ALICE

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sábado, 29 de junho de 2013

Um pequeno esquecimento

Acordámos cedo, decidimos ir à praia e em menos de 20 minutos já estávamos os 3 na rua. 
Impossível não deixar nada atrás.




Não é difícil perceber o que ficou esquecido em casa.
E digo-vos mais: "Comer de colher qualquer bebé consegue, agora comer com pá da praia... quero ver quantos conseguem!?!"

P.S. Quando voltar a encontrar a minha colega cuja filha já come sozinha, já está a deixar a fralda, não bebe biberão e come cereais em vez da papa, vou-lhe espetar com esta: "Ah a Alice deixou os talheres, agora come com a pá da praia!"

Finalmente abrimos a época balnear

9 horas da manhã, praia deserta, Alice, pela primeira vez na vida, coloca os pés na areia e banha-se no oceano Atlântico. Pelas 10h e pouco já estávamos de partida. Ficaram muitas fotografias...





To everyone



sexta-feira, 28 de junho de 2013

To Corisca Ruim

Quem te avisa, teu amigo é! :)

Em sala de espera

Post do telemóvel. Aguardo pela minha dentista...

Consulta na pediatra

A pediatra brinca sempre um pouco com a Alice no início da consulta. Mostra-lhe brinquedos, faz-lhe perguntas e pede-nos para não nos manifestarmos. Analisa a sua interação com o meio que a rodeia e connosco (os pais).
Só depois pergunta-nos: "E dúvidas? Preocupações?"
Falámos nos pés e logo nos tranquilizou dizendo que os bebés não têm as cartilagens dos joelhos desenvolvidas, que a rotação dos mesmos faz-se um pouco para dentro levando a que os pés se apoiem mais para dentro, tendo também a ver com o fato dos pés dos bebés serem gordinhos ou o que se chamava de pé chato. Aconselhou a que ela andasse descalça, coisa que já o faz sempre que está em casa.
Depois os exames de praxe, sempre com muito cuidado e atenção, envolvendo a Alice com brinquedos para que as queixas dela ao auscultar não se prolongassem.
Já é 82 cm de gente. Está óptima, sem nada a registar.
Tivemos boa nota a adormecer e na alimentação noturna. O pai ainda não passou no teste. Durante o dia adormece-a ao colo para a sua sesta.
Tornou a referir a fase mais negra na vida de uma criança que começa pelos 18 meses até aos 2 anos e meio contando-nos que há um psicólogo que diz que as pessoas mais violentas à fase da terra são as crianças de 2 anos :) Disse-nos que é perfeitamente normal as birras, os chapadões que dão em si próprios, as cabeçadas, principalmente quando não dominam a linguagem e têm dificuldade em fazerem-se entender.
Não aconselhou a tirar a fralda. Diz que nunca antes dos 2 anos, a não ser que ela nos alertasse sempre antes de fazer o cócó e aí podiamos aproveitar para tirar mais cedo. Vamos aguardar...
Como já só bebe o leite de manhã mal acorda aconselhou a dar no copo. Vou pensar sobre o assunto porque continuo com o leite adaptado, deixo o biberão com água no aquecedor durante a noite e mal ela acorda tenho-o à temperatura certa sem ter de descer à cozinha e preparar. Posso é passar do biberão para o copo e ver como a Alice reage.
Disse-nos também que era importante ela fazer as refeições connosco. Eu trato sempre dela primeiro e coloco-a a dormir e só depois jantamos. Talvez deva mudar esse hábito. Sabemos que é importante partilharmos juntos pelo menos o jantar. Mas vamos pelo mais fácil, mais cómodo... é um assunto a pensar também.
Mais nada de relevante a salientar.



Na sala de espera aguardando a consulta.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Frontalidade

Cada vez mais adepta da frontalidade, do cara a cara.
Cada vez mais alérgica ao "ouvi que", "disse que disse".
Ando numa de resolver esses "disse que disse".
Que me digam diretamente e que revolvemos cara a cara os desentendimentos.

