ALICE

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domingo, 29 de setembro de 2013

Praia da Vitória - Ilha Terceira




Não se pode ter tudo

Ou bem uns dias de férias numa outra ilha ou bem a oferta de bilhetes para ver um concerto mesmo à porta de casa. E passam tantos fins-de-semana sem nada a acontecer e outros em que gostávamos de ter um duplo.

sábado, 28 de setembro de 2013

O que aconteceu

Peguei no carregador, coloquei ao pé da mala e B. guardou-o na mala de viagem. Mas afinal era o carregador do portátil e não da máquina.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Dá para acreditar?

Não encontro o carregador da máquina... dá para acreditar que estou novamente de férias e sem bateria na máquina?
Alguma coisa aconteceu entre o "ai, desta vez não me esqueço" enquanto enrolada o fio do carregador e o "B. viste o carregador? Não consigo encontrá-lo" enquanto reviro as malas.

Post agendado

A esta hora a sobrevoar o oceano. Uns dias de férias numa cidade património mundial com pessoas do coração.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Quando somos mais domésticas que profissionais

É andar uma manhã inteira no chove, faz sol e volta a chover e eu não conseguir tirar da cabeça que tenho roupa estendida. Mexe comigo ter roupa estendida e estar a chover e sou capaz de me levantar de madrugada para tirar a roupa do fio mesmo debaixo de chuva. Chega a esse ponto...

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A minha aventura em unhas de gelinho

Nunca tinha tentado entrar nesse campo. Para mim, verniz, do normal.
Depois chegou o gelinho. Depois chegaram amigas com máquinas de gelinho. Depois chegaram os dias de convívio com amigas de unhas sempre impecáveis. Depois chegou a inveja. Depois instalou-se a vontade: "Ah, também quero!". Depois o controlo monetário e a disponibilidade de uma amiga: "Ah, eu faço-te na boa! Sempre que quiseres usas a minha máquina!".  Depois chegou a altura de tirar o gelinho porque nem mesmo esse resiste ao desgaste de uma vida doméstica. E por fim, chegou o descascador de batatas.

 
 
Resumindo: O que tinha lascado das unhas saiu na altura em que não devia ter saído (batizado para ir e já unhas em modo de querer um makeover), o que não tinha saído não queria sair nem por nada. Foi o produto das unhas. Foi o forno elétrico. Foi acetona. Foi lima. E chegou ao desespero total de me atirar ao descascador de batatas e raspar as unhas todas. A minha cunhada viveu essa experiência comigo, partilhou o suor e as gargalhadas, passou pelo mesmo mas não se quis aventurar no descascador (não sei porquê) e levou bem mais tempo a livrar-se das suas com apenas a lima e acetona e produto removedor que deve remover apenas nódoas porque verniz nem vê-lo.
Amiga V. que me tinha pintado as unhas, incrédula do outro lado da linha telefónica, que tal nunca lhe tinha acontecido, que sai com a maior das facilidades, que não percebe mesmo, que são as minhas unhas que devem ter alguma problema, que basta puxar um pouco e sai tudo sem esforço, que... ainda bem querida amiga que estavas tu do outro lado da linha.
 
Resultado: A minha cunhada vai pedir ao Pai Natal um kit completo para fazer unhas de gelinho em casa e eu estou cheia de vontade de voltar a pedir à V. para me pintar as unhas. Vai-se lá perceber as mulheres...
 

Momento de filosofia barata

 
Eu sou uma pessoa extrovertida (aparentamente pois tenho momentos de grande timidez e isolamento), adoro conhecer pessoas, adoro saber e sentir que cada uma dela trará algo de novo (pode ser bom ou mau) à minha vida. Seja uma conversa, um livro que se trocou, uma situação que se partilhou, tudo tem um significado. Algumas são tão passageiras que mal nos apercebemos, outras chegam num sopro e ficam mais tempo. Depois existem aquelas, poucas, que nos conhecem desde sempre e que, por mais longe que estejamos e mais tempo que passemos sem falar, no primeiro som ou olá, eliminamos toda a distância e tempo que houve entre nós.
Eu acredito também que estamos todos ligados. De uma forma ou de outra, uma teia invisível liga-nos a todos.
Por exemplo: tenho uma prima que tem uma amiga que trabalhou com uma pessoa que conheceu um homem que tem um filho que anda na escola com uma miúda... and so on... E assim, eu, no meio do Atlântico, estou ligada a uma pessoa que vive em Tóquio.
 

