ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Porque eu não tenho o dom da palavra...

... nem o conhecimento ou a formação adequada, tenho apenas a minha opinião de cidadã, mulher e já, mãe, deixo-vos com o depoimento abaixo, onde assino e me revejo:

 

Fim-de-semana = Mais um aniversário

Desta vez um convite inesperado. Um casal com quem tínhamos feito um curso de massagem infantil há quase um ano atrás. Cruzámo-nos na natação porque frequentamos o mesmo espaço. As perguntas de praxe, os carinhos trocados entre as nossas filhas e os sorrisos de pais babados tal como nós.
Um dia dão-nos o convite para o primeiro aniversário da filha. Fiquei surpresa. Não esperava mas fiquei muito contente. Impossível recusar... faço mesmo questão de estar presente quando sou convidada para algo porque acredito que o fazem por gosto, uma vez que a obrigação é completamente inexistente.

 
 
 
 
 
 
O que a Alice mais gostou foi de andar a correr e brincar no jardim e eu sempre de farol atrás dela.
 

Nem é preciso intuição feminina

É tão fácil chegar a casa e saber se o pai durante o dia esteve muito tempo no computador a trabalhar...

Ela arrasta tudo para junto dele...

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Coração cheio

Ando com o meu coração cheio, sinto que duplicou de tamanho para alojar todas as boas novas que me dão. Faço-as minhas levando com que o meu coração cresça ao tamanho certo de as guardar comigo em todas as horas do meu dia.
Sim, sou daquelas pessoas que vibra com a felicidade dos que me pertencem, sou daquelas pessoas que chora e ri com os feitos dos que me são próximos.
E ando assim, numa nuvem fofa e quente, de sorriso no rosto só de pensar na felicidade imensa que habita numa casa bem perto da minha.

O leite e o biberon

Desde a consulta (uma semana) que o biberon desapareceu das nossas vidas. Foi a própria Alice que o colocou no lixo numa atitude de emancipação (sem perceber muito bem as consequências).
De vez em quando ainda pergunta pelo "bi", mas logo responde ela que foi para o "ixo". Nunca mais houve pedidos de bi a meio da noite, nunca mais houve choro para dormir a beber o seu bi, nunca mais bebeu 2 bis por dia, um ao deitar, um ao acordar.
Na verdade, leite, leite, assim, goela abaixo, nunca mais... há a papa, os iogurtes e um dia em que a convenci a comer cereais da Bledina com leite e outro dia conseguiu o pai.
O pai mais descansado, crente que a papa e iogurtes são suficientes para a dose diária de cálcio. A mãe mais preocupada, alarmada por ter uma filha de 2 anos que gostava tanto de leite (bem... acho que gostava era muito do biberon) e agora não cai uma gota naquela goela.

Tentativas:
1. Leite de fórmula aquecido à temperatura que bebia no biberon, dado no copo da água;
2. Leite de fórmula aquecido à temperatura que bebia no biberon, dado numa caneca nossa;
3. Leite de fórmula aquecido à temperatura que bebia no biberon, dado no copo com palhinha;
4. Leite Mimosa de pacote, com palhinha;
5. Leite mimosa de pacote, aquecido numa caneca nossa com palhinha;
6. Leite mimosa aquecido com cereais num prato dela;
7. Leite mimosa à temperatura ambiente com cereais num prato dela;
8. Leite mimosa num copo de água dela, esquecido na gaveta;

Resultado: "Mãe, não gota!", mais resultados: "Não, não gota, mãe! Não queeeeeeé!"

Ontem, já inquieta para ressuscitar o biberon do cemitério de biberons, mandei sms à pediatra, querendo dizer-lhe: "Pode fazer o favor de vir dar leite à minha filha que, segundo os seus aconselhamentos médicos, é crescida demais para o biberon!" Mas pronto, a decisão foi minha, melhor, foi familiar e terei eu que resolver a questão. Lá expliquei o que se passava.

Ela responde-me: "Ela come papa e iogurtes. Experimente os cereais tipo estrelitas e o Nestum, até Nesquick vale, mas sem insistir e ela desiste da birra. Força."

A modos que já decidi comprar a farinha não láctea para juntar leite na feitura e vou tentar o Nestum, já que as estrelitas fazem parte das tentativas falhadas. O Nesquick ficará para o desespero de causa, uma vez que aquele mini corpinho ainda não conhece o sabor do chocolate.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

To everyone


Cloud Atlas

A propósito do post abaixo sobre as vidas que se ligam, alguém aconselhou o filme abaixo. A mim despertou-me muita curiosidade...

 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Outras vidas

Existem outras vidas que se cruzam com as nossas vidas e nos tocam, nos transformam. Vidas de pessoas que conhecemos e outras vidas de pessoas que nunca chegámos a conhecer. Vidas parecidas com as nossas vidas, pessoas como nós, com desejos parecidos, formas de ser semelhantes. E ficamos assim, felizes ou infelizes com os acontecimentos das outras vidas como se fossem das nossas vidas.


Segredo

Diz o Segredo que se queremos muito algo temos que acreditar que já o temos e enviar essa informação para o Universo que ele se encarregará de devolver.
Pronto, a modos que já tenho aquilo que quero, agora estou só à espera que o Universo me devolva...

