ALICE

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Para quem tem jeito...

... e não tem crianças de menos 2 anos em casa.
António encostava-se ao fogão e dava cabo dele.

Momentos... pelo telemóvel de uma amiga

Tão bom receber imagens que nos tiraram.

 
 
 
 
 
 
 
 
Quando partimos todos. Fui em trabalho e eles foram comigo.
Deu para trabalhar, para passear, rever amigos, família, juntarmo-nos à volta da mesa, gerir birras e fazer praia. 5 dias de trabalho, 2 fins-de-semana a tentar ter algum descanso (no possível com 2 crianças pequenas).
 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Cada um é que se sente

Alice não é nada exagerada mas é mulher e... mulher que é mulher não passa sem um pouco de drama.
António a beliscar-lhe o braço. Alice aos gritos: "Mãeeeeeeee, ele está a arrancar-me o corpo!!!"

No words

Alice aos gritos com o António.
Eu: "Alice fala baixo. Já não te posso ouvir..."
Alice: "Mãe respira fundo que já ficas feliz!"

Fim-de-semana em festa

 
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Yellow

 
 
 
 
 

Falou em casamento

Como a Alice tem estado em casa ainda não há aquelas histórias de namorados e gosto deste e daquele. Também não sou pessoa de fazer esse tipo de conversa com crianças. Prefiro que o tema venha deles ou que nunca venha...
O outro dia, do nada, virou-se para mim e disse:
"Mãe, eu vou casar com o Pedro (primo de um primo)."
Eu: "Mas as crianças não podem casar, porque dizes isso?"
Alice: "Não mãe, não é agora, é quando eu for adulta. Quando fizer 18 anos vou mandar uma mensagem à mãe dele a perguntar se ela não se importa porque eu não sei se ela se vai importar..."
Deu-me vontade de rir mas não dei muita importância à conversa. Disse-lhe apenas que era muito cedo para ela pensar nestas coisas.


Madrinha de casamento

Posso mudar de ideias até lá (será em Maio) mas, quase de certeza, um crop top e uma saia comprida.

 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Para refletir

Há 5 anos atrás

O facebook lembrou-me que, por esta altura, há 5 anos atrás eu estava de 20 semanas da minha primeira gravidez. Curiosamente, esta noite sonhei que estava grávida de 15 semanas. Não, não há aqui nada mais do que uma conversa com uma amiga que está agora grávida e que terá uma linda menina. A mente guarda e, durante a noite, devolve de mil e uma maneiras.
Isto para dizer que sou daquelas mulheres que, sem sonho algum de ser mãe, parir, engordar desmedidamente, adorou, amou, extasiou estar grávida. Foram meses tão felizes. As hormonas estavam um pouco descontroladas mas, na maior parte dos dias, tudo dava-me vontade de rir. Andava de sorriso rasgado, sentia-me a pisar nuvens (apesar do peso), falava com a minha barriga e deixava que todos passassem a mão como se eu fosse uma lamparina mágica a realizar desejos.
Foram os melhores meses da minha vida, repetíveis numa segunda gravidez. Da segunda vez estar grávida e tratar de uma bebé de 2 anos tornaram as coisas menos cor-de-rosa e mais cansativas. Adeus a sestas depois do trabalho, adeus a relaxar na praia, adeus a pernas esticadas no sofá, adeus a passeios e lanches com amigas, adeus a petiscos em esplanadas . Olá a carregar um na barriga e outro ao colo, olá a nunca parar e ter vontade de dormir em pé, olá aos enjoos e à cabeça enfiada na sanita (da primeira também foi mas eu não tinha público a perguntar o que se passava), olá a fazer tudo com dois agarrados a mim, um dentro e outro fora.
Saudades, muitas saudades...

20 semanas da Alice

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O mais novo...

... a crescer depressa demais.

Os argumentos nunca podem faltar...

... ou então solta-se um grito ou cala-se com um "porque sim!".

Alice, depois de ser chamada à atenção pelo comportamento impróprio, chorosa, solta um:
"Eu não sabia que os adultos que têm filhos gostam de ver os seus filhos tristes e a chorar!"

Não é fácil...

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Desejos de fim-de-semana

Aceitar que os sonhos quando são demasiado irreais não nos fazem bem, só aumentam o fosso entre o desejado e o possível. Aceitar que seremos felizes onde o nosso coração, o nosso amor estiver. Aceitar que o bem prevalece sempre sobre o mal. Aceitar que para cada problema há uma solução, ou mais. Aceitar que os passos podem ser incertos mas as certezas moram em nós. Aceitar as dificuldades como degraus que nos levam a uma sala tão cheia de vida e amor.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

To V. e F.

Sabe bem chegar a vossa casa,
ver os nossos filhos com os vossos,
ouvir-nos conversar sem filtros ou cuidados,
saber que acolhem as nossas gargalhadas da mesma forma que acolheriam as nossas lágrimas,
sentir que tanto podemos comer num prato da Vista Alegre como em cima de um guardanapo porque o que mais gostámos é de estar, estar numa simplicidade  sincera e generosa,
não há protocolos ou etiquetas,
os beijos aos nossos filhos são roubados, quando os agarramos num abraço forte e sentido,
os colos que damos a eles são colos de amor e carinho,
as piadas que dizemos têm a mesma importância que as conversas sérias que sempre chegam,
e ouvimo-nos como se gostássemos todos da mesma estação de rádio, dos mesmos filmes e livros,
vidas distintas e vidas tão parecidas,
ideias e ideais partilhados,
e concordamos em tanto como discordamos na escolha dos ingredientes de uma pizza para depois cheios e satisfeitos do que comemos e conversámos chegarmos à conclusão que comemos sempre muito quando nos juntamos,
e olhámos o relógio e nem demos o tempo passar,
sabemos que gostámos de nos juntar, sabemos que não fazemos sempre que nos apetece porque somos prisioneiros de outras vontades que nem sempre são nossas, prisioneiros de rotinas vitais na nossa família, mas conseguimos fugir, conseguimos sair e vermo-nos e conversarmos e estamos assim, juntos, em família,
e é bom, ajuda, ajuda ter outras famílias que se tornam na nossa família e onde nos tornamos na sua família...

 
 
 
 
 
 

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