ALICE

Lilypie Fifth Birthday tickers Lilypie Second Birthday tickers

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Amuos

Amua, quando as coisas não correm como pensa,
amua, quando é contrariada,
amua, quando sentem que não são justos com ela,
amua, quando sente que os seus problemas não parecem ter solução...

 
À saída da escola, num problema de partilha de bolachas.
Não é fácil educar, não é fácil saber quando devemos apenas ouvir e deixá-los encontrar as suas respostas e quando devemos apontar o caminho mais correto.
 

A mais velha e o mais novo

Num abrir e fechar de olhos, ele estará maior do que ela...

 

Prolongar as memórias

Desde que fui mãe que a minha memória a curto, médio e longo prazo tem sofrido horrores. Caminho a passos largos para uma senhora de meia idade que andará com bloco de notas com nome dos filhos, moradas e o seu próprio nome. Parece brincadeira mas poderá não andar muito longe da verdade... eu acho que são os efeitos das noites mal dormidas ao longo destes 5 anos e meio de maternidade.
Posto isto, é, para mim, fundamental tirar muitas e muitas fotografias e com elas fazer álbuns (não acredito muito nas fotos fechadas num disco) para os poder mexer, mostrar aos meus filhos e relembrar-me do que já vivemos.
Nem sempre a azafama do dia-a-dia o permite, o valor dos álbuns que escolho também me faz procurar a melhor altura para os comprar e o tempo que leva a fazê-los não acelera o processo.
No caso da Alice (a primeira tem algumas vantagens) tenho um álbum por cada ano até ao seu quarto ano, falta-me o 5º ano. No caso do António (o segundo e graças a Deus que o telemóvel tira fotografias ou temo que em adolescente iria pensar que tinha sido adotado aos 4 anos) tenho o álbum do primeiro ano. Falta-me o 2º e depois de novembro, já o 3º.
A Dreambooks continua a ser a minha escolha de eleição. Mas digo-vos que não conheço outras marcas. Sinto-me satisfeita com um produto específico: Álbum Digital Classic Premium, no valor de 69,90€ (procuro sempre as promoções e nunca comprei nenhum a este preço).

Falei disto aqui:

http://omeuchaverde.blogspot.pt/2013/10/chegou.html

http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/09/dreambooks.html

http://omeuchaverde.blogspot.pt/2016/03/albuns-digitais.html


 
 
 
 
 
 
 
 
É possível fazê-los no site e guarda-los e comprar numa melhor altura financeira ou numa promoção.
Este será o meu projeto a curto prazo: fazer o 5º ano da Alice e o 2º ano do António.
 


terça-feira, 23 de maio de 2017

As maiores festas religiosas (e profanas) dos Açores

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dicas de sobrevivência numa festa com milhares de pessoas indo sozinha com 2 crianças:
 
1. Um vai pela mão (o mais velho ou mais calmo) e outro no carrinho (o mais novo ou mais agitado);
2. Circular muito para que o do carro não se aborreça e peça para sair;
3. Levar abastecimento de casa para entreter o mais novo (tostas, bolachinhas, etc);
4. Conversar em casa com o mais velho explicando bem as regras do passeio para minimizar birras e os pedidos seguidos de gelado, pipocas, carrocel, algodão doce, balão... etc... etc. Pode não funcionar na perfeição (no nosso primeiro dia ainda houve amuos, nos restantes foi um magnífico) mas ajuda eles saberem o que se vai passar. Definimos em casa o que podiam pedir: 1º dia foi o dia da pipoca; 2º do gelado; 3º do carrocel; 4º era o cachorro quente mas trocámos pelo gelado (tive receio das condições de higiene daquelas carrinhas de cachorro, no caso dela);
5. Dar-lhes alguma liberdade de movimentos físicos;
6. Fazer figas e não stressar.
 
Fizemos sempre passeios curtos. Ficávamos pela festa entre 1h30 a 2h.
 
P.S. Descer a rua de casa e estar no centro da festa ajuda muito.

sábado, 20 de maio de 2017

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Silver

Inspirem-se...

 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

No casamento: a dança dos noivos

Ao som desta música abriram a pista dançando tão bem...

Reembolso do IRS

É a única altura em que me sinto feliz por ter pago tantos impostos.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

O que mais ouço da boca das mães de filhos únicos

"Devia ter tido o segundo logo de seguida."