Projeto concluído

Falta enviar e aguardar o resultado final. Ansiosa...

Capa
 
Contra-capa
 
Neste álbum apenas o primeiro ano da vida dela. Ficaram tantas e tantas fotografias por colocar. Apenas 40 páginas que me permitiram colocar 220 fotografias. Podem-se colocar muitas mais mas optei por algumas em tamanho maior, outras médias, outras mais pequenas.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Os dias começam assim...

Enquanto me arranjo, tenho a minha Nisca sempre ao pé das pernas até chegar ao momento em que me despeço e ela sorridente repete várias vezes acenando: Adês, mãe!

À porta do closet.
É minúsculo e, às vezes, convenço-a a ficar apenas à porta, como hoje de manhã. Nos dias em que me é ela que convence, estamos as duas dentro aos encontrões enquanto me vesto.


Na casa-de-banho, enquanto me maquilho.

A creche? Ainda não...

Agora que começa um novo ano letivo muita gente me pergunta: "Então? A Alice já está na creche?"
Respondo a verdade, que não, que continua com o pai em casa. Se antes de ela ter um ano não ouvia tanto o contraponto, desta vez já ouço: "Ah, já está na altura de ela ir para uma creche! É importante para eles estarem com outras crianças! Ela vai desenvolver mais numa creche! Chega a uma altura e eles precisam de uma creche!"
Conversas do género que vão cair no mesmo: o lugar dos bebés, depois da licença, no máximo, depois de 1 ano feito é na creche.
Eu já não me lembro bem que ideia tinha antes de ser mãe mas sei bem que a partir do momento em que fiquei grávida pensei logo que faríamos um esforço para que ficasse muito tempo em casa. Depois dela nascer quase exclamava: Ah... creches, não, por favor!
Nada contra as creches, nadinha. Já trabalhei em muitos verões numa e adorei. No entanto, se colocar num prato da balança, o meio familiar e no outro a creche, bem... não há dúvida sobre que prato pesa mais.
As creches são a melhor opção de todas quando os pais não têm outra alternativa. Quando um dos pais tem um trabalho que permita, quando um dos pais está desempregado, não compreendo a opção das creches antes dos 3 anos (mais coisa menos coisa). A decisão só compete aos pais, a nossa decisão como pais é manter a Alice durante mais este ano letivo em casa, ao pé do seu pai e mãe, galinhas assumidos e super orgulhosos deste nosso "defeito". No próximo ano letivo, já ela com mais de 2 anos e meio (nasceu em Janeiro, mês chato para gerir anos lectivos), veremos se marcará a sua entrada no meio escolar.
E o que mais apelam as vozes pró-creche são o desenvolvimento cognitivo e social das crianças. Pois neste campo, a Alice é uma bebé de 20 meses já com um vocabulário muito extenso. Ela não diz palavras, já constroi frases, ainda que muito rudimentares, tipo: A Alice qué pão. Identifica 50% dos animais da selva, canta (solta sons mais ou menos melodiosos) e dança melhor do que a mãe (qualquer bebé com mais de 6 meses consegue-o), sabe o nome dos pais, dos avós, o nome de todos os primos em primeiro grau (já são 5) ainda acresce dos seus amigos mais próximos (Nina e o Más - mais conhecido por Tomás). Sabe bem o nome dos pais desses amigos: a Vé, o Fe, o Cá e a tia. Utiliza o masculino e feminino em muitas coisas: o menino, a menina, o senhô e a senhôia. Desenha e pinta a manta todo o santo dia. Passeia na companhia do pai quase todas as manhãs e na companhia da mãe para o parque várias vezes por semana. Tem a sua amiga Nina mais de 3 vezes por semana (outra privilegiada). Na rua cumprimenta 80% das pessoas com quem cruza na rua, verdadeiros desconhecidos a quem exclama um Olá!. É super desenrascada mesmo em espaços que desconhece ou com pessoas que nunca viu na vida. Raramente recusa um colo ou um beijo desses desconhecidos. Repete todas as palavras que aprende, à sua maneira, claro, para nunca mais as esquecer. Recorda sempre o nome das pessoas que conheceu mesmo que só as veja semanas depois.
Posto isto e o privilégio da companhia dos pais em todos os dias da sua vida, digo: Creches? Não obrigada, um dia destes mas não hoje.

