segunda-feira, 18 de julho de 2016
Para quem é mãe (e não só)
Acho que já aqui partilhei mas volto a dizê-lo que este blog é das coisas mais maravilhosas que anda pela blogosfera. Uma família tão linda, crianças tão livres e felizes, objetos fora do seu lugar e no seu lugar certo, uma mãe a tempo inteiro (abençoada paciência), uma fotografa de mão cheia no que diz respeito a captar a luz do seus filhos, da sua casa... uma família tão maravilhosa de se ver e acompanhar...
Transportar bebés no carro
Esta é para ti, Lu.
A questão continua: como transportar bebés no interior das viaturas, no sentido inverso à marcha ou no sentido da marcha?
Em Janeiro de 2014, a legislação mudou, no seguimento de uma diretiva europeia. Desta forma, "...uma mudança ao regulamento referente ao transporte de crianças, aprovado pelas Nações Unidas em julho de 2013, obriga, a partir de agora, a que os bebés até aos 15 meses passem a ser transportados de costas para a estrada."
Na minha opinião, a segurança deve ser a prioridade. Já viajei com eles fora das cadeiras, por exemplo, quando temos que apanhar um táxi (férias). No meu carro, não abro exceções e, em caso algum eles, não estão nas respetivas cadeiras.
António fez ontem 20 meses. Apesar de já ser um pouco mais trabalhoso coloca-lo na cadeira de costas, vai continuar nos próximos tempos. Aguentei a Alice até aos 28 meses, altura em que já tinha a barriga enorme e ela também enorme e pesada e custava-me coloca-la na cadeira.
Em grande parte dos países das Europa, viajam de costas até aos 3/4 anos.
Acho que pode ser uma questão a colocar ao pediatra. Acho também que vale a pena ver estes vídeos ilustrativos do porquê de se recomendar os bebés viajarem de costas.
Mais informação no blog:
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/05/28-meses-viajar-no-sentido-inverso-da.html
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/05/ainda-sobre-cadeiras-auto-cadeira-auto.html
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2013/02/esta-semana-saimos-do-ovo.html
A questão continua: como transportar bebés no interior das viaturas, no sentido inverso à marcha ou no sentido da marcha?
Em Janeiro de 2014, a legislação mudou, no seguimento de uma diretiva europeia. Desta forma, "...uma mudança ao regulamento referente ao transporte de crianças, aprovado pelas Nações Unidas em julho de 2013, obriga, a partir de agora, a que os bebés até aos 15 meses passem a ser transportados de costas para a estrada."
Na minha opinião, a segurança deve ser a prioridade. Já viajei com eles fora das cadeiras, por exemplo, quando temos que apanhar um táxi (férias). No meu carro, não abro exceções e, em caso algum eles, não estão nas respetivas cadeiras.
António fez ontem 20 meses. Apesar de já ser um pouco mais trabalhoso coloca-lo na cadeira de costas, vai continuar nos próximos tempos. Aguentei a Alice até aos 28 meses, altura em que já tinha a barriga enorme e ela também enorme e pesada e custava-me coloca-la na cadeira.
Em grande parte dos países das Europa, viajam de costas até aos 3/4 anos.
Acho que pode ser uma questão a colocar ao pediatra. Acho também que vale a pena ver estes vídeos ilustrativos do porquê de se recomendar os bebés viajarem de costas.
Mais informação no blog:
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/05/28-meses-viajar-no-sentido-inverso-da.html
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/05/ainda-sobre-cadeiras-auto-cadeira-auto.html
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2013/02/esta-semana-saimos-do-ovo.html
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Projeto em mente
As divisões serão feitas com caixas de madeira de vinho. Vou usar papel autocolante e autocolantes, restos de tecido. O mobiliário e os bonecos serão do Aliexpress (variam entre 5 a 6€ por divisão com portes grátis).
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Lugares comuns
É um lugar comum, quase um cliché mas tão verdadeiro: Quem dá, ganha muito mais do que quem recebe!
Se nos lembrássemos disto mais vezes talvez fossemos todos um pouco mais generosos.
Se nos lembrássemos disto mais vezes talvez fossemos todos um pouco mais generosos.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Os pais da Frozen
Alice a ver o filme da Frozen: Mãe, o que aconteceu aos pais da Ana Frozen?
Eu: Morreram. (fico sempre incomodada em falar na morte. Tento-o fazê-lo com naturalidade mas aperta-se o coração nesta pequena palavra)
Alice: Mas eles não eram velhinhos. Como aconteceu?
Eu: Um acidente de barco....
Alice preocupada: Ooohhhhhh... quem é que vai fazer a sopa?
