terça-feira, 14 de maio de 2013
Ler o jornal ao pequeno-almoço
Geralmente, ler o jornal ao pequeno-almoço, nunca é uma atividade de me deixar bem disposta para o resto do dia. As notícias raramente são animadoras mas, lá de vez em quando, aparece uma notícia ou um projeto que nos faz acreditar no amanhã.
Hoje não foi o caso. Longe disso, muito longe...
Mãe e dois filhos morrem num acidente de carro.
Homem mata companheira à martelada.
Às vezes acho que o meio mundo que ainda não tinha enlouquecido, anda mesmo a enlouquecer...
Hoje não foi o caso. Longe disso, muito longe...
Mãe e dois filhos morrem num acidente de carro.
Homem mata companheira à martelada.
Às vezes acho que o meio mundo que ainda não tinha enlouquecido, anda mesmo a enlouquecer...
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Estou a perder as forças
A Alice nunca foi daqueles bebés que dorme a noite toda.
Quando era recém-nascida, mamava de hora em hora, dia e noite. Nos primeiros 4 meses devo ter andado mais tempo de mama ao léu que a Samatha Fox nas suas sessões em topless.
Depois comecei a trabalhar e a mama reduziu drasticamente o tempo de exposição. Ainda assim, durante a noite, ela mamava, seguramente, 4 a 5 vezes por noite. Foi assim até aos 9 meses, altura em que pensei e iniciei o desmame. Numa semana e sem dramas esqueceu-se que eu tinha 2 mamas nas quais tinha passado a maior parte do seu tempo.
As noites ficaram um pedacinho melhor, passando para um acordar de 2 a 3 vezes noite, média.
Aos 15 meses, deixei definitivamente de lhe dar o biberão a meio da noite, numa das vezes em que acordava.
A média tem sido acordar 1 a 2 vezes. Contudo, essa vez que acorda parece-me mais difícil do que as 5 vezes que acordava para mamar, colo ou só porque sim, porque lhe apetecia "perguntar-me": Estás acordada?
Ultimamente, parece que perdi as forças. Se acorda a chorar, se coloco a chucha e mesmo assim continua a chorar, se dou colo e quer o embalo estando eu em pé e não sentada, eu desisto ao fim de 5 minutos (se chego a tanto) e levo-a para a minha cama.
Depois tenho uma noite em que quase não prego olho porque não fico descansada com ela no meio de nós, porque tenho medo de me mexer e porque ela vai rodando no sentido dos ponteiros do relógio à medida que a noite avança. Quase consigo adivinhar as horas só olhando para o posição da cabeça dela.
Neste fim-de-semana, foram as 2 noite assim... estou fraca, muito fraquinha...
Quando era recém-nascida, mamava de hora em hora, dia e noite. Nos primeiros 4 meses devo ter andado mais tempo de mama ao léu que a Samatha Fox nas suas sessões em topless.
Depois comecei a trabalhar e a mama reduziu drasticamente o tempo de exposição. Ainda assim, durante a noite, ela mamava, seguramente, 4 a 5 vezes por noite. Foi assim até aos 9 meses, altura em que pensei e iniciei o desmame. Numa semana e sem dramas esqueceu-se que eu tinha 2 mamas nas quais tinha passado a maior parte do seu tempo.
As noites ficaram um pedacinho melhor, passando para um acordar de 2 a 3 vezes noite, média.
Aos 15 meses, deixei definitivamente de lhe dar o biberão a meio da noite, numa das vezes em que acordava.
A média tem sido acordar 1 a 2 vezes. Contudo, essa vez que acorda parece-me mais difícil do que as 5 vezes que acordava para mamar, colo ou só porque sim, porque lhe apetecia "perguntar-me": Estás acordada?
Ultimamente, parece que perdi as forças. Se acorda a chorar, se coloco a chucha e mesmo assim continua a chorar, se dou colo e quer o embalo estando eu em pé e não sentada, eu desisto ao fim de 5 minutos (se chego a tanto) e levo-a para a minha cama.