O facto de ter tido o primeiro a 3 meses de fazer 38 e de nunca ter tido dúvidas que não queria só um, fez-me avançar para o segundo mal terminei a pausa recomendada de 2 anos para a cesariana.
Uma coisa tinha a certeza, e pelo que via à minha volta, a coragem vai-se perdendo à medida que o primeiro filho vai dormindo a noite toda, vai ganhando autonomia e dando cada vez mais liberdade ao casal. É difícil imaginarem-se a passarem por tudo novamente, pelas noites, o tirar a chucha, o desfralde, a comida à boca, os choros, as birras, etc, etc.
O meu conselho (que se fosse valioso era pago) é o óbvio: não esperar muito tempo.
Se custa mais tê-los próximos? Não sei... Não tenho a experiência de os ter com grande intervalo.
Acho que dá sempre trabalho e que depende muito mais do tipo de criança do que propriamente do intervalo entre elas. Claro que quanto mais velho for o primeiro mais independente é e mais pode ajudar em vez de desajudar.
Os meus têm de intervalo quase 3 anos. Aquilo que tanto falam que o primeiro regride no desenvolvimento podendo voltar a usar chucha ou fralda, os ciúmes excessivos, o querer a cama dos pais, nunca se passou cá por casa. Nunca senti ciúmes dela. Senti sim que falava mais alto, quase gritava e cantava muito para chamar a atenção.
As coisas vão acalmando e hoje em dia, com 5 anos, já não se recorda da sua vida sem o irmão. É claro que há birras, discussões, exigências de troca do irmão por uma irmã  (pensa ela que uma menina não iria desmanchar os brinquedos dela), há gritos dela, dele e meus mas acho que foi a espera ideal, até podia ter sido um pouco menos.

Quem pretende avançar mas está à espera de uma melhor altura, à espera de outro emprego, à espera de mais um quarto, à espera de mais energia, à espera de descongelamentos de carreiras ou aumento, avancem! A altura ideal não existe, vai sempre faltar alguma coisa, vai sempre parecer difícil, vai sempre haver medo de alguma coisa. Avancem!
Quem deseja um só, quem já tem esse só, desfrutem e sejam felizes, descompliquem e relaxem, o vosso coração tem todas as respostas e tudo passa tão veloz...


Gold

 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Esquizofrenia maternal ou hormonas à solta

Canso-me mais do que o normal,
durmo muito menos do que preciso,
grito mais do que devia,
abraço tantas vezes como algumas vezes me apetece fugir dali,
adoro vê-los pequenos como penso no dia em que haverá o silêncio tão característico dos adolescentes,
quero deitar fora as fraldas ao mesmo tempo que desejo voltar a comprar o tamanho 1,
os dois na sala fazem mais estragos que uma claque de futebol em final de jogo e logo de seguida parece que falta alguém do tamanho deles para desempatar as discussões,
quero-os crescidos e depois sinto vontade de os apertar até terem novamente meio metro,
tanto sinto uma ponta inveja de casais de mãos dadas sem filhos como estremeço de ternura por aqueles cujos braços não chegam para o número de filhos que têm,

nesta casa, no meu coração, no meu ventre, não haverá mais bebés, não totalmente meus ou nossos, e, numa esquizofrenia maternal que não se explica, sinto vontade de chorar...


P.S. Eu já vos tinha dito que durmo menos do que preciso? Podem imaginar os efeitos de privação de sono num ser humano? Pronto, este post foi escrito após mais uma noite mal dormida.

 
 
 
 
 
Pinterest
 
Quem não soltou um ohhh ainda que minúsculo que atire a primeira pedra ou me chame de louca.
 

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Afasta-los dos ecrãs

É o mesmo que servir de árbitro durante 90% do tempo de brincadeira. Não é fácil quando se quer fazer jantar ou outras tarefas domésticas...


Tantas perguntas e poucas respostas

"Mãe, como é que se morre?"
Ainda pensava no que responder e surge nova pergunta:
"Depois ficamos tipo estátuas?"

terça-feira, 9 de maio de 2017

Bedtime story


Uma versão não oficial

"Mãe, a educadora falou no papa Francisco e contou a história de Fátima e dos cabritos."

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O casamento G&C

Foi emotivo, delicado, sincero, fresco, delicioso, inesquecível...
Duas almas verdadeiramente generosas se uniram e preparam um dia deveras especial para eles e para todos que puderam fazer parte deste dia.

O escolhido. Não foi o perfeito, foi o possível e senti-me bem com ele.
 
Os noivos
 
A noiva estava fiel a si própria: delicada, elegante e diferente.
 
A Alice não gosta nada de festas, saí à sua mãe.
 
Passou o dia a fazer corações com as mãos.
 
A mesa dos noivos
 
 
O bolo dos noivos.
 
O pormenor do bolo.
 
Os noivos.
 
 
A folia.
 
O penteado.
 
O fim da festa...