terça-feira, 8 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Alice e a sua auto-estima
Tia para a Alice: "Alice és bonita!"
Alice:"Tia, eu não sou bonita, eu sou maravilhosa!"
Se há pais que trabalham a auto-estima com os seus filhos, eu trabalho a humildade com a minha.
Temos um longo caminho a percorrer...
Alice:"Tia, eu não sou bonita, eu sou maravilhosa!"
Se há pais que trabalham a auto-estima com os seus filhos, eu trabalho a humildade com a minha.
Temos um longo caminho a percorrer...
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Hora das refeições e os jogos
Todos os dias, no momento da refeição, sem qualquer exceção, lá vêm os jogos. Jogos inventados por nós, com palavras, charadas e diabo a 4 onde o resultado é fazer comer a sopa às colheradas. 3 colheres para começar o jogo, 2 colheres quando acerta na resposta, 3 colheres se erra. Assim até acabar o prato de sopa.
Nem sempre, na verdade, quase nunca tenho paciência para inventar jogos, para estar com adivinhas na hora de refeição. Às vezes só queria o silêncio ou que conversássemos sobre o dia em vez de estar com: a sopa levou cenoura ou levou courgettes? ou estou a ver uma coisa de plástico. É o jarro de água, a concha da sopa ou a marmita?
Anteontem à hora de jantar, a comer a sopa:
Alice: "Mãe vamos jogar um jogo de palavras!"
Eu, desejosa por uns minutos de silêncio e com o cérebro em modo poupança de energia, digo: "Oh Alice, a mãe está com uma dor de costas!"
Alice a rir: "Oh mãe!! Falas é com a boca e não com as costas! Podes jogar!"
Ontem à hora de jantar, para começar a sopa:
Alice: "Ai mãe, estou com uma dor de cabeça que nem posso com barulho. Preciso de silêncio." colocando as mãos sobre a cabeça
Eu a pensar que me estava a safar do jogo, aos pulos por dentro, mas com ar pesado: "Então, filha?"
Alice: "Hoje temos que jogar o jogo muito baixinho!"
Nem sempre, na verdade, quase nunca tenho paciência para inventar jogos, para estar com adivinhas na hora de refeição. Às vezes só queria o silêncio ou que conversássemos sobre o dia em vez de estar com: a sopa levou cenoura ou levou courgettes? ou estou a ver uma coisa de plástico. É o jarro de água, a concha da sopa ou a marmita?
Anteontem à hora de jantar, a comer a sopa:
Alice: "Mãe vamos jogar um jogo de palavras!"
Eu, desejosa por uns minutos de silêncio e com o cérebro em modo poupança de energia, digo: "Oh Alice, a mãe está com uma dor de costas!"
Alice a rir: "Oh mãe!! Falas é com a boca e não com as costas! Podes jogar!"
Ontem à hora de jantar, para começar a sopa:
Alice: "Ai mãe, estou com uma dor de cabeça que nem posso com barulho. Preciso de silêncio." colocando as mãos sobre a cabeça
Eu a pensar que me estava a safar do jogo, aos pulos por dentro, mas com ar pesado: "Então, filha?"
Alice: "Hoje temos que jogar o jogo muito baixinho!"
terça-feira, 1 de agosto de 2017
O António e a terapia da fala
Não há filhos iguais, não há dúvida.
Se a Alice estava num extremo relativamente ao desenvolvimento da linguagem, sendo realmente precoce na sua evolução, o António está no extremo oposto.
Quando ingressar no jardim de infância em setembro, irá com os estereótipos que costumam estar associados às crianças que são criadas em casa com pais ou avós: atraso na linguagem, resistência às regras, dificuldade em esperar pela sua vez, etc
A irmã teve o mesmo percurso do que ele e com a desvantagem de não ter tido irmãos em casa nos primeiros quase 3 anos de vida. Contudo, sempre foi fenomenal na linguagem, no relacionamento com o outro, no à vontade com que ia aos diferentes lugares e interagia.
O António só agora (aos 2 anos e meio) começa a dizer algumas palavras. O mãe, pai e "aice" (Alice) já estava há muito interiorizado e verbalizado, tal como o não (of course). O restante era por gestos e apontando.
Ele foi encontrando as suas próprias formas de comunicar connosco sem ter de verbalizar. Encontrava gestos para comunicar: pão com manteiga (passando 1 dedo sobre a palma da mão), avó (colocando uma mão na face), festinhas (passando uma mão pelo antebraço), quente (abanando uma mão no ar) and so on, so on...
