ALICE

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Oficina do Cabelo - Covilhã

Não faço 2000kms de propósito só para cortar o cabelo mas não os faço sem cortar o cabelo.


E não sou a única...

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Pai Natal

"Mãe, eu acho que aquele pai natal era a fingir"
"Por que achas que era a fingir?"
"Porque ele estava sempre a mexer na barba e nem óculos tinha..."
"E por que achas que estava a fingir?"
"Talvez para ajudar o pai natal que não pode estar em todo o lado"
"Pois, talvez tenhas razão..."

domingo, 25 de dezembro de 2016

A quem por aqui passa...

Festas felizes junto do quem mais amam. Saúde e paz interior.

Nestes dias festivos



















terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Cozinha

Impossível ficar indiferente... estas cozinhas derretem-me. Serem todas de madeira dão-lhes um toque especial.

 
 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A árvore

Há anos que é sempre a mesma decoração.
Penso: "Este ano compro umas bolas diferentes!", depois penso: "Não vou gastar dinheiro."

 

Balões sem hélio

Sou só eu que fiquei com cara de espanto quando vi esta magnifica ideia de poder decorar com balões sem hélio e ficarem tão ou mais bonitos do que usando balões com hélio?!
Ainda estou a pensar como nunca tive essa ideia, a sério? Não é mentira nenhuma que a maternidade mata-nos mais neurónios que uma vida inteira de muito álcool e tabaco. Bem... na verdade nunca fui muito prendada nas artes e ser mãe de 2 transformou-me e revelou-me muitas caraterísticas que não tinha ou desconhecia ter mas não chegou ao ponto de adquirir dotes, mesmo simples, de decoração infantil.



 

domingo, 18 de dezembro de 2016

Noites loucas

Há noites em que penso em contar as vezes que me levanto para ir ao quarto das crianças. Perco-me nas vezes e tanto podem ter sido 3, 4 ou 7 que me parecem sempre uma dezena.
Na noite de sexta-feira, como em uma ou outra noite decidi contar quando deitava o rosto sobre a almofada a desejar uma noite sossegada.
Da quase uma da manhã até às 6h30 quando me levantei ao despertar do mais novo, contei 12 vezes. Não, não é normal serem tantas. O normal fica-se pelas 3, 4 vezes.
Foi uma noite de tosse e constipação da mais velha. Cada espirro era seguido de um maaaãeeee, cada tossidela por um gemido e mais um mmaaaaeee.
E uma pessoa recorda as noites em que não existiam crianças e na chatice que era quando vinha uma noite em que a bexiga não aguentava até de manhã.
Sim, era uma chatice muito grande levantar a meio da noite para um xixi noturno. Muito chato mesmo. Agora é uma animação.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Festa de Natal

Safou-se bem como apresentadora...

Projeto para 2017

 
 
 
 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Mais uma da minha doce filha

Alice anda numa fase pouco amiga das refeições. Uma relação de amor/ódio que, às vezes leva às lágrimas.
Ao sairmos de casa vemos as pessoas à espera das refeições gratuitas na nossa rua.
Digo-lhe: "Vês filha, tu choras porque não queres comer. Aquelas pessoas choram porque não têm comida. É bem mais triste, não achas?"
Alice:"Oh mãe, cada um chora o que quer!"

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Festa da escola

Alice: "Mãe, os meninos da minha sala vão todos de bolas de natal na festa!"
Eu: "Oh que giro, não é?!"
Alice: "Não! Eu não quero ser uma bola de natal!"
Eu: "Querias ser o quê?"
Alice: "Nada! Queria sentar-me e ficar só a ver!"
Eu: "Mas filha, todos vão participar e se o tema foi esse vai. Vais ver que te vais divertir!"
Alice: "Não quero!"

A história ficou por ali. Dias depois chega e diz-me toda feliz:
"Mãe, vou ser a apresentadora do espetáculo, vou apresentar as bolinhas de cristal. Tenho que ir vestida de apresentadora!"

Problema resolvido. Disse-me a educadora que ela pediu-lhe para ser apresentadora no espetáculo da escola.

domingo, 11 de dezembro de 2016

E se fosse possível...

... voltar atrás?
Se fosse possível recuar até ao momento em que ouvi o primeiro não e contestei;
voltar atrás e aceitar esse não como uma solução e não um problema;
voltar ao momento em que senti que entrava num caminho onde só perderia tempo;
voltar atrás e confiar no meu instinto e seguir em frente, fechar uma etapa sem remorsos;
voltar atrás e mudar o rumo apenas para não me encontrar agora com este sentimento de medo por um desfecho do qual não tenho qualquer controlo...

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Fomos ver as luzes na cidade

Moramos no centro histórico mas é raro estarmos na rua depois de anoitecer.
No sábado saímos os 3 no final de tarde. Pelas 18h já tinha escurecido e as luzes já estavam acesas...

 
Ficar a olhá-los a subir a rua de mãos dadas e sentir que tudo o que possa desejar ou sonhar ter é pequeno comparado com aquilo que já tenho.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Carta ao Pai Natal

"Mãe o que vais pedir ao pai natal?"
"Acho que nada..."
"Oh... como não vais pedir nada se o natal é a altura de pedir coisas?! Olha, mãe pede roupas de casamento ou costura. Assim se um vestido teu se rasgar, arranjas."


