ALICE

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Quem diz a verdade não merece castigo

O outro dia, no parque de estacionamento do meu trabalho, rasparam-me no pára-choques deixando lá uma valente marca.
A pessoa que o fez veio-me contar o sucedido e disponibilizar-se para pagar o arranjo. Ora, o meu carro tem raspões à frente que me lembram uma ida com a minha prima Mada a comer caracóis, raspões atrás que me lembram nunca ter descoberto como lá foram parar, uma marca vermelha que me lembra a visita de uma amigo de B. que usou o carro e lá deixou esse sinal, uma mossa na porta do lado do condutor que me lembra o dia de manhã que chego ao carro e vejo aquele lindo serviço e agora uma mossa com raspões brancos e pretos que me lembrará uma colega do meu trabalho.
Não fui capaz de entregar o carro na oficina e cobrar-lhe o arranjo. Mais raspão, menos raspão, mais mossa, menos mossa, um dia volto a jogar no euromilhões e entrego o carro na sucata.


Amanda Seyfried - W Korea by David Slijper, February 2012
 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Pensava que já estava imune

Já sou rapariga crescida, já tive desilusões amorosas de me levarem ao descrédito total, já tive desilusões com amigas que me levaram ao corte definitivo e à indiferença total sobre as mesmas, já tive desilusões profissionais que me fizeram olhar mais para o meu trabalho e me preocupar menos com o que se passa à volta.
Pensava eu que já estava uns 99% imune no que diz respeito a desilusões com outro ser humano.
Hoje, ainda com o estômago embrulhado (os sintomas começam aí), sofro uma desilusão profissional. São conversas atiradas para o ar, comentários infelizes, feitos com um facilitismo, em alto e bom som, que me voltam a roubar o chão.
Porquê? Porquê tanta preocupação com o que os outros fazem e tão pouca preocupação consigo próprios.
E quando sou desiludida não consigo sequer olhar para a pessoa, fico calada com medo do que possa sair pela boca porque nesses momentos pareço carregar o coração na boca e sei que vai saltar mal lhe dê um espaço mesmo que pequeno.


Juno Temple

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Telefonema

Aguardo por um telefonema que me pode colocar em Lisboa para resolver um problema que se agravou na boca... tenho um nó no estômago.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

É segredo

Existem dias que passam a voar no trabalho e quase me esqueço da minha Nisca, noutros a saudade é tão grande que tenho que ir ver as fotos dela no telemóvel para apaziguar um pouco a falta que ela me faz.

"Ainda queres outro filho?"

Perguntou-me a minha prima Mari quando a visitei no fim-de-semana.
Tinha a resposta na ponta da língua, a mesma resposta desde que a Alice nasceu: "Quero! Quero muito! Se pudesse era já!" (Aqui o não poder nem falo em questões financeiras, apesar de existirem, mas principalmente por ter sido cesariana e quero esperar quase 2 anos antes de entrar em competição novamente)

Penso nisso muitas vezes... não me perguntem porquê pois não consigo explicar bem. Acho que é a vontade quase incontrolável de ter mais do que um filho, de sentir o meu coração voltar a duplicar de tamanho, de relativizar a parentalidade e de me descentrar um pouco da minha filha. Um segundo deve dar muito trabalho mas também deve tornar as coisas mais naturais e simples, não?!

 
Depois faço algo parecido em casa :)

Sling

Comprei um acho que a Alice ainda não tinha nascido.
Nos primeiros meses usei 3 vezes no máximo. Sempre que a tentava colocar no Sling ela queixava-se, acho que era a minha falta de jeito. Não a conseguia ajeitar bem...
Agora que a Alice está crescida não existe um dia que saia de casa e não use o Sling. Vivo num segundo andar, sem elevador, e para subir e descer as escadas sem ficar com a língua de fora com os mais de 10kgs da Nisca e sempre pelo menos uma mala, tenho que usar o Sling. Na rua uso o carrinho mas sempre que resmunga, farta de estar no carrinho lá pula para o Sling, sem o qual não consigo andar com ela ao colo mais de 10 minutos.
Assim sendo, se nos primeiros tempos não foi rentabilizado, agora está mais que rentabilizado e constitui uma compra da qual não me arrependo nada.




domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nem sempre consigo...

... acreditar no que a minha mãe me disse vezes sem conta sempre que lhe contava um problema que para mim parecia do tamanho dos Himalaias: "Só para a morte não há remédio, tudo o resto tem solução."
Por vezes esqueço-me disso e hoje é um desses dias.