Agora da boca de quem é mãe, psicóloga, casada com um pedopsicólogo com uma filha de pouco mais de 1 ano e que também disseram: Creches? Ainda não.

Aspectos que condicionaram a nossa escolha:
In, MãeGyver (carregar no texto para conhecer toda a história)
 
 
Mais uma vez, nada contra as creches. Óptimo que existam. Apenas a expôr a minha/nossa opção e nossa porque aqui o papel do pai foi muito mais importante do que o meu. Bastaria um simples e válido não do pai, um "não consigo conciliar a minha vida profissional com o cuidar da Alice a tempo inteiro" e ela estaria numa creche desde os 4 ou 6 meses de idade. Teria sido a nossa única solução e estaríamos em paz com ela. Felizmente, em vez de um não eu tive um outro tipo de resposta: "Eu faço questão de cuidar da Alice a tempo inteiro. Vou-me desenrascar. Ela irá comigo às compras, aos fornecedores e a tudo aquilo em que ela não puder ir, marcarei para depois das 3h da tarde. Aproveito as sestas para tratar das coisas no computador."

Às vezes esqueço-me que foi ele, foi ele que permitiu esse privilégio que é termos a nossa filha na nossa casa, sem broquiolites, amigtalites e uma série de outras coisas acabadas em ites, sem febres, sem dentadas nos braços, sem saídas de casa em dias de chuva e frio, sem longas horas sem ver o pai ou a mãe.

domingo, 22 de setembro de 2013

Álbum fotográfico

Deadline: 4ª Feira.




sábado, 21 de setembro de 2013

Espectáculo dos Caricas



Alice constipou-se e passou o dia de ontem de olhar doente e abatido. 
Resultado: a quarentena prolongou-se ao dia de hoje também.

Um sonho tornado realidade

Sou capaz de me habituar a isto de deitar a Alice no berço, dar beijo de boas noites e descer para a sala. Até aqui chegarmos, há dias menos fáceis, passámos por diversas fases, umas mais difíceis que outras:

1ª Fase - A mama. Não há sono sem mama. Adormece à mama até próxima mamada.
2ª Fase - O colo. Esta fase conviveu com a 1ª fase. Às vezes mama, às vezes colo, volta à mama, volta ao colo e registámos mais de 1000km num apartamento que não ultrapassava os 100 m2.
3ª Fase - O colo mas sem poder sentar. Colo em andamento. É impressionante como rapidamente nos transformamos em paus mandados de criaturas minúsculas ao nosso lado, pela simples razão que possuem a arma mais letal a seguir à nuclear - o choro estridente de um bebé.
4ª Fase - O colo mas havendo a possibilidade do adulto sentar-se num cadeirão. 10 a 15 minutos encostada ao peito a ouvir-nos o coração.
5ª Fase - A mão. Adormecer deitada no berço agarrada à nossa mão, dormente de braço entre as grades ou por cima do gradeamento em posição corcunda de Notre Dame. Fico na dúvida se não trocaria pela 4ª fase.
6ª Fase - O cadeirão. Adormecer deitada no berço com 3 chuchas: 1 na boca e 2 nas mãos. Foi a solução que encontrei para me largar o raio da mão. Acho que desenvolvi bicos de papagaio. Ficamos 5 a 10 minutos em silêncio no cadeirão.
7ª Fase - O cadeirão com música. É muito semelhante à 6ª Fase mas acompanhado com músicas cantadas por mim. Foi uma fase curta e não colheu muitos fãs. Não me perguntem porquê, não fui eu que escrevi as músicas.
8ª Fase - Sou crescida. Adormecer deitada no berço, munida das 3 chuchas e completamente sozinha. Bem... às vezes tenho que lhe dizer: "A mãe vai buscar uma coisa e vem já." Mentira branca, perfeitamente desculpável a quem foi uma vítima em todas as fases anteriores. Quem nunca mentiu a um filho que atire o primeiro biberão à tola.

Se contabilizarmos a fase 1 e 2, podemos dizer que na primeira 9 meses e a segunda a acrescentar mais uns 5 meses. Estamos na última fase há coisa de 2 meses, se tanto.

P.S. Alice encontra-se a dormir segundo a fase 8, com a mentirinha branca. Vim buscar uma coisa mas ainda não a encontrei, por isso, não voltei ao quarto...


