ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

quinta-feira, 6 de março de 2014

Agradecer

Nem sempre agradecemos, nem sempre dizemos o quanto os outros são ou foram importantes na nossa vida, nem sempre dizemos o quanto os outros nos mudaram, nos fizeram mais felizes.

Às vezes, só mesmo às vezes, quebramos essa corrente do silêncio, do "o outro sabe o que eu sinto" e agradecemos e dizemos com todas as palavras o quanto os outros nos fizeram felizes e depois temos a surpresa a recompensa de que o nosso agradecimento, a nossa felicidade é motivo suficiente para a felicidade do outro.

(...) há 1 ano atrás, como hoje, senti a imensa emoção que me provocou a tua mensagem.
Pensei sempre em escrever no dia seguinte, porque o trabalho apertava e o tempo escasseava. Hoje, sinto o quase pecado de não te ter respondido.
Por isso, hoje tinha de te responder, independentemente da hora, do cansaço ou de qualquer imprevisto impedimento.
Respondo-te para te dizer que és a minha mais presente "doente" (como dizemos os médicos). Presente no meu coração, nas nossa conversas caseiras, presente quando buscamos exemplos para os outros, presente. Ali ao nosso lado. 
Porque tu sempre foste a mais generosa para nós. Todos os dias. Sentimos que sempre foi assim. Tornaste-te aquela de quem sempre esperamos uma palavra boa. E precisamos dessa tua palavra boa. Sempre. Por isso, não digas que um dia vais deixar de escrever. Não faças isso, porque no meu coração nem que esteja já enfartado, tu hás-de ter sempre o teu lugar. E esse nunca ninguém te tirará. Porque é teu por conquista. (...)

Love it

 
 
Um top igual para mim, com mais 10 cm de comprimento.
 

quarta-feira, 5 de março de 2014

"Refeita" há 6 anos atrás...

Look Book#76

 
 
 
Eu bem que tento mas sou muito naba nas autopictures ;)
Renda e pele (napa): top de renda da ZARA ( uma excelente aquisição de um valor de 35,95€ para 5,95€ em saldos), calças Mango, casaco bem antigo da h&m e colar é Parfois ou Lefties (não me recordo).
O cabelo apanhado denuncia a minha vontade e necessidade de o ir cortar ao cabeleireiro.
 

Selfie da Alice



A primeira "selfie" da Alice!!!!!!

Esta foto dá início a um conjunto de fantásticas fotos que poderão estar  disponíveis à distância de apenas um clique.
Para subscrever esta belíssima coleção basta apenas transferir 50€, como entrada inicial, e 25€ ao longo de 36 meses.

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Recebo este e-mail delicioso logo de manhã, olho para aquela princesa e esqueço que me fez levantar 1500 vezes, na verdade, com este dia de sol maravilhoso já nem me lembro como a noite foi difícil...

Caro F., vou já pedir a referência multibanco :) Vale bem o dinheiro!
Com amigos que tiram fotos fantásticas dos nossos filhos ainda mais fantásticos, nem precisamos de andar com uma máquina fotográfica.

Pensamento matinal

"As pessoas que gostam de falar mal dos outros não precisam de ter razões, apenas alguém que as ouça."

Pensamento que me visitou logo de manhã enquanto me maquilhava. Não há qualquer relação entre uma coisa e outra, talvez haja uma relação com o fato de ter dormido apenas entre as 4h e as 6h da manhã. Alice com tosse e de todas as vezes que tossia, sentava-se no berço e chamava por mim. Fiz kms esta noite, não dormi quase nada, as 2h que dormi (e ela) tive um pesadelo com B. - uma discussão que metia um fim na relação, ou seja, mais valia ter estado acordada.
A modos que estou fresca como uma alface (or not)...

terça-feira, 4 de março de 2014

J'adore

 
 

Outros carnavais

Esta semana, Alice abre um livro meu e cai de lá uma fotografia. Muito a propósito da época!
Vira-se para mim e diz: "Mãe, parece a Alice!"
Afinal houve carnavais em que a minha mãe se esmerou... e até me levou ao fotografo.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Look Book#75

 
 
 
 
Algo que não tenha mais de 5 anos de uso.
Colar e cinto Parfois. Blusa h&m. Saia Zara. Casaco de ganga Mango. Botas e collants Zara.
 

Troca da Primavera

Já sabemos quem nos cabe nesta troca da estação mais renovadora que existe: http://jardimdealgodaodoce.blogspot.pt/2014/03/troca-da-primavera-11.html.
O tema é o rosa.
Ainda estou apenas nas ideias...

 

A creche

Setembro ainda vai longe mas a decisão está tomada (se não houver contratempos). Alice ficará o próximo ano letivo em casa.