Depois tenho uma noite em que quase não prego olho porque não fico descansada com ela no meio de nós, porque tenho medo de me mexer e porque ela vai rodando no sentido dos ponteiros do relógio à medida que a noite avança. Quase consigo adivinhar as horas só olhando para o posição da cabeça dela.
Neste fim-de-semana, foram as 2 noite assim... estou fraca, muito fraquinha...
Guinevere Van Seenus: Magie De La Nature - Vogue Paris by Mikael Jansson, April 2008
domingo, 12 de maio de 2013
Só para quem vê Avenida Brasil
A única coisa que me prende a esta novela, além do Cadinho com as suas 3 mulheres e a sua gestão matrimonial, é a esperança de ver a NINA internada num hospício. Oh mulherzinha doente!!! Já gostei dela, já simpatizei com a sua dor, quase fui capaz de lhe enxugar as lágrimas, agora só me apetece dar-lhe uma lambada nas trombas (e eu que detesto violência). Passa por cima de tudo e todos numa vingança que já podia ter tido o seu fim há 30 episódios atrás...
Arre, mulher!
Arre, mulher!
Mãe de 3
Sexta-feira à tarde. Tenho a minha sobrinha de 10 anos e a minha princesa de 16 meses ao meu cargo. O dia está de sol e decido irmos para o parque. Penso no meu outro sobrinho de 5 anos que está no colégio e passa-me pela cabeça como seria se fosse mãe de 3. Decido e vou buscá-lo para irmos todos para o parque.
Bato com o carro à porta do colégio. Dou-me por culpada e preencho a declaração amigável. Não há feridos e o sol continua de fora. Vamos para o parque. Dou por mim a repetir 3 palavras várias vezes: ROMMEEUUU.... MMMAAAARRRIIIAAA... AALLLIIICCEEE.... Todos correm, até aí nenhum problema, o problema é que cada um corre numa direção diferente e todos no sentido inverso ao local onde me encontro.
Corro para um lado, grito para o outro, ora perco de vista um, ora perco de vista outro mas sempre com a Alice debaixo de olho e asa.
Resultado da experiência: Se tiver 3 filhos vou andar com o carro sempre batido e será uma incógnita todos os dias saber se consigo chegar com todos a casa.
Vamos manter, por enquanto, a filha única.
Bato com o carro à porta do colégio. Dou-me por culpada e preencho a declaração amigável. Não há feridos e o sol continua de fora. Vamos para o parque. Dou por mim a repetir 3 palavras várias vezes: ROMMEEUUU.... MMMAAAARRRIIIAAA... AALLLIIICCEEE.... Todos correm, até aí nenhum problema, o problema é que cada um corre numa direção diferente e todos no sentido inverso ao local onde me encontro.
Corro para um lado, grito para o outro, ora perco de vista um, ora perco de vista outro mas sempre com a Alice debaixo de olho e asa.
Resultado da experiência: Se tiver 3 filhos vou andar com o carro sempre batido e será uma incógnita todos os dias saber se consigo chegar com todos a casa.
Vamos manter, por enquanto, a filha única.
sábado, 11 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Pedido de ajuda
Abro o meu blog na página principal e é logo encaminhado para a seguinte página: http://ww2.opromo.com/?folio=7POYGN0G2
Alguém sabe o que se passa? Será vírus?
Alguém sabe o que se passa? Será vírus?
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Mini-saia
Há saias curtas, saias muito curtas e saias que não parecem ser saias de todo... talvez um lenço enrolado na cintura.
A diferença não está no tamanho da saia mas sim nas pernas de quem a usa, na restante idumentária, no estilo e ocasião.
Gosto de ver saias curtas, muito curtas que não parecem ser curtas, tal é a elegância de quem as usa.
Sinto inveja da saia, das pernas e dos sapatos.
A diferença não está no tamanho da saia mas sim nas pernas de quem a usa, na restante idumentária, no estilo e ocasião.
