ALICE

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Sai um para a mesa do canto!

 
 
 
 
 
 

O peso e a amamentação

Isto de ter um blog onde escrevemos grande parte das nossas vivências pode ter alguns inconvenientes mas tem tantas mas tantas vantagens para quem tinha a memória de um piriquito e que depois da maternidade passou a ter a memória de um amendoim torrado.
Ao recordar os primeiros tempos da maternidade lendo posts do primeiro mês da Alice:

To everyone

 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Fui aos saldos

Na verdade fui comprar uma oferta para o meu pai na ZARA e, na verdade também, impossível não desviar os olhos para a parte feminina.
Os saldos da ZARA parecem os antigos descontos que se faziam nas lojas do comércio tradicional na hora de pagar: "Vá, vou-lhe fazer um desconto de 10%!"
No entanto, no meio daquela vergonha de descontos encontrei uma blusa que custava 12,95€ mas estava a 3,99€.
A primeira vez que a vesti vira-se B. para mim: "Ah, essa blusa, já tinhas? Ou vais dizer que não servia a alguém e que te deram?!" Sobe-me logo a mostarda ao nariz e fico fula, fula por ele achar que o tento enganar e que não quero que ele saiba quando tenho uma peça nova e fula por ele achar que minto ou que preciso de mentir.
Eu respondi: "Nãoooooo... comprei quando comprei a oferta do meu pai. Mas achas que ando a mentir quando digo que me deram?!"
B.: "Sim... é porque às vezes não parece mesmo nada que foi dado..." com um ar de gozo a rir. Adiantando: "Mas é gira a blusa, se tiveres numa bicicleta a fazer a volta a Portugal, és o camisola amarela."
Que nervos... O que vale é que eu uso tudo o que gosto e não me deixo levar pelos seus comentários de quem acha que percebe mas que não percebe nada.


P.S. Talvez ele tenha querido dizer que eu era o camisola amarela da vida dele. Aquele que vai à frente. A sua vitória e guia nesta vida. Acho que foi isso... Love you too.

To everyone

 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Amamentar ou não?

A ursa decidiu não amamentar, a pipoca mais doce decidiu não amamentar e ambas deram origem a um sem fim de comentários e a uma polémica à volta das mamas de quem é recém-mãe.
Vou partilhar a minha curta experiência tentando não tecer julgamentos sobre mamas que não forem minhas.
Durante a gravidez decidi que queria amamentar e que iria tentar superar todas as dificuldades para dar aquilo que achava ser o melhor para a minha filha no que dizia respeito à alimentação e seu crescimento. A minha meta eram 4 meses de amamentação exclusiva (o período da minha licença) o que viesse a mais seria por acréscimo.
Mal ouvi que ia nascer por cesariana tive medo que isso influenciasse um início positivo. Já no recobro colocaram-me a Alice à mama e ela revelou-se menos medrosa do que a mãe. Pegou bem no mamilo e mamou. Foram alguns minutos e eu ainda estava meia abananada da cirurgia. Começou a berrar a plenos pulmões e a enfermeira foi-lhe preparar um biberão para lhe dar. Um novo medo de rejeitar a mama porque o biberão é tão mais fácil para os bebés. Quis dizer que não, para não darem o leite adaptado mas não tive forças e não queria que ela passasse fome.
Lembro-me da enfermeira dizer: Esta bebé tem boca de mama! (De tanto que abria a boca e tentava abocalhar a tetina, não se ajeitando ao biberão)
Na maternidade fui dando sempre mama e por 2 ou 3 vezes pedi um biberão porque ela berrava tanto, interruptamente, minutos e minutos que me pareciam horas. Tive receio de ser fome.
Em casa as coisas foram correndo melhor porque ela ia aumentando sempre de peso. Contudo, mamava quase sempre de 1h30 em 1h30m, raramente aguentava as 2h fosse de dia, fosse de noite.
Em muitas alturas pensei: Agora percebo porque tantas mulheres optam por não amamentar.
A subida de leite foi sem dores nem febres mas tive gretas, tive momentos de cansaço extremo, tive noites quase em claro e meses a fio em que dormir 3 horas seguidas era motivo de festejo. Senti que se não tivesse tão determinada tinha desistido ao fim de uma semana.
A Alice mamava bem, tinha uma boa pega mas adorava estar à mama. Ficava uma hora à mama para passado uma hora voltar. Durante semanas tive a sensação que andava com ela colada ao peito. Não me podia ausentar dela por mais de 60 minutos, não podia ir à ginástica sem a levar comigo atrás, não podia dormir descansada sem a ter que a colocar ao peito mal abria a goela.
Mas quis continuar, tive vontade de continuar... até aos 9 meses em que pensei cortarmos este elo sem dramas nem choros. Correu bem apesar da minha ansiedade pois a Alice adorava mamar.

