Amar alguém ou ser amado implica sempre sofrimento em alguma altura. Existem desilusões, desentendimentos, zangas e pazes, pazes e zangas, saudades e distâncias (físicas e emocionais). Contudo, não acredito em amores a ferro e fogo, a muito amor e muito ódio. Nunca funcionaria comigo.
A quem já sofreu por amor...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Para a minha afilhada (Parte I)
A minha linda afilhada foi convidada para um casamento e pediu-me inspirações para fazer um vestido.
Aqui posto algumas sugestões, ideias para ela desenhar o seu vestido ideal. Com a cara e o sorriso que tem não vai ser nada difícil para ela ir um arraso.
Aqui posto algumas sugestões, ideias para ela desenhar o seu vestido ideal. Com a cara e o sorriso que tem não vai ser nada difícil para ela ir um arraso.
Tudo da asos.com
Em qualquer cor menos preto, branco e beje. Na minha opinião, claro. Acho o último vestido tão lindo...
Ser Romântico
Agora que vemos no nosso grupo de amigos nascer um novo amor, fala-se mais em declarações de amor, romantismo, provas de que se ama o outro, surpresas de tirar o fôlego, corações e muitos corações.
Eu vivo uma relação que acredito ser sincera e verdadeira abençoada com muito amor. Contudo, não vivo essas manifestações públicas ou privadas de amor eterno, pelo menos aquelas que metem corações, balões, e afins.
Eu sou um pouco romântica, acho... B. não o é, não no sentido mais comum e consensual. Contudo, encontro nos seus gestos as declarações e manisfestações de amor mais bonitas e puras que já tive na vida, quando:
a) diz-me que as minhas calças têm uma nódoa mas para não me preocupar porque vai fazer de tudo para a tirar;
b) liga-me para o trabalho logo de manhã porque no dia anterior disse-lhe que me doía um pouco a garganta;
c) passa a ferro as minhas blusas e vestidos cheias de pregas e folhos e dobras dos mais variados tecidos e feitios sem nunca reclamar que a minha roupa é tão difícil de passar;
d) pergunta-me o que gostava de almoçar para que possa cozinhar aquilo que me apetece comer;
e) mentindo ou não, diz que sou a mulher mais linda que alguma vez conheceu (acho que tudo o que é modelo, actriz ou apresentadora que aparece na tv não conta);
f) massaja-me os pés mesmo que seja para massajar os dele a seguir pelo dobro do tempo;
g) chama-me de chata 10 vezes seguidas com o olhar de quem sabe que está a mentir (acredito eu);
h) sei que se alguma vez formos pais será o primeiro a querer trocar a fralda, dar banho, colocá-lo a dormir e tomar conta dele;
Para mim, substitui em grande o mais bonito postal, o ramo de flores mais deslumbrante possível e até uma viagem de balão de ar quente.
Sei que ele segue o meu blog, apesar de raramente tecer comentários sobre ele, e que usará este post sempre que houver uma reclamação da minha parte: "Já não gostas de mim como gostavas!" ou "Nunca me ofereceste flores!".
Terei que dizer que escrevi o post sob o efeito de substâncias ilegais e que não me encontrava na posse de todas as minhas capacidades mentais.
Para ele, só para ele:
Eu vivo uma relação que acredito ser sincera e verdadeira abençoada com muito amor. Contudo, não vivo essas manifestações públicas ou privadas de amor eterno, pelo menos aquelas que metem corações, balões, e afins.
Eu sou um pouco romântica, acho... B. não o é, não no sentido mais comum e consensual. Contudo, encontro nos seus gestos as declarações e manisfestações de amor mais bonitas e puras que já tive na vida, quando:
a) diz-me que as minhas calças têm uma nódoa mas para não me preocupar porque vai fazer de tudo para a tirar;
b) liga-me para o trabalho logo de manhã porque no dia anterior disse-lhe que me doía um pouco a garganta;
c) passa a ferro as minhas blusas e vestidos cheias de pregas e folhos e dobras dos mais variados tecidos e feitios sem nunca reclamar que a minha roupa é tão difícil de passar;
d) pergunta-me o que gostava de almoçar para que possa cozinhar aquilo que me apetece comer;
e) mentindo ou não, diz que sou a mulher mais linda que alguma vez conheceu (acho que tudo o que é modelo, actriz ou apresentadora que aparece na tv não conta);
f) massaja-me os pés mesmo que seja para massajar os dele a seguir pelo dobro do tempo;
g) chama-me de chata 10 vezes seguidas com o olhar de quem sabe que está a mentir (acredito eu);
h) sei que se alguma vez formos pais será o primeiro a querer trocar a fralda, dar banho, colocá-lo a dormir e tomar conta dele;
Para mim, substitui em grande o mais bonito postal, o ramo de flores mais deslumbrante possível e até uma viagem de balão de ar quente.
Sei que ele segue o meu blog, apesar de raramente tecer comentários sobre ele, e que usará este post sempre que houver uma reclamação da minha parte: "Já não gostas de mim como gostavas!" ou "Nunca me ofereceste flores!".
Terei que dizer que escrevi o post sob o efeito de substâncias ilegais e que não me encontrava na posse de todas as minhas capacidades mentais.
Para ele, só para ele:
Música no carro
Nesta santa terra, em Novembro passado, enquanto jantava em casa de amigos, o meu carro foi assaltado. De lá levaram o meu auto rádio com o cd do Seal dentro. Não era um aparelho topo de gama mas tinha-me sido oferecido por B.
Desde aí nunca mais ninguém assaltou-me. Agora só tenho os tapetes do carro para levarem.