Gosto de ver saias curtas, muito curtas que não parecem ser curtas, tal é a elegância de quem as usa.
Sinto inveja da saia, das pernas e dos sapatos.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Não troco a minha cruz por nenhuma outra cruz
Conversa ao pequeno-almoço no café: a crise, os cortes, o desemprego, o mesmo e mais forte. Arremato com um ditado/fábula/conto que ouvi da boca de alguém que já não me lembro. Dizia:
"Se todos nós pegassemos na nossa cruz e fossemos para o andro da igreja, olhávamos à volta e voltávamos para casa, felizes e contentes com a nossa cruz."
Pois, eu sou daquelas pessoas que nem sequer chega ao adro da igreja. Não trocava a minha cruz por nenhuma outra. Ela já se moldou às minhas costas, já nos tornámos íntimas uma da outra, trocamos confidências, e lavamos as lágrimas uma à outra.
Eu tenho a minha cruz, como cada um tem a sua. A minha é mais ou menos leve, mais ou menos pesada. Há dias que nem a sinto. Outros em que me pesa tanto como se carregasse o mundo inteiro às costas. Há dias que até podemos cantarolar juntas. Outros em que nem abrimos a boca. Há dias em que a enfeito com um lenço mais colorido. Outros a cubro de preto e meto uns óculos de sol para passar despercebida.
Eu tenho a minha cruz, a cruz que representa todos os meus problemas presentes e futuros, os meus aborrecimentos, os desencontros, os meus cortes salariais, o desentendimentos em casa ou no trabalho, as minhas frustrações, as minhas tristezas.
Eu tenho a minha cruz e não a troco por nenhuma outra cruz...
"Se todos nós pegassemos na nossa cruz e fossemos para o andro da igreja, olhávamos à volta e voltávamos para casa, felizes e contentes com a nossa cruz."
Pois, eu sou daquelas pessoas que nem sequer chega ao adro da igreja. Não trocava a minha cruz por nenhuma outra. Ela já se moldou às minhas costas, já nos tornámos íntimas uma da outra, trocamos confidências, e lavamos as lágrimas uma à outra.
Eu tenho a minha cruz, como cada um tem a sua. A minha é mais ou menos leve, mais ou menos pesada. Há dias que nem a sinto. Outros em que me pesa tanto como se carregasse o mundo inteiro às costas. Há dias que até podemos cantarolar juntas. Outros em que nem abrimos a boca. Há dias em que a enfeito com um lenço mais colorido. Outros a cubro de preto e meto uns óculos de sol para passar despercebida.
Eu tenho a minha cruz, a cruz que representa todos os meus problemas presentes e futuros, os meus aborrecimentos, os desencontros, os meus cortes salariais, o desentendimentos em casa ou no trabalho, as minhas frustrações, as minhas tristezas.
Eu tenho a minha cruz e não a troco por nenhuma outra cruz...
Helena Bonham Carter
terça-feira, 7 de maio de 2013
Da festa do Senhor Santo Cristo
Com a sua amiga Nina. Já ninguém a consegue ouvir todos os dias, várias vezes ao dia, antes de comer, antes de dormir, quando digo vamos passear, quando digo vamos tomar banho, quando pergunto quem é o meu tesouro, ela responda sempre NI.
Será normal uma bebé de 16 meses perguntar tantas vezes por outra pessoa que não é o pai, nem mãe, avós ou irmãos? E quanto digo todos os dias, várias vezes ao dia não exagero em nada.
Quando se encontram é uma alegria.
O balão da Nina fez aumentar a alegria da Alice em 1000.
Avó sofre
Ontem mãe, filha e avó foram passear.
Avó: "Então, a Alice ainda acorda durante a noite?"
Mãe (eu): "Sim, pelo menos uma, duas vezes. Esta noite tive que estar com ela das 2h30 às 3h30 ao colo a tentar adormecê-la."
Avó: "E não lhe deste um biberão de leite?"
Mãe (eu): "Não, mãe. Ela já não bebe durante a noite. Nunca mais pediu e eu já não lhe dou."
