ALICE

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Eles crescem sem pedir licença...

Eu bem que tentei tirar com os dois ao mesmo tempo...






sexta-feira, 21 de abril de 2017

Não é consensual...

... mas eu adoro a mistura de padrões.

António

Espreito-te pela porta da cozinha, nem me vês. Gosto de te observar, principalmente quando não tenho que olhar em mil direções porque corres mais rápido do que o movimento que consigo fazer. Gosto quando te concentras nas rodas de um carro e sozinho ficas nos teus pensamentos ou simplesmente acompanhas as rodas de um carro sem pensar em mais nada que não os carros todos que tens à tua volta.
Meu António...

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Impossível passar sem eles

Foi de um momento para o outro: agora sou apenas pitosga ao longe, agora sou pitosga ao longe e ao perto.
Todos os dias, no trabalho, a ler os rótulos no hipermercado (quando não levo pode acontecer comprar produtos já perto do fim da validade ou levar aquele que tem mais percentagem de gordura), a ver as etiquetas nas lojas (não vá eu não ver que são dois zeros em vez de um) e até a comer se houver espinhas para encontrar.
É oficial, a idade não nos tira a alegria de viver mas tira-nos visão, mesmo que nos esteja a meter-se pelos olhos dentro.

Too much

Até podia dizer que já não tenho idade mas, para mim, nem é uma questão de idade, é mais buraco que calça... too much...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Profissão da mãe

O outro dia, a caminha da escola:
"Mãe, já sei a tua profissão!"
"Então qual é?"
"És uma tratadora de papéis!"

Está lá perto, não posso dizer que não...

A saga do vestido de casamento

A busca continuou. O idealizado teve de ser alterado pois, por questões de saúde da minha mãe, ter o croptop e a saia volumosa e comprida seria algo em último recurso a pedir à minha mãe.
Ela o faria na última semana antes do casamento mas, incentiva-me a procurar e comprar já feito.
Mais algumas visitas nas poucas lojas disponíveis e eis que, fora do conceito inicial mas sem me desagradar, encontro 3 possibilidades.

Aqui ficam duas delas, a terceira possibilidade foi comigo para casa. Partilharei com o enquadramento devido da cerimónia :)

 
Este, tal como o escolhido, precisaria de um aperto na zona da cintura.
Os sapatos estavam na loja e não são os escolhidos.
Nenhum deles, nem o que comprei é a minha roupa de eleição. Foi a escolha possível que, contudo,  não me deixa infeliz. Estou satisfeita. Não dou pulos de contente mas claramente satisfeita.
 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Saias de tule

Prefiro as plissadas mas estas também me deixam feliz!

 
 
 
 
Só pelas fotografias apercebi-me que a saia é clara demais para usar collants pretas.
 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Meus e meus

Stradivarius
 
 
Pull&Bear
 
 

terça-feira, 11 de abril de 2017

43 anos

Pequeno-almoço com duas amigas. Visita ao grupo que oriento e uma caneca com uma linda mensagem. Chego mais tarde ao meu trabalho, porta do gabinete fechada e uma enorme surpresa dentro com pessoas que me recebem de braços abertos. Dois pares de ténis mesmo lindos.
Em casa, o meu refúgio, os meus amores, um jantar a preparar para nós e dois casais e os filhos que são todos como nós e de nós.
Um dia que só terminou depois da meia-noite. Sim, é tão mas tão bom celebrar a vida!

 
 
 
 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Uma boa notícia e uma má notícia

Encontrei um vestido que serviria na perfeição para ser madrinha. O vestido custa quase 300€. Ainda não tenho roupa para o casamento.



sexta-feira, 7 de abril de 2017

IRS

Quando se divulgou que o reembolso do IRS seria 15 dias após a submissão eu tive logo a maior motivação para tratar da papelada. Submetido a 2 de abril e aguardar para que não seja daqueles boatos partilhados centenas de vezes pelas redes sociais.

A menos de um mês do casamento...

... a madrinha do noivo ainda não tem roupa nem calçado.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Ser pai/mãe de mais de um filho

Ser pai/mãe de um filho não significa que saberemos sempre ser pai/mãe dos filhos que se seguirão ao primeiro, não significa que já temos o curso com diploma de mérito, não significa que as fases que os próximos passarão serão iguais ao primeiro e nós saberemos sempre como agir ou até antecipar os acontecimentos.
O segundo pode ser completamente diferente do primeiro, o segundo pode-nos fazer ver que afinal ser pai/mãe de um filho não dá trabalho nenhum e faz-se com uma pern...a às costas, ser pai/mãe de dois é que faz cair o cabelo (o primeiro só faz levantar os cabelos). O segundo filho faz-nos constatar que o primeiro até ouvia bem, até obedecia ao segundo grito (o que é o paraíso quando nós pensávamos que era teimosia), até comia bem, até brincava sossegado, até dava para estarmos sentados de esplanada 15 minutos, vá, 10 minutos em sossego (sim, é extraordinário quando pensávamos que era uma chatice não ser 30 minutos), até acordar 3 a 4 vezes por noite é o sonho (8, 9 e 10 vezes é que nos mata), até comer metade do segundo prato é maravilhoso (atirar tudo ao chão ao primeiro vislumbre é que nos tira a energia toda).
O segundo, o segundo filho, futuros pais de segundos filhos, transforma-nos, faz-nos mais fortes, mais fracos, faz cair os cabelos que o primeiro fez levantar, faz-nos gritar mais mas também deixar passar mais fazendo-nos fechar os olhos e a boca mais vezes do que alguma vez julgámos, faz-nos importar menos, rir mais, desesperar às segundas e quartas e nos outros dias dizer "que se lixe, eu não estou aqui", faz-nos não correr ao primeiro grito, faz-nos habituar às turras de irmãos, faz-nos derreter nos abraços que dão um ao outro (altura em que esquecemos as vezes em que por breves segundos pensámos: "onde tinha eu a cabeça quando me meti nisto de ter mais?!"), faz-nos ser pai/mãe de muitos, porque dois é plural, é o dobro de um, o dobro do amor, do carinho, do trabalho, das preocupações, das chatices, dos gritos, dos desesperos mas...
... o dobro de pai/mãe.
A ti, António que me ensinas todos os dias a ser mãe do dobro dos filhos que tinha, a ti que duplicaste o amor que julgava não conseguir aumentar mais.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nem sempre acontece

Há dias que gosto do que visto. Hoje é um desses dias...


 

Brinquedos

É impossível não influenciá-los nos brinquedos ou nas brincadeiras.
Na Alice, foi clara a minha "imposição" dos legos e dos puzzles (minha paixão de adolescente), da plasticina e dos pincéis. No António, a "imposição" foi dada pelos brinquedos que já existiam em casa. No meio dos jogos, legos e bonecas, a paixão foi para os carrinhos da Alice (herdados do meu afilhado). Também lá existem dinossauros e outros jogos mas alinhar carros é o que mais o apaixona. Volta e meia também gosta de bonecas e tachos e panelas.
Tudo está disponível para que descubram, para que se ocupem, para que se divirtam. Lá em casa não há brinquedos de menina e brinquedos de menino. Lá em casa há os brinquedos que gostam mais e os brinquedos que gostam menos.