Se voltasse atrás, metia-a mais vezes na nossa cama e adormecia com ela pelas 20h.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

É já amanhã

Mãe e filha em quase completa euforia...
(fica a promessa que nos vamos tentar conter)

 
 

Love it

Finalmente...

... a preparar um álbum de fotografias a retratar o primeiro ano da Alice e o nosso primeiro ano como pais.
A escolha foi esta:

Faz-se a montagem de todas as páginas e depois enviam o trabalho final.
Já vi um e fiquei impressionada com a qualidade. Capa e folhas duras.
 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Cartão do Cidadão

Dirijo-me à RIAC (não havia pessoas à espera) para alterar moradas dos nossos cartões de cidadão. Tinha tentado fazer pelo Portal do Cidadão mas sem sucesso.
Quando lá estou vejo que o meu cartão expirava em Dezembro, B. já sabia que o seu era em Novembro. Assim sendo, alteração de morada para a Alice e novo cartão para mim e para ele.
Passos todos a seguir, quando vou para tirar a fotografia e vejo-me apercebo-me que não tinha lavado o cabelo de manhã, que tinha feito uma apanhado (se de manhã não estava nada extraordinário, às 4h da tarde imagina-se) e os olhos já meios esborratados.
Fiquei tão aborrecida. Tive vontade de sair a correr da loja. Tive vontade de abortar a missão. Tive vontade de dizer palavrões (coisa raríssima).
A funcionária condescendente ainda disse: "Se quiser podemos repetir a foto." Ao que respondi: "Obrigada, deixe estar que isto não fica melhor!"
Cinco anos!!!! Cinco anos!!! Cinco anos com uma fotografia horrorosa no cartão do cidadão. Quando puder alterar a foto já vou estar com 45 anos e, nessa altura, nem saída do cabeleireiro vou conseguir uma coisa de jeito.
Nos aeroportos vão ter problemas em identificar-me a não ser que viaje sempre depois de uma noitada de copos e muita dança.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Detail

 

Felizarda

Há alturas que me sinto tão felizarda. Estou rodeada de pessoas que ainda resistem a tantos males deste mundo: ganância, falta de respeito, egoísmo. Essas pessoas, para sorte minha, fazem parte da minha vida, tornando-a tão mais fácil e agradável.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

349

Bonito número mas não há por aí quem se chegue à frente e arredonde para os 350 ou 400 ou 500...

Colcha

Há tempos sonhei com uma colcha.
Há tempos desejei fazer uma colcha.
Há tempos tentei fazer uma colcha.
Hoje já vislumbro o começo de uma colcha.

 
Escolhi as cores, pedi ajuda a uma colega de trabalho, vi uns vídeos no youtube e tive 2 serões a tricotar.
Mostrei o meu trabalho à minha colega e ela fez-me mais de 80 quadrados destes.
Será que ela achou que eu não nasci para a coisa?
Já tenho outra pessoa que me irá coser os quadrados todos até ter uma colcha de cama de solteiro para a Alice.
Já ando a pensar no próximo projeto quando este terminar. Não custa muito fazer colchas :)

Novo Lembrete

 
E tenho agenda (em papel), não tivesse já tinha notas até aos cotovelos em ambos os braços.

Coisas que ultrapassam o meu entendimento

Uma pessoa, por mais razão que tenha, perde-a toda no momento que desata aos gritos e aos palavrões, principalmente no meio profissional.
Mas isto sou eu que digo...

Sweet

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Domingo de manhã...

... sozinhas em casa.

 
 
 
Adereços da mãe.
Não me perguntem pela boina laranja. Corria o ano de 2004, vivia em Itália e achava que era fashion uma boina e ainda por cima em laranja. Nunca mais lá vivi, nunca mais achei que era fashion.
 

Lembrete

A maioria usa o telemóvel. Eu sou um pouco tradicional nesse campo. Nada como um lembrete num sítio que nos acompanhe sempre (às vezes esqueço-me do telemóvel).


P.S. Dado o meu historial tive que adicionar reforço ao lembrete. Disse a B.:"Manda-me mensagem a lembrar-me disso."

