ALICE

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Brincar com os legos é...

... enfiar um na boca e ir à vidinha.

 
 
 
 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Ausência

Durante uns dias estarei em modo: mãe solteira.
Vamos ver se sobrevivemos, se conseguimos gerir sozinhos as rotinas, sem stresses ou gritos, brinquedos na sopa ou loiça na banheira.
Estou receosa mas otimista.
Se não conseguir aqui vir... prometo regressar em breve e inteira.

Um look perfeito


Papagaios

Na hora de dormir a dança de sempre: xixi, água, calor, frio, bonecos para cobrir, xixi novamente, mais um pouco de água, beijinho, o abraço... and so on...
Vai à sanita pela segunda vez e eu, sabendo que estávamos numa dança de atraso para deitar: "Alice, então esse xixi? Despacha-te!"
Alice, num tom calmo e condescendente: "Mãe, tens que ter um pouco mais de paciência..."
Embrulha! Tantas vezes atiras a ela que um dia ela te devolve!

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Escondeu os sapatos

Tivemos visitas. Casal de amigos que chega com duas filhas, uma da idade da Alice, outra da idade do António.
Alice criou o hábito de esconder os sapatos desta sua grande amiga, acreditando que ela não se irá embora se não encontrarem os sapatos.
Desta vez escondeu também os sapatos da bebé e como ela saiu ao colo ninguém se lembrou deles.
No dia seguinte, recebo a mensagem: "Por acaso os sapatinhos da Clara não ficaram pela tua casa?"
Quando falei com a Alice, a explicação foi: "Escondi os sapatos porque não queria que ela fosse embora e para os guardar até servir ao manito para ele usar..."
Como penalizar um crime cheio de boas intenções?


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Porque sou mãe babada...


Só naquela, Pai Natal... e porque até é barato!

 
 
ZARA - 29,95€
 
 

Eu tenho dois tesouros valiosos


Nem sempre tenho a paciência que devia para aquilo que tenho de mais valioso e importante tenho na vida,
nem sempre sorrio a cada som de "Mãeeee" que enche a casa toda e eu sopro, bufo quando devia responder: "Sim, meu amor!". Nem sempre dou graças da sorte que tenho e grito "come a sopa" quando devia lembrar-me de todas as vezes que eu não comi sopa. Nem sempre estou serena, disponível e digo: "Agora não, Alice!" quando ela me pede para brincar. Nem sempre me lembro que os quis, os desejei, os quero, os desejo com todas as forças do meu ser.

Sou mãe, uma boa mãe, mas nem sempre sou a melhor mãe que consigo ser...

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Os colégios, as creches e jardins de infância

Talvez eu passe a imagem que sou contra estes estabelecimentos de ensino, que não deveriam existir e que todas as crianças devessem ficar fechadas em casa com os pais, avós ou amas.
Nada poderia estar mais errado. Não tenho nada contra estas instituições. Na verdade, nunca recorri a nenhuma para os meus filhos mas em criança tive 1 ano num colégio. Diz a minha mãe que eu tinha 2 anos e tal e que chorei nos primeiros dias. Não tenho qualquer recordação de escola antes da escola primária. Não é trauma é apenas porque o meu cérebro não consegue recuar tão longe.
Quando cresci e me tornei adolescente, trabalhei em vários verões numa creche onde trabalhava e ainda trabalha a minha madrinha. Adorava! Adorava mesmo! Tanto que quando concorri para a universidade pensava em ser professora primária. Não se concretizou e enveredei por uma carreira profissional totalmente distinta.
Tenho familiares e amigas que trabalham em creches, começando pela minha madrinha, como disse, acabando na minha querida cunhada que entrou este ano para um colégio como educadora.
Mais uma vez digo, eu não tenho nada contra estes estabelecimentos.
Agora, se me perguntarem: preferes que os teus filhos estejam em casa com o pai ou que vão para a creche? Prefiro que seja o pai, mal seria se preferisse uma estranha (por melhor que fosse) que o próprio pai. Que, no meu caso, é um pai excelente porque se não tivesse paciência ou tempo para dar aos filhos, então estariam na creche e eu andaria feliz.