Nem imaginem como fico mais leve e menos embrulhada do estômago (lugar onde se manifestam os meus problemas).

Look Book #68






Blusa Mango de há uns bons 3 anos atrás.
Saia de pele made in Barricas da América para cima de 20 anos.

I'm a vintage girl ;)

Antecipamos consulta dos 18 meses

Agora que a Alice anda descalça pela casa toda durante o dia, reparamos melhor nos pés dela. Apercebemo-nos que ela ao caminhar parece que entorta um pouco os dois pés. É difícil explicar mas é algo que nos deixa um pouco apreensivos pois não nos parece normal.
Iamos fazer consulta dos 18 meses daqui a 2 semanas. Decidimos antecipar e temos consulta hoje na pediatra para sabermos se é normal, se precisa de calçado específico ou se teremos de consultar um especialista.
Hoje à tarde todas as dúvidas esclarecidas e ainda para informar a senhora doutora que colocou no bolhetim da macaquinha que ela não tinha autonomia de sono e alimentar à noite que queremos boa nota.
A beirar os 18 meses, Alice tem dormido de seguida (levou quase ano e meio para a proeza) toda a noite (das 20h/21h às 6h/7h), não bebe leite antes de ir para a cama e mesmo que acorde durante a noite já não bebe leite. O biberão de leite é dado de manhã mal acorda e depois de gritar as duas palavras: Mãeeeeee, chucchhhhheeee, diz: Biiiiiiii.
Deixámos o da noite porque ela janta entre as 19h/20h e vai para a cama. Antes ainda lhe enfiava um biberão goela abaixo porque a acalmava e porque me acalmava.
Ahhhh.... mais uma proeza: não há colo para adormecer :) Deito-a no berço, ela vira-se e revira-se em luta contra o sono, deita-se e levanta-se umas dez vezes, põe e tira a chucha umas vinte vezes, e em 10 a 20 minutos adormece, sempre comigo por perto, mas deitada no seu berço.

Se eu e a minha macaquinha não sairmos daquele consultório de medalha ao peito não voltamos mais!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Friends




25.06.2013

Ao ponto que chegámos

Tive ao pé da minha porta um dos meus músicos preferidos (Rodrigo Leão) e não fui ver porque tinha que pagar bilhete e/ou a Alice não podia ficar sozinha em casa.
No final do mês temos ao pé da porta alguém que não é, nem de perto nem de longe músico, não canta na perfeição mas lá fui eu comprar bilhete para ver com a Alice...



Ideia fantástica


terça-feira, 25 de junho de 2013

Tal e qual a minha cara...


... mas a anos de luz dos meus trapinhos. :(

Look Book #67






E a razão desta longa ausência deve-se precisamente aos looks.
Aqui um top da Mango dos tempos da Universidade, ou seja, já tem quase 20 anos (parece mentira...). A saia era da minha mãe, veio numa barrica da América juntamente com sabonetes e candilhes e algumas pastas de dentes de sabor nada agradável. Se ainda existisse o baril a data devia apontar algo da década de 80.
Assim sendo, criei vergonha na cara e deixei de colocar os meus looks. Um dia crio ainda mais vergonha e largo de vez a roupa comprada durante a universidade e tudo o que tenha chegado às minhas mãos por barco e dentro de um barril.