Eu: Morreram. (fico sempre incomodada em falar na morte. Tento-o fazê-lo com naturalidade mas aperta-se o coração nesta pequena palavra)
Alice: Mas eles não eram velhinhos. Como aconteceu?
Eu: Um acidente de barco....
Alice preocupada: Ooohhhhhh... quem é que vai fazer a sopa?
sexta-feira, 8 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Para mulheres com pouco tempo (preguiçosas) como eu!
Pode chegar Janeiro e eu dizer: "Este ano vou cuidar mais de mim. Usar creme hidratante no corpo, fazer um exercício físico", e podia continuar na lista... Passa o mês de Janeiro e eu não me preocupo porque tenho quase 50 segundas-feiras onde repito mentalmente aquilo que gostava de mudar em termos de comportamento. E passo de segunda-feira em segunda-feira e, num instante, é Janeiro novamente.
Eu sei que há mulheres que adoram passar creme hidratante no corpo, que faz parte do ritual diário a seguir ao banho. Pois, acho que tive alturas assim, não que as adorasse, mas esforçava-me por tal. Umas semanas corriam bem, apesar de sempre considerar um frete, outras semanas pensava, amanhã é um novo dia.
Depois vieram os filhos. Não, a culpa não é dos filhos, a culpa é da nossa vontade que quando não é muita, desaparece quase por completo. Vieram os filhos e tomar duche, às vezes, implica escolher entre colocar amaciador no cabelo ou passar exfoliante no corpo porque as duas coisas no mesmo duche implica ouvir gritos do lado de fora da porta ou sair do duche ainda com o creme empastado no couro cabeludo e já com um ou dois mirones à tua espera dentro da casa de banho.
Há uns dias comprei um óleo para o corpo. Sim, eu compro-os por causa de todas as segundas-feiras que tenho, fosse só Janeiro e poupava uns trocos. Esta semana pensei testar, afinal tinha sucumbido ao marketing do Continente e do produto em si. O Continente colocou-o a 50% de desconto direto e ainda mais um talão de 10% na carteira e o produto falava em pele muito seca e óleo seco. Imaginei logo que conseguiria ficar mais sedosa sem ficar gordurosa e que poderia vestir-me de seguida sem ficar com a roupa colada ao corpo ou então correr pela casa nua a ver se a coisa secava mais depressa. Qualquer um dos dois cenários dava um filme de comédia ou drama, mas nunca nada a roçar o sensual porque a parte do exercício físico ainda não se encontra nas prateleiras de uma grande superfície e muito menos a 50%.
Já usei o produto 3 dias seguidos e mais uns 40 dias e acho que tenho o hábito instalado. Faço-o em 2 minutos (a próxima vez cronometro) da seguinte forma: borrifo nos membros inferiores e esfrego rápido pois o óleo não é nada gorduroso e absorve no momento. Depois tronco e membro superiores: borrifo, esfrego. No instante seguinte visto a roupa. Nem as mãos ficam gordurosas.
Um espetáculo!
Fica a partilha para quem a quiser aproveitar.
"GARNIER - Receita de nutrição num óleo seco com absorção rápida para a pele muito seca do corpo com o óleo mítico - azeite extra virgem - com propriedades altamente nutritivas e suavizantes para a pele."
Eu sei que há mulheres que adoram passar creme hidratante no corpo, que faz parte do ritual diário a seguir ao banho. Pois, acho que tive alturas assim, não que as adorasse, mas esforçava-me por tal. Umas semanas corriam bem, apesar de sempre considerar um frete, outras semanas pensava, amanhã é um novo dia.
Depois vieram os filhos. Não, a culpa não é dos filhos, a culpa é da nossa vontade que quando não é muita, desaparece quase por completo. Vieram os filhos e tomar duche, às vezes, implica escolher entre colocar amaciador no cabelo ou passar exfoliante no corpo porque as duas coisas no mesmo duche implica ouvir gritos do lado de fora da porta ou sair do duche ainda com o creme empastado no couro cabeludo e já com um ou dois mirones à tua espera dentro da casa de banho.
Há uns dias comprei um óleo para o corpo. Sim, eu compro-os por causa de todas as segundas-feiras que tenho, fosse só Janeiro e poupava uns trocos. Esta semana pensei testar, afinal tinha sucumbido ao marketing do Continente e do produto em si. O Continente colocou-o a 50% de desconto direto e ainda mais um talão de 10% na carteira e o produto falava em pele muito seca e óleo seco. Imaginei logo que conseguiria ficar mais sedosa sem ficar gordurosa e que poderia vestir-me de seguida sem ficar com a roupa colada ao corpo ou então correr pela casa nua a ver se a coisa secava mais depressa. Qualquer um dos dois cenários dava um filme de comédia ou drama, mas nunca nada a roçar o sensual porque a parte do exercício físico ainda não se encontra nas prateleiras de uma grande superfície e muito menos a 50%.
