ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Pode estar para breve

Ontem ao jantar, entre amigos, ao falarmos sobre exercício físico (estavámos todos a dizer que precisávamos) comentava que queria começar a correr antes de ir para o trabalho. B. desata à gargalhada: "Ah... sim... sim... na tua cabeça."
Não estivessemos nós com visitas e tinha vestido um fato de treino na hora e desatado a correr rua fora. Aquela gargalhada motivou-me um pouco mais para saltar da cama às 6h30 mas acho que preciso de ser mais gozada e desacreditada para realmente mexer este rabo de casa para fora.

 
"Vamos lá Vera, fazê-los engolir aquelas gargalhadas?! Vamos chegar a meio do verão a usar micro bikinis na praia e quando corrermos para a água a única coisa que vai mover-se é o cabelo porque o resto vai estar no sítio certo! Somos bravas ou não?"

terça-feira, 21 de maio de 2013

Piada para começar o dia

Ao atravessar o parque de estacionamento do meu trabalho (apesar de ir a pé), o sr. L. varre as folhas das árvores que temos e diz-me:
"A senhora vem com um ar cansado, com um ar de quem vem de longe."
Ele sabe que se gritar da porta do trabalho eu consigo ouvir em casa. Levo um ou dois minutos a pé.

Temos artista

 
 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Fim-de-semana prolongado





Coisas sem explicação

Preocupo-me com a hora de dormir dela, com o tempo que dorme durante o dia, com as horas seguidas que dorme durante a noite. Gostava que já conseguisse adormecer sozinha, gostava que acordasse mais tarde de manhã, gostava de dormisse mais durante o dia.
Depois, sempre que está a dormir, sinto-me invadida por uma vontade incontrolável de ir ao berço enchê-la de beijos e acordá-la para ficar abraçada a ela.
Coisas sem explicação...

Entre tachos e panelas


 
Com sorte, sai ao pai.
O laço na cabeça esteve uns 15 minutos. Coloquei sem ela se aperceber...

sábado, 18 de maio de 2013

Co-adoção

Não vou acrescentar nada do que possa estar dito ou escrito vou apenas partilhar o que penso:
Sou a favor de um colo de pai/mãe para todas as crianças,
sou a favor de um lar/família para todas as crianças,
sou a favor do amor de um pai/mãe por um filho para todas as crianças,

se nesse lar/família só se chama pelo pai, se nesse lar o colo é só de mãe é porque nesse lar o pai ou a mãe vem em duplicado e com ele um amor a dobrar, tal e qual se encontra num lar onde se chama pelo pai e pela mãe, onde temos um colo de mãe e um colo de pai.


Mais uma para o cadastro

Hoje, eu e Alice, lavadas, vestidas e cheirosas, prontas e à porta da casa da aniversariante para uma festa de aniversário que afinal só se realiza na segunda-feira. Se me tivessem perguntado eu tinha jurado que era hoje.
Para não dar por perdida a saída, demos meia volta e fomos visitar a Nina. Não houve bolo de aniversário, nem ninguém cantou os parabéns mas tivemos festa na mesma.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Em tempos pensei que não chegaria tão longe...

... hoje em dia e apenas ainda com uma, já não penso que não consiga chegar tão longe. Hoje em dia, para mim, tudo pode ser possível, porque imagino que o nosso coração duplica de tamanho a cada filho que criamos.


 
P.S. Amor, estás comigo?
E quem não deseja um coração do tamanho do mundo?

O quão afortunada eu sou

Nem sempre para me queixar das vezes que a Alice acorda durante a noite,
nem sempre para me queixar que quer colo às 3 h da manhã,
nem sempre para me lamentar que chama por mim às 5 h da manhã,
nem sempre para me lamentar que não adormece sozinha.

Desta vez para dizer o quão afortunada que sou,
desta vez para partilhar que não me lembro da Alice ter ficado de diarreia uma vez que seja,
desta vez para partilhar que nunca vomitou na vida,
desta vez para informar que teve febre 1 ou 2 vezes que não ultrapassou os 38º,
desta vez para me lembrar que as suas doenças nunca passaram de constipações e ranhos no nariz.