Último look postado


Sete meses sem colocar nenhum look. Sete meses sem imagens dos meus outfits magníficos. Sete meses sem uma pecinha made in Barricas da América. É muito mês!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Me gusta mucho



Já somos todos crescidos lá em casa

Ontem a Alice fez a sua estreia alimentar em cereais. Pela primeira vez comeu cereais com leite à colher (com a minha supervisão e ajuda porque ela por muito sobredotada que seja ainda falta um pedacinho para saber que a boca está sempre no mesmo lugar).
Foi uma descoberta recente, pois desconhecia este produto da Blédina. A descoberta foi feita quando há uns dias atrás falei com a minha colega cuja filha já comia sopa sozinha, já está a fazer chichi no bacio e já comia cereais porque papas é para bebés.
No final da conversa e revendo mentalmente tudo o que a filha dela já fazia e o que a minha ainda não fazia pensei: "Ah... a minha também vai comer cereais como gente grande!" (Sim, tudo o resto parecia-me um pouco difícil de introduzir a curto prazo: comer sozinha... tirar fralda...)
Ontem foi estreia mundial. A experiência foi bastante positiva. Ela adorou e eu amei :)



Estão a 50% para cartão no continente.
Comprei de banana e de mel. Achei cedo para introduzir o chocolate.
Já comprei 3 pacotes e não sei, não sei se lá não volto antes de terminar a promoção.
Os vossos ainda estão na papa?! Bebés!

sábado, 22 de junho de 2013

Photobuket

Parece que atingi o limite máximo mensal de imagens, num total de 10GB. Este número também tem a ver com a consulta das imagens. Esta foi a minha interpretação. Parece que no início do mês volta tudo a zero.
Para aumento da capacidade, pagamento necessário, pois claro.
Alguém conhece outras formas de adicionar imagens no blogspot?

P.S. Pedimos desculpas por esta situação, julgo que temporária. Este blog está deveras empobrecido.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Visitas em casa

Nestes dias somos 4 em casa. A visita de uma amiga que conheci no aeroporto a caminho de Itália. Fomos partilhar a mesma casa por maravilhosos e inesquecíveis 4 meses.
Aconteceu há 9 anos atrás. A amizade manteve-se e é sempre uma alegria partilhar da sua companhia.


É a tia mais radical em termos capilares que a Alice tem :)

A família volta a crescer

Já se encontra entre nós a Sofia. Vimo-nos a semana passada ainda ela estava no queitinho e conforto da barriga da mãe. Ontem à noite deu o ar da sua graça num parto natural e muito rápido.
Em Agosto rumamos até à Roménia para a conhecer...


Parece que já chegou...


Google

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Odeio...

Poucas coisas na vida. Uma delas é as más interpretações.
É suficiente para me deixar de estômago apertado durante alguns dias.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Alerta Vermelho a todas as mães

Notícia recebida via telemóvel pela querida Céu:
Só hoje comida de bebé a 50% no Continente: papas, leite adaptado, bolachas...
Sinto-me a reviver os saldos da Mango dos meus tempos de não-mãe.

Os dentes, são os dentes

A minha filha a beirar os 18 meses tem um comportamento exemplar.
Obedece a tudo com rigor militar: quando é contrariada não faz birras, não amua, não tenta atirar-se para o chão, não atira brinquedos ou qualquer outro objeto que tenha à mão para o chão, não grita, não chora sem ser por dor, não dá chapadas em si própria.
Se, este cenário aparece em algum momento do dia ou em vários momentos do dia, atende-se ao fato de ela ter 5 dentes a nascer ao mesmo tempo.
Ela é uma princesa, a culpa é dos dentes, são os dentes!


terça-feira, 18 de junho de 2013

Frases que me fazem confusão

Sem querer fazer julgamentos (é quase impossível. Pode-se até não verbalizar mas o pensamento foge-nos para tal) vou partilhar uma frase que li numa revista HAPPY sobre pais e filhos que me fez confusão e, na verdade, muita impressão:

Contava a história de uma mãe divorciada com um(a) filho(a) (não me lembro) que se tinha envolvido com um homem. O filho não se deu bem com essa pessoa (não explicou razões), essa pessoa teve uma oportunidade de trabalho fora do país. Assim sendo e afirmando "como existem ex-namorados, ex-maridos mas não existem ex-filhos" decidiu deixar o filho com os avós e seguiu o companheiro para outro país de modo a não perder essa relação, acreditando que com o filho não havia o perigo de ser um ex.

