ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

5 de Outubro

E, pela última vez, comemoramos este dia como  feriado nacional... isso deixa-me triste...
Foram 102 feriados bem passados...


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Amigos "famosos"

O mais perto que estive de celebridades foi:

a) o meu irmão almoçou o outro dia com o Pauleta;
b) a minha prima Mari fez de figurante por 5 segundos na novela Ilha dos Amores e já saiu numa revista vestida de biquini;
c) tenho uma tia que já andou de carro com a Ágata que estava perdida do seu espectáculo;
d) tenho um tio que foi segurança particular do Mota Amaral no período que ele foi Presidente do Governo Regional;
e) já viajei lado a lado com a Cláudia Vieira para Lisboa e ela pediu-me para ler a minha revista;
f) o meu primo foi casado com uma Miss Açores;
g) a minha sogra é prima (não sei o grau) da Amália Rodrigues, logo, B. também (num grau abaixo).

Não me ocorre mais nada a não ser que vendo ontem um episódio do Dancing Days vejo a minha amiga Cookie a fazer de médica. Em Janeiro estaremos juntas em Lisboa e aproveito para lhe pedir que me faça um check up!


P.S. Apercebi-me agora que dei à luz a uma prima da Amália Rodrigues.

Bastidores com tecido

A pensar na decoração do quarto da minha macaquinha, lembrei-me do que tinha visto uma vez num blog e decidi aventurar-me.
Comprei um bastidor (faltam os tecidos) e se correr bem vou comprar mais para colocar numa das paredes do quarto.
Uma decoração bastante económica como nos exige esta conjuntura...






quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quase 9 meses de nós...


Já a pensar no Inverno...

... e que por essa altura já a Alice deve estar a andar pelo seu pé. Acabar-se-à as saídas apenas com meias nos pés...

Custavam 24,50€. Estão a 8,50€
N.º 20

Custavam 27,50€. Estão a 6,50€.
N.º 22

Agora é rezar que ela não atinja estes números de pés em pleno verão :) Ela vai no número 17.
A quem é de S. Miguel, passo a publicidade. A loja fica junto ao jardim da Zenite, a loja que faz esquina. Há mais modelos e mais números disponíveis.

Assinatura de Revista

Pela primeira vez na vida vou assinar uma revista. Mensalmente irei receber informação que irá contribuir para uma melhor atuação enquanto mãe.


 
O prémio foi, talvez, uma boa desculpa para gastar os 35,70€ anuais numa publicação.
 
 
 
Um esterilizador no valor de 92€.
Acabaram-se biberões queimados, chuchas derretidas, mordedores de gengivas colados ao fundo do tacho.
Voltei ao site para vos aconselhar a compra mas já não está disponível. Devo ter sido das últimas a usufruir do prémio.
 

Nós vamos experimentar

Nasceu um novo projeto que pretende eternizar os momentos mais belos e felizes que podemos ter na vida.
Nasceu um novo projeto pelas mãos de uma blogger que conhecemos neste meio e que já tivemos oportunidade de nos conhecer pessoalmente. Afinal, vivemos numa ilha e não temos muito por onde fugir.
Nasceu um novo projeto chamado Fotografia com Vida e nós (eu e Alice) vamos experimentar.
A vontade que tenho de a guardar e eternizar num pedaço de papel para todo o sempre, pequena, maravilhosa, sorridente, desdentada, o meu bebé...
Prometo partilhar o resultado. As minhas expectativas são elevadas, a julgar pelo belo trabalho que partilha no seu blog.

 
 
 
 
O modelo (filho da fotografa) ajuda muito mas é visível a ternura e dedicação depositada em cada click.
 
Este blog aprova e recomenda vivamente: http://correndoomundodesaltos.blogspot.pt/
 

