ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

domingo, 29 de janeiro de 2017

Vamos mudar de casa

Já mudámos quando tínhamos só a Alice. Agora mudámo-nos com os 2.
Não é fácil, nada fácil. O dobro do trabalho e o triplo do tempo.
É por uma boa causa! Uma casa maior, melhor e... nossa (e do banco).

Domingo de manhã e eles nas limpezas. 
Uns amores ;)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Dossel

O dossel do berço da Alice vai voltar a ter uso. Não para a cama dela mas para um canto do quarto dela onde ela possa "ler", sonhar e brincar.

 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

O fim de um percurso, o começo de um novo

O percurso não foi fácil, linear ou o esperado/desejado. O resultado foi o que sempre quisemos desde o começo.
Há tantas coisas boas para viver e uma nova etapa para aproveitar na nossa família.


Perguntas e mais perguntas

Do nada, enquanto a enxugava saída do banho:
Alice: "Mãe, já te casaste?"
Eu: "Não."
Alice: "E não vais casar nunca?"
Eu: "Talvez não, não sei..."

Para pensar

"Quando um pai não se comporta como um pai, um filho não se pode comportar como um filho."
Guan Zi (ensinamento chinês)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Casamento em Maio

Meu maninho mais novo, meu casula... está quase.

Temos que tratar de um destes, pode ser?!
 

sábado, 21 de janeiro de 2017

Chateada devia estar eu...

"Toma mãe, para saberes que estou chateada contigo!"
Quando ouço isto são 7h30 de sábado. Já estou acordada desde as 6h e pouco com o mais novo. Levantei-me umas 5 vezes para ir ao quarto deles. Acho que não consegui dormir 2 horas seguidas.
Dizem que esta é a melhor fase. Acredito que seja mas há dias que isso mais parece um mito da maternidade para nos fazer dar graças mesmo quando quase conseguimos trepar paredes...


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Os 2 anos

António era um bebé relativamente sossegado. Repararam no tempo verbal?
Dos 2 anos em diante (ainda só passaram 2 meses mas parecem uns 5 anos) parece que volta e meia é possuído por um espirito muito desorientado da cabeça.
Finge de surdo se lhe repreendemos, finge de estrangeiro  (ou seja, não entendendo o português) se damos ordens e consegue rir na nossa cara mais zangada e feia possível.
Há uns anos atrás devo ter escrito por aqui que a Alice no alto dos seus 2 anos era difícil de criar. Quero morder a língua e apagar essas palavras. Ela foi fácil de lidar nas suas birras. Difícil é esta carinha doce que engana qualquer um, menos os de casa que levam com ele todo o santo dia.
Sei que vai melhorar mas não sei quantos pedaços de mim terei de colar nessa altura...
Já vos disse que o meu filho é um doce? Calminho e obediente que dá inveja a qualquer pai.







quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Amor incondicional têm as crianças por nós

Enquanto a enxugo depois do banho e antes de dormir, abraça-me e diz: "Mãe, ainda bem que eu nasci nesta família e não noutra família qualquer."
Eu: "Por que sentes isso?"
Alice: "Não sei..."
Eu sei que ela vai-me chamar de chata, virar as costas, dizer que prefere outra família qualquer. Vai ficar de trombas, dizer que não a entendo, que já não gosta de mim.
Eu jamais esquecerei dos abraços que me deu, de todas as declarações de amor e esperarei que volte sempre aos meus braços e a esta família onde nasceu.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

13 de janeiro

Uma sexta-feira, um dia de azar para os supersticiosos, um dia de sorte para mim.
A espera não é fácil e, por vezes, carrega em si sofrimento. Quando o dia chega traz muito mais sabor...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Queixas

Não sou muito queixosa, tento sempre focar-me nos aspetos positivos e minimizar os negativos. Nem sempre consigo, nem sempre o positivo é visível a olho nu e eu queixo-me, sopro, suspiro e deixo a minha cabeça tombar, os meus ombros descairem e fico mais silenciosa.
Depois olho à volta, ou para trás de mim ou mais em frente, ouço os pulos deles no chão de madeira, ouço um "adoro-te minha mãe maravilhosa", vejo uns braços minúsculos a abrirem na minha direção e, por momentos, apercebo-me que estou desfocada dos meus objetivos, das prioridades da minha vida.
Eles são, realmente o que mais importa e, para eles, só nós importamos, nada mais. A casa, o carro, os prazos, o que sonhamos, desejamos ou aspiramos é pequeno comparado com o resto.
Às vezes tenho que trocar este cérebro de adulto por um de criança para perceber o verdadeiro sentido da felicidade.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Prazos

Sinto-me a viver ao minuto. O meu corpo sente todos os minutos que já passaram. A minha mente antecipa todos os minutos que ainda não chegaram. Há muito, muito tempo que não sentia este peso em cima de mim...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Se eu fosse à ZARA...

T-shirt 7,99€
 
Calças - 17,99€
 
Bomber - 19,99€
 
Saia - 22,99€
 
Sapatilha - 19,99€
 
Casaco - 19,99€
 
Casaco - 29,99€
 
Vestido - 17,99€
 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Escolhas ou decisões

 
Uma vez alguém me disse que as escolhas que tomamos são sempre as mais corretas porque foram as que julgámos certas, no momento em que as tomámos, com o conhecimento que tínhamos na altura. Pensar desta forma dá-nos mais tranquilidade e alivia alguma culpa que possamos sentir por, mais tarde, vermos que a escolha tomada não teve os efeitos desejados. 
Não é possível prever o futuro, não é possível conhecer tudo, medir as consequências, antecipar todos os desastres. A única coisa que podemos fazer é tomar decisões e viver com elas. Vamos alinhando a direção, fazendo desvios se necessário. Viver não é fácil para ninguém e decidir faz parte da vida de gente crescida. Só as crianças têm poucas decisões a tomar por si, nós, adultos, temos um sem fim de decisões a tomar desde que acordamos até deitar...