Emilio Pucci Fall 2013

Toque Mágico

Estamos (eu e macaquinha) a frequentar um curso de massagem infantil. Estou a aprender a fazer massagens, a aprender a importância do Toque e da ligação que se estabelece nas massagens, dos beneficio na saúde física e mental do bebé e por consequência em toda a família.
Gostava que a minha macaquinha colaborasse mais mas ela prefere andar a passear por uma sala linda e colorida do que ficar estendida no colchão a receber os meus toques. Na maioria das vezes tenho que socorrer-me de um bebé chorão enquanto a Alice vai socializar com os outros bebés e pais que estão a frequentar o curso.

Sala do curso

Momentos preciosos e toques mágicos

Para mais informações: Toque Mágico

Leucemia

Uma amiga minha acabou de perder o pai. Não imagino o que ela estará a sentir... e penso que se fossemos todos dadores talvez houvesse um outro final...
Ela tem estado no meu pensamento.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sexta-feira de sol

Por aqui aproveita-se um dia de férias...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Uma hora de coração nas mãos

Hoje, das 8h às 9h, macaquinha ficou em casa, entregue aos cuidados da minha amiga Muka que veio em formação.
Eu fiquei descansada, confiava nela e sabia que a Alice nem ia dar pela nossa falta pois tinham ficado as duas a brincar na sala.
O pai foi comigo de carro, calado, não dizia nada... acho que levava o coração nas mãos.
Pela primeira vez, desde que nasceu, ela ficava com outra pessoa que não o pai ou a mãe. Pela primeira vez ficava com uma amiga minha, mesmo antes de ter ficado com o avô ou a avó, um tio ou uma tia.
Eu fui para o trabalho e antes mesmo das 9h já o pai ia a caminho de casa...
Já tive o relatório. Ela ficou a brincar, cantaram, dançaram, viram babytv. Ela nem deve ter dado pela nossa falta e se deu deve ter pensado: "Ufa, já não era sem tempo... pais chatos estes?!"

 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Atrasada?

Isto sem agenda é um descontrolo total!

P.S. Obrigada pelas fantásticas dicas no post abaixo :)

Amanda Seyfried - Vanity Fair UK by Simon Emmett, December 2012
 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Alerta Vermelho

Há alguma alma caridosa que me informe onde posso arranjar uma agenda de 2013 em tamanho A5 neste pedaço de terra plantado em pleno oceano Atântico?!
Já vi hiper continente e algumas papelarias...

P.S. Decidi não ter uma Mariquitas este ano mas já me começo a arrepender...

Tráfico humano

Ainda na casa dos meus pais já recebia dezenas de amigos que precisavam de lugar para prenoitar ou de estadia para uns dias de férias. Apesar de viver com os meus pais e de não ser o mesmo que ter uma casa só para mim, eles sempre alinharam e nunca recusaram receber nenhum amigo meu. Às vezes era apenas uma noite a caminho de um outro destino qualquer, outras vezes uns dias de férias, ou mesmo quando cá paravam na minha ilha para trabalho.
Era tanto o movimento que chegaram a dizer-me que eu só podia estar envolvida em tráfico humano.
Agora partilho a casa com B. e o vai-vém continua. Desta vez, é ele que tem de alinhar e abrir a porta do seu lar aos meus amigos.
Nestes últimos tempos temos a nossa querida Betty que nas suas viagens ao Porto, faz uma paragem e prenoita em nossa casa, sempre que vem da ilha Terceira. Ainda os últimos dois fins-de-semana foram assim: uma noite na ida e uma noite no regresso.
Hoje já temos nova inquilina. A Muka também vem da Terceira para uma formação em S. Miguel, e a nossa casa abre-se às pessoas do coração.
Apesar de alterarmos um pouco as nossas rotinas, o quarto onde dormimos (temos que ir para o da Alice), fico tão contente com estas visitas. Mato saudades, converso até tarde, ouço os risos e gargalhadas de quem já não vejo tanto.
E fico, fico deveras contente que B. os receba como seus próprios amigos, que B. os trate ainda melhor que eu e que tenha sempre um gesto de carinho e atenção que, apesar de típico da sua personalidade, surpreende-me sempre (mas nunca lhe digo).