Isto para comentar um comentário que só hoje li porque caiu no spam. Comentário feito ao post do Peso Pesado teen e que julgo que tenha sido por causa da frase abaixo. Mas no mesmo texto falo também dos avós e padrinhos e não julgo que eles sejam má influência para as crianças, tal como as creches.
Agora, reafirmo, que nas creches e escolas a alimentação é diferente de casa. Sei de muitas que servem sumos a partir de 1 ano e pouco, doces, bolos e aperitivos. Gomas em festas etc. São más por isso? Simplesmente disse que é difícil controlar a alimentação lá. É bem conhecido o recheio do bar de uma escola secundária. Falava nisso e porque é verdade e não porque fui esquecida na creche em criança (talvez tenha sido mas não me lembro nem nunca ninguém me contou tal história).

É difícil controlar o que as escolas e as creches dão às crianças. É difícil controlar os sacos de gomas nas festas de aniversários como prémios. É difícil fazer entender aos avós, tios e padrinhos que os doces não devem ser ofertas e prémios de bom comportamento para quem come a sopa toda.



Para o ano, se a minha filha entrar, então posso falar mal ou bem da experiência que ela tiver. De momento, só falo dos benefícios que tem em estar em casa e daquilo que acho que ganha em não frequentar uma creche. Das mais importantes é, sem dúvida, das doenças que não apanha. Tivemos os 2 constipados (falo só em tosse e constipação) e sei bem as noites que todos tivemos. Dispenso porque posso. Se não pudesse lá ia ela como todos os outros que vão e eu colocaria atestados como muitas amigas põem sempre que os filhos ficam doentes e sofreria como elas sofrem sempre que os filhos apanham mais um vírus qualquer. E nem vale a pena virem com o argumento de que criam imunidades pois vejo-os a apanharem sempre as mesmas coisas terminadas em ites e doenças de pés, mãos e bocas mais do que uma vez.
Ela pode vir a apanhar tudo mas quanto mais tarde melhor, minha opinião. Sem trauma de ter apanhado muitas doenças em criança.

P.S. Será que quem defende as creches afincadamente foi esquecido em casa pelos pais? Se calhar é isso, apenas um trauma infantil que nada tem a ver com os benefícios de uma creche.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

1ª Consulta de dentista

Recomenda-se que, por volta dos 3 anos, as crianças façam a sua primeira consulta no dentista. Uma revisão é importante mas, igualmente importante, é que a visita ao dentista se faça sem qualquer problema grave para que mais tarde não se crie medo desta especialidade.
Assim, e reconhecendo que ela não teria qualquer problema aparente de dentição, fomos à nossa primeira consulta.
Ela ia receosa mas descontraiu quando colocaram na televisão o episódio do Ruca no dentista, mostraram-lhe todos os instrumentos e para que serviam, fizeram da cadeira um carrocel, baixando e subindo com ela lá deitada, brincaram e riram.
Ela ia alinhando mas nada de grandes confianças. Perguntava o porquê de tudo à dentista. Abriu a boca e mostrou os dentes mas ficava receosa se tivessem que colocar alguma coisa na boca.
No final saiu de lá com uma medalha no peito, um copinho com dentes desenhados e um balão.
Voltaremos daqui a 1 ano.

Recomendações:
Por volta dos 5 ou 6 anos nascem os últimos molares. Muitos pais pensam que são de leite mas são os primeiros definitivos a nascer. Ter cuidado pois são dentes que criam caries facilmente pelas fissuras que têm.
Ser os pais a escovar os dentes até aos 5/6 anos. Depois serem eles com a supervisão dos pais.
Escovas mudadas de 3 em 3 meses.

 
 
 
A minha escolha seja para crianças seja para adultos cai sempre na Clínica Dentária de S. Gonçalo: http://www.clinicasgoncalo.com/
Post não comparticipado. Publicidade gratuita e sincera!
 

Do telemóvel

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Ter mais do que um filho é...

... quando um fica doente, passados 1 a 2 dias, temos o outro doente. É apenas constipação mas ainda assim significa noites muito mas muito mal dormidas, olhares vidrados, mãe, mãe, mãe 30 vezes por segundo (sim, é possível).
Anteontem tive a minha pior noite desde que sou mãe. António muito constipado chorou toda a noite. Dormia 10 minutos, chorava 30. Andámos nisso até às 7h da manhã. Dormimos juntos no quarto. Dormimos juntos no sofá. Depois fui trabalhar com 1 hora e meia de sono. E ele acordou como se nada tivesse acontecido. Passou o dia de ranho no nariz, nada mais... bem disposto como de costume.
Esta noite foi melhor, bem melhor. Acordou apenas as vezes do costume, bebeu o leite de costume, coisa que não quis na noite anterior, tal era a gritaria e o cansaço.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

domingo, 18 de outubro de 2015

Soalho Flutuante

Devia estar no top 10 dos inimigos dos pais de bebés.
Quando achas que já decoraste todas as tábuas que chiam, lá pisas uma que agora também chia e (boa notícia) mais alto do que as outras.

