mito da maternidade que nos impingiam para nos fazer acreditar que também podíamos ter filhos assim. Não é mito! Eles andam por aí!
Adormece sem dramas mas depois quando acorda durante a noite está o pânico instalado. Às vezes pelas 2h30, 3h30, 4h30 vem a resmungar, o levantar do berço e depois o choro estridente. Fico sem saber o que pensar.
Tenho um amigo enfermeiro que diz que os bebés choram por 4 razões: frio, calor, fome ou dor. Esse meu amigo não tem um António e acho que ele se esqueceu de outras razões:
1. Chora porque se lembrou que no babytv está a dar aquela música com as cores e as imagens hipnotizadoras e ele não está a ver;
2. Chora porque, apesar de ser 4h da manhã, já o dia nasceu na Austrália e ele não quer dormir mais;
3. Chora porque o silêncio da casa aborrece qualquer um a meio da noite e nada como animar a malta;
4. Chora porque tem um brinquedo na sala de que se lembrou que não brincou muito durante o dia;
Acho que podia apontar mais uma 10.
Já me perguntaram várias vezes: Serão os dentes? Sim, os dentes podem servir de desculpa para muita coisa e sim ele tem mais de 4 dentes a rasgarem ao mesmo tempo. Não sei se são dentes. Acho que não. De dia nunca se queixa...
Se fizer um rewind apercebo-me que o António tinha noites assim de choro inexplicável uma vez por mês, ou de 2 em 2 meses. Coisa pouco frequente e facilmente tolerável. Ultimamente tem sido todas as noites. Algo mudou, a alimentação noturna.
Há mais de 1 mês que não bebe leite de noite. Tanta insistência da pediatra e dos enfermeiros no centro de saúde, levaram a que tomasse essa decisão. Achei que talvez fosse melhor agora que mais tarde. Convenceram-me que ele não tinha fome de noite. Tirei-lhe o leite e tivemos umas noites mais complicadas. Passado uma semana a coisa melhorou e até tive uma noite de ele dormir direitinho sem resmungar até de manhã. Talvez de há 2 semanas para cá tudo tenha piorado. É leite, não é leite. É fome, não é fome. Não sei... sinceramente... não sei. Palpita-me que ele acorde e depois não queira dormir mais. Quer viver, é tão bom viver quando se é bebé. Limpam-nos o rabo, comida à boca, beijinhos e abraços, gugu dadá, gritamos e correm em nosso socorro. Há coisa melhor?
Antes ao primeiro resmungo, dava-lhe um biberão de leite e ele bebia até ao fim e readormecia. Não sei se o queria ou não mas acalmava-o. Fazia isso 2 a 3 vezes por noite. E apesar de acordar essas vezes e outras para chucha, não havia gritos nem choros.
Esta noite foi das 2h30 às 4h30. Às 4h30 veio para a nossa cama e lá ficou a dormir até perto das 8h. Está um pouco ranhoso e começou com tosse. Acho que isso não ajudou. Nas outras noites, sem tosse ou ranho, talvez seja problema da lua ou o vento do norte, não sei..
De manhã acorda fresco, lindo, meigo com cara de quem nos diz: "Eih, vocês estão com uma cara de enterro! O que vos aconteceu? Perdi alguma coisa?"
O António é bem disposto, pouco birrento e muito doce.
Era tão bom ficar por aqui... imaginar que não há nada mais para além das coisas normais e banais de um bebé.
O António tem dado noites de pesadelo aos pais. O António vai para a cama feliz e contente. Depois de sopa, fruta e banho, despede-se de pai e mana, beijo e adeus com a mão e sobe para o quarto. Eu beijo-o, deito-o no berço, uma chucha na boca outra chucha na mão, música típica de bebés e fecho a porta. Um sonho comparado com o tempo em que embalávamos a irmã até ela adormecer ao colo, um embalar que tinha que ser em pé e movimentando pela casa. Ai Deus, as coisas que fazemos para não os fazer gritar, berrar e chorar.
Mas o António nunca quis colo ou embalo ou mama ou biberão para adormecer. Fazia-o e fá-lo sozinho. Sim, é muito, muito bom! Já tinha ouvido falar de bebés assim mas, na verdade, pensava que se tratava de um mito da maternidade que nos impingiam para nos fazer acreditar que também podíamos ter filhos assim. Não é mito! Eles andam por aí!
Adormece sem dramas mas depois quando acorda durante a noite está o pânico instalado. Às vezes pelas 2h30, 3h30, 4h30 vem a resmungar, o levantar do berço e depois o choro estridente. Fico sem saber o que pensar.
Tenho um amigo enfermeiro que diz que os bebés choram por 4 razões: frio, calor, fome ou dor. Esse meu amigo não tem um António e acho que ele se esqueceu de outras razões:
1. Chora porque se lembrou que no babytv está a dar aquela música com as cores e as imagens hipnotizadoras e ele não está a ver;
2. Chora porque, apesar de ser 4h da manhã, já o dia nasceu na Austrália e ele não quer dormir mais;
3. Chora porque o silêncio da casa aborrece qualquer um a meio da noite e nada como animar a malta;
4. Chora porque tem um brinquedo na sala de que se lembrou que não brincou muito durante o dia;
Acho que podia apontar mais uma 10.