Nem sempre a comunicação era clara e, algumas vezes, (poucas) não se conseguia fazer entender.
Por recomendação da pediatra (não que seja uma preocupação minha. Sei que o dia dele chegará. Que o atraso da linguagem não esconde outros problemas de desenvolvimento) para melhorar a comunicação com o outro e para não aumentar a sua frustração e, consequentemente, momentos de birra, iniciamos a terapia da fala.
A consulta inicial com o fisiatra foi o mesmo que nada, nadinha. Não gostei, não adiantou nada nem me disse nada que não soubesse. Acho que não chegou a 10 minutos de consulta (mais longa porque a Alice foi também e ela não se cala), disse-me que ele tinha um atraso na linguagem e que era preciso despistar algum problema de audição (Já sabíamos. Estamos apenas a aguardar a consulta no especialista).
Ontem foi a primeira consulta com a terapeuta da fala. 1 hora em que ela fez perguntas e esteve a interagir com o António, "forçando-o" a responder sem ser com gesto, nomeadamente o SIM.
Acho que ele tem a beneficiar deste apoio, que chegará mais cedo do que se fosse pelo seu percurso preguiçoso de desenvolvimento da fala.
Veremos como corre...
Se a Alice estava num extremo relativamente ao desenvolvimento da linguagem, sendo realmente precoce na sua evolução, o António está no extremo oposto.
Quando ingressar no jardim de infância em setembro, irá com os estereótipos que costumam estar associados às crianças que são criadas em casa com pais ou avós: atraso na linguagem, resistência às regras, dificuldade em esperar pela sua vez, etc
A irmã teve o mesmo percurso do que ele e com a desvantagem de não ter tido irmãos em casa nos primeiros quase 3 anos de vida. Contudo, sempre foi fenomenal na linguagem, no relacionamento com o outro, no à vontade com que ia aos diferentes lugares e interagia.
O António só agora (aos 2 anos e meio) começa a dizer algumas palavras. O mãe, pai e "aice" (Alice) já estava há muito interiorizado e verbalizado, tal como o não (of course). O restante era por gestos e apontando.
Ele foi encontrando as suas próprias formas de comunicar connosco sem ter de verbalizar. Encontrava gestos para comunicar: pão com manteiga (passando 1 dedo sobre a palma da mão), avó (colocando uma mão na face), festinhas (passando uma mão pelo antebraço), quente (abanando uma mão no ar) and so on, so on...
Nem sempre a comunicação era clara e, algumas vezes, (poucas) não se conseguia fazer entender.
Por recomendação da pediatra (não que seja uma preocupação minha. Sei que o dia dele chegará. Que o atraso da linguagem não esconde outros problemas de desenvolvimento) para melhorar a comunicação com o outro e para não aumentar a sua frustração e, consequentemente, momentos de birra, iniciamos a terapia da fala.
A consulta inicial com o fisiatra foi o mesmo que nada, nadinha. Não gostei, não adiantou nada nem me disse nada que não soubesse. Acho que não chegou a 10 minutos de consulta (mais longa porque a Alice foi também e ela não se cala), disse-me que ele tinha um atraso na linguagem e que era preciso despistar algum problema de audição (Já sabíamos. Estamos apenas a aguardar a consulta no especialista).
Ontem foi a primeira consulta com a terapeuta da fala. 1 hora em que ela fez perguntas e esteve a interagir com o António, "forçando-o" a responder sem ser com gesto, nomeadamente o SIM.
Acho que ele tem a beneficiar deste apoio, que chegará mais cedo do que se fosse pelo seu percurso preguiçoso de desenvolvimento da fala.
Veremos como corre...
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Post no meu facebook
Alice foi brincar e jantar a casa da sua melhor amiga e eu, por umas horas, volto a sentir o que é ser mãe de um filho só. Não vou gritar feita louca ou fazer uma dança de alegria mas posso dize-lo que tinha uma rica vida e nem sabia. Se alguém cá passar e levar o António para jantar posso recordar os meus tempos pré-mãe.
Melhor não... posso gostar demasiado...
Vá, quem nunca se lembrou dos seus tempos sem filhos e sorriu entre dentes que atire a primeira pedra!
Melhor não... posso gostar demasiado...
Vá, quem nunca se lembrou dos seus tempos sem filhos e sorriu entre dentes que atire a primeira pedra!
terça-feira, 25 de julho de 2017
Mãe (im)perfeita
Quantas vezes uma mãe perfeita precisa de lavar os seus filhos até perceber que a nenhuma espuma que o gel de banho faz afinal não é da marca é por se tratar de creme hidratante e não gel banho? Eu cá diria umas 4 ou 5. Menos do que isso é mentir com os dentes todos!!