 


Ainda o Peso Pesado teen

Vê-los na balança e comparar o que perdem com os do programa americano? Depois vemos os treinos portugueses e percebemos a diferença do peso.  Tem uma concorrente em particular que quando faz exercício, eu tenho que confirmar se estou a ver em câmara lenta...
A perderem em média 1kg por semana, chegarão ao fim do programa com a mesma perda de peso que os americanos têm na primeira semana.
Falta ali mais esforço e dedicação.
Espero estar enganada e chegarem todos com mais saúde e menos peso no final.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Peso pesado teen

Sou fã da série americana. Gosto da apresentadora, gosto dos treinadores, gosto dos concorrentes, gosto de ficar com a lágrima no olho ao ouvir as suas histórias. Gosto, principalmente, das mudanças psicológicas que ocorrem. Gosto de os ver tornar pessoas mais felizes.
Esta semana comecei a ver a série teen portuguesa. Não vi os primeiros episódios (esqueci-me de colocar a gravar antes de ir de férias) e só apanhei o do fim-de-semana passado.
O episódio mexeu comigo e irá afetar-me até terminar a série. Olho aqueles adolescentes, ao ponto que chegaram e pergunto-me como é possível terem chegado lá? Pergunto-me onde estavam os pais deles durante esse percurso? Pergunto-me como se chega a 130 kg, sem ter passado pelos 80kg, 90kg, 100kg sem nada fazer? Pergunto-me se viveram sozinhos? Se foram eles que fizeram as compras para a sua casa? Se foram eles que cozinharam em casa? Pergunto-me sobre a educação alimentar que tiveram? Pergunto-me sobre a responsabilidade que os pais deles tiveram no estado em que se encontram?

Eu falo de cor, eu falo sem conhecimento de causa, falo sem ter qualquer problema de obesidade na minha família mais próxima. Mas falo enquanto mãe. Falo enquanto pessoa responsável pela educação e saúde dos meus filhos.
É certo que fora de casa é difícil controlar e saber o que comem mas ninguém chega a 130kg pela alimentação que tem fora de casa. E se então é pela alimentação que têm e fazem dentro de casa, quem são os principais responsáveis?
Imagino que nenhum pai quer esse peso ou essa falta de saúde, autoestima e infelicidade para o seu filho. Imagino que seja um dor tremenda ver um filho assim porque também imagino que nenhum filho seja feliz com tal peso, com tal falta de mobilidade, com os problemas de saúde que acarreta e, principalmente, com a maldade com que são sujeitos por parte dos seus pares.

E depois penso, mas quem enche as prateleiras daquelas casas? Quem faz as compras? Quem cozinha? Quem fez a introdução dos alimentos quando eram bebés? Quem os ensinou a comer e o que comer? Quem lhes apresentou os sumos, os refrigerantes, as gomas, os fritos?
É difícil controlar o que as escolas e as creches dão às crianças. É difícil controlar os sacos de gomas nas festas de aniversários como prémios. É difícil fazer entender aos avós, tios e padrinhos que os doces não devem ser ofertas e prémios de bom comportamento para quem come a sopa toda. Mas muito mais difícil é viver com o sofrimento de um filho pela saúde que não tem e pela vida que devia estar a viver e não vive.

Eu não falo nuns quilos a mais. Há miúdos magricelas, há miúdos mais cheiinhos. Falo naqueles miúdos do programa, falo em mais de 100kgs, falo em miúdos infelizes pelo peso que têm, pela falta de mobilidade, pela depressão que podem desenvolver.

Onde estavam os pais? O que serviram aqueles pais para o almoço e o jantar? O que compraram aqueles pais no supermercado?
Não, mais uma vez, não acredito que lá cheguem com a má alimentação que fazem nas escolas ou nas festas ou nos jantares fora (que sempre dão azo a escolhas de fast food). Falo do dia-a-dia, da rotina familiar, dos milhares de almoços e jantares que já fizeram em casa, à mesa, com pais e irmãos.