Essa mãe foi com a certeza que o filho seria sempre filho e que, assim sendo, a amaria sempre mas que o mesmo não poderia acontecer com a pessoa que estava ao seu lado, por isso decidiu investir nessa relação em detrimento da relação (assegurada) que tinha com o filho.
Não vou tecer mais considerações porque vou fazer julgamentos, julgamentos estes que não vão ao encontro do pensamento de que existem ex-maridos mas não existem ex-filhos. Na verdade, é por existirem ex-maridos que os filhos são importantes e únicos e nunca uma relação com um filho é assegurada, definitiva ou garantida. Deve ser alimentada, cuidada tal como fazemos em todas as outras relações que temos. Qualquer uma pode, simplesmente, "morrer"...


Tenho uma Alice e...

... por isso, vivo no País das Maravilhas.


Vivo num deslumbramento.
(já era tempo das hormonas terem acalmado, não?!)

Final de tarde cheia de sol

Quase, quase que iniciamos a nossa época balnear em final de tarde. Digo quase porque as obrigações falaram mais alto e atirámo-nos a lides domésticas intercaladas com bailinhos no meio da sala.
Estava um final de tarde perfeito para a Alice colocar o seu pé na praia pela primeira vez e aprender que ser ilhéu tem muitas desvantagens mas tem tantas outras coisas boas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Cortar o cordão umbilical

Ao fim de quase ano e meio, sinto-me preparada para deixar a Alice por algumas horas ao cuidado de outra pessoa que não o pai. Ao fim de quase ano e meio sinto vontade de ver um concerto ou ir a um jantar com o meu cúmplice deixando o nosso rebento ao cuidado de alguém de confiança e de cadastro criminal livre de penas pesadas (multas e dívidas não contam).
Ao fim de quase ano e meio eu sinto e preciso de cortar o cordão umbilical. Acredito que é um passo em frente. Acredito que é bom para mim enquanto pessoa e mãe e para os 3 enquanto família.
Mas ainda não será desta... o meu cúmplice e parceiro afirma que não se encontra preparado. O fato de ser ele a cuidar da Alice durante o tempo todo em que trabalho ou tenho algum compromisso inadiável reforça esse cordão umbilical e, se por um lado, podia levar a uma maior necessidade de tempo a sós ou com outros seres, por outro, estreita a ligação entre ambos, o medo de não controlar os acontecimentos quando não estão juntos e a sensação que ninguém tem a atenção e cuidado que um pai/mãe tem sobre a sua cria.
Todos nos dizem o mesmo, inclusive a pediatra: é importante o tempo a dois, é importante o tempo entre adultos, é importante o corte, é importante deixar ao cuidado de outros. Eu sei, eu acho que ele também sabe, eu acho que já consigo, ele diz que não consegue.
Os nossos tempos a 2 é sempre em casa, com a sorte que ela vai para a cama cedo (20h/20h30, na exceção 21h), em que jantamos sempre juntos, às vezes cedo, em grande parte já muito tarde quando chega do trabalho. Ainda existem as sonecas da Alice que nos dão algum tempo de namoro à luz do dia, quando a roupa está estendida ou o lava-loiças não tem loiça empilhada ou quando fechamos os olhos a tudo o resto.
O romance transforma-se. Há dias que é que até é melhor do que quando não havia choros de criança outras vezes sentimos saudades do tempo em que qualquer hora era uma boa hora para beijos e abraços. No entanto, o importante é sentirmos que não trocávamos este tempo por qualquer outro tempo. O importante é sentirmos que continuamos um para o outro.
Se há mais falta de tempo a dois, há, claro! Agora o tempo é muito a 3 ou aos pares (mãe/filha e/ou pai/filha).
Vamos vivendo e aprendendo, vamos construindo um caminho e uma relação diferente, vamos por tentativa erro, vamos por conquistas, vamos juntos.