A minha gravidez: os primeiros meses

Não sou pessoa demasiado preocupada com a saúde. Os meus medicamentos resumem-se à pílula e ao famoso Ben-u-ron. Não tenho alergias, nada crónico ou não crónico.
Assim sendo, nos primeiros meses de gravidez, sob indicação do médico, tomei as vitaminas por ele receitadas e quando vinha alguma dor de cabeça mais forte um Ben-u-ron ou Panasorbe.
Vieram os enjôos diários até aos 3/4 meses. Todos os dias quase lavava a cara na sanita e acompanhado de um som que B. caracterizava como sendo de um dinossauro à caça. Nunca cheguei a tomar os comprimidos de enjôo que o médico aconselhou e cujo nome nem me lembro. Achava que no dia seguinte iria passar e acabou mesmo por passar, apesar de quase ter vomitado as entranhas.
Os meus cuidados nestes primeiros meses não foram muito diferentes dos que tenho no dia-a-dia. No entanto, cultivava a minha sesta diária tal era o cansaço que tinha, como nunca tive, nem quando a Alice nasceu e me transformou num zombie.
Dormia 1 hora ao final da tarde que me devam forças para aguentar um serão, caso contrário, B. tinha uma morta-viva todos os dias quando chegava do trabalho.
Outro cuidado, que nunca chegou bem a ser um cuidado porque nunca liguei muito mas aconselho a todas as grávidas, é o peso. Não o peso delas, é normal atingir-se pesos nunca antes antigidos na vida. É o peso do que se carrega ao ombro, nos braços, no colo.
É muito importante não carregar muito peso, até nas nossas malas. Já ouvi histórias bem tristes à conta de peso carregado.
Na alimentação, o meu médico era muito descontraído. Disse-me: "Coma de tudo. Com moderação, como qualquer outra pessoa, independentemente de estar grávida ou não." Saladas só comia em casa, tudo o resto marchava, até o marisco. Contudo, aconselha-se algum cuidado, principalmente com quem não é imune à toxoplasmose. Eu encontrava-me no limite da imunidade.
Não me lembro de mais qualquer outro cuidado ou preocupação nos primeiros tempos.
Noutro post falarei a maior decisão das primeiras semanas: fazer ou não a amniocentese.

A minha ignorância

Digam-me onde começou esta febre pois quando abri os olhos já estava meio mundo febril...
É que está em todo o lado!

Temporariamente a salvo

Quanto mais leio em outros blogs mães preocupadas e de coração nas mãos por mais uma virose, otite ou gatroenterite dos seus filhos mais fico feliz pela minha estar em casa a salvo de tudo isso sem nunca ter ficado doente.
Mães que se vêem obrigadas a faltar ao trabalho, mães que vêem os seus filhos doentes, fracos e debilitados.
Fora tudo o resto, só isto é razão suficiente para ter a minha em casa. Quando sair já será maior e mais resistente.
Cada vez mais feliz e consciente que a nossa decisão foi a melhor para os três.


P.S. Beijo às mães que têm os seus tesouros doentes.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Final de tarde

Alice adormece no carro e em vez de me dirigir a casa vou até à praia mais próxima de modo a prolongar a sesta da princesa.






Cruzar as pernas

Já vi mulheres bonitas, bem vestidas mas que se sentavam quase como um homem. Pernas mais abertas, costas mais relaxadas, pés atirados para os lados.
A minha mãe sempre me chamou a atenção para o meu andar, para a forma como me sentava. E dizia-me sempre: "Não cruzes as pernas. Ficas com os joelhos mal feitos."
Não me perguntem onde ela foi buscar essa teoria, pois ainda não havia os programas da tarde da Júlia e companhia onde a minha mãe, nos dias de hoje, recolhe deliciosas pérolas de sabedoria.
Nunca confirmei a sua veracidade mas nada como ver uma mulher muito bem sentada, quer esteja de perna cruzada, quer não.

 

Para repetir vezes sem conta até acreditar

1. Uma noite má não significa que virão meses de noites iguais;
2. Os bebés não são robots e os comportamentos de um dia não significam comportamentos para sempre;
3. Não levar a maternidade tão a peito onde se encara todos os acontecimentos como desafios finais;
4. Os bebés não agem sabendo que nos vão deixar de coração preocupado e apertado;
5. Sorrir mais sobre as dificuldades;
6. As nossas crenças podem ser contornadas sem que as deixemos de acreditar nelas;
7. Estou longe de ser uma mãe incompetente e impaciente;
8. É normal que os bebés procurem os pais de noite e não gostem de se sentir sozinhos;
9. Ainda vou sentir saudades de me levantar a meio da noite com ela ao colo quando me levantar a meio da noite para confirmar se já chegou a casa;
10. Eles são bebés por tão pouco tempo.

Sim, a noite de hoje foi parecida à noite de ontem com 2 diferenças:
a) o horário passou das 2h30 da manhã para as 4h30 da manhã;
b) passada mais de hora e meia de biberão, circuitos pelo quarto, berço tira, põe, desisti quando B. disse: "Deita-a aqui na cama."