Nessa experiência posso apresentar pontos positivos e negativos, sendo que o meu balanço é bastante positivo. Nem vou para a parte dos nutrientes que é mais que sabido e estudado, vou para os outros:

Positivo:
1. Não se gasta 1€ que seja. Numa altura em que se gasta tanto a poupança sabe sempre bem;
2. Não há biberões nem esterilizações;
3. Está sempre à temperatura certa;
4. Pode-se dar em qualquer lado e a qualquer hora sem precisar de mais nada;

Negativo:
1. Não te podes ausentar por mais de 1h ou 2 horas (há sempre as bombas e o LA mas eu, de início, não tinha bomba nem queria dar leite adaptado);
2. Durante a noite és a única fonte de alimentação não podendo dormir por muito tempo;
3. Durante o dia és a única fonte de alimentação não podendo passar a tarefa para a avó, pai, tia ou visita;
4. Tens que pensar 2 e 3 vezes no que vais vestir da cintura para cima para dar jeito de amamentar sem ficar em tronco nu;
5. Só tiramos o soutien para tomar duche;
6. Não podemos deixar as mamas em casa e ir à esteticista ou ir desanuviar a cabeça;
7. Não sabes o que ele comeu e ficas sempre na dúvida se terá comido bem ou não. Com o tempo e a balança percebes que se deixares ele ir ao peito de forma livre, sem horários rígidos ele alimenta-se o necessário para o seu crescimento.


Se voltasse atrás fazia tudo de novo, só não ficava tão ansiosa nos primeiros tempos.
Eu percebi que isto da amamentação tem muito que se diga e que, por mais que tentemos, é difícil não  fazermos julgamentos. Se não querem amamentar, ai que más que são porque não dão o melhor aos filhos. Se querem amamentar e o fazem até muito tarde, ai que más que são que ainda dão peito e eles são grandes e não precisam. Se amamentam, ai vê lá  se não é melhor dar um biberão de leite adaptado que a mama não chega.
Eu sofri na pele a última situação. Tive uma bebé que nasceu de 4250gr. Até aos 4 meses alimentou-se apenas de leite materno e manteve sempre o percentil 90/95 e inúmeras vezes me tentaram convencer a dar um biberão de leite adaptado de vez em quando, como se o leite materno não fosse suficiente.
Sim, acredito que não fosse suficiente se ela mamasse de 3h em  3h ou 4h em 4h porque aquele corpinho Danone pedia mais. Mas ela mamava em intervalos mais curtos e se passado 1h mostrasse insatisfação em vez do LA dava mama novamente. Eu controlava o intervalo das mamadas apenas para minha orientação porque não cumpria nenhum horário. Ela chorava eu via fralda e roupa e se não era nada disso, experimentava a mama. Mamava, calava, tudo ok. Dá mais trabalho, dá! Dá mais dependência da mãe, dá! Dá menos liberdade à mãe, dá! É o melhor  em termos de alimentação e proteção, é!
Eu fiz a minha escolha, sabendo e sentindo os prós e os contras. Farei o mesmo nos próximos apesar de saber que a disponibilidade de andar com um bebé à mama já não será total.

Se eu tivesse tido gémeos

 

Do fim-de-semana...

 
 
 
 
 
Sim, confesso o que há muito é sabido: "mãe galinha e babada que acredita que os dentinhos de leite da sua filha (segundo ela a mais linda e inteligente do mundo) são o centro do universo."
Isto passa, não passa?
 

Macacos me mordam...

... macacos me mordam mesmo, todinha, se um dia não volto a ter uma barriga parecida (eu disse parecida, não igual)...

 
 
P.S. No entretanto vou só aí fazer outro filho para depois me atirar a sério neste projeto de barriga lisa. Será que chego lá com um activia por dia?

Obra concluída

 
29.07.2013
 

O meu cartaz

 
O meu cartaz diria: Cada fase é mais difícil do que a anterior.

domingo, 28 de julho de 2013

Domingo

Dia de festas de aniversários. Que chatice...
(eu e a Alice não gostamos nadinha de cantar parabéns, de dar beijos e abraços de felicidade, de entregar ofertas, de rir e sorrir, de brindar à vida e celebrar as relações)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

A obra a nascer...

25.07.2013
 
 
26.07.2013
 

Mais filhos

De repente a casa ficou cheia. Entram pela porta dentro os meus 2 sobrinhos. O que poderia ser uma grande confusão foi uma grande oportunidade de diminuir a pilha de roupa que tinha para passar.
A Alice deixou de me chamar, deixou de querer brincar comigo e entreteu-se com os primos como se eu não existisse...

P.S. A sala transformou-se em campo de batalha de bolas mas eu adiantei trabalho doméstico que, de outra forma, só seria possível depois da Alice dormir.

Moral da história: Se tiver mais filhos vou ter a roupa sempre em dia.

