ALICE

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sábado, 31 de maio de 2014

Belo incentivo à leitura

No hiper Continente todos os brinquedos estão a 50% de desconto para comemorar o Dia da Criança e os livros para crianças ao seu preço habitual.
Não gostei!


Como correu a amniocentese?

Estava combinada com o meu médico às 8h30 da manhã. Atendeu-me uns 10 minutos depois da hora marcada. Tinha estado a trabalhar durante a noite e eu com receio que ele estivesse cansado de ajudar a dar à luz pela noite dentro. Afinal, só tinha nascido uma criança...
Sabia que seria uma agulha enorme a furar-me a barriga para fazer a recolha do líquido amniótico. Quando a enfermeira se aproximou de mim e começou a espalhar um spray na barriga pensei: "Que bom, um analgésico. Vou pedir-lhe para colocar bastante!"
Pergunto: "É anestesia?" A enfermeira: "Não é desinfectante!" Então viro-me para o médico e digo-lhe: "Então queria uma epidural, se faz favor!"
Ele riu-se enquanto se aproximava de mim com uma agulha que parecia do tamanho de uma espada medieval, e eu deduzi logo que aquele riso era um não.
Tive medo de perguntar se doía e preferi ficar na ignorância... Ao mesmo tempo que passava a sonda da máquina de ecografias para localizar o bebé, espetou a agulha e recolheu 3 seringas de líquido. Quando vi o terceiro tubo ainda lhe disse: "Doutor, deixe alguma coisa lá dentro!" Ele tranquilizou-me, afirmando que era mínimo e que eu tinha muito líquido.
Fez numa só picada o que nem sempre acontece, segundo ele, deve-se a eu ser magrinha e ter muito líquido. Sim, é verdade, no meio de tanta aflição, ele disse que eu era magrinha, magrinha :)
Bem... na verdade, já perdi um kg dos três que tinha aumentado. Não sei se foram os vómitos se o nó no estômago da última semana.
Ele já deu a certeza do sexo mas... não quero divulgar sem antes ter a certeza que tudo está bem... que tudo não passa de um susto...
No final, se perguntarem se doeu? Não, não doeu nada, nadinha.
O repouso seguinte é fundamental para que não se faça parte dos 1% de abortos devido à amniocentese.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Leitura do momento

No primeiro dia foram 78 páginas... eu sou suspeita, gosto deste pediatra. Posso não assinar em baixo de tudo o que ele diz mas, na maioria, acho que ele nos faz pensar muito e refletir sobre ideias pré-concebidas, estereótipos e crenças ultrapassadas mas ainda tão vinculadas e quase impregnadas na nossa pele por motivos culturais.
Recebi ontem pelas mãos de uma amiga, via e-mail, em pdf. Quem o desejar, é favor deixar e-mail na caixa de comentários que terei o maior gosto em passar-vos. Quem não desejar a publicação do e-mail é favor avisar no próprio comentário.

Sinto-me tentada em imprimir as 130 e poucas páginas. Quero sublinhar, tirar notas e fazer caras felizes.
O livro está em português.

Lanche

"Queres pãezinho com manteiga?"
"Não"
"Queres banana?"
"Não"
"Queres iogurte?"
"Não"
"Não vais comer nada?"
"Não"
"A mãe vai comer um pãozinho com manteiga. Queres um igual?"
"Sim"

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Amniocentese: sim ou nao?

Engravidei pela primeira vez aos 37 anos. Uma idade já avançada onde os riscos de trissomia tornam-se elevados.
O receio, a esperança e um rastreio bioquimico sem risco acrescido fez-me decidir por nao realizar a amniocentese. O risco existia pois só a análise ao líquido amniotico é mais de 99% exato. Contudo, o 1% de probabilidade de aborto com a amniocentese fez-me logo pensar que só o faria perante um mau valor no rastreio. Tudo correu bem...
Desta vez, uma segunda gravidez a pouco mais de um mes de fazer 40 anos. A decisao era a mesma: rastreio primeiro e só depois do resultado a amniocentese caso as análises assim o exigissem... apesar do médico ter-me aconselhado partir logo para a amniocentese. Para mim estava fora de questao e só seria tomada caso a probabilidade das coisas nao estarem bem fossem muito elevadas.
O resultado chegou... desta vez era impossível fugir...

P.S. Estou no tablet do meu mano e nao há forma de conseguir usar o til. Mil perdoes...

quarta-feira, 28 de maio de 2014

sms

Tento nao falar em ti... ela ja perguntou porque ainda nao chegaste.