Já fui mais rigorosa com a alimentação da minha filha. Com o crescimento deles ficamos mais despreocupados porque a própria idade vai permitindo um maior leque de opções, mesmo que algumas possam não ser as melhores. Mas não vamos cair em extremismos. Ela pode provar quase tudo (exclui-se picantes) e comer quase tudo. Mas há muita coisa que, apesar de já ter provado, não come. E não come porque não compramos, porque os avós e tios sabem que não lhe damos mesmo que comprem.
Estar em casa, afasta-a também dos sacos de gomas, das festas do colégio cheias de aperitivos e sumos. Estar em casa faz com que nunca tenha bebido um sumo sem ser natural (laranja espremida mesmo), nunca tenha comido gomas (provou num casamento. Oferta dos noivos às crianças), nunca tenha comido ovos kinder e afins (nunca ninguém ofereceu e nunca comprámos), nunca comeu aperitivos que não sejam amendoins, amêndoa torrada, nozes, e pistachios. Sabe o que são pastilhas mas nunca meteu uma na boca. Provou o primeiro chupa (deu duas lambidelas e pediu para guardar) num voo de avião, oferta da hospedeira este verão. Já come bolo em aniversários mas nunca provou nenhuma sobremesa de natas e leite condensado e afins porque nunca pediu e nós nunca oferecemos. Já provou chocolate e adora (diz ela). Lá, muito de vez em quando, quando, em alguma situação, aparece um, come um pedacinho.
Já comeu batata frita fora de casa. De vez em quando come coisas menos saudáveis que adora como croquetes, panadinhos ou folhados porque o fazemos. Mas não é rotina, não é regra. A regra é a sopa apesar de não colher palmas e salvas por ela.
Somos nós pais, os únicos responsáveis pela alimentação da nossa filha e filho (com ele ainda só sopas e fruta).

Agora que tem quase 4 anos, é difícil dizer que não, à sua frente, quando alguém lhe quer oferecer um doce ou guloseima. Às vezes é ela própria que responde: "Eu não posso comer. Só quando for mais crescida." como a coisa mais natural do mundo.
Para muitos, este nosso cuidado pode ser excessivo, para outros, até posso pecar por dar comida pré-cozinhada ou frita à minha filha de vez em quando. Cada família tem o seu peso e a sua medida. Cada família gere a alimentação consoante as suas crenças. Acho que tudo é aceitável. Já não pode ser aceitável quando chegamos a uma criança de 130 kgs ou quando uma pediatra diz que teve numa consulta uma bebé de 9 meses com 20 kg.
Para mim, só e apenas para mim, isso deveria ser considerado maus tratos. Para mim, só e apenas para mim, ter um bebé de 9 meses com 20kg diz-me que aqueles pais estão a maltratar o seu filho e a colocar em risco a sua vida.
Chegará uma altura em que eles podem fugir do nosso controlo. Mas, até lá, até saírem de casa, somos nós que enchemos a despensa e colocámos a comida na mesa. Nós, os pais!

Parte-me o coração ver esta menina de 16 anos.
Parte-me o coração... mesmo. E a outros do programa também.

Chega de brincar ao verão...




quinta-feira, 15 de outubro de 2015

As noites do António, as minhas noites

Para responder a um comentário sobre como têm sido as noites do António.
Como estava a prever no post de Junho, o António foi deixando (por vontade própria) a mama. Uma experiência totalmente diferente da irmã.
Atualmente, janta por volta das 19h a sua sopa e a fruta, toma banho e vai direto para a cama sem mais nada. Com a Alice, sempre depois do jantar, lá ia a mama (e quando deixou de ser mama passou a ser o biberão) antes de adormecer. Acho que uma espécie de consolo porque é impossível ser fome depois da sopa e da fruta. Foi assim até ela fazer os 2 anos.
Mas falemos do António. Ele janta, banho e caminha. Fica a dormir até umas 23h/00h/01h, altura em que começa a rolar no berço e a soltar uns gemidos. Eu preparo 210 m/l de leite adaptado e atesto-o (como diz o pai. Isto porque nem o tiro do berço. Estico o braço de biberão na mão. Ele bebe com os olhos fechados, pestanejando de vez em quando para confirmar que é uma cara conhecida que o alimenta) e, no final, coloco a chucha, ele vira-se para o lado e volta a adormecer. Repetimos o ritual pelas 4h ou 5h da manhã. Isso varia. Mas diminuímos os 3 biberões por noite para 2. Tem tido dois despertares para comer.
Isto de para comer também é relativo. Na consulta dos 9 meses a pediatra disse-nos que ele já é um homenzinho para aguentar toda a noite sem comer. Mas eu ainda não sou uma mulherzinha para aguentar toda a noite sem lhe dar de comer. Ainda me faz impressão. Ele acorda, vira e revira, murmura e eu acho que é a pedir o leite. Ela disse para o deixar virar e rebolar, que já não necessita do alimento noturno, que fará isso uns dias e depois dormirá toda a noite. Huummm... tenho as minhas suspeitas... além disso, partilha o quarto com a irmã desde os 7 meses. Vou deixá-lo chorar, deixá-lo despertar e deixá-lo acordar a irmã também? Hummm.... tenho as minhas suspeitas...
Até data ainda por definir, vamos manter os 2 biberões por noite e viver em paz por mais uns tempos.
A irmã foi uma comilona noturna até aos 2 anos. Ele ainda nem 1 ano fez...
Assim sendo, acho que as minhas noites estão muito boas comparadas com a irmã, embalada para dormir, mama ou biberão antes de adormecer, durante a noite leite sempre ao colo e depois embalo, algumas (poucas) vezes na nossa cama. O António nunca mamou ou bebeu leite depois de jantar. O biberão é sempre dentro do berço e nunca pede embalo depois. Não pede para sair do berço ou ir para a nossa cama. Acorda 2 vezes a 3 máximo por noite. A irmã foi uma roda viva até por volta dos 18 meses.

