... a crescer depressa demais.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Os argumentos nunca podem faltar...
... ou então solta-se um grito ou cala-se com um "porque sim!".
Alice, depois de ser chamada à atenção pelo comportamento impróprio, chorosa, solta um:
"Eu não sabia que os adultos que têm filhos gostam de ver os seus filhos tristes e a chorar!"
Não é fácil...
Alice, depois de ser chamada à atenção pelo comportamento impróprio, chorosa, solta um:
"Eu não sabia que os adultos que têm filhos gostam de ver os seus filhos tristes e a chorar!"
Não é fácil...
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Desejos de fim-de-semana
Aceitar que os sonhos quando são demasiado irreais não nos fazem bem, só aumentam o fosso entre o desejado e o possível. Aceitar que seremos felizes onde o nosso coração, o nosso amor estiver. Aceitar que o bem prevalece sempre sobre o mal. Aceitar que para cada problema há uma solução, ou mais. Aceitar que os passos podem ser incertos mas as certezas moram em nós. Aceitar as dificuldades como degraus que nos levam a uma sala tão cheia de vida e amor.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
To V. e F.
Sabe bem chegar a vossa casa,
ver os nossos filhos com os vossos,
ouvir-nos conversar sem filtros ou cuidados,
saber que acolhem as nossas gargalhadas da mesma forma que acolheriam as nossas lágrimas,
sentir que tanto podemos comer num prato da Vista Alegre como em cima de um guardanapo porque o que mais gostámos é de estar, estar numa simplicidade sincera e generosa,
não há protocolos ou etiquetas,
os beijos aos nossos filhos são roubados, quando os agarramos num abraço forte e sentido,
os colos que damos a eles são colos de amor e carinho,
as piadas que dizemos têm a mesma importância que as conversas sérias que sempre chegam,
e ouvimo-nos como se gostássemos todos da mesma estação de rádio, dos mesmos filmes e livros,
vidas distintas e vidas tão parecidas,
ideias e ideais partilhados,
e concordamos em tanto como discordamos na escolha dos ingredientes de uma pizza para depois cheios e satisfeitos do que comemos e conversámos chegarmos à conclusão que comemos sempre muito quando nos juntamos,
e olhámos o relógio e nem demos o tempo passar,
sabemos que gostámos de nos juntar, sabemos que não fazemos sempre que nos apetece porque somos prisioneiros de outras vontades que nem sempre são nossas, prisioneiros de rotinas vitais na nossa família, mas conseguimos fugir, conseguimos sair e vermo-nos e conversarmos e estamos assim, juntos, em família,
e é bom, ajuda, ajuda ter outras famílias que se tornam na nossa família e onde nos tornamos na sua família...
ver os nossos filhos com os vossos,
ouvir-nos conversar sem filtros ou cuidados,
saber que acolhem as nossas gargalhadas da mesma forma que acolheriam as nossas lágrimas,
sentir que tanto podemos comer num prato da Vista Alegre como em cima de um guardanapo porque o que mais gostámos é de estar, estar numa simplicidade sincera e generosa,
não há protocolos ou etiquetas,
os beijos aos nossos filhos são roubados, quando os agarramos num abraço forte e sentido,
os colos que damos a eles são colos de amor e carinho,
as piadas que dizemos têm a mesma importância que as conversas sérias que sempre chegam,
e ouvimo-nos como se gostássemos todos da mesma estação de rádio, dos mesmos filmes e livros,
vidas distintas e vidas tão parecidas,
ideias e ideais partilhados,
e concordamos em tanto como discordamos na escolha dos ingredientes de uma pizza para depois cheios e satisfeitos do que comemos e conversámos chegarmos à conclusão que comemos sempre muito quando nos juntamos,
e olhámos o relógio e nem demos o tempo passar,
sabemos que gostámos de nos juntar, sabemos que não fazemos sempre que nos apetece porque somos prisioneiros de outras vontades que nem sempre são nossas, prisioneiros de rotinas vitais na nossa família, mas conseguimos fugir, conseguimos sair e vermo-nos e conversarmos e estamos assim, juntos, em família,
e é bom, ajuda, ajuda ter outras famílias que se tornam na nossa família e onde nos tornamos na sua família...