Já me perguntaram várias vezes: Serão os dentes? Sim, os dentes podem servir de desculpa para muita coisa e sim ele tem mais de 4 dentes a rasgarem ao mesmo tempo. Não sei se são dentes. Acho que não. De dia nunca se queixa...
Se fizer um rewind apercebo-me que o António tinha noites assim de choro inexplicável uma vez por mês, ou de 2 em 2 meses. Coisa pouco frequente e facilmente tolerável. Ultimamente tem sido todas as noites. Algo mudou, a alimentação noturna.
Há mais de 1 mês que não bebe leite de noite. Tanta insistência da pediatra e dos enfermeiros no centro de saúde, levaram a que tomasse essa decisão. Achei que talvez fosse melhor agora que mais tarde. Convenceram-me que ele não tinha fome de noite. Tirei-lhe o leite e tivemos umas noites mais complicadas. Passado uma semana a coisa melhorou e até tive uma noite de ele dormir direitinho sem resmungar até de manhã. Talvez de há 2 semanas para cá tudo tenha piorado. É leite, não é leite. É fome, não é fome. Não sei... sinceramente... não sei. Palpita-me que ele acorde e depois não queira dormir mais. Quer viver, é tão bom viver quando se é bebé. Limpam-nos o rabo, comida à boca, beijinhos e abraços, gugu dadá, gritamos e correm em nosso socorro. Há coisa melhor?
Antes ao primeiro resmungo, dava-lhe um biberão de leite e ele bebia até ao fim e readormecia. Não sei se o queria ou não mas acalmava-o. Fazia isso 2 a 3 vezes por noite. E apesar de acordar essas vezes e outras para chucha, não havia gritos nem choros.
Esta noite foi das 2h30 às 4h30. Às 4h30 veio para a nossa cama e lá ficou a dormir até perto das 8h. Está um pouco ranhoso e começou com tosse. Acho que isso não ajudou. Nas outras noites, sem tosse ou ranho, talvez seja problema da lua ou o vento do norte, não sei..
De manhã acorda fresco, lindo, meigo com cara de quem nos diz: "Eih, vocês estão com uma cara de enterro! O que vos aconteceu? Perdi alguma coisa?"
terça-feira, 29 de março de 2016
Da mudança de hora
Foi sol de pouca dura. Voltámos às manhãs a começar às 6h... (ainda nem eram)
Ai, como dói!
Ai, como dói!
segunda-feira, 28 de março de 2016
Do fim de semana
Sono, gargalhadas, partilha, amizade, filhos, natureza, comida feita com o calor da terra, passeios, açúcar e mais açúcar noturno, trivial, apostas, bicicleta e trotinete, espumante, pessoas "horríveis" e mais gargalhadas.
O melhor da mudança de hora
António que acorda todos os dias pelas 6h/6h30 da manhã, hoje acordou às 7h30. Se isto se mantivesse era uma mulher bem mais feliz e com menos sono...
quarta-feira, 23 de março de 2016
sábado, 19 de março de 2016
Dia do Pai
Até sermos pais não temos bem a certeza se realmente seremos como achamos que iremos e queremos ser. Às vezes a vida troca-nos as voltas, às vezes os filhos mostram-nos que as coisas não são assim tão preto no branco.
Cá em casa existe uma mãe e existe um pai. Pai de nome, pai de estatuto, pai do dia-a-dia, pai do não e do sim. Um pai presente, um pai que conhecem, que está com eles todos os dias. Um pai que não é mais do que uma mãe porque cá em casa pai e mãe fazem o mesmo.
Cá em casa a mãe sai todos os dias da semana para trabalhar e é o pai que gere o seu tempo com uma ginástica que só ele sabe o quanto lhe custa para estar presente e ficar a cuidar deles.
Sim, é um pai, um super pai e não é hoje o dia dele, é todos os dias que acorda e sabe que tem pela frente tarefa de cuidar e educar...
Cá em casa existe uma mãe e existe um pai. Pai de nome, pai de estatuto, pai do dia-a-dia, pai do não e do sim. Um pai presente, um pai que conhecem, que está com eles todos os dias. Um pai que não é mais do que uma mãe porque cá em casa pai e mãe fazem o mesmo.
Cá em casa a mãe sai todos os dias da semana para trabalhar e é o pai que gere o seu tempo com uma ginástica que só ele sabe o quanto lhe custa para estar presente e ficar a cuidar deles.
Sim, é um pai, um super pai e não é hoje o dia dele, é todos os dias que acorda e sabe que tem pela frente tarefa de cuidar e educar...
sexta-feira, 18 de março de 2016
Vacina contra o Meningococo B
Uma vez que a vacina não pertence ao Plano Nacional de Vacinação a decisão está nas mãos de cada pai e na capacidade financeira dos mesmos uma vez que cada dose chega quase aos 100€.