Será a loucura a falar?

Hoje disseram-me, em conversa sobre filhos, que quem tem o terceiro diz que tudo é muito mais fácil. Parecem que eles crescem sozinhos sem trabalho quase nenhum.
Mães de 3 ou mais filhos, isto é verdade ou é a insanidade mental que toma conta de mães com mais de 2 filhos?
Parece-me mais a segunda possibilidade e gostava de vos ouvir pois duvido que comprove a realidade por experiência própria.

 
 
 
 
 
 
 
Estas fotos derretem-me... solto logo um ohhhh.
Depois penso logo que sou tão fraquinha e pequenina que fica com os cabelos em pé só com dois quando existem famílias saudáveis e equilibradas
 com 5, 6, 7, 20. Sou fraquinha... muito fraquinha!
 

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ainda bem que não gostamos todas do mesmo

 
 
Gosto muito do estilo da Maria Guedes mas estes sapatos tão badalados da ZARA, nem dados.

Pink day




Boas vibrações

"Love is my gift to the world. I fill myself with love, and I send that love out into the world. How others treat me is their path; how I react is mine."
 
Dr. Wayne Dyer
 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Amamentar o António

O António, quase com 7 meses, já faz 2 refeições de sopa e 1 refeição de papa. Durante a noite bebe 1 biberão de leite adaptado e mama sempre 3 a 4 vezes.
Durante o dia, quando chego do trabalho dava-lhe mama, depois de umas 2h a 3horas da sopa. Contudo, nos últimos dias rejeita por completo a mama durante o dia. À noite, mama normalmente como sempre o fez.
Sinto e apercebo-me que a minha produção de leite está a diminuir significativamente. Deixei de usar os discos e apesar de amamentar as 3 a 4 vezes por noite, o peito está menos cheio e nunca fico com a sensação pesada mesmo que passe desde as 6h da manhã até às 10h da noite sem amamentar (período que ele come as suas refeições de colher e que rejeita a mama).
Com a Alice foi muito diferente. Deixei por volta dos 9 meses por opção minha e ainda com muita vontade dela de continuar a amamentar.
Com o António estou a prever que será ele (numa espécie de vingança da irmã) a dizer: Já chega!
Estou a ser substituída no que toca ao leite. Estou num misto de sentimentos mas uma coisa é certa: estou inquieta para dar um sumiço nos meus soutiens de amamentação. Já não os vejo à frente!!! Nota-se que eram os mesmos que os da Alice. Os dois novos que comprei, nenhum me ficou bom e lá continuei com os "velhinhos".
Isto está a terminar... já não posso rodar mais esses.


P.S. Tinha este post nos rascunhos do blog. Foi escrito em junho deste ano.
A amamentação estava nos últimos dias... com o António durou tão pouco. Talvez devesse ter insistido mais... A rejeição que já estava a acontecer durante o dia, passou para a noite em poucos dias. Quanto aos soutiens, já eram. Foram diretos para o lixo.

A pressa de crescer

Alice: "Mãe, porque é que quando temos 3 anos leva muito tempo para fazermos 4 anos?"

Anunciaram chuva intensa...

... e está um lindo dia de sol.
Gosto tanto destas previsões certeiras.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Stan Smith, come to mummy!

 
 
 
 
 
 
 
 Street looks