 
 

O meu anterior lar

 
Está bem mais bonito o prédio onde vivia antes da minha mudança em finais de Março deste ano.
Olho para a fotografia, vejo a varanda, recordo o espaço onde eu e B. fomos viver juntos pela primeira vez, o local para onde levei a Alice quando saímos da maternidade, o espaço onde tanto jantares e almoços demos para amigos e família e parece-me que aconteceu tudo numa outra vida.
Fui muito feliz lá mas gosto bem mais da casa onde estamos hoje. É apenas a prova que quando estamos bem podemos ficar ainda melhor!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Isto também pode ser um blog de beleza

Dica de beleza: "Usar creme de hemorróidas na cara"

Contou-me uma colega de trabalho que este é o segredo de beleza da Daniela Ruah.
Eu cá não arrisco. Há dias que acordo com uma cara de cú que mete medo, se começar a usar creme de hemorróidas é da maneira que não me livraria da cara de cú matinal.

Mas que resulta, resulta!
Ou a Daniela anda a enganar-nos a todas ou o creme de hemorróidas é coisa para lá de sensacional (Bitch).

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Tapete de flores

No âmbito do Walk&Talk reproduziu-se numa artéria da cidade de Ponta Delgada os tradicionais tapetes de flores que cobrem as ruas da ilha na altura das coroações e procissões.

 
 
 
 
 
 
 

Alerta aos meus seguidores

Após 2 dias sem receber um único comentário (que euzinha não sou daquelas que escreve por escrever, que escreve apenas para ela, que escreve sem esperar um feedback do outro lado) tenho que fazer o alerta que o blogspot anda a apagar os 500 comentários que devia estar a receber por dia.
Esperemos que seja uma situação temporária e que logo, logo volte a ter notícias vossas.
Sim, eu sou aquela que escreve porque gosta desta partilha que se gera, porque gosta de ouvir e não só falar, porque gosta de sentir que 2 ou 3 têm a paciência de cá vir saber de mim, dos meus e ouvir o que tenho para dizer.
Que estejam todos bem...

Mostrado ao mundo

E só penso na duquesa, 24 horas depois de um parto, em frente a uma multidão de sorriso rasgado e expressão de quem não pariu um bebé de 3800gr. E penso na duquesa a expor-se perante o mundo numa altura em que queremos apenas sossego e muito sossego enroladas no nosso rebento.
Se eu tivesse aparecido à porta da maternidade 24 horas depois de dar à luz à Alice acho que agarravam-me e levavam-me para aquelas feiras de horrores que existiam no século XVIII e XIX a partilhar show com a mulher de barba e o homem metade bode metade humano.

 
Se esse princípe sabe que num arquipélago do Atlântico existe uma princesa ano e meio mais velha do que ele, temos desfile real daqui a uns largos anos pelas ruas desta pacata cidade de Ponta Delgada.
 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Marcas

 
É por estas e por outras mais financeiras que as minhas roupas são basicamente Zara e Mango (agora já só em saldos, ou melhor, fim de saldos).

Dúvida

Depois de escrever o post sobre o espetáculo, como por magia, a música parou. Fiquei a pensar: "Será que era um carro com música alta parado à porta de minha casa?"

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O que se pode pedir mais?

Mesmo sem sair de casa consigo ouvir os concertos das Noites de Verão ao pé da igreja Matriz.
Sentada no sofá da sala, Alice a dormir no quarto e eu a ouvir o espetáculo.

Desejo do dia

Em conversa com colegas de trabalho sobre o fim-de-semana, o prazer de comer e beber bem, vira-se um: "Devia-se casar sempre ricos com pobres para podermos ser todos consolados."

Mini look book#2

 
 
Copo de água Avent. Vestido Lanidor Kids. Sandálias não me lembro.
 

Do fim-de-semana

 
 
 
 
 

Gosto...

... de fins-de-semana sem tempo de esticar pernas no sofá;
... de fins-de-semana passados na rua;
... de fins-de-semana com caras sorridentes e gargalhadas sonoras;
... de fins-de-semana passados à mesa com gente genuína;
... de fins-de-semana de céu aberto e sem teto na cabeça;
... de fins-de-semana onde os domingos são tudo menos chatos.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Numa sexta-feira

 

Dietas

Muitas de nós queremos fazer dieta, dizemos que vamos fazer dieta, pensamos que estamos a fazer dieta mas só algumas fazem mesmo dieta e levam esse desafio a sério.
Encontrei uma dessas pessoas e posso comprovar que o desafio está a ter resultados bem visíveis.
Parabéns! Talvez na próxima segunda comece eu ;)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

To everyone


Mini Look Book#1

 
 
 
Vestido Zara da prima Clarinha, pé descalço e cabelo despenteado au naturel.

Look Book#71

 
 
 
Fotos tiradas com uma intrusa por perto.
Camisa de ganga La Redoute (adoro-a). Calças pijama da Zara. Sandálias da prima.