Uma página do Facebook a visitar
Ideias fantásticas para fazer com crianças, artigos curiosos sobre bebés e crianças.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Para quem está ou vai engravidar
Uma ideia fantástica e muito simples para continuarmos a usar as nossas calças preferidas na maior parte da gravidez.
O tempo dado a um filho nunca é demais para ele
No carro, conversa sobre o trabalho:
"Mãe, vais passar a trabalhar menos dias ou vais continuar a passar tempo às niquinhas com a tua filha?"
Da boca de quem tem o pai a manhã toda e parte da tarde e a mãe a partir das 15h30 da tarde.
"Mãe, vais passar a trabalhar menos dias ou vais continuar a passar tempo às niquinhas com a tua filha?"
Da boca de quem tem o pai a manhã toda e parte da tarde e a mãe a partir das 15h30 da tarde.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Adoro provébios cheios de sabedoria
Há um provérbio africano que diz: ‘Tem cuidado quando uma pessoa nua te oferece uma camisa.’
Maya Angelou
Lido no Facebook mum's the boss
Maya Angelou
Lido no Facebook mum's the boss
Saber esperar
Talvez uma das coisas mais difíceis para as crianças hoje em dia seja o ... esperar...
Talvez seja por nossa causa, por causa do meio onde nasceram. Queremos tudo no agora, no imediato, esperar tornou-se quase martirizante. É tudo automático, quase instantâneo, quase tudo descartável, feito para o momento.
Nós, adultos, já vivemos em dois mundos: num onde tudo levava o seu tempo, a televisão levava tempo a aquecer, a comida levava tanto tempo na panela, a espera era uma constante no dia-a-dia e, neste mundo, onde 2 segundos a abrir uma página da internet é um desespero, onde a comida é feita em 10 minutos no forno, onde corremos de um lado para o outro para fazer as mil e uma coisas que temos que fazer, onde nunca tivemos tantas máquinas a fazer tantas coisas por nós e onde nunca nos queixámos tanto com falta de tempo.
As crianças hoje já crescem no rodopio, no imediato, no agora e já, nos 5 minutos que são uma eternidade e não um sopro de tempo.
A minha é exigente, impaciente e diz com todas as letras: "Eu não gosto nada de esperar. Esperar não é bom!"
É difícil fazê-la compreender que esperar ou, melhor, saber esperar será fundamental para ela. Saber que tudo o que é importante leva o tempo certo e nunca o tempo que queremos, é sempre um pouco mais. Perceber que a espera pode ser difícil, chata e muito aborrecida mas faz parte do processo.
Com apenas 4 anos e meio, já lhe disse algumas vezes que quando esperamos, quando sabemos esperar, coisas boas acontecem.
Talvez seja por nossa causa, por causa do meio onde nasceram. Queremos tudo no agora, no imediato, esperar tornou-se quase martirizante. É tudo automático, quase instantâneo, quase tudo descartável, feito para o momento.
Nós, adultos, já vivemos em dois mundos: num onde tudo levava o seu tempo, a televisão levava tempo a aquecer, a comida levava tanto tempo na panela, a espera era uma constante no dia-a-dia e, neste mundo, onde 2 segundos a abrir uma página da internet é um desespero, onde a comida é feita em 10 minutos no forno, onde corremos de um lado para o outro para fazer as mil e uma coisas que temos que fazer, onde nunca tivemos tantas máquinas a fazer tantas coisas por nós e onde nunca nos queixámos tanto com falta de tempo.
As crianças hoje já crescem no rodopio, no imediato, no agora e já, nos 5 minutos que são uma eternidade e não um sopro de tempo.
A minha é exigente, impaciente e diz com todas as letras: "Eu não gosto nada de esperar. Esperar não é bom!"
É difícil fazê-la compreender que esperar ou, melhor, saber esperar será fundamental para ela. Saber que tudo o que é importante leva o tempo certo e nunca o tempo que queremos, é sempre um pouco mais. Perceber que a espera pode ser difícil, chata e muito aborrecida mas faz parte do processo.
Com apenas 4 anos e meio, já lhe disse algumas vezes que quando esperamos, quando sabemos esperar, coisas boas acontecem.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
sábado, 6 de agosto de 2016
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Casa de bonecas - a cozinha
A primeira divisão está quase pronta.
