ALICE

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Fui cortar umas pontinhas...


Oficina do Cabelo - Covilhã 
Meu local de eleição 
O teste será este corte com o meu ondulado.




quarta-feira, 27 de abril de 2016

Já não sou especial

Ainda não tem um mês que ouvi da boca dela um "amo-te, mãe"...
Agora ela não me ama somente, ama tudo e todos.
Só esta semana:
"Mãe, eu amo Mcdonalds e se eu amo Mcdonalds porque nunca me levas lá?" Ela realmente nunca lá vai, nem sei de onde vem esse amor.
"Mãe, eu amo ver o Bing!"
"Eu amo chocolate!"
"Ah, eu amo esta roupa!"

É uma rapariga de muito amor!

Estou a ficar velha...

Última da Alice:
"Mete gelo!" quando a conversa vai longa e ela quer pôr um fim ou se alguém se exalta mais no discurso.
Ainda não sei onde a foi buscar...

segunda-feira, 25 de abril de 2016

25 de Abril

É um dia especial para todos os portugueses e para nós duplamente especial.


Estamos bem





sexta-feira, 22 de abril de 2016

Álbum com 10 anos de fotos

Não foi fácil mas fi-lo em tempo record. Mais um para a coleção e este não começa com bebés...

 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

O meu dom para a música

Eu na cozinha a fazer a sopa e a cantar. Alice no balcão da cozinha a brincar com plasticina.
Alice: "Mãe, não cantes!"
Eu: "Porquê?! Achas que canto mal?"
Alice: "Não é isso! És uma mãe fofinha e maravilhosa! Mas fica aí quieta tipo estátua!"

A minha ausência

Perco-me nos dias, em afazeres, em abraços fortes, em risos e gritos, nos dias que são mais longos mas que a minha energia não acompanha. Estou sobrecarregada com trabalho extralaboral (formação) mas aguarda-me uma semana de férias.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Uma declaração de amor

Quando a fui deitar, num misto de vontade e de irritação, vontade por a ir aconchegar, irritação porque sei que será longo, que ficarei chateada com os pedidos repetidos de xixi, água, e o mickey, o pateta, o pluto, a frozen e companhia que têm que ficar na cama, os repetidos "tenho calor" ou "tenho frio" e eu irrito-me porque me sinto incapaz... nem aproveito o quentinho daquele momento, os beijos que me dá, nem faço que a hora de deitar seja pacífica, sem queixumes meus ou dela. Meus porque quero ir fazer outras coisas, porque quero esticar as pernas no sofá antes de dormir ou simplesmente respirar um pouco sozinha sem os constantes mãe, mãe ou apenas ter uma conversa de adultos na sala sem a presença de crianças. Dela que me quer junto a ela, que me diz "mas tu és a minha mãe" quando lhe digo que não posso ficar mais tempo.
Ontem virou-se para mim e disse-me agarrando-me as duas mãos ao mesmo tempo: "Mãe, eu amo-te!"
Eu nunca lhe disse isso. Nunca lhe disse amo-te. Não que não a ame com todas as minhas forças mas nunca lhe disse dessa forma. Digo-lhe que a adoro muito, que gosto dela infinitamente, que é o meu amor, o meu tesouro, parte de mim mas amo-te, assim, simples, fresco, claro nunca o fiz...
Respondi-lhe: "Eu também amo-te muito, muito!" mas foi ela que na pressa do meu deitar me ofereceu o seu amor...

terça-feira, 12 de abril de 2016

O quê?

Alice ao ver fotografias depara-se com uma minha um ou dois dias depois de ter sido submetida a uma cirurgia maxilofacial. Vira-se para mim e pergunta muito séria: "Mãe, era dia de Halloween?"

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Por aqui...

... o chão é o lugar mais apreciado.








42

Normalmente entra o 1 de janeiro e eu começo a apregoar o meu aniversário. Falo nele, na comemoração, no número alcançado, na mais desejada oferta.
Este ano, por vários motivos, estive mais silenciosa. Não houve pregões, foguetes ou pedidos.
A felicidade de fazer anos manteve-se mas a disposição para comemorações é que foi quase inexistente.
Comigo estiveram a maioria das pessoas do meu coração. As outras ficaram ao telefone.


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Aliexpress

Temos nova diversão. Ainda apenas a contar pauzinhos e somar. O resto, no futuro apenas...



quarta-feira, 6 de abril de 2016

Que não haja ilusões

"Entre um bebé, quando se sonha, e um bebé, quando ele nasce, há um ror de novidades e exigências que fazem com que qualquer boa mãe se engasgue e se atrapalhe."
Eduardo Sá, psicólogo

Este engasgo não desaparece com o tempo ou a experiência. Aprendemos a viver com ele e com as suas mutações ao longo da vida. Aprendemos que os desafios superados que nos dão alento apenas significam que novos e mais difíceis desafios chegarão. E aprendemos a viver engasgadas, no meio da atrapalhação, dando o melhor de nós. A culpa, essa culpa materna, nunca desaparecerá... vai ficando mais pequena quando menos ouvirmos o que os outros dizem de nós e da forma como educamos os nossos filhos.


