ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

quarta-feira, 1 de março de 2017

This is us

Ainda só vi o primeiro episódio. Começou a semana passada na Foxlife. Uma hora de episódio que se torna curta e longa ao mesmo tempo, que nos seca a boca e nos prende a respiração. Não é lamechas é real e crua. A forma natural como a história recua ao passado e volta ao presente é brilhante...
Além disso tudo, dá-nos a conhecer música que até então nunca tinha ouvido.
Aqui fica uma música.


 
 

Speechless

A passar na FoxComedy. Uma família onde um dos filhos sofre de paralisia cerebral.
Recomenda-se vivamente. Muito bem escrito. Mostra o lado descontraído e a forma (idealizada) como esta família lida com a deficiência de um dos seus elementos.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Tenho os serviços da Segurança Social à porta, não tarda...

O outro dia, no calor da emoção de repreender a Alice (nem me lembro da razão) e da nossa proximidade física, saltou um ou dois ou três (quem os conta?) perdigotos na cara da Alice.
Vira-se muito séria para mim enquanto passa a mão na cara:
"Mãe, vou contar à minha educadora que me cuspiste na cara!"

Andamos assim...

Ontem foi noite de Óscares e eu só me apercebi hoje de manhã quando liguei o rádio.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

"Tenho uma coisa que te vai deixar feliz!"

Estava em casa, grito com ela, grito com ele, apetece-me gritar comigo de tão irritada que me sentia. António espalha os brinquedos como se fosse um tornado, Alice sempre cheia de pedidos e mais pedidos, volto a gritar com eles. Ela vai para a cozinha e volta passado uns minutos. Com a calma que devia ser minha diz: "Mãe, senta-te no sofá! Tenho uma coisa que te vai deixar feliz!" Entrega-me uma folha dobrada quase em leque. Abro e vejo. Abraço-a e encho-a de beijos. Ela diz-me a sorrir:"Eu não te disse que ias ficar feliz?!"
Tantas e tantas vezes são eles que sabem mais do que nós!



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Bailarina de flamenco

Uma amiga deu-me um vestido para a Alice de bailarina de flamenco. Há quem faça vida disso, certo? Se ao fazer vida disso pagar os seus impostos e passar recibo pode ser considerada uma profissão, certo?
Será que ando a gastar energias em vão e tenho a solução em casa?

Vestido de flamenco - check
Xaile - check (meu)
Sapatos - check (ténis pretos para ser confortável da Alice)
Meias - check (collants vermelhas)
Flores para o cabelo - check (uma grande preta, minha)
baton vermelho - check (meu)
leque - no check (posso ponderar ou não comprar numa loja chinesa ou pedir o da avó)

É forçar muito ou estamos conversados?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Fantasia de Carnaval

O tema da escola é as profissões.
No último dia, haverá lanche, talvez música e todos poderão ir fantasiados de uma profissão.
A Alice primeiro queria ir de bailarina (tem a roupa de ballet, um investimento apenas utilizado num mês de aulas), mas já vai outra menina de bailarina e diz que não quer ir igual aos outros. Já lhe dei algumas sugestões: cantora, empregada de limpeza, professora (coisas que não exijam um investimento financeiro). Nada lhe parece agradar...
O dia aproxima-se, e se não houver fumo branco, visto-a com a sua roupa normal e treino-a para responder: "Sou empresária."


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Será muito grave, grave ou nem por isso?

A educadora perguntou as profissões dos pais à Alice e ela não soube o que responder. Chegou a casa a perguntar qual era a nossa profissão... sabe que a mãe trabalha no serviço mas não percebe o que faz, o pai nem isso.
Acho que a educadora ficou a pensar que seria alguma coisa ilegal...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Não respira...

O facebook lembrou-me que um mês e qualquer coisa depois de ter a Alice voltei às minhas skinny jeans. Eu acho que estou a suster a respiração na fotografia... e que estive sob o efeito de analgésicos para não sentir dores no aperto. Mas quase que parece que estou bem.

Já se passaram 5 anos...
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Para mim, saldos é isto!



Sapataria Foreva - Secção masculina
Ténis Diesel
10€
[80% desconto]
 
P.S. Perdoem a prespectiva das fotos. Post feito no telemóvel.
 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Os dois anos e quem roubou o meu filho doce e calmo?



Para quem, como eu, tem filhos na fase dos 2 aos 3 anos;
Para quem, como eu, tem um filho que é, uma das duas hipóteses: surdo ou fala uma língua estrangeira e não pesca nada de português;
Para quem, como eu, tem um filho que tem um cérebro especial e, com isso, quero dizer: quando os pais gritam: Antóooooonnniiiooo, não mexe! ele ouve: Antóooooonnniiioooo, o mundo é todo teu! Faz o que te dá na gana!
Para quem, como eu, já pensou entregar-se a si própria para adoção porque não é capaz de entregar o próprio filho;
Para quem, como eu, esquece-se que o filho só tem 2 anos e que esta fase vai terminar e dará lugar a outras (piores, mas não se diz).

A casa nova

Hoje faz uma semana que mudámos. Ainda tenho alguns caixotes, ainda tenho alguma (bastante) desarrumação. Faltam algumas mobílias que vamos comprando. Temos eletrodomésticos novos!
A outra casa foi entregue ao seu dono. Porta fechada. Local para onde fomos tinha a Alice 1 ano e meio, o António "nasceu" lá, fizemos tantos jantares com amigos, foram quase 4 anos.
Pensei que fosse sentir saudades, pensei que fosse sentir alguma nostalgia mas... fechei a porta e sinto-me como se sempre tivesse vivido na casa onde estamos agora.
Não sei explicar a razão mas acho que as noites mal dormidas, o cansaço e as birras do António adormecem-me determinadas emoções. Às vezes acho que estou em piloto automático, faço o básico e se precisar de agir com mais raciocínio ou elasticidade mental, bloqueio. Esqueço-me do que me disseram, esqueço-me do que tenho que fazer e agora esqueci-me que já vivi em outras casas...

 
Eles adaptaram-se perfeitamente. Eles estão felizes onde os pais estiverem felizes. Mesmo andando nós stressados com o excesso da trabalho que implica montar uma nova casa, mesmo com os gritos, eles abraçam-nos e beijam-nos sem rancor. Esquecem que nos zangámos, esquecem que gritei: Ai, que eu não posso mais com tanta mãe, mãeeee!, esquecem que fizemos má cara, cara feia, cara de quem quer fugir e não pode. Esquecem o nosso mau humor e dizem: "Eu só quero um abraço e um beijo! Só quero que te sentes ao pé de mim!"