Sim, ela não dorme a noite toda mas de todas as vezes que acorda não é porque está doente ou tem uma virose qualquer é porque, mesmo a dormir, sabe que a sua mãe sente saudades dela e a chama para dar colo à sua mãe fazendo-a acreditar que é a mãe que lhe dá colo.

 

Porque as sextas sabem sempre a sextas...


 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

"Gostas mais da Mãe ou do Pai?"

É uma espécie de jogo com que algumas pessoas - algumas são os próprios pais - teimam em iniciar as crianças nas brincadeiras perigosas. Não é que as crianças gostem mais da mãe e do pai sempre da mesma forma: não gostam. Não é que, elas mesmas, não vivam com um aperto no coração com isto de terem um "fraquinho" maior por um do que por outro. Mas um "fraquinho" é uma forma de assumirem que nem sempre a mãe e o pai se portam como deviam: nem na forma como abrem o coração nem no modo como abrem os olhos... A cotação dos pais varia com o seu comportamento, basicamente. Mas pedir-se a uma criança que responda a uma pergunta dessas faz com que ela se assuste tanto por ser descoberta pelos seus "fraquinhos" que, ao mesmo tempo, ela se sente, até, proibida de os ter. E isso não se faz!!"

In Revista Pais e Filhos, Maio 2013

Nunca gostei que me fizessem essa pergunta quando era mais nova, nunca me sentia bem em ouvir, porque sempre senti que gostava do meu pai e da minha mãe de forma diferente, por circunstâncias diferentes que têm a ver com as vivências que tive com ambos e com a forma como ambos me criaram, nas ausências e nas presenças de cada um na minha vida. E sentia-me realmente avaliada e julgada por não sentir o mesmo por ambos, pelo meu amor ser diferente porque cada um foi diferente comigo. Pertenço, talvez, a uma minoria que não ama de igual forma pai e mãe. Com isto não quero dizer que seja mais a um que a outro. Com isto quero dizer que tiveram papéis diferentes na minha vida, passaram-me valores e comportamentos diferentes e as suas ações comigo e com os outros moldaram aquilo que sinto por eles.


P.S. E continuo a sentir-me de coração pesado por afirmar que não gosto de mãe e pai de igual forma como se fosse uma criança.

Procuram-se grávidas

A antropóloga Joanna White, do Centro de Investigação em Antropologia (CRIA) está a desenvolver um projeto de investigação sobre as experiências de gravidez e parto em Portugal. Para isso, procura mulheres no início da gravidez (pelos três ou quatro meses) de primeiro filho. A ideia é fazer algumas entrevistas ao longo da gestação e depois do parto, sempre com a garantia de confidencialidade e anonimidade.
Como contrapartida, é oferecido um voucher de 30 euros. As interessadas em participar deverão enviar um email para joannalwhite@yahoo.co.uk ou ligar para 966236929.
                       
                                            In Revista Pais e Filhos, Maio 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Não tenho a certeza mas...

... gosto desta sensação de me sentir menos pesada. Acho que estou mais magra.
Não vou subir à balança pois posso acabar com esta sensação em 2 segundos quando olhar para o número.

Karlie Kloss in FRAME Denim Forever Karlie jeans
Photo: Erik Torstensson

terça-feira, 14 de maio de 2013

Do desafio Berra-me Baixo

Não tem sido dífil o desafio. Na verdade, ter uma menina de 16 meses torna as coisas mais fáceis no campo da gritaria. Quero ver se mantenho a mesma postura quando a fase das birras se instalar de armas e bagagens.
Na verdade, o que torna mais fácil não gritar é ter presente a certeza que o grito é o último (ou penúltimo se houver ainda a palmada) recurso de um pai, um sinal de frustração quando nada parece resultar. Como tem resultado mais as palavras, o pegar nela ao colo quando teima que quer andar numa determinada direção, o distraí-la com algo quando está fixada numa coisa que não deve. Sinto que ela ainda é fácil de manobrar, de "enganar"... Sinto também que sou uma pessoa que não perde a calma facilmente o que ajuda em muito no desafio.



Por email vamos recebendo algumas instruções, dicas e incentivos.