terça-feira, 5 de abril de 2016

Ter um segundo filho

 
 
Nem sempre tive a certeza que queria ser mãe. Nunca foi um sonho de vida, uma aspiração como tantas mulheres têm. Era feliz, era muito feliz... No entanto, uma coisa tinha a certeza, a certeza de um arrependimento avassalador quando chegasse aos 60/70 anos (se chegasse) sozinha... (entenda-se este sozinha sem filhos).
A vontade da pessoa que estava comigo ser pai era muita e talvez isso tenha sido determinante para embarcar na aventura. Sim, vamos, vamos ser pais! E nesse momento, nessa decisão de ter um filho vinha logo outra por acréscimo: não pode ser filho único! Esta era a minha crença! Não me via como mãe de um só filho, não via o meu filho como filho único. E nem quando saí da maternidade com a barriga cheia de agrafos, ainda atordoada de morfina e com um bebé nos braços, deixei de ter essa vontade de ter mais filhos. Queria mais, mais um!
Sabendo das noites, dos dias, dos valores, da logística, do cansaço, dos gritos e choros, do nosso desespero momentâneo, queria mais, mais um!
E mais porquê?! Sim, já era mãe! Já tinha uma filha! Já sabia o que era realmente um amor incondicional e avassalador que nos deixa sem respiração!
Queria mais porque precisava descentrar-me da minha filha, precisava dividir-me com outro filho para que o amor multiplicasse, precisava tirar-lhe atenção de cima para que outras atenções caíssem sobre ela, precisava de um outro filho para não esperar tudo desta filha, para não lhe pedir tudo, precisava relativizar a maternidade, precisava de mais gritos em casa, mais vozes de crianças, precisava de lhe dar uma companhia sempre que não pudesse estar com ela, precisava de lhe dar um amigo de sangue, precisava de me dar outra parte de mim fora de mim.
Sim, eram muitas as razões para ter outro filho mas também existiam tantas razões para não ter mais: conseguir dormir a noite toda, conseguir dedicar-me mais à carreira profissional, conseguir ter mais tempo de casal, conseguir fazermos mais viagens a 3, conseguir libertar a casa de apetrechos de bebés (ocupam tanto mas tanto espaço), gastar menos dinheiro ou gastar o mesmo mas não mais.
E sim, sabia que talvez não desse o mesmo ao segundo que dei ao primeiro, o tempo seria menor, a atenção menor, a paciência menor e o cansaço bem maior. Sabia que teria de tirar a Alice da natação temporariamente por questões de gravidez final e logística, sabia que ela talvez tivesse menos brinquedos no futuro, sabia que nos chocaríamos mais uns contra os outros, sabia que a minha memória ficaria mais reduzida com noites mal dormidas, sabia que o segundo filho não teria um colo exclusivo, tempo exclusivo como o primeiro teve.
Mas isso nunca me fez confusão, nunca pensei duas vezes que a Alice teria menos roupa ou brinquedos porque chegaria mais um filho, nunca me culpabilizei porque a teria de tirar de uma ou outra atividade porque teria um irmão.
E essa culpa não existia nem nunca chegou a existir porque algo estrondoso permiti que acontecesse. Um outro filho para mim e para o pai e um irmão para a Alice. O futuro é incerto, a relação que eles irão construir é desconhecida, a família que estamos a construir transforma-se no dia-a-dia... mas... o amor, o amor que se vive não duplicou com um novo filho, aumenta ao quadrado para cada um de nós. Estamos mais cansados, talvez mais irritados em certos momentos, dormimos bem menos mas alguém, alguém que podia nunca ter aparecido chegou e arrasou-nos por completo de amor, tanto mas tanto amor!
Se houver por aí alguém que tenha dúvidas se será possível amar tanto um outro filho quando já se ama infinitamente um? Sim... sim, é possível e o amor por ambos cresce e nós crescemos com ele.
Todos ganham nas perdas que possam existir (de tempo, paciência, atenção ou bens materiais) porque ganha sempre o que é realmente importante - o amor!

 
"António, vieste ensinar-nos que quando se tem mais de um filho o amor cresce no peito e aumenta por cada um deles. À tua irmã ensinarás que o amor entre irmãos é algo único e impagável."
 
 

Logo de manhã

Raras vezes saio de casa para o trabalho antes da Alice acordar. Na maior parte das vezes está acordada e chora porque tenho que ir trabalhar e ela quer que eu fique em casa.
Hoje de manhã com o rosto coberto de lágrimas dizia-me: "Mãe, tu gostas de mim mas não compreendes as coisas. A família é que é importante, o trabalho não é importante!"

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Antes de ser mãe acho que tinha mais momentos humorísticos

Agora, o meu cérebro para tanta vez sem prévio aviso e sem duração limite...

 

domingo, 3 de abril de 2016