ALICE

Lilypie Fifth Birthday tickers Lilypie Second Birthday tickers

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sem palavras

Na cozinha ouço o grito da Alice que vem da sala. É grito tão familiar e que tem a ver com o António. Ouço várias vezes ao dia.
Chego à sala: O que se passa?
Alice: Mãeeee, o António estava em cima de mim como se fosse uma bandolete!!!

Acreditar sempre

Não é fácil, no momento, acreditar que as coisas más ou menos boas trazem consigo ensinamentos preciosos e não apenas dor. Não é fácil, no momento, acreditar que temos a força e a clareza para decidir e seguir em frente.
Eu já sabia (ou talvez não soubesse) mas agora que senti na pele os seus efeitos, aprendi que, num acidente de carro, nunca, em circunstância alguma, abdicar de chamar a PSP, mesmo que a outra parte pareça ou seja a pessoa mais honesta do mundo e queira resolver sem problemas, preenchendo a declaração amigável.
A polícia recolhe no local os dois depoimentos, faz o croqui e, desta forma, a justiça sobre o sucedido é algo mais fácil de se atingir.
Lição do ano, conselho de amigo: Um acidente, uma batida, um toque que seja que provoque danos materiais, ligue PSP.

Não espere do outro a atitude que teria, não tome por garantido no outro os valores que podem ser apenas seus.


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Para ler, acreditar e serenar

"tudo na nossa vida está no lugar certo, na hora certa. tudo o que vem para a nossa vida faz parte do que precisamos de enfrentar e superar. aceitar é uma parte da força que ajuda a continuar a lutar. não comparar com a vida dos outros é outra parte da força: cada um tem o seu próprio tempo, as suas próprias batalhas, as suas dores, os seus dias de peito aberto."

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Kimono ou quimono ou robe de dormir

Dizem que será peça para continuar no outono. Há alguns nos saldos, para quem gostar desta tendência.
Tenho um mais curto comprado há mais de 1 ano nos saldos da ZARA.















Pinterest

Processo em curso


Sair do berço

O António ainda dorme no berço mas está mais do que na altura para sair de lá.
Ele não se queixa e eu sinto-me segura com ele lá dentro, sabendo que não tenta pular ou sair.
Mas chegou o momento. Ele está a ficar crescido e a nossa escolha recaiu para uma opção que adoro do IKEA e que, mal possa, será também uma aquisição para a irmã.




HEMNES
Cama indiv/dupla c/3 gav/2 colchões, branco, Husvika firme
459€
 
É cama individual que permite ficar de casal. Para quem recebe e gosta de receber visitas em casa é excelente para acomodar mais gente. Já a estrei e posso confirmar que é bastante ampla e confortável (aberta). Para a semana fazemos a mudança do António. Até lá dorme no berço que foi da Alice e que é da filha de uma amiga...
 
 
A dormir a sua sesta.
 

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Estes dias...

Mesmo sem férias, tenta-se aproveitar uns fins de tarde fora da rotina...








terça-feira, 8 de agosto de 2017

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Alice e a sua auto-estima

Tia para a Alice: "Alice és bonita!"
Alice:"Tia, eu não sou bonita, eu sou maravilhosa!"
Se há pais que trabalham a auto-estima com os seus filhos, eu trabalho a humildade com a minha.
Temos um longo caminho a percorrer...


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Hora das refeições e os jogos

Todos os dias, no momento da refeição, sem qualquer exceção, lá vêm os jogos. Jogos inventados por nós, com palavras, charadas e diabo a 4 onde o resultado é fazer comer a sopa às colheradas. 3 colheres para começar o jogo, 2 colheres quando acerta na resposta, 3 colheres se erra. Assim até acabar o prato de sopa.
Nem sempre, na verdade, quase nunca tenho paciência para inventar jogos, para estar com adivinhas na hora de refeição. Às vezes só queria o silêncio ou que conversássemos sobre o dia em vez de estar com: a sopa levou cenoura ou levou courgettes? ou estou a ver uma coisa de plástico. É o jarro de água, a concha da sopa ou a marmita?

