ALICE

Lilypie Fifth Birthday tickers Lilypie Second Birthday tickers

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Bailarina de flamenco

Uma amiga deu-me um vestido para a Alice de bailarina de flamenco. Há quem faça vida disso, certo? Se ao fazer vida disso pagar os seus impostos e passar recibo pode ser considerada uma profissão, certo?
Será que ando a gastar energias em vão e tenho a solução em casa?

Vestido de flamenco - check
Xaile - check (meu)
Sapatos - check (ténis pretos para ser confortável da Alice)
Meias - check (collants vermelhas)
Flores para o cabelo - check (uma grande preta, minha)
baton vermelho - check (meu)
leque - no check (posso ponderar ou não comprar numa loja chinesa ou pedir o da avó)

É forçar muito ou estamos conversados?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Fantasia de Carnaval

O tema da escola é as profissões.
No último dia, haverá lanche, talvez música e todos poderão ir fantasiados de uma profissão.
A Alice primeiro queria ir de bailarina (tem a roupa de ballet, um investimento apenas utilizado num mês de aulas), mas já vai outra menina de bailarina e diz que não quer ir igual aos outros. Já lhe dei algumas sugestões: cantora, empregada de limpeza, professora (coisas que não exijam um investimento financeiro). Nada lhe parece agradar...
O dia aproxima-se, e se não houver fumo branco, visto-a com a sua roupa normal e treino-a para responder: "Sou empresária."


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Será muito grave, grave ou nem por isso?

A educadora perguntou as profissões dos pais à Alice e ela não soube o que responder. Chegou a casa a perguntar qual era a nossa profissão... sabe que a mãe trabalha no serviço mas não percebe o que faz, o pai nem isso.
Acho que a educadora ficou a pensar que seria alguma coisa ilegal...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Não respira...

O facebook lembrou-me que um mês e qualquer coisa depois de ter a Alice voltei às minhas skinny jeans. Eu acho que estou a suster a respiração na fotografia... e que estive sob o efeito de analgésicos para não sentir dores no aperto. Mas quase que parece que estou bem.

Já se passaram 5 anos...
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Para mim, saldos é isto!



Sapataria Foreva - Secção masculina
Ténis Diesel
10€
[80% desconto]
 
P.S. Perdoem a prespectiva das fotos. Post feito no telemóvel.
 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Os dois anos e quem roubou o meu filho doce e calmo?



Para quem, como eu, tem filhos na fase dos 2 aos 3 anos;
Para quem, como eu, tem um filho que é, uma das duas hipóteses: surdo ou fala uma língua estrangeira e não pesca nada de português;
Para quem, como eu, tem um filho que tem um cérebro especial e, com isso, quero dizer: quando os pais gritam: Antóooooonnniiiooo, não mexe! ele ouve: Antóooooonnniiioooo, o mundo é todo teu! Faz o que te dá na gana!
Para quem, como eu, já pensou entregar-se a si própria para adoção porque não é capaz de entregar o próprio filho;
Para quem, como eu, esquece-se que o filho só tem 2 anos e que esta fase vai terminar e dará lugar a outras (piores, mas não se diz).

A casa nova

Hoje faz uma semana que mudámos. Ainda tenho alguns caixotes, ainda tenho alguma (bastante) desarrumação. Faltam algumas mobílias que vamos comprando. Temos eletrodomésticos novos!
A outra casa foi entregue ao seu dono. Porta fechada. Local para onde fomos tinha a Alice 1 ano e meio, o António "nasceu" lá, fizemos tantos jantares com amigos, foram quase 4 anos.
Pensei que fosse sentir saudades, pensei que fosse sentir alguma nostalgia mas... fechei a porta e sinto-me como se sempre tivesse vivido na casa onde estamos agora.
Não sei explicar a razão mas acho que as noites mal dormidas, o cansaço e as birras do António adormecem-me determinadas emoções. Às vezes acho que estou em piloto automático, faço o básico e se precisar de agir com mais raciocínio ou elasticidade mental, bloqueio. Esqueço-me do que me disseram, esqueço-me do que tenho que fazer e agora esqueci-me que já vivi em outras casas...

 
Eles adaptaram-se perfeitamente. Eles estão felizes onde os pais estiverem felizes. Mesmo andando nós stressados com o excesso da trabalho que implica montar uma nova casa, mesmo com os gritos, eles abraçam-nos e beijam-nos sem rancor. Esquecem que nos zangámos, esquecem que gritei: Ai, que eu não posso mais com tanta mãe, mãeeee!, esquecem que fizemos má cara, cara feia, cara de quem quer fugir e não pode. Esquecem o nosso mau humor e dizem: "Eu só quero um abraço e um beijo! Só quero que te sentes ao pé de mim!"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Mais o que nos une do que aquilo que nos separa

Ver ao perto

Apesar das lentes de contato que uso diariamente por ser míope, já não passo sem os óculos de ver ao perto... diz a médica que esse problema chega de um momento para o outro, geralmente com os quarenta. O meu braço já não estica mais e, quando não consigo ver alguma coisa num rótulo de um produto porque não tenho os óculos comigo, penso: Não deve ser bom!
Estamos assim, duplamente pitosga!

 
O casaco é quase vintage. Já o tinha dado à minha prima, ela devolveu-me tempos depois a dizer que não o usava. Ficou pendurado anos (coisa que não é normal pois volta e meia dou roupa).
Comprei uns patchs por 2,99€ (em saldos) e voilá, voltei a gostar dele...

sábado, 4 de fevereiro de 2017

António, és tu, meu filho?

Já houve alturas em que tive vontade de espalhar a comida pelos cantos da casa e deixá-lo aproveitar à vontade.
2 anos feitos em novembro e o segundo prato ainda é um drama. Bem... quase nunca é um drama porque desisti de insistir. Havia choros e gritos. Agora é mais calmo. Coloco o segundo no prato. Dou-lhe o prato. Come com as mãos o que quer e entende. Depois devolve-me o prato (umas vezes cheio, outras vezes meio cheio e a outra metade na roupa e chão, poucas vezes, o estômago chega a saber o que foi o jantar, além da sopa e fruta).
Sou eu que não sei, é ele que não quer, sou eu que tenho menos força, é ele que é difícil... vou relativizando. Não acredito que só coma sopas toda a vida. Não posso nem consigo ter forças para desesperar.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Fotografar ou salvar?

Eu sou das que pensam na foto mas só querem salvar o momento. Perco lindos posters, momentos inesquecíveis, principalmente, desde que tenho o António mas fotografo e filmo cada vez menos. O telemóvel ainda salvam muitos momentos. Se fosse apenas a máquina a fotografar, teria uma média de 3 fotos de 6 em 6 meses...
Esta será uma atitude que vou mudar. Usar mais a máquina fotográfica.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Do nada saiem as maiores dúvidas

"Mãe por que é que os bebés quando se casam levam com água na cabeça?"

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017