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Coisas inimagináveis?

Que sentimento será esse de sermos os melhores do mundo na nossa profissão?

 
Admiro-o muito enquanto profissional. Considero um exemplo de coragem, de esforço, de dedicação, de querer ser sempre melhor, de vontade de superar-se a si próprio mais do que provar que é melhor do que os outros.

Todos os dias são diferentes...

E o bom da vida é que não existem dois dias iguais. Um dia podemos ter uma desilusão, no outro podemos ter uma grande emoção (positiva).
Por isso, é que não me posso queixar do que a vida me reserva...

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Pedido de ajuda

Na última consulta da pediatra coloquei a questão da creche.
Alice fez 2 anos. Em setembro terá 2 anos e meio e começamos a pensar que talvez esteja a chegar o momento deixar-lhe voar um pedacinho.
Ainda não estamos preparados e muito menos o pai que desde os 4 meses é que a cria sozinho em casa. O recurso a família conta-se pelos dedos de uma mão, não por não haver outra possibilidade mas porque queremos que assim seja, temos querido que seja. No futuro talvez sejamos mais flexíveis.
Assim sendo, o momento aproxima-se e, ou será já em 2014, com 2 e meio ou apenas em 2015, tendo ela já 3 e meio.
A pediatra é de opinião que os bebés só têm a ganhar ficando em casa, contudo, chegando aos 3 anos, a ida para a creche é importante e benéfica para as crianças.
Vou começar a prospeção de mercado. Acho que as públicas estão fora de questão porque ela não completa 3 anos até 31 de Dezembro, ficando apenas as privadas ou semi-privadas. Vou excluir as totalmente privadas e que não sejam consoante o escalão de IRS por achar que uma mensalidade de 300 ou mais euros é um pouco exagerado quando se não trata de sair no final de ano com canudo na mão. Teremos todas as outras, que conheço pouco ou nada, que são apoiadas pela Segurança Social, sendo mensalidade apurada com IRS. Dentro das outras só poderão ser as que têm jardim de infância. Muitas ficam-se pelos 3 anos.
Gostava de ter algum feedback de mães/pais que tenham filhos em creches de S. Miguel (Açores) e que possam partilhar da sua experiência.
Estou a pressentir que este corte umbilical vai doer bem fundo...

Gerir desilusões

Aprendi a não esperar muito dos outros,
Aprendi a dar sem pedir em troca,
Aprendi que as minhas expetativas só a mim me pertencem,
Aprendi que as imagens que faço dos outros podem não ser as reais,
Aprendi que todos temos limitações,
Aprendi que todos cometemos erros,
Aprendi que qualquer realidade tem sempre duas interpretações (no mínimo).

Aprendi a gerir desilusões, emoções mas uma aprendizagem longe de concluída, uma aprendizagem que não me impede de desiludir-me, não me impede de esperar, ainda que menos do que esperava, dos outros...

Com a vossa licença, vou ali a um canto gerir uma pequena desilusão.

Festa em família

No domingo, estendemos o evento a avós, tio(a)s e primo(a)s e estivemos novamente juntos para cantar os parabéns à minha linda e maravilhosa menina :)
Uma festa simples, pequena mas cheia de amor.

 
 
 
 
 
Tal mãe, tal filha... querem-nos ver felizes? Deem-nos uma festa! :) Foi o que o pai fez. Tanto lhe chateamos (chateei) a cabeça que tivemos uma festa de aniversário para além dos 3.
Os créditos do bolo lindo vão todos para a minha cunhada C.
 
No final, quando todos se foram embora a Alice andava a correr atrás de mim a exclamar: "Mãe, feta! Feta! Mais! Mais!" Todinha minha filha, mais que provada!
 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Consulta dos 2 anos #Resultado final

Chegámos a casa e, por iniciativa do pai, a Alice chegou ao pé de mim com o biberon e disse: "Mãe, toma. Lixo!"
Colocámos as duas o biberon no lixo.
À noite foi para a cama e a palavra bi não foi pronunciada. De manhã ao acordar pediu o biberon. Relembrei-lhe o acontecimento do dia anterior e preparei-lhe no copo. Deu 2 golos e disse: "Não gota!" e virou-me as costas. Tentei palhinha mas nada. À noite foi para a cama sem pedir nada a não ser o "senta mãe, senta, um bocadidinho".
De manhã preparei-lhe o leite com cereais. Comeu algumas colheres (cerca de 100ml) e não quis mais. À noite já nem se lembra ou não sente necessidade.
Hoje tentei copo, tentei uma caneca nossa, tentei palhinha, mas foram apenas algumas colheres a muito custo com cereais.
Andamos nisto, num esforço para beber leite, quando antes bebia 220ml num golo só.
A pediatra diz-nos que tem de beber, no máximo, 500ml de leite e derivados. Ela ainda come sempre 2 iogurtes ao lanche e papa de manhã. Gostava que ela bebesse um pouco mais de leite mas vou encarar esta fase como de adaptação e transição.
O biberon desapareceu para sempre da vida da Alice. O último golo foi dado no dia dos seus anos (8 Janeiro) quando completou 2 anos.
Mais um pedacinho do meu bebé que desaparece...