ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Atividades extracurriculares

Exige disponibilidade dos pais em termos financeiros e de tempo. Cá em casa a Alice tem duas: ballet e natacna, o António apenas natação. Em ponderação estão aulas de bateria. Sao 40€ mensais por 30 minutos de aula por semana. Talvez no próximo ano letivo quando tiver quase 5 anos. E bateria porque fica vidrado em tudo que envolve percurssão.

Fizeram uma aula aberta aos pais.

sábado, 8 de dezembro de 2018

1º ciclo

Sou só eu que acho o ensino tão exigente com crianças tão pequenas (falo no 1º ciclo) e que tal exigência não se traduz em mais e melhor conhecimento das crianças? Nem se traduz em melhores resultados...



sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Já temos a nossa árvore de natal

Eu adoro ficar sentada no sofá a ver as luzes. Já me avisaram em casa que as luzes a piscar podem dar ataques epilépticos. Ainda não registei nenhum. Volta e meia desvio o olhar para a tv (talvez maior causador de ataques).

Feita no dia 2 de dezembro

Eu e o pai começámos. 
Pai e Alice terminaram.

A árvore tem quase 10 anos. Foi oferta de uma prima de coração. Os enfeitos são os mesmos dessa altura e, todos os anos, vou comprando mais alguns (sempre na época dos saldos) para ir juntando. Às vezes só no ano seguinte são lá colocados porque é, geralmente, a seguir ao natal que aparecem as melhores promoções de artigos natalícios.

Eles a crescer...

... e quase que aposto que ando mais baixa :/.


sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Instagram







Tens razão, filha!

No carro:
"Então filha, como correu a ficha de estudo do meio?"
"Não sei..."
"O que perguntou a professora?"
"Não me lembro, mãe. Foi antes do almoço..."
"Ok... Mas achaste difícil ou respondeste tudo?"
"Oh, mãe! Não era para responder, era para fazer. Se eu respondesse a professora ia ficar chateada comigo porque os outros meninos iam fazer igual."
"Tens razão..."

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Desapego

O outro dia estive na casa de uma amiga, que como eu, adora roupas. Conhecemo-nos de longa data e já vivemos juntas no tempo em que eu era professora. Este conhecimento ajuda no desafio megalómano que tivemos num sábado. Ela pediu-me ajuda para destralhar e desapegar-se de roupa que tinha nos seus roupeiros. Sozinha sentia-se incapaz de  o fazer com o resultado que desejava. Não é a primeira vez que fazemos isto juntas.
Assim, após a sesta do António, peguei na minha tropa e fomos para a nossa missão. Os meus filhos a brincar com os dela, nós a sermos constantemente interrompidas pelos conflitos bélicos ou pelos constantes pedidos de mantimentos, contudo, conseguimos levar a nossa missão a bom porto. Algumas horas, talvez umas 4 horas, foram suficientes para desapegar cerca de 100 peças (saias, casacos, calças e calçado).
Poderíamos ter ido mais longe... a minha amiga era a própria a afirmar: "eu sei que não vou usar mais isto mas ainda não me consigo desfazer",ou porque tinha boas memórias, ou porque tinha sido muito caro, mas, no fundo, porque era demasiado esforço emocional num só dia.
Foram peças com as quais já não se identificava, cores ou padrões que não gostava, ofertas que recebeu e nunca chegou a gostar, modelos que achou ultrapassado, saias curtas com as quais sente já não se adequar a si, roupas muito usadas, etc. Não é fácil fazermos sozinhos.
Ela tem alguma facilidade em ir atualizando o seu guarda-roupa, tem peças lindas, logo não fazia sentido manter algumas peças inferiores ou que não a favoreciam. Manter essas peças pode levar a dois caminhos: acumulação sem nunca as dar uso, ou dar-lhes um uso esporádico e ter um dia em que não vamos tão bem porque estamos a usar algo que já não tem a ver connosco ou não está na linha da qualidade que costumamos ter e que só usamos porque não usamos há muito e queremos sentir que tudo o que temos é nos necessário.
Não sou nenhuma especialista, não tenho formação ou nenhum jeito natural diferente das outras mulheres. Simplesmente, é algo que gosto de fazer, gosto de aconselhar e gosto do sentimento da partilha que se gera. Fazer circular a roupa que não damos uso, ver outro alguém adorar o que já nem conseguimos gostar, renovar, desapegar e viver um pouco mais leve.
Faço isto várias vezes no meu guarda-roupa. Não nesta dimensão porque vou desapegando mensalmente e sempre que adquiro alguma peça nova.
Estou muito, muito longe de um armário cápsula, não se encaixa na minha personalidade mas gosto da filosofia e lá vou aplicando e ajustando à minha forma de ser.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

O silêncio que aqui impera...

E o movimento lá fora...










As jeitosas

No carro, onde temos as nossas conversas mais sérias:
"Sabes mãe, as minhas amigas só querem ser amigas das jeitosas!"
"Como assim jeitosas?!"
"Sim, as jeitosas... As chiques... Que vestem bem. Falam das roupas e dizem que uma menina tinha roupa feia... Mas eu disse-lhes logo que eu não era assim. Disse-lhes que não era a roupa que era importante, que o importante era ter um coração bondoso. A menina podia ter uma roupa feia mas ter um coração bondoso. Isso é que é o mais importante e que eu ia ser amiga dela!"

4 anos que voaram





17 de novembro

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Fada dos dentes, pai natal e afins

"Mãe, na escola a Júlia disse-me que a fada dos dentes não existe!"
"E tu, filha? Que disseste?"
"Respondi, se calhar vais dizer que o pai Natal também não existe!"
"E ela?"
Faz um gesto com as duas mãos no ar dizendo: "Fez isto!"
"O que quer isso dizer?" Perguntei
"Acho que quer dizer que sou maluca!"



quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Alice, a terapeuta

No carro António fazia uma birra descomunal com choro irritante porque queria ter saído de casa do primo com um brinquedo.
Alice numa voz doce e suave diz: "António, pará de chorar! Acalma-te e pensa num unicórnio..."

Ainda no carro enquanto a Alice discursava para que António parasse de chorar eu disse:
"António ouve a tua mana que é mais velha e responsável"
Alice: "Era, mãe!"
Eu: "Era?!? Como assim?"
Alice: "Sim, mãe! Era responsável! Agora estou no primeiro ano. Agora já não sou responsável, sou especial!"

(Na pré a educadora disse-lhe várias vezes a ela e à turma que ela era muito responsável. O outro dia confidenciou-me que a professora que tem agora lhe disse que ela era especial. Não sabia porque lhe tinha dito isso mas que tinha dito assim: és especial!
Tenho pena que não possa acumular virtudes. Pelos vistos se formos especiais deixamos de ser responsáveis)

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Meu amor maior


Alice, a magnata

"Mãe, hoje disse uma coisa que não é muito correta mas fiz a kiara, a Júlia, a Ana e a Rita tão felizes! Disse-lhes que quando tivesse muito dinheiro ia comprar uma LOL a cada uma!"

A conversa continuou:
Sim, filha... mas elas sabem que isso não é para agora?!
Sim, mãe! Elas querem na segunda-feira!

Foto abaixo para os solteiros ou pais/mães de meninos.

Bonecas minúsculas e caríssimas