Caixa de madeira de vinho, papel autocolante e mobília de madeira.
Ainda não consegui arranjar autocolantes para colocar por dentro. Sempre posso imprimir imagens da internet e colar com papel autocolante transparente (quadros, janelas, etc). Pode-se pintar ou forrar a caixa por fora. Por enquanto optámos por deixar como está.
Como seria de esperar a Alice delirou e já fala nas restantes divisões, pois claro...
Tem brincado com ela todos os dias.
Caixa de madeira de vinho, papel autocolante e mobília de madeira.
Ainda não consegui arranjar autocolantes para colocar por dentro. Sempre posso imprimir imagens da internet e colar com papel autocolante transparente (quadros, janelas, etc). Pode-se pintar ou forrar a caixa por fora. Por enquanto optámos por deixar como está.
Como seria de esperar a Alice delirou e já fala nas restantes divisões, pois claro...
Tem brincado com ela todos os dias.
Material e valores:
Caixa de vinho - o pai arranjou
2 rolos de papel autocolante (Loja chinesa. Sobrou imenso) 1,5€ cada
Mobília de cozinha (Aliexpress) - ronda os 5€
Rádio e vaso de girassol - herança da prima mais velha
Caixa forrada pelo pai (mais paciente e com bem mais jeito para estes trabalhos).
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
O palato do António
É só o meu filho que adora toalhitas (se eu deixasse chupava-as até à exaustão), cremes de qualquer espécie (abre todas as tampas com os dentes ou dedos e tenta chupar o creme), shampoo ou gel banho (usa a mesma técnica dos cremes).
"Come umas ervilhas, António... é tão bom!"
Sim, sonha mãe, sonha!
"Come umas ervilhas, António... é tão bom!"
Sim, sonha mãe, sonha!
Despertador
Aos sermos pais existem utensílios que deixamos de usar e outros que se tornam inseparáveis.
Eu sou mãe e não uso despertador há mais de 4 anos e meio. Até hoje nunca me falharam os meus 2 despertadores. Entre eles pode haver um intervalo de 2 minutos como pode chegar a 30 minutos. São infalíveis e deixam-me sempre margem de manobra para tarefas matinais antes da saída para o trabalho. Ao fim-de-semana despertam ainda mais cedo para que eu fique com um dia bem mais longo para cuidar deles e arrumar a casa.
Eu sou mãe e não uso despertador há mais de 4 anos e meio. Até hoje nunca me falharam os meus 2 despertadores. Entre eles pode haver um intervalo de 2 minutos como pode chegar a 30 minutos. São infalíveis e deixam-me sempre margem de manobra para tarefas matinais antes da saída para o trabalho. Ao fim-de-semana despertam ainda mais cedo para que eu fique com um dia bem mais longo para cuidar deles e arrumar a casa.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Mês de Agosto
Vivo numa ilha a 5 minutos da praia e ainda só meti o pé na água uma vez. Férias que se passaram a trabalhar, dias de semana que passam a voar, fins-de-semana que se aproveitam para colocar afazeres domésticos em dia.
Neste mês tenho que quebrar o ciclo. Não é fácil ir à praia com dois, na verdade, torna-se impossível sozinha visto que para correr atrás de um, o outro fica em rédea solta. Vou com eles às compras, ao parque, a qualquer lugar que me lembre mas a praia e a piscina é algo que sai fora da segurança. A Alice adora água, aventura-se, não mede o perigo. É preciso estar com ela, tê-la debaixo de olho e à distância que uma passada ou duas. Incomportável com um bebé de 20 meses que adora correr disparado sem rumo.
Mas que todos estamos a precisar de uns banhos de mar e sol, estamos...
Neste mês tenho que quebrar o ciclo. Não é fácil ir à praia com dois, na verdade, torna-se impossível sozinha visto que para correr atrás de um, o outro fica em rédea solta. Vou com eles às compras, ao parque, a qualquer lugar que me lembre mas a praia e a piscina é algo que sai fora da segurança. A Alice adora água, aventura-se, não mede o perigo. É preciso estar com ela, tê-la debaixo de olho e à distância que uma passada ou duas. Incomportável com um bebé de 20 meses que adora correr disparado sem rumo.
Mas que todos estamos a precisar de uns banhos de mar e sol, estamos...
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