Phoebe Tonkin
 

Google

540º Aniversário de Nicolau Copérnico

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

RED Valentino

 
 
 

Ter uma bebé que acorda 4 a 5 vezes por noite

Peço para mudar uma reunião porque B. tem consulta no dentista e precisava que eu ficasse com a Alice. Escolho o dia e hora que acho mais convenientes para mim e que não coincidisse com a minha consulta no dentista. Depois da confirmação da mudança para dia e hora propostos por mim, apercebo-me que mudei precisamente para o dia e hora que tinha a consulta.
Resultado: já liguei ao dentista a marcar para o dia e hora que eu quase jurava que tinha a consulta.

A agravar esta minha memória de caracol há o fato de, pela primeira vez em anos, estar no mês de Fevereiro e ainda não ter agenda.

Lá em casa come-se como gente grande...

 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Love it

 
 

Eu sou best

 
Sou daquelas pessoas que encontra a verdadeira felicidade a partilhar uma refeição com pessoas do coração. E B. é tal qual como eu neste campo. Já passámos muitas e muitas horas de felicidade... e sim, temos uns quilos a mais de felicidade no lombo. Mas é felicidade, não se pode recusar.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Noite de S. Valentim

Alice dorme.
Eu no computador alternando entre trabalho e lazer.
B. no trabalho a proporcionar jantares românticos a casais apaixonados.

To B.


Assim
Que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão,
Dava prá ver o tempo ruir
Cadê você?
Que solidão!
Esquecera de mim?
Enfim,
De tudo o que
Há na terra
Não há nada em lugar
Nenhum!
Que vá crescer
Sem você chegar
Longe de ti
Tudo parou
Ninguém sabe
O que eu sofri...
Amar é um deserto
E seus temores
Vida que vai na sela
Dessas dores
Não sabe voltar
Me dá teu calor...
Vem me fazer feliz
Porque eu te amo
Você deságua em mim
E eu oceano
E esqueço que amar
É quase uma dor...
Só sei viver
Se for por você!

                          Djavan, Oceano

E este cantor me lembrará sempre como tudo começou, sem promessas e com a certeza que haveria um oceano imenso a separar-nos... Contudo, o meu coração já era dele, mesmo antes de eu saber... Um dia o oceano desapareceu e ficámos no mesmo pedaço de terra.
O tempo diz-me que vale a pena, vale a pena acreditar mesmo quando à primeira vista 2000km parecem muito para se construir alguma coisa.

É Pboy, que fazer ao que Deus fez?

A resposta a umas fotos que lhe enviei dele com a Alice:

Grazie mille per las fotos que me són arrivato per te.
Tieno estato a Sines per la Carnaval e me soi regressado a Lissabona onteni.

Que achas do meu italiano made in this very second?
Nem tu te safaste tão bem quando lá estiveste, aposto.

Como estão todos por aí? E quando pergunto por todos não me refiro a toda a população do arquipélago... Apenas a ti, ao Bruno e à Alice.
As fotos estão altamente embora eu esteja com bico de pato esquizofrénico em algumas delas... Porém, que fazer ao que Deus fez?

Beijos
Abraços
Apertões

Pirii

 
 

To everyone


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

E o Carnaval já passou...

Quando era miúda o que mais gostava do carnaval era de poder andar maquilhada durante os dias de comemoração. Pintava os olhos, os lábios, colocava blush e pintava sempre um ou dois sinais na cara. E ficava feliz da vida por estar maquilhada como gente grande.
Das fantasias guardo uma especial recordação de um ano a minha mãe me ter vestido a minha roupa da primeira comunhão, um vestido lindo branco, ter-me arranjado um raminho de flores e me ter dito que estava mascarada de noiva.
Talvez me tenha causado trauma pois a beirar os 40 anos foi a única vez que estive mais próxima de vestir um vestido de noiva.
Belos tempos onde a minha preocupação era passar o batom de 10 em 10 minutos e atirar bolinhas de papel (muitas delas feitas por mim dias antes com o furador).

 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

B., e estas?

H&M


Já temos cadeira

A posição do cinto não é nada cómoda para colocar o bebé. Estivemos a ver e não há outra forma de o colocar.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Segunda-feira de Carnaval

De manhã na varanda.

Da tarde em casa de amigos.

Final de tarde...

... à beira-mar.

Ontem à noite...



Solta-se algumas gargalhadas mas não é nada de extraordinário.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O carnaval por aqui...