Já usei o produto 3 dias seguidos e mais uns 40 dias e acho que tenho o hábito instalado. Faço-o em 2 minutos (a próxima vez cronometro) da seguinte forma: borrifo nos membros inferiores e esfrego rápido pois o óleo não é nada gorduroso e absorve no momento. Depois tronco e membro superiores: borrifo, esfrego. No instante seguinte visto a roupa. Nem as mãos ficam gordurosas.
Um espetáculo!
Fica a partilha para quem a quiser aproveitar.
"GARNIER - Receita de nutrição num óleo seco com absorção rápida para a pele muito seca do corpo com o óleo mítico - azeite extra virgem - com propriedades altamente nutritivas e suavizantes para a pele."
Garnier
Óleo Seco - Azeitona Mítica
terça-feira, 5 de julho de 2016
Primeiro dia de praia na vida
Primeiro estranhou depois entranhou e chorou na hora de ir embora...
O primeiro pé na areia, o primeiro pé no oceano Atlântico foi na ilha Terceira, uma ilha que me diz muito, que me fez conhecer pessoas que passaram a fazer parte da família. Agora, mais um motivo para esta ilha ser especial.
O primeiro pé na areia, o primeiro pé no oceano Atlântico foi na ilha Terceira, uma ilha que me diz muito, que me fez conhecer pessoas que passaram a fazer parte da família. Agora, mais um motivo para esta ilha ser especial.
O ano passado apenas experimentou piscina.
Ela já conta com muitos mergulhos.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Chamaram-me arrogante
Numa situação laboral deparei-me com algo verdadeiramente incrédulo. Pensei ficar calada e apenas reportar superiormente. Achei que seria mais correto dizer à pessoa em causa que o que estava a fazer não era correto, que, na verdade, era prejudicial e inaceitável.
Essa pessoa referiu-se a mim como sendo muito arrogante (dito a outro). Comentei em casa a situação. Da boca de quem me conhece ouço: "Sabes que às vezes a forma como dizes as coisas é um pouco arrogante."
Exame de consciência feito e continuo a achar que não mas tal não significa que essa não seja a perceção do outro. Uma coisa é certa, em termos laborais, não consigo compactuar com determinadas situações, nem com o ver e calar.
Essa pessoa referiu-se a mim como sendo muito arrogante (dito a outro). Comentei em casa a situação. Da boca de quem me conhece ouço: "Sabes que às vezes a forma como dizes as coisas é um pouco arrogante."
Exame de consciência feito e continuo a achar que não mas tal não significa que essa não seja a perceção do outro. Uma coisa é certa, em termos laborais, não consigo compactuar com determinadas situações, nem com o ver e calar.
António e o leite
Aos 15 meses retirei os 2 a 3 biberões de leite que bebia durante a noite. Já nessa altura só agarrava no biberão se tivesse meio a dormir. Pela manhã, se em vez de um olho aberto e outro fechado estivesse os dois aberto, empurrava o biberão com as mãos e fechava a boca com tal força que nada entrava. Terminava o ciclo de leite como bebida.
A pediatra desdramatizou. Come iogurtes, papas? É suficiente. Recomendou o queijo, o Nestum, outros derivados, num máximo de 500 m/l dia.
Até hoje nunca mais bebeu leite. Na verdade, nunca mais insisti. A Alice passou pelo mesmo e, com o tempo, voltou ao leite por sua vontade.
Cada vez há mais correntes a dizer que não precisamos de leite depois dos 2 anos... vamos ver como corre. Já sem dramas ou culpas ou pressões. Ele adora iogurtes. Come 2 por dia ao lanche e 1 prato de papa ao pequeno almoço. Os 500ml estão assegurados.
A pediatra desdramatizou. Come iogurtes, papas? É suficiente. Recomendou o queijo, o Nestum, outros derivados, num máximo de 500 m/l dia.
Até hoje nunca mais bebeu leite. Na verdade, nunca mais insisti. A Alice passou pelo mesmo e, com o tempo, voltou ao leite por sua vontade.
Cada vez há mais correntes a dizer que não precisamos de leite depois dos 2 anos... vamos ver como corre. Já sem dramas ou culpas ou pressões. Ele adora iogurtes. Come 2 por dia ao lanche e 1 prato de papa ao pequeno almoço. Os 500ml estão assegurados.
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