Avó: "Ah... coitadinha! Tantas horas. Tinhas-lhe dado um biberão e ela adormecia logo."
Mãe(eu): "Mãe, ela quando bebia leite durante a noite acordava 3 e 4 vezes e não adormecia logo só porque tinha bebido leite."
Avó: "Ah... mas vezes não são vezes. Dá-lhe um biberão de leite."
Mãe(eu): "Mãe, ela já é crescida. já lhe cheguei a dar 3 biberões por noite e ela acordava sempre."
Avó: "Ah... tu até aos 2 anos e tal pedias sempre leite pelas 4 da manhã e eu ia preparar e depois dormias."
Mãe(eu): "Ela já não pede. Quer é colo e a médica já há muito que me diz que ela já pode passar 12 horas por noite sem comer."
Avó: "Vocês só querem fazer os que os médicos mandam. Essa filha precisa de um biberão durante a noite."
Isto foi assim durante todo o passeio. Para sorte dela e azar meu encontra outra avó (a avó da Nina) e andou nas lamentações...
Eu quase que aposto todos os meus dedos dos pés que a minha mãe mal dormiu a pensar que a neta passa fome à noite. Isto porque quando a Alice era muito bebé ela passou em nossa casa e achou que a neta tinha poucos cobertores na cama. Mal dormiu porque a neta andava a passar frio à noite e no dia seguinte apareceu com duas cobertas acabadas de comprar para oferecer à Alice. Será que hoje tenho uns pacotes de Aptamil de oferta? (Ainda não passei ao leite de vaca. Sou meia pegada do juízo, eu sei)
Avó: "Então, a Alice ainda acorda durante a noite?"
Mãe (eu): "Sim, pelo menos uma, duas vezes. Esta noite tive que estar com ela das 2h30 às 3h30 ao colo a tentar adormecê-la."
Avó: "E não lhe deste um biberão de leite?"
Mãe (eu): "Não, mãe. Ela já não bebe durante a noite. Nunca mais pediu e eu já não lhe dou."
Avó: "Ah... coitadinha! Tantas horas. Tinhas-lhe dado um biberão e ela adormecia logo."
Mãe(eu): "Mãe, ela quando bebia leite durante a noite acordava 3 e 4 vezes e não adormecia logo só porque tinha bebido leite."
Avó: "Ah... mas vezes não são vezes. Dá-lhe um biberão de leite."
Mãe(eu): "Mãe, ela já é crescida. já lhe cheguei a dar 3 biberões por noite e ela acordava sempre."
Avó: "Ah... tu até aos 2 anos e tal pedias sempre leite pelas 4 da manhã e eu ia preparar e depois dormias."
Mãe(eu): "Ela já não pede. Quer é colo e a médica já há muito que me diz que ela já pode passar 12 horas por noite sem comer."
Avó: "Vocês só querem fazer os que os médicos mandam. Essa filha precisa de um biberão durante a noite."
Isto foi assim durante todo o passeio. Para sorte dela e azar meu encontra outra avó (a avó da Nina) e andou nas lamentações...
Eu quase que aposto todos os meus dedos dos pés que a minha mãe mal dormiu a pensar que a neta passa fome à noite. Isto porque quando a Alice era muito bebé ela passou em nossa casa e achou que a neta tinha poucos cobertores na cama. Mal dormiu porque a neta andava a passar frio à noite e no dia seguinte apareceu com duas cobertas acabadas de comprar para oferecer à Alice. Será que hoje tenho uns pacotes de Aptamil de oferta? (Ainda não passei ao leite de vaca. Sou meia pegada do juízo, eu sei)
Desafio Berra-me Baixo
Apesar de achar que este desafio é mais dirigido a pais com filhos maiores do que a minha (a beirar os 16 meses), na verdade, quando vejo que, em determinadas alturas, dou por mim a gritar: "ALLLIIICCCEEEE" é porque não é cedo para aderir ao desafio Berra-me Baixo.