Anteontem à hora de jantar, a comer a sopa:
Alice: "Mãe vamos jogar um jogo de palavras!"
Eu, desejosa por uns minutos de silêncio e com o cérebro em modo poupança de energia, digo: "Oh Alice, a mãe está com uma dor de costas!"
Alice a rir: "Oh mãe!! Falas é com a boca e não com as costas! Podes jogar!"

Ontem à hora de jantar, para começar a sopa:
Alice: "Ai mãe, estou com uma dor de cabeça que nem posso com barulho. Preciso de silêncio." colocando as mãos sobre a cabeça
Eu a pensar que me estava a safar do jogo, aos pulos por dentro, mas com ar pesado: "Então, filha?"
Alice: "Hoje temos que jogar o jogo muito baixinho!"

video

terça-feira, 1 de agosto de 2017

O António e a terapia da fala

Não há filhos iguais, não há dúvida.
Se a Alice estava num extremo relativamente ao desenvolvimento da linguagem, sendo realmente precoce na sua evolução, o António está no extremo oposto.
Quando ingressar no jardim de infância em setembro, irá com os estereótipos que costumam estar associados às crianças que são criadas em casa com pais ou avós: atraso na linguagem, resistência às regras, dificuldade em esperar pela sua vez, etc
A irmã teve o mesmo percurso do que ele e com a desvantagem de não ter tido irmãos em casa nos primeiros quase 3 anos de vida. Contudo, sempre foi fenomenal na linguagem, no relacionamento com o outro, no à vontade com que ia aos diferentes lugares e interagia.
O António só agora (aos 2 anos e meio) começa a dizer algumas palavras. O mãe, pai e "aice" (Alice) já estava há muito interiorizado e verbalizado, tal como o não (of course). O restante era por gestos e apontando.
Ele foi encontrando as suas próprias formas de comunicar connosco sem ter de verbalizar. Encontrava gestos para comunicar: pão com manteiga (passando 1 dedo sobre a palma da mão), avó (colocando uma mão na face), festinhas (passando uma mão pelo antebraço), quente (abanando uma mão no ar) and so on, so on...
Nem sempre a comunicação era clara e, algumas vezes, (poucas) não se conseguia fazer entender.
Por recomendação da pediatra (não que seja uma preocupação minha. Sei que o dia dele chegará. Que o atraso da linguagem não esconde outros problemas de desenvolvimento) para melhorar a comunicação com  o outro e para não aumentar a sua frustração e, consequentemente, momentos de birra, iniciamos a terapia da fala.
A consulta inicial com o fisiatra foi o mesmo que nada, nadinha. Não gostei, não adiantou nada nem me disse nada que não soubesse. Acho que não chegou a 10 minutos de consulta (mais longa porque a Alice foi também e ela não se cala), disse-me que ele tinha um atraso na linguagem e que era preciso despistar algum problema de audição (Já sabíamos. Estamos apenas a aguardar a consulta no especialista).
Ontem foi a primeira consulta com a terapeuta da fala. 1 hora em que ela fez perguntas e esteve a interagir com o António, "forçando-o" a responder sem ser com gesto, nomeadamente o SIM.
Acho que ele tem a beneficiar deste apoio, que chegará mais cedo do que se fosse pelo seu percurso preguiçoso de desenvolvimento da fala.
Veremos como corre...

 

Dizem-me que sou mãe babada

Blasfémias!

sexta-feira, 28 de julho de 2017

É verão!

video

Post no meu facebook

Alice foi brincar e jantar a casa da sua melhor amiga e eu, por umas horas, volto a sentir o que é ser mãe de um filho só. Não vou gritar feita louca ou fazer uma dança de alegria mas posso dize-lo que tinha uma rica vida e nem sabia. Se alguém cá passar e levar o António para jantar posso recordar os meus tempos pré-mãe.
Melhor não... posso gostar demasiado...
Vá, quem nunca se lembrou dos seus tempos sem filhos e sorriu entre dentes que atire a primeira pedra!


terça-feira, 25 de julho de 2017

Mãe (im)perfeita

Quantas vezes uma mãe perfeita precisa de lavar os seus filhos até perceber que a nenhuma espuma que o gel de banho faz afinal não é da marca é por se tratar de creme hidratante e não gel banho? Eu cá diria umas 4 ou 5. Menos do que isso é mentir com os dentes todos!!