Back to Work

De regresso mas satisfeita. O melhor das férias é mesmo regressar a casa, ao trabalho, à nossa vida. Apesar dos constrangimentos financeiros gosto muito da vida que tenho, das pessoas que me rodeiam, do toque de saída às 15h, dos passeios frequentes ao parque, dos escassos dias de sol, do percurso de 1 minuto a pé para casa-trabalho-casa... uma vida simples, liberta de ostentação material(também não há o que ostentar) e mais agarrada a vivências e a pessoas.


 
P.S. Esta vida simples não é isenta de problemas e chatices, de sonhos mais materiais, do desejo de um carro melhor, de uma casa com jardim. Esta vida simples significa que os problemas e chatices são minimizados, que os sonhos materiais são isso mesmo sonhos e não obsessões, que o carro melhor e casa com jardim me tornaria mais satisfeita mas não me tornam mais infeliz por não os ter.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Das férias

 
 
 
 
 

Jantar de mulheres

Recebo uma sms: "Jantar fora? Só mulheres. A Paula já confirmou."
Sim, eu gostava de dizer que sou mãe mas sou também uma mulher com uma vida social ativa, conciliando a maternidade com jantares onde cada um come pela sua mão, sacos de compras sem o símbolo do continente, sentar-me numa esplanada sem levantar o rabo centenas de vezes para correr atrás de outro ser humano em miniatura ou para apanhar os 300 objetos que caiem ao chão, sair de casa toda engomada e sem nenhuma mancha na roupa, voltar a usar pulseiras e colares sem correr o risco de ser estrangulada.
Sim, eu gostava de dizer que sou mãe mas sou acima de tudo mulher mas (talvez no futuro seja diferente)... o meu jantar só com mulheres é quase todos os dias: eu e a Alice, a Alice e eu. O pai trabalha e nós as duas temos as nossas nights com direito a música e dança no meio da sala.



Dançar e cantar esta música vezes seguidas com a Alice é o mais próximo que tenho de uma saída noturna.

Sexta-feira



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Mãe há só uma

Para mim existem as mães de sangue e as mães de coração. Para mim as mães de sangue podem ser ou não também mães de coração mas uma mãe de coração não pode ser uma mãe de sangue. Isto para distinguir as mães que dão à luz e criam, das mães que criam mas não deram à luz.
Isto vem a propósito de uma discussão acesa e sem consenso que se deu em casa dos avós paternos da Alice.
Eu defendia que se morresse sendo a Alice de tenra idade, desejava que B. encontrasse alguém e que esse alguém pudesse ser a nova "mãe" da minha filha. Minha sogra, chocada, dizia que "mãe só há uma", que a Alice não deveria chamar de mãe a essa pessoa. B. (talvez por eu ainda me encontrar viva e de boa saúde) concordava com a sua mãe: criar, sim mas chamar de mãe não.
Não vou dizer que gostaria de ser esquecida ou que a Alice não soubesse ou recordasse que tinha tido uma mãe que lhe tinha gerado e dado à luz e que tinha sido a sua mãe em todos os minutos da sua existência e que esse tinha sido, sem qualquer dúvida, o período mais feliz da vida da sua mãe. Mas porque razão não ter uma mãe de coração que a tratasse como filha, que sentisse como sua filha para que a Alice nunca soubesse o que era viver sem uma mãe.
Eu não acredito que "Mãe há só uma". Eu acredito que mãe é quem cria, quem dá colo, quem está para enxugar as lágrimas, quem está para pular de alegria, quem está para pentear, vestir, olhar e cuidar. Eu acredito que há mães que apenas deram à luz e que há outras mães que não deram à luz mas todas elas tiveram filhos.
Não quero pensar durante muito tempo que alguma coisa me pudesse acontecer que deixasse a Alice apenas com o pai mas se esse cenário acontecesse, desejo que a minha filha tivesse outro colo tão quente e macio como o meu, que tivesse outra mão para a segurar, outro abraço para a consolar. Não, não ficaria feliz se não chamasse mãeee nunca mais na vida...