Sei que o Carnaval está à porta porque foi dada tolerância de ponto no Governo Regional para terça-feira e no hiper as fantasias de carnaval estão a 50% para o cartão, caso contrário, acho que nem me apercebia desta época festiva.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Calças com flores

Nas férias de Natal passei na H&M e ia sair de lá com uns elásticos de cabelo e umas calças às flores. Não tinha carteira comigo e B. teve que entrar na loja para me levar a carteira. Quando viu o que tinha nas mãos falou tão mal, mas tão mal das minhas calças que para não o ouvir mais saí de lá aborrecida e apenas com uns elásticos de cabelo.
É por estas e por outras semelhantes que costumo ir às compras sozinha, nem com amigas costumo ir. Vejo o que gosto, pelo tempo que quero, sem pressas, sem pressões, sem censuras e em total liberdade.
Ele ainda disse mais: "Coloca essas calças no blog e vais ver os que as pessoas vão dizer! Vão ter a mesma opinião do que eu. Antes vás à MaxMat se é para andares com um jardim nas pernas."

E uma pessoa cansada dá-se por vencida e deixa atrás umas calças que eram a minha cara. Afinal sou uma flor ;)

 
Tão florida que eu ficava com elas...


Boas ideias


Os meus sonhos não são grandes...

Sonho com uma casa com jardim...

 
 


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Esta semana saimos do ovo

Como já aqui tinha revelado tenho uma preocupação com as cadeiras de carro para bebés.
A Alice já fez um ano e já passou dos 10kg. O ovo começa a ser pequeno e chega o momento de decidir por uma cadeira. Não queremos nada muito caro e nem precisamos de isofix porque o meu carro é quase lata velha, contudo, há um requisito fundamental do qual não prescindo: tem que manter o bebé de costas, pelo menos, até aos 2 anos.
Sei e ouço muitos casos de bebés que já viajam virados para a frente, mesmo antes de 1 ano de idade. Talvez porque acham que os bebés têm melhor visibilidade e ficam mais quietos e talvez fiquem. Talvez porque acham que é mais cómodo para bebés e pais, quem sabe? Talvez porque sim, para o menino não ir com as pernas dobradas, coitadinho ou talvez por coisa nenhuma, porque a lei o permite.
Eu não gosto de pensar no pior. Na verdade, espero sempre pelo melhor, mas quero estar preparada para quando esse melhor não chega, ou seja, uma possível batida, travagem mais profunda ou acidente mais aparatoso (Deus nos livre).
Assim sendo, a minha princesa não se livra de andar de costas por mais 1 ano, mesmo que em Portugal o obrigatório seja apenas até aos 12 meses, quando em outros países mais conscientes se prolongue até aos 3 ou 4 anos.
Isto porque uma criança não é um adulto em ponto pequeno. O seu pescoço é bastante mais frágil apenas tendo alguma resistência aos embates frontais (os mais frequentes na estrada) a partir dos 3/4 anos. As consequências de um choque frontal a 50km/hora são agravadas quando a criança com menos de 4 anos viaja no sentido da marcha.

Aqui fica um dos muitos vídeos que podem encontrar para vos ajudar a decidir (quem ainda não o fez): http://www.rearfacing.co.uk/index.php

E mais informação na experiência desta mãe, no seu blog muito útil para quem vive isto de chamada Parentalidade: http://maravilhasmaternidade.blogspot.pt/2013/02/passear-em-seguranca-iii.html


A pensar nesta: Eletta Paprika da Chicco
Até aos 18kg
Grupo 0+1
 
P.S. Podia optar por uma que desse até aos 25kg mas essas passam largamente dos 200€. Quero aproveitar o talão da Pré-Natal no valor de 150€ e não me parece que na loja tenham cadeiras que viajem de costas depois dos 18kg.

To everyone

 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Já sabe muito, já!

Corre a casa toda agarrada às paredes e aos móveis, quando não a levamos pela mão.
Na cozinha tenta abrir os armários. Quando lhe solto um: "Alice" mais alto e com ar sério. Ela responde-me piscando os olhos com um ar doce e sereno com a certeza que me derreterá naquele preciso momento.

Foto já antiga, mas os olhos são os mesmos... 
(Foto tirada pela talentosa Andreia.)
 