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Mal não faz, disse uma amiga.
Enquanto contava as minhas peripécias e brindes da vida (quem disse que viver é monótono?) a uma amiga ela aconselhou a usar um molhe de alecrim (ou outra erva qualquer que já não me lembro) dizendo: "Eu não sei se resulta mas mal não faz!"
Não sou supersticiosa mas acredito em energias e acredito que a minha já teve dias melhores. Não querendo contar todos os contratempos partilho que ontem fui cortar um pedaço da fita elástica que b. tinha no braço e por pouco não foi um pedaço de carne... bem foi um niquinho de carne que quase não se vê a olho nu (eu preciso de óculos de ver ao perto).
Porque mal não faz vou arranjar molhes de alecrim, manjericão e alho para usar ao pescoço e fazer coroas para a cabeça.
Não sou supersticiosa mas acredito em energias e acredito que a minha já teve dias melhores. Não querendo contar todos os contratempos partilho que ontem fui cortar um pedaço da fita elástica que b. tinha no braço e por pouco não foi um pedaço de carne... bem foi um niquinho de carne que quase não se vê a olho nu (eu preciso de óculos de ver ao perto).
Porque mal não faz vou arranjar molhes de alecrim, manjericão e alho para usar ao pescoço e fazer coroas para a cabeça.
São só 7 anos!
Só ouço um: "Eih, o perigo que isto era..."
Aproximo-me e vejo metade do espelho da casa de banho nas mãos de B. e a outra metade ainda na parede.
Não verbalizei nada mas com os acontecimentos recentes só pensei: "Boa, daqui a 7 anos a maré de azar chega ao fim e a nossa vida vai dar uma volta!"
A boa notícia: vamos ter um espelho novo na casa-de-banho!
Aproximo-me e vejo metade do espelho da casa de banho nas mãos de B. e a outra metade ainda na parede.
Não verbalizei nada mas com os acontecimentos recentes só pensei: "Boa, daqui a 7 anos a maré de azar chega ao fim e a nossa vida vai dar uma volta!"
A boa notícia: vamos ter um espelho novo na casa-de-banho!
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Manter-me positiva
Sou uma pessoa bastante positiva e otimista e tento ver sempre o lado positivo acreditando na máxima: há males que vêm por bem.
Nos últimos dias não tem sido fácil manter-me positiva. Partilho apenas que estender-me ao comprido numa esplanada cheia de gente e fazer nódoas negras nas duas pernas foi "peanuts" comparado com tudo o resto que estes dias me têm brindado.
Nos últimos dias não tem sido fácil manter-me positiva. Partilho apenas que estender-me ao comprido numa esplanada cheia de gente e fazer nódoas negras nas duas pernas foi "peanuts" comparado com tudo o resto que estes dias me têm brindado.
terça-feira, 18 de julho de 2017
Tabela do desfralde
Dia 17 de julho
Xixi na sala - 2 vezes
xixi na cozinha - 1 vez
xixi no pátio - 1 vez
xixi na sanita - 0 vezes
Explicação da Alice:
"Mãe, já sei porque o António está sempre a fazer xixi na cueca. Sabes que ele adora água então ele pensa que é água que está a escorregar pelas pernas e gosta de ficar molhado."
Xixi na sala - 2 vezes
xixi na cozinha - 1 vez
xixi no pátio - 1 vez
xixi na sanita - 0 vezes
Explicação da Alice:
"Mãe, já sei porque o António está sempre a fazer xixi na cueca. Sabes que ele adora água então ele pensa que é água que está a escorregar pelas pernas e gosta de ficar molhado."
segunda-feira, 17 de julho de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Saldos para eles
Para o António, muitas calças de fato treino. Em setembro irá, pela primeira vez, para um jardim de infância (já a precisar de um saco de papel para me auxiliar na respiração).
Para a Alice roupa confortável para andar aos pulos na escola.
Para a Alice roupa confortável para andar aos pulos na escola.
7,99€
7,99€
7,99€
7,99€
7,99€
5,99€
5,99€
9,99€
Tudo ZARA. Gosto da roupa e considero que pratica preços razoáveis na relação preço/qualidade (melhor em saldos, finais de saldos).
Comprei mais leggins e blusas para a Alice que não estão disponíveis no site.
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