Eu não sei o que é viver sem mãe como a minha própria mãe e a minha sogra, eu sei o que é viver com mãe e sei o que é viver sendo mãe. Se o meu destino não for ser mãe por muito muito tempo, que a minha filha tenha uma mãe de coração para o resto da sua vida.


Mas eu vim para ficar. Ai daquele que ousar me levar...

Está aberta da época da manga cava



terça-feira, 11 de junho de 2013

Oficina do Cabelo - contato telefónico

Sempre que vou à Covilhã venho com duas coisas em mente: visitar família e cortar o cabelo. Não vou dizer que cortar o cabelo é mais importante do que visitar a família mas anda lá perto. Quem tem um cabelo com vida própria, rebelde e pouco dado a ordens sabe bem aquilo que eu digo.
Hoje lá fui visitar a "minha" cabeleireira. Gosto de ouvir os seus conselhos, gosto da forma entendida e clara como explica as opções de corte e aquilo que nos poderá favorecer mais ou não.
Já no final, nos últimos retoques, em conversa com um senhor que tinha chegado, digo-lhe: "Olhe que venho de muito longe para cortar aqui o cabelo!"
Ele pergunta:"Não me diga que é a rapariga da mensagem?"
Eu: "Não sou de certeza porque não mandei mensagem nenhuma."
E lá explicaram quem era a rapariga da mensagem. Que era uma cliente que vinha de longe e tinha escrito no seu blog sobre a oficina do cabelo. Várias clientes ao procurarem o contato do salão no google iam dar a um post escrito sobre uma cabeleireira muito talentosa que fazia alguém muito feliz em termos capilares.
Bem, se no início estava longe de imaginar que pudessem estar a falar de mim, rápido percebemos que era realmente este blog que falavam e deste post em questão: http://omeuchaverde.blogspot.pt/2010/03/moldura-do-rosto.html
Foi uma situação deveras engraçada. Era eu a rapariga da mensagem, a pessoa do blog, a cliente que faz mais de 2000 km para ter o privilégio de colocar o seu cabelo nas mãos da Fátima.
Agora só devo lá voltar na altura do natal...

P.S. Serve também este post para satisfazer o pedido do senhor que lá entrou: colocar o número de telefone  do salão para futuras pesquisas: 275087781.

Hoje é o dia...

... acho que hoje é que vou vestir uma roupa mais fresca, já quase em pleno Junho. Olhem que já vi pessoas cortarem os pulsos por menos...

segunda-feira, 10 de junho de 2013

domingo, 9 de junho de 2013

Um misto de sentimentos

Tanto me espanto com a velocidade com que a Alice cresce e sinto vontade que volte a ser recém-nascida como imagino que menina será quando tiver 4 ou 5 anos e estiver cada vez mais independente de mim. O melhor é concentrar no dia de hoje e aproveitar esta aventura apaixonante dia-a-dia, sem pressas ou saudades do passado.


sábado, 8 de junho de 2013

A viagem

Saímos de casa às 7h10 e chegámos ao nosso destino 10 horas depois. E continuamos no mesmo país, apesar de ter dado tempo de chegar pelo menos à Dinamarca.
Isto tudo com um bebé que acordou por livre vontade às 5h30 da manhã e às 15h da tarde ainda não tinha pregado olho. Não vale a pena entrar em pormenores, estou a tentar esquecer...

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O amor é cego

O meu amor é muito crítico e não se poupa a palavras quando acha que alguma coisa não está bem contudo, em relação ao meu peso costuma ser sempre muito simpático. Quando lhe digo que estou mais gorda porque a roupa está-me mais apertada ele dá sempre outras duas razões que não o aumento do peso: ou não coloquei amaciador na roupa ou então encolheu na lavagem.
É nestes momentos que se comprova que o amor é cego.


Gwen Stefani