Repouso absoluto

E a minha primeira noite longe da minha princesa...




terça-feira, 27 de maio de 2014

Virada para a frente

Depois de 28 meses no sentido inverso da marcha, virei-a para a frente. A minha barriga a crescer e as restrições de pegar em pesos, o peso da Alice, a posição dos cintos de segurança, tudo tornava a tarefa de a colocar no carro um pouco trabalhosa nas vezes em que estávamos as duas sozinhas.
Assim sendo, o mundo agora vê-se de frente.

Papás e mamãs de S. Miguel

Em dia da criança, uma belíssima sugestão...

 
 

De repente...

... a vida pode ficar bem mais doce. Comi um suspiro :/

Das Festas do Senhor Santo Cristo

 
 
 
 
 
 
É nela que restabeleço forças.
Por ela afasto todos os maus pensamentos e continuo.
 
P.S. Atente-se ao pormenor do laço. Mais ano, menos ano, estamos cobertas de folhos e falamos em kits em vez de roupas.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Por aqui...

... tenta-se não pensar muito naquilo sobre o qual não se pode fazer nada.
... tenta-se concentrar em quem já está connosco e precisa muito de nós.
... tenta-se viver acreditando no melhor e não esquecendo do pior.
... tenta-se aceitar aquilo que a vida nos dá, de bom e de mau.

Obrigada pelas palavras, pelo carinho, pela preocupação.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Em apneia

Sinto que vou ficar dias e dias a fio a suster a respiração... sinto-me de vida suspensa.

Semana 21/52

22.05.2014
 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Dúvida de mãe aspirante a cheia de pinta

Mães cheias de pinta expliquem-me tim tim por tim tim que colocar colares a bebés com cerca de 1 ou 2 anos não leva a que se possam estrangular num momento de distração dos pais?
Eu gosto de ver, acho que ficam um amor, mas só me vem à cabeça a Alice a puxar o colar até ficar roxa...

 
 
 
 
Segundo consta os colares de âmbar são considerados remédios naturais porque o âmbar é um analgésico natural. Podendo ser usado entre os 3 meses e os 2 anos, altura do desenvolvimento da dentição diminuindo os efeitos da mesma.
Estou aqui a pensar que vou colocar isto na lista de compras do segundo nisca de gente que vem por aí...
 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A fazer figas

Estou a fazer figas para não vomitar esta noite ou em vez da sopa de ontem que aguarda por mim no frigorífico vão marchar os outros 2 cachorros quentes com as salsichas e o pão que sobraram de ontem...
A culpa não é minha é do ser pequenito que cresce dentro de mim e que se está a revelar bem mais complicado do que a Alice. Será que depois será mais fácil do que a doce criatura que já cá habita e que mamava de hora a hora fosse dia, fosse noite? Que sofreu de cólicas até aos 4 meses gritando todas as noites das 20h/21h até às 23h/00h? Que só sossegava no colo ou na mama? Que parecia um anjinho quando tínhamos visitas e virava um demo quando estávamos a sós e sem testemunhas? Que não me deixou dormir mais de 2h a 3h seguidas até aos 9 meses? Que só depois dos 18 meses começou a dormir a noite toda e ainda assim há excepções? Que é sempre a primeira a despertar todo o santo dia de segunda a segunda?
Pode ser que sim, que seja como ela e não tenha mais do que constipações e tosse. Pode ser que sim, que se desenvolva dentro da normalidade sem problemas a registar. Pode ser que sim, que só vá à pediatra nas consultas de rotina e para ouvir que está óptimo. Pode ser que sim, que torne a nossa vida mais complicada, mais cheia, mais feliz. Sim, tenho a certeza que sim!

P.S. Este post começa com cachorros quentes e acaba tão mas tão bem...

Objetivo depois de dar à luz pela segunda vez

Comprar um crop top e não vou sossegar enquanto não tiver uma barriga que fique bem no top.

 
 
 
 
Se calhar fico só pelas mules...
 

Momento lamechas

Vou a sair para o trabalho e alguém grita: "Mãe, beijinho, beijinho!". Dou meia volta para abraçar aquele pedaço de mim, tão doce, e ouço ao abraça-lo: "Mãe, volta pa casa!"
Quem é que tem desejava o prémio do Euromilhões?

terça-feira, 20 de maio de 2014

Vida de grávida não é fácil...