Para ouvir música levo o meu MP4.
Desde aí nunca mais ninguém assaltou-me. Agora só tenho os tapetes do carro para levarem.
Para ouvir música levo o meu MP4.
Há amor à nossa volta...
Sou testemunha de um novo amor que nasce. E já me tinha esquecido de como são especiais os primeiros olhares, os toques de mão, os constrangimentos, os risos que são diferentes.
Sou testemunha de uma relação que se constroi, uma relação entre duas pessoas de coração gigante, de uma vontade imensa de partilhar a sua vida. Estou a torcer para que essa vontade se mantenha e cresça, dia após dia.
Sou testemunha de uma relação que se constroi, uma relação entre duas pessoas de coração gigante, de uma vontade imensa de partilhar a sua vida. Estou a torcer para que essa vontade se mantenha e cresça, dia após dia.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Nostalgica
Deu-me saudades da paixão imensa que tinha pelo trabalho que fazia, fazendo-me acreditar que os fins-de-semana de 2 dias eram demasiado grandes para mim, tirando-me de casa em sábados e domingos para ir trabalhar sem ganhar mais por isso. Não conseguia esperar pela segunda-feira. Talvez não fosse muito normal, mas deu-me saudades da paixão que sentia...
42
São 42 os degraus que subo e desço ao longo do dia sempre mais de 10 vezes. Deviam ser seguidos, eu sei, mas são ao longo de 7h de trabalho. Qualquer dia, quando menos esperar, zás, tenho pernas de 1 metro e meio...
Exercício
Já não me lembro da última vez que vim trabalhar a pé. Terá sido um bocado antes de ir de férias.
Já não me lembro da última vez que fui caminhar. Sei que foi com a Lu, talvez recuando até Junho.
Ora são os sapatos que são altos, ora são os 40 minutos da hora de almoço que seriam passados no caminho de ida e volta, ora está muito calor, ora parece que vão chegar as chuvas de Outono, ora o raio que me parta da perguiça. Uma série de razões válidas que me levam a uma vida mais sedentária e mais de acordo com o século em que vivemos. Afinal, o contrário seria destacar-me da maioria e eu não gosto muito de dar nas vistas.
O que me safa um pedacinho são as escadas do meu local de trabalho. Tenho o gabinete no 2º andar mas trabalho em várias áreas do edifício. Ao longo do dia são inúmeras as vezes que subo e desço as escadas sem nunca usar o elevador. Ao menos isto...
Já não me lembro da última vez que fui caminhar. Sei que foi com a Lu, talvez recuando até Junho.
Ora são os sapatos que são altos, ora são os 40 minutos da hora de almoço que seriam passados no caminho de ida e volta, ora está muito calor, ora parece que vão chegar as chuvas de Outono, ora o raio que me parta da perguiça. Uma série de razões válidas que me levam a uma vida mais sedentária e mais de acordo com o século em que vivemos. Afinal, o contrário seria destacar-me da maioria e eu não gosto muito de dar nas vistas.
O que me safa um pedacinho são as escadas do meu local de trabalho. Tenho o gabinete no 2º andar mas trabalho em várias áreas do edifício. Ao longo do dia são inúmeras as vezes que subo e desço as escadas sem nunca usar o elevador. Ao menos isto...
Hoje vou contar os degraus.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Cabeleireiro
Preciso urgentemente de ir cortar o cabelo. Franja e comprimento total do cabelo, eliminar pontas espigadas e ajeitar o corte, pois acho que já lá não ponho os pés desde finais de Maio. Com sorte, esta semana...
Ficará mais ou menos assim.
Gosta ou não gosta?
Conversa ao almoço, numa varanda com vista para o mar:
Eu: "Eu posso estar errada mas nunca senti que existia um grande amor dela por ele..."
B.: "Vindo de ti isso não me admira. Afinal tu, às vezes, dizes que eu não gosto de ti..."
Eu. "E não gostas..."
Eu: "Eu posso estar errada mas nunca senti que existia um grande amor dela por ele..."
B.: "Vindo de ti isso não me admira. Afinal tu, às vezes, dizes que eu não gosto de ti..."
Eu. "E não gostas..."
Egoísmo
E como estamos na onda os ISMOS. Decidi partilhar porque talvez o individualismo conduza a um egoísmo e o egoísmo nos torne individualistas.
Estou quase, quase a formar uma corrente :)
Estou quase, quase a formar uma corrente :)
Adenda ao post anterior
Não somos educados a trabalhar em grupo. Não o fazemos bem apesar de ser promovido desde tenra idade. Penso que é mal promovido, mal orientado e cada vez somos mais individualistas.
Uma característica minha
Eu sei pouco, quase nada comparado com tantas pessoas, mas o que sei, esse pouco, não me importo nada de partilhar. Nunca tive medo que soubessem mais do que eu, nunca me senti ameaçada. Considero que na ERA em que vivemos tudo está inventado, apenas se reinventa e o conhecimento existe quando é partilhado, quando é recebido por um número cada vez maior de pessoas.
Fui assim enquanto estudante, sou assim enquanto profissional. Mas é não fácil encontrar pessoas que partilhem do mesmo. Contudo, tenho sorte, muita sorte por que sempre conheço algumas que, tal como eu, não se intimidam com a partilha, com a inveja de saber mais ou menos.
Fui assim enquanto estudante, sou assim enquanto profissional. Mas é não fácil encontrar pessoas que partilhem do mesmo. Contudo, tenho sorte, muita sorte por que sempre conheço algumas que, tal como eu, não se intimidam com a partilha, com a inveja de saber mais ou menos.
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