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To me

 
Tenho que o recordar de vez em quando porque tendo a esquecer nos dias de maior cansaço...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ando à procura da melhor relação preço/qualidade

Isto de ser mãe pela primeira vez faz com que todos os dias seja uma aprendizagem constante.
Da última vez que a Nisca esteve muito constipada e cheia de tosse, nunca, mas nunca mesmo, me passou pela cabeça que uma máquina de aerosois podia aliviar-lhe aquela aflição em respirar e tanto tossir.
Só depois disso tudo passar é que, fazendo, de certeza, alguma coisa que não tem nada a ver com maternidade, é que o meu pensamento foi visitado por essas máquinas. Estou decidida a comprar uma antes mesmo da minha princesa ser atacada por uma nova constipação e gostava fazer uma boa compra.
Na farmácia perto do meu local de trabalho aconselharam-me uma da PIC no valor de 105€.
É pedir muito que partilhem a vossa experiência? (Sei que ando um bocado chata nos últimos tempos...)

Nebulizador Artsana - PIC Air Projet
(acho que é este modelo)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Leite de Vaca depois dos 12 meses

Na consulta dos 12 meses tivemos indicação da pediatra para introduzir o leite de vaca gordo. Assim o fiz como mãe muito atenta a todas as indicações da nossa pediatra.
Durante 2 semanas dei leite gordo de vaca à Alice, não tendo ela qualquer problema de adaptação, alergia ou alteração nas fezes.
Contudo, não me sentia segura desta decisão. Ouço falar enfermeiras e outros médicos que quando mais tarde a introdução do leite de vaca melhor. Ouço que a partir dos 18 meses é a altura mais indicada. Leio que o leite de vaca impede a absorção do ferro, que é uma sobrecarga para os rins mesmo depois dos 12 meses, que pode haver perdas de sangue imperceptíveis levando à anemia.
Ontem falei com B. e disse-lhe que queria voltar para o leite adaptado. Neste período a Alice passou a beber mais leite (acho que ficou fã do leite de vaca) e tenho muito medo que seja uma dose excessiva para o seu organismo.
Em média estava a beber 1 biberão antes de dormir à noite e 2 durante a noite (as noites complicadas de acordar muita vez ainda não terminaram). Durante o dia 2 iogurtes e às vezes 1 papa. É muito mais do que os 500 ml indicados pela pediatra.
Assim sendo, e trocando os 0,65€ pelo nosso belo pacote de leite açoriano, voltámos ao Aptamil 1 de quase 14€.
Sinto-me mais descansada com esta decisão. Assim será, garantidamente, até à próxima consulta dos 15 meses. Depois veremos se a pediatra me convence a passar ao leite de vaca.

O que dizem os vossos médicos? Que decisão tomaram?

Já lá vai o tempo. Até aos 9 meses ela ficou com o melhor possível :) Por minha decisão (gritei a minha independência mamária e queimei os soutiens de amamentação) passámos ao leite adaptado.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Queria mas não posso

Queria sentar-me ao computador e escrever um post sobre um curso de massagem infantil que estou a frequentar com a minha Nisca. Queria ainda escrever um post sobre as minhas preocupações leite de vaca/leite adaptado e por fim lançar uma pergunta sobre máquinas de vapor.
Eu queria mas vou aproveitar que a pequena dorme para passar a ferro...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Quando a fantasia não é benéfica para as crianças

Ontem, mais uma notícia de nos colocar os cabelos em pé e o coração caído. Ontem, outra criança cai de uma varanda de um prédio qualquer levando-a à morte e deixando os pais num estado que eu não consigo imaginar. Acredito que tenham "morrido" também.
Desta vez foi a fantasia que, muitas vezes, incutimos e alimentamos sem pensar nas consequências. Fazemos acreditar os nossos meninos que eles são os seus próprios ídolos, que eles são os Super Homens, Homens Aranhas e outros que tanto admiram. Fazemos acreditar que também eles têm poderes e são invencíveis.
Ontem, enquanto o pai desceu para comprar pão, o filho de 4 anos vestiu o seu fato de Homem Aranha, colocou o capacete e atirou-se de um 7º andar. Não foi só a fantasia, aqui é grave o fato da criança ter ficado só em casa mas podia ter acontecido com o pai na cozinha.
Não consigo dizer mais palavras sobre este assunto... custa-me ainda mais...

Associação de ideias

Se eu for realmente trabalhar para o Palácio será que passo a ser princesa?

 
P.S. Pensando bem, as princesas não trabalham...