Porque acredito que a parentalidade não é algo inato e espontâneo e sim uma aprendizagem constante, eu quero aprender e quero aprender a fazer o melhor e a dar o melhor de mim. Acredito também que (apesar de termos criticado tanto a educação dos nossos pais) acabamos por reproduzir a maioria dos comportamentos educacionais dos nossos pais (os bons e os maus) porque é aquilo que conhecemos e vivenciámos em pleno. Eu quero ir mais além, quero reproduzir o melhor daquilo que tive e corrigir o menos bom, corrigir aquilo que fizeram de mal porque não o sabiam fazer melhor.
Eduardo Sá diz que os nossos filhos nunca tiveram melhores pais do que os atuais. E eu acredito que os pais de hoje são mais conscientes, mais empenhados e dedicados mas os filhos de hoje são muito mais exigentes, muito mais cansativos, os desafios são mais difícieis e temos, sem dúvida, que suar mais e aprender mais.
Aqui estou eu, a começar desde cedo a tentar mudar um comportamento que é-me quase natural: falar alto (tive vergonha de dizer gritar). Venho de uma família enoooorrrmmme, onde cada um fala mais alto do que o outro porque todos somos diferentes e todos queremos impôr a nossa opinião e fazemo-lo através do tom de voz. Quem conseguir falar sobre o outro ganha!
Quero quebrar o ciclo, quero berrar baixo, quero manter a calma, quero ser mais paciente, quero saber mais, quero ser melhor mãe e quero ter as ferramentas certas e os comportamentos interiorizados quando chegar a "terrível" fase das birras. E acho já começo a vislumbrar uma pontinha...
Porque acredito que a parentalidade não é algo inato e espontâneo e sim uma aprendizagem constante, eu quero aprender e quero aprender a fazer o melhor e a dar o melhor de mim. Acredito também que (apesar de termos criticado tanto a educação dos nossos pais) acabamos por reproduzir a maioria dos comportamentos educacionais dos nossos pais (os bons e os maus) porque é aquilo que conhecemos e vivenciámos em pleno. Eu quero ir mais além, quero reproduzir o melhor daquilo que tive e corrigir o menos bom, corrigir aquilo que fizeram de mal porque não o sabiam fazer melhor.
Eduardo Sá diz que os nossos filhos nunca tiveram melhores pais do que os atuais. E eu acredito que os pais de hoje são mais conscientes, mais empenhados e dedicados mas os filhos de hoje são muito mais exigentes, muito mais cansativos, os desafios são mais difícieis e temos, sem dúvida, que suar mais e aprender mais.
Aqui estou eu, a começar desde cedo a tentar mudar um comportamento que é-me quase natural: falar alto (tive vergonha de dizer gritar). Venho de uma família enoooorrrmmme, onde cada um fala mais alto do que o outro porque todos somos diferentes e todos queremos impôr a nossa opinião e fazemo-lo através do tom de voz. Quem conseguir falar sobre o outro ganha!
Quero quebrar o ciclo, quero berrar baixo, quero manter a calma, quero ser mais paciente, quero saber mais, quero ser melhor mãe e quero ter as ferramentas certas e os comportamentos interiorizados quando chegar a "terrível" fase das birras. E acho já começo a vislumbrar uma pontinha...
segunda-feira, 6 de maio de 2013
A procissão vai passar
O percurso da procissão é coberto de belos tapetes feito de verduras, flores e, nos dias de hoje, já com muito recurso a farelo e aparas de madeira tingidas. Poupam-se mais as flores.
No domingo pelas 9h já nós andávamos a ver as pessoas a fazerem os tapetes. É um trabalho que envolve muitas pessoas (os donos das casas por onde passa a procissão, amigos e familiares).
No domingo pelas 9h já nós andávamos a ver as pessoas a fazerem os tapetes. É um trabalho que envolve muitas pessoas (os donos das casas por onde passa a procissão, amigos e familiares).
Tapete mais tradicional, feito de igual modo desde há mais de 50 anos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