Obedeci e saí do quarto com o intuito de me deitar no sofá de tão esgotada que estava e "chateada" com ela por me voltar a fazer o mesmo. Queria chorar por me sentir tão perdida. Em pé na sala ouvi-a no quarto a chamar: "Mamamama..." e o pai a dizer: "A mãe já vem." Voltei, deitei-me a seu lado. Ela pousou a sua minúscula mão no meu rosto e quase acreditei que me dizia que estava tudo bem. Agarrou-me na mão e após virar-se e revirar-se um pouco adormeceu profundamente.

 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Frases que podiam ter saído da minha boca se eu soubesse usar as palavras certas #1

 
"A verdade é só uma: quando uma criança sabe que os pais não são capazes de a fazer obedecer, então ela também acha que esses pais não são capazes de a proteger. E as crianças precisam desta sensação de segurança para se construírem e crescer.

Lá está, mais uma vez concluo que regras e limites na educação de uma criança é igual a segurança."
 
 
 
Post do dia 30 de Julho de 2012
 

Posta à prova

Enquanto mãe sinto que sou colocada à prova todos os dias, em todos os momentos e que todas as minhas ações têm consequências futuras de proporções astronómicas.
Esta noite Alice começou a dormir às 20h30. Acordou às 2h30. O pai preparou-lhe um biberão e tentou dar-lhe. Insucesso pois ela não tirava os olhos de mim, recusando o biberão.
Peguei nela e no biberão e consegui que bebesse sem queixume os 180ml. Senti-me cheia de força pois não tinha pedido a mama.
Coloco-a no berço dando início à minha odisseia de mais de 2 horas pela madrugada adentro. (2 horas de madrugada equivalente a 5 ou 6 horas de dia em termos de paciência, cansaço físico e vontade de atirar tudo ao ar, virar costas e assobiar como se não fosse nada connosco).
Deitada no berço resmunga que lá não quer ficar. Vira-se mil vezes, levanta os braços para mim, choraminga em sinal de socorro. Pego nela. Colo. Circulo pelo quarto. Berço. Choraminga e refila. Colo. Mais uns 500 metros pelo quarto. Berço. Novamente as mesmas ações. B. diz-me: "Deita-a aqui na cama." E a frase por mais tentadora que possa parecer, resisto cheia de dúvidas.
Por um lado, sei que ela adormeceria 5 minutos depois de se deitar no meio de nós os dois, no quentinho e cheiro dos pais que lhe deve transportar imediatamente para o lugar mais seguro do seu reino. Por outro lado, agora que faço planos de a mudar para o seu quarto (ainda por preparar) vou habituá-la à nossa cama sempre que acordar a meio da noite?!
Vou para a sala, deito-a no sofá, deito-me ao lado. Resmunga. Sento-me com ela no colo. Resmunga. Embalo-a ao colo fazendo mais uns 500 metros na sala.
Vou à cozinha e preparo outro biberão. Afinal já eram 4 horas da manhã e pode ser que não tivesse achado suficiente o leite.
Volto ao quarto de biberão na mão e Alice na outra. Sento-me de poltrona. Dou-lhe o biberão. Bebe uns golos e rejeita procurando a mama. Insisto. Bebe mais uns golos e repete a procura da mama.
Biberão de lado, mama direita de fora. Fica a mamar, parecendo adormecer em 5 minutos. Tiro lentamente, coloco-a no berço. Deito-me. Num minuto vira-se, resmunga, procura-me. Tento acalmá-la no berço. Desisto. Pego nela ao colo. Poltrona. Mama esquerda de fora. Mama e passados mais 5 minutos parece adormecer. Volto ao berço pedido a Santos que desconheço que me dê descanso. Sinto-me cansada, aborrecida, cheia de vontade de a colocar no berço e atirar-me num sono profundo, não ouvindo mais nada.
Passa das 4h 30m quando volta ao berço e eu deito-me na cama em novo chamamento divino: "Ai meu Deus, tem pena de mim." Incrível como ele aparece no meu pensamento e boca vezes sem conta desde que fui mãe. Muito natural que ele esteja tão cansado de ser chamado de noite, como eu estou de fazer adormecer a Alice.
Levanto-me em menos de 3 horas para trabalhar. Chove lá fora e o meu primeiro pensamento é meter um dia de férias e morrer para o mundo até a Alice despertar. Levanto-me, olho para o berço onde dorme um anjo. A diabrura que esteve comigo de madrugada não parece ter deixado vestígios.
Ainda deve estar a dormir e eu a pensar se fiz bem, se fiz mal. Se a não a querer habituar na cama dos pais a estou a habituar aos percursos pelo quarto e sala, à mama para acalmar, ao colo?!

E fui e sou posta à prova e sempre sem ter a certeza se passei ou não?