Vida social da Alice

Como é sabido desde que a Alice nasceu que está aos cuidados de mãe e pai. Felizmente temos a oportunidade de conseguir gerir os nossos horários e desde os 4 meses de idade que ela fica com o pai enquanto trabalho.
Conseguimos organizar a nossa vida em torno desse grande objetivo que é criarmos e estarmos o máximo de tempo possível com a Alice nos primeiros anos de vida dela. A creche ou jardim de infância fará parte do seu dia-a-dia mas ainda não será este ano letivo.
Isto para partilhar que, como passa grande parte do seu dia connosco, sinto necessidade de introduzir actividades diferentes na sua vida. Talvez a necessidade seja mais minha do que dela (confesso) mas isso não me interessa aprofundar. Minha ou dela ou de ambas, estamos inscritas em atividades que nos conduzirá ao contato com outras crianças que não apenas as que pertencem ao nosso círculo familiar.
No sábado tivemos o nosso primeiro contato com a natação (ainda fora de água) e começámos a nossa primeira reunião de música para bebés. A primeira será atividade até finais de Junho de 2014, se ela gostar das aulas e a segunda será um programa mais animado, musical com o final em espetáculo no último de novembro deste ano.
Ainda não tenho a certeza da sua reação, a minha é a melhor possível. Estou entusiasmada, animada, motivada, feliz. Sim, continuo na fase hormonal em que tudo o que é relacionado com bebés me faz delirar (excluem-se as noites mal dormidas, cocós que ultrapassam 1 vez diária, birras e choros e gritos por mãe, mãe de minuto a minuto). Tudo o resto venham daí que eu alinho. São pulas-pulas, são conversas com outras mães, são parques infantis, são espetáculos com humanos vestidos de Panda e a imitar crianças, estaremos lá.
Sei que isto passará, cansará, esgotará. Até lá deixem-me aproveitar que eu estou a adorar todos os minutos...


Matar saudades

Gosto de sonhar com pessoas do coração que já não vejo há algum tempo. Ainda só não consegui perceber se mato as saudades que tenho, se acordo ainda mais com saudades por as ter recordado de forma tão intensa.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Felicidade ou momentos felizes

Hoje sinto-me particularmente feliz. Tal como nos momentos infelizes, muitas vezes sentimo-nos felizes sem saber bem por que razão específica.
Neste momento balanço entre dois motivos: não sei se é por ser sexta-feira se é por ter olhado no espelho e ter achado que estou com menos barriga.
Isto de ficarmos felizes por coisas pequenas é do melhor que podemos trazer para a nossa vida. Não temos que esperar pelo euromilhões (que nunca chega), não temos que sonhar pela casa com jardim (que chega no dia depois do euromilhões), não temos sequer de desejar uma viagem à volta do mundo porque a percepção (nem sempre real) de uma barriga mais lisa é motivo para sorrirmos o resto do dia.

 
Se eu pegar uma ponta de feltro e colocar nas mãos da Alice, quase que consigo uma fotografia semelhante a esta.

Vermelho e Rosa

 
 
 
 
 
Corria o ano de 2006. Não existia o color block. Nunca se juntavam duas cores vivas no mesmo outfit.
Corria o ano de 2006 e fui ao casamento de uma amiga com uma saia fuchsia e um top vermelho. Lembro-me de alguns olhares reprovadores mas eu achava que estava lá, toda ela, toda eu.
 
 
Não me perguntem porque tinha uma coleira ao pescoço. Se já tem mais de 5 anos, todos os erros de moda são desculpáveis.
 

 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Expresso há 40 anos

E eu, no alto da minha memória de caracol, a dizer a uma amiga que o Expresso fazia 20 anos e que me lembrava bem da primeira vez que tinha sido publicado. Isto anda de mal a pior, ai anda, anda...

Alice numa manifestação de professores.
 
Nina e V. vão falar com Sócrates.
 
Alice ouve confissão dos McCann.
 
 
Alice nasce no ano da Geração do Retrocesso - 2012.
Para mim, um ano revolucionário (no bom sentido)
 
 

Uma pausa para rir


Look Book #72

 
 
 
 
 
Isto de tirarmos fotos a nós próprios aliado ao rídiculo de não ter nada de extraordinário vestido quase que roça o deprimente. Contudo, deve haver por aí mais mães que tal como eu não podem entrar nas lojas e fazer o que realmente nos apeteceria fazer. Para elas, este é o meu look de hoje.
Túnica h&m 2013 - 14,99€
Saia em pele (napa) Tally Weijl dos saldos de uns 2 anos - 5€
Sandálias da prima
Pulseira Mango - oferta
Colar Lefties - 5,95€
Relógio CASIO - oferta
 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Se desaparecer durante dias...

Nada de preocupações, apenas entrei na Segurança Social.

Love it (a lot)