Para jantar coloco uma tigela de sopa no microondas para aquecer. Antes de ligar corro para a casa de banho e vomito, vomito... Saio da casa de banho, coloco a sopa no frigorífico e preparo 2 cachorros quentes caseiros que como com uma ginger ale.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Friends

 

Abençoada

Há dias que me passa completamente despercebido mas outros em que bato a porta de casa para ir para o trabalho e o meu coração sente uma bênção tão grande. Bênção por bater a porta depois da minha filha ter corrido para mim a pedir um abraço e um beijo e depois soltar um: "Adeus, mãe!", ficando em casa ainda de pijamas com a pessoa que mais confio no mundo para cuidar dela - o pai.
Depois ando 2 minutos (se for nas calmas) e chego ao trabalho. Geralmente a primeira pessoa que vejo digo: "Bom dia, pai!".

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A escolher fotos...

... ai a saudade dela mais pequenita.

Março 2013

Dica de moda

E, às vezes, este blog quase (quase) que podia ser um blog de moda.
É um clássico, insubstituível, fundamental: uma boa camisa branca. Cá em casa habitam quatro, todas diferentes. Adoro-as. Uso e abuso delas.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Quando não o diríamos melhor, transcrevemos...

Mães Reais? A pilinha, sim? (adoro o título)


 
É que é só olhar para a capa e as mães reais identificarem-se logo e já com os cabelos esticadinhos e os turbantes. Senti-me como se tivesse a olhar no espelho e tu, mãe real?!
 
 
Eu nem sou de comprar revistas. Leio-as no café, no cabeleireiro, na casa da minha mãe. Mas esta capa chamou-me a atenção no quiosque e trouxe a "Saber Viver" comigo. Queria ler o artigo sobre "Mãe Reais ("como nós"- prometia a publicação). 
Eu devia ter desconfiado pela capa: as mães "reais" ("como nós") não são todas elegantérrimas assim após parirem, não andam de turbante no dia-a-dia, têm as unhas substancialmente mais curtas (não vão, sem querer, vazar um olho aos filhos) e não se atrevem a usar colares chegadinhos ao pescoço, não vá uma mão pequenina sacar do fio e esganar a progenitora. Mas, ainda assim, comprei a revista.
Comecei por ler, com a devida culpa, que estas mães reais "conciliam trabalho e maternidade melhor que ninguém". A primeira mãe "real" retratada tem uma profissão "real". Trabalha na repartição de finanças? É contabilista numa PME? Dá aulas numa escola secundária? Não: é "publicist" e trabalha com "celebridades". Real, portanto. Uma profissão ao alcance de qualquer mãe "real".
De repente, eu, psicólogazinha deixei de ser "real" e reduzi-me à minha insignificância, perante a loira mãe real com pinta de modelo. Li a descrição das manhãs desta mãe "real": "o meu dia começa às 7h da manhã, deixo a minha filha e o meu marido e vou para o ginásio" dizia a moça, esfregando-me na cara as lembranças da minha manhã neurótica, em que acordei à mesma hora, dei comida à Ana que estava com uma birra descomunal e atirou-me com a papa pelos ares, sujando-me toda a mim e a ela (e à cozinha), teve que tomar um banho matinal extra dado pelo pai enquanto eu lhe preparava a marmita para o almoço, o pai vestiu-a enquanto eu própria tomava o segundo banho do dia, já que até na raiz do cabelo tinha Cerelac incrustada.  E suspirei.
Continuei a ler. A senhora mãe real acrescentava que nos momentos a sós gostava de "varrer uma Zara e umas lojas e pesquisar músicas". Eu, por exemplo, gosto de me sentar sem ter nada para fazer, fechar os olhos em silêncio e depois não gosto de mais nada, que ando tão cansada, que adormeço no segundo seguinte. Passei à mãe "real"seguinte.
Profissão desta mãe? "Manager". É oficial: "mãe real" que é "mãe real" tem profissões em inglês, uma chiquice que afinal não é chiquice: é a realidade. Não aguentei e passei logo à terceira, esta ao menos tinha uma profissão escrita em português: "Directora de Comunicação de... Lifestyle". Oh Diabo, tudo profissões reais, nada glamourosas, acessíveis a qualquer alminha, eu psicóloga, afinal, às páginas tantas, é que devo ter uma profissão "irreal", querem lá ver... Esta mãe, conta o segredo da conciliação das "mães reais": "tenho uma empregada doméstica, que é a minha grande ajuda para fazer jantares, ir buscá-los à escola"...
A esta altura da leitura do artigo já eu transpirava. Caramba, afinal, a mãe real não era eu: cara lavada, roupa prática para o dia-a-dia, sapatos confortáveis, sem bijuteria para não atrapalhar os colos, casa (dia sim, dia sim) desarrumada, Bimby a trabalhar ininterruptamente a fazer sopas atrás de sopas e lavandaria por actualizar desde o Carnaval (se a Minnie-mouse não morreu e foi enterrada no cesto da roupa suja acho que ainda jaz no fundo do dito o fato de carnaval da Ana...).
A mãe "real" não era eu que às vezes janto às onze da noite, depois de tratar da Ana e só tenho apetite para uma tosta mista e uma caneca de chá. A mãe "real" era esta Mariana com sobrenome sonante que, de 15 em 15 dias, faz um jantar onde mistura pessoas que não se conhecem.
Afinal, esta senhora, que a dada altura da entrevista, reclama que gostaria de ter mais cuidados consigo mesma, porque só consegue não sair de casa sem protector solar, máscara hidratante no cabelo, é viciada em batom e todos os dias usa um de cor diferente, que assim que chega a Março começa a fazer massagens linfáticas uma vez por semana e pratica twerk (seja lá isso o que for) e que só o consegue fazer porque a sua empregada deixa os pratos das crianças preparados, esta senhora é "a mãe real". Supostamente, como "nós", assim prometia a capa da revista e a esta hora já eu chorava os meus 2,5€, o valor que ela me custou. 
Eu gostava de ter tempo para dormir mais, ter saído de casa hoje com o cabelo esticado pelo alisador e não com ele húmido, de não me ter esquecido de pôr creme hidratante no rosto e não ter a pele da cara agora toda a repuxar, de ter a depilação sempre em dia, a roupa lavada e passada sempre em dia, a leitura sempre em dia e a vida em dia. De bónus uma empregada,  duas vezes por semana que fosse, que tive que despedir a minha, que isto ou vacinas fora do plano e pediatras a 75€ por consulta ou batatatinhas quentes de mulheres-a-dias: a minha vida são só escolhas destas. Serei "real"?
Eu gostava, gostava mesmo, de ser uma mãe "real". Não como "nós". Mas, sim, como "elas".