Tive momentos em que pensei que o melhor seria ela ir para a creche (com 2 anos e meio). Tive momentos em que pensei que o convívio lhe faria bem. Tive momentos em que pensei que iria aprender mais.
Agora penso que está muito melhor em casa. Agora penso que aprende mais em casa. Agora penso que o convívio em família é mais importante que o convívio com desconhecidos.
Esta é uma decisão que nada valeria se não tivesse o apoio do pai, afinal será ele a manter a responsabilidade e tempo de estar com a Alice durante todo o tempo em que estou a trabalhar...

É claro que temos esta possibilidade de a ter em casa. Com esforço e muita gestão familiar, mas temos essa possibilidade. Muitos pais não a têm, nunca tiveram. Outros tiveram mas tomaram outras opções. Todas são válidas. Todas devem responder àquilo que acreditam e que querem para os seus filhos.

Carlos Gonzalez, Pediatra
As creches são boas para as crianças? 
Nem sempre são más, mas não são boas. As creches não foram inventadas porque os bebés ou as mães precisavam. São os empresários que precisam das creches porque querem que as mães deixem os bebés e vão trabalhar. Na União Soviética não havia creches porque as mães tinham três anos de licença de maternidade.

O ideal seria as mães ficarem em casa três anos?
O ideal seria que a criança ficasse com a sua família. Durante os primeiros meses teria de ser a mãe porque é a mãe que lhe dá mama. Depois, poderia ser a mãe ou o pai. A criança está sempre melhor com a sua família. Em Espanha, legalmente, pode haver oito crianças por educadora. Mas se uma mulher está grávida e na primeira ecografia lhe dizem que vai ter oito bebés, ela começa logo a pensar em quem poderá ajudá-la a cuidar das crianças. No entanto, deixam-se oito crianças com uma mulher, provavelmente mal paga, que nem sequer é sua mãe. Alguém acredita que ela vai cuidar tão bem delas como a mãe? Ou que as crianças se vão sentir melhor do que em casa? Ou que vão melhorar o seu desenvolvimento psicomotor porque aprendem mais na creche? Na creche não vão aprender nada. As educadoras mal têm tempo para mudar fraldas e dar biberões, quanto mais para ensinar-lhes alguma coisa. Uma creche com três crianças por educadora seria quase tão bom como estar em casa. Não seria melhor do que estar em casa.

E a partir dos três anos?
Para a maioria das crianças, os três anos são o limite para começarem a separar-se da sua mãe sem problema. Porque já são capazes de entender que ali estão bem e que a mãe vem buscá-los ao final da tarde. Uma criança de dois anos não entende isso. Não sabe onde está a mãe, não sabe que ela vai buscá-la às cinco.

Os bebés não percebem que a mãe vai voltar, mesmo quando volta todos os dias? Não acabam por se habituar?
Não podem saber. E não se habituam. Se um marido volta do trabalho todos os dias às cinco horas. E, de repente, todas as terças-feiras passa a chegar às sete sem dar uma razão à mulher. Ela fica descansada? Não. Cada vez fica mais nervosa. A repetição não tranquiliza a criança. Ainda a põe mais nervosa. E isso percebe-se nos primeiros dias dos jardim-de-infância. As crianças que estiveram em creches choram mais do que as crianças que estiveram em casa até aos três anos.

Também há bebés que só choram quando a mãe ou o pai os vai buscar à creche. 
É lógico. Choramos quando há alguém que nos possa consolar. Há quem diga que as crianças choram para manipular os pais. Claro. Todos choramos para manipular alguém. É nisso que consiste. É uma maneira de comunicar aos outros que necessitamos de ajuda. Assim como o riso é uma maneira de comunicar aos outros que estamos contentes. Não é a mesma coisa ver um filme cómico sozinho ou acompanhado. Quando estamos com amigos rimo-nos mais alto porque o riso é uma forma de comunicação. Quando a criança percebe que a mãe não está pára de chorar. Se a mãe não está, para quê chorar? Quando a mãe volta, então chora.

O nosso carnaval

 
 
 
 
 
 

domingo, 2 de março de 2014

Sábado foi dia da primeira de muitas visitas à biblioteca

Fica a uns 3 minutos a pé de casa. Há muito que andava para levar lá a Alice. Ontem foi o dia e tanto ela como eu adorámos! Uma hora e meia que passou num instante... para a tirar de lá tivemos que ter uma conversa séria e promessa de voltarmos novamente.







sábado, 1 de março de 2014

Tu riscas?


 

 
 
 
 
 
 
 
 

12 Desejos para 2014 #3

3.º Desejo: Começar a construir um álbum de memórias para a Alice.