"A meningite B é uma doença rara, mas grave: em 2011 a incidência foi de 0,58 casos por cada 100 mil habitantes. Pode ser fatal em 5% dos casos, deixar sequelas neurológicas ou causar perda de audição, alterações cognitivas, cicatrizes cutâneas e amputações. Desde a introdução da vacina para a meningite C no Plano Nacional de Vacinação, a ocorrência desta diminuiu e, a B, passou a ser a mais frequente no nosso país. Atinge principalmente os bebés até 1 ano e, logo a seguir, as crianças até aos 4 anos, de acordo com dados da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.
A vacina contra a meningite B é administrada na coxa dos bebés e no braço das crianças, adolescentes e adultos. Só se pode tomar depois dos 2 meses. De acordo com a idade, as doses variam:
• 2 a 5 meses: 3 doses + 1 reforço.
• 6 a 11 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 12 a 23 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 2 a 10 anos: 2 doses.
• A partir dos 11 anos, inclusive adultos: 2 doses."
In Deco Proteste
As meningites por meningococo são responsáveis pela forma mais agressiva desta doença. Ele circula entre nós no trato respiratório, podendo passar de um portador assintomático para uma criança, deixando-a doente. A forma mais eficaz de controlo da infeção meningocócica é a vacinação.
A conselho da nossa pediatra a Alice já levou as suas duas doses e o António levou ontem a primeira de 3 doses. Só me arrependo de não ter esperado um pouco mais no caso do António. A partir dos 24 meses bastariam 2 doses não havendo necessidade do reforço. Seria assim menos 1 vacina, a dor dela, os efeitos secundários e menos 100€.
"A meningite B é uma doença rara, mas grave: em 2011 a incidência foi de 0,58 casos por cada 100 mil habitantes. Pode ser fatal em 5% dos casos, deixar sequelas neurológicas ou causar perda de audição, alterações cognitivas, cicatrizes cutâneas e amputações. Desde a introdução da vacina para a meningite C no Plano Nacional de Vacinação, a ocorrência desta diminuiu e, a B, passou a ser a mais frequente no nosso país. Atinge principalmente os bebés até 1 ano e, logo a seguir, as crianças até aos 4 anos, de acordo com dados da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.
A vacina contra a meningite B é administrada na coxa dos bebés e no braço das crianças, adolescentes e adultos. Só se pode tomar depois dos 2 meses. De acordo com a idade, as doses variam:
• 2 a 5 meses: 3 doses + 1 reforço.
• 6 a 11 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 12 a 23 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 2 a 10 anos: 2 doses.
• A partir dos 11 anos, inclusive adultos: 2 doses."
In Deco Proteste
As meningites por meningococo são responsáveis pela forma mais agressiva desta doença. Ele circula entre nós no trato respiratório, podendo passar de um portador assintomático para uma criança, deixando-a doente. A forma mais eficaz de controlo da infeção meningocócica é a vacinação.
A conselho da nossa pediatra a Alice já levou as suas duas doses e o António levou ontem a primeira de 3 doses. Só me arrependo de não ter esperado um pouco mais no caso do António. A partir dos 24 meses bastariam 2 doses não havendo necessidade do reforço. Seria assim menos 1 vacina, a dor dela, os efeitos secundários e menos 100€.
What?
De manhã:
Pai entra na casa de banho para tomar duche. Eu entro de seguida com o António para lhe trocar a fralda. Passados 2 segundos Alice bate à porta: "Posso entrar?" Eu peço-lhe que espere pois o pai está no duche e nós quase a sair. Do outro lado da porta ouve-se: "Mas eu quero estar com a minha família!"
Pai entra na casa de banho para tomar duche. Eu entro de seguida com o António para lhe trocar a fralda. Passados 2 segundos Alice bate à porta: "Posso entrar?" Eu peço-lhe que espere pois o pai está no duche e nós quase a sair. Do outro lado da porta ouve-se: "Mas eu quero estar com a minha família!"
terça-feira, 15 de março de 2016
Crescemos?
Quando diminuímos o outro e olhamos para nós vendo-nos um pouco mais esticados;
Quando somos mesquinhos na forma como expomos a nossa posição sentindo-nos mais importantes do que o outro;
Quando julgamos ser donos da verdade menosprezando tudo o resto.
Sim, talvez crescemos na ignorância de acharmos que somos mais e melhores que todos os outros ou talvez apenas para esconder o quanto nos sentimos pequenos junto dos outros.
Quando somos mesquinhos na forma como expomos a nossa posição sentindo-nos mais importantes do que o outro;
Quando julgamos ser donos da verdade menosprezando tudo o resto.
Sim, talvez crescemos na ignorância de acharmos que somos mais e melhores que todos os outros ou talvez apenas para esconder o quanto nos sentimos pequenos junto dos outros.
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