Tudo da boca de uma mãe real: http://maegyver.blogspot.pt/2014/05/maes-reais-pilinha-sim.html


Sim, elas são mães reais mas muito longe da maioria, das vivências das mães portuguesas. Elas são mães reais porque geraram e pariram tal como qualquer uma de nós, mas têm a vida de uma minoria, a vida glamorosa de quem tem empregadas, empregos de horários livres, empresárias, jovens e bonitas. Sim, mães reais, pois sim... gabo-lhes o glamour, o batom vermelho (eu cá pareço que ganharia vida numa esquina) e o cabelo esticadinho e obediente (o meu manda mais em mim que a minha própria filha).
Não li a revista mas fiquei curiosa em aprofundar o tema das mães reais :)

To everyone


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Dúvida quase existencial?

A partir de quantos dias em cima do fim do prazo de validade de um iogurte ainda o podemos comer sem fazer um desarranjo intestinal?
É porque acabei de beber um que já tem 7 dias em cima...

 
É no que dá comprar packs quando estão com autocolante cor-de-rosa, já a 2 dias de terminar o prazo e depois não conseguir sozinha dar conta do recado.

13 semanas

Inicio o 2º trimestre. Os enjoos continuam. A má disposição permanece. O cansaço é menor e o sono também, apesar de apagar quase sempre antes de baterem as 23h.
As noites quentes e eu sinto-me um frango de churrasco no espeto a rodar toda noite da esquerda para a direita e vira da direita para a esquerda. A barriga ainda é muito pequena mas não consigo sossegar...

É, sem dúvida, das melhores sensações na gravidez!

Agora os pais já podem saber como é maravilhoso.
Na minha opinião, apostava num aparelho que lhes fizesse sentir as contrações e dores do parto. Quase que aposto que depois dessa experiência, até beijos na boca iam ter medo de dar ;)

 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Porque rir também pode ajudar o próximo

 
 
Este vídeo está sendo relançado como parte do projeto “DOE SEU VIEW”, A remuneração das visualizações será revertida para a instituição Obra do Berço, que cuida de crianças carentes.

De erros ninguém se livra...

Aguardo mais de uma semana por um CD com informação muito importante vinda de um Instituto de grande renome nacional.
Finalmente o CD chega. Coloco no computador ansiosa... CD completamente vazio. Não gravaram nada nele.
Vamos aguardar mais uma semana...

Não é capricho é necessidade primária...

... umas sandálias novas para esta estação, apropriadas ao peso acrescido que estes pés terão de suportar.

ZARA - 25,95€
 
ZARA - 35,95€
 
ZARA - 45,95€
 
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STRADIVARIUS - 29,95€
 
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