 
 
Quando aquilo que desejamos o Pai Natal não pode trazer, nem sempre temos vontade de substituir isso por roupas, sapatos ou qualquer outra coisa que se compre numa loja... bem, as roupas e os sapatos são sempre benvindos!


sábado, 3 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Sempre juntos

Ela nem sempre tem a paciência para ele que devia ou podia ter. Grita e resmunga com ele. Depois existem momentos tão deliciosos...




quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Um viagem sem retorno

Enviá-los para a escola é perder ao controlo de determinadas coisas que estão estavam completamente debaixo da nossa alçada, como é o caso da alimentação.
O outro dia Alice chega a casa e diz-me: "Mãe, bebi um sumo com gás!"
Explicou-me que uma menina da sala fez ano e levou bolo (aqui acho perfeitamente natural dado já serem crescidos. Não entendo os bolos em crianças menores de 2 anos) e um sumo com gás (aqui acho totalmente desapropriado). Que os pais sirvam sumo com gás em casa, é decisão de cada família. Enviá-lo para a escola, para uma sala de crianças entre os 3 e os 6 anos, acho que devia ser proibido, vá, alertado, sensibilizado para que não levassem para a escola.
Disse-lhe: "Alice, a mãe já te disse que o sumo com gás faz mal às crianças (faz a todos, mas enfim, alguns de nós já conhecem o sabor e o vício já poderá estar instalado). Não podes beber!"
Alice: "Mas mãe... já me caiu um dente e tudo (a queda do dente dela é para ela o primeiro passo da maioridade). E todos os meninos estavam a beber!" Aqui acho que a educadora não deveria ter servido, mesmo que os pais tivessem enviado.
Eu: "Mas como foi que foste beber?"
Alice: "Oh, a Júlia Pinheiro (adoro estes primeiros e últimos nomes na escola para os distinguir) deu-me do copo dela. Eu provei. Aquilo pica na boca. Ela bebia e depois bebia eu. Não bebi tudo porque não gostei muito." (Primeiro estranha-se, depois entranha-se)
Para alguns pais esta minha opção até pode parecer excessiva. Aceito. Não sou rígida na alimentação dela mas tenho alguns pontos dos quais ainda não abro mão e um deles é, sem sombra de dúvidas, bebidas com gás carregadas de açúcar. Ainda nem sequer entrou no mundo dos iceteas, nem compais e afins. Bebe água, leite e sumo natural. Assim ficaremos, pelo menos quando está debaixo dos meus olhos.
Sei que o sumo com gás será o menor dos meus problemas de tudo aquilo que irá vivenciar mas deixem-me ir com calma, muita calma, lidando com cada experiência como se fosse o único problema existente.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Nostálgica

Há muito que ando em arrumações. São necessárias e consequência de decisões importantes na nossa vida.
Este fim-de-semana estive no quarto da Alice e do António. Já grande parte dos brinquedos tinha sido selecionada, dada e arrumada. Desta vez foram as roupas e, apesar de não ter muitas porque tive a sorte de terem sido vestidos com roupas de primos e amigos, as ofertas e uma ou outra peça que ia comprando, foram-se acumulando ao longo dos anos (ainda que poucos).
Tive que tomar a decisão de dar o que ainda não tinha dado. Quase todos os meses vou vendo, revendo e selecionando, mas desta vez, o que não partiu nessas alturas, teve de partir.
A decisão de não termos mais está tomada. Por um lado, é efetivamente o melhor. Por outro, pensar que não haverá mais bebés, que todas as fases que estão a passar serão as últimas pelas quais passaremos, deixa-me nostálgica. E digo-o, depois de ter passado mais uma noite em que me levantei mais de 5 vezes...
Fica uma caixa com poucas peças das quais não consigo ainda separar-me. Primeiro fato, primeiros sapatos de bebé, um ou outro vestido muito amoroso. Não passa disto. O resto, o resto será dado.
Não vale a pena estar a acumular, a guardar quando outro alguém pode dar uso, pode realmente estar a precisar.
Se o destino me trocar as voltas, tudo se resolverá. Por enquanto, a decisão é sermos 4: dois rapazes, duas raparigas. Gostamos de viver assim, num empate de sexos, num empate de 2 adultos 2 crianças. Mais um daria maioria às crianças e nós já nos vemos aflitos confronto 2 a 2.
A idade pesa, as noites mal dormidas deixam-me com uma memória de caracol e as exigências dos dias deixam-nos, por vezes, mal humorados e esgotados. Já, no meio do caos, em que grita o mais novo e berra o mais velho, ele pergunta-me: "Ainda querias ter mais um?" Fico calada pois não sei a resposta. Há dias que não, há outros em que deixo-me levar pelo que os pais de três apergoam: "O terceiro não dá trabalho nenhum, cria-se sozinho!"
Talvez seja o cérebro deles que está tão afetado que criem essa defesa para não entrarem em parafuso, talvez seja verdade e vamo-nos desligando cada vez mais de pequenas coisas que fazemos quando só temos um, menos quando temos dois e quase nada quando são três ou mais.
Não esperem que vos vá comprovar ou desmentir esta teoria. Ficaremos assim... acreditando ou não na palavra desses pais mas tenho a certeza que quando temos o segundo filho levamos com a dura realidade que ter um filho, afinal, não dá trabalho quase nenhum, muito menos aquele trabalho todo que julgávamos ser tão esgotante. Mas... o amor que antes existia com esse um é tão pequeno comparado com a chegada de mais um.
Que me sinto nostálgica, sinto...


Oh... que delícia

No nosso segundo, foi a Alice que entrou na sala em direção ao pai com um pequeno cartaz que dizia: Vou ter um(a) mano(a)!

Black friday

Para mim significou uma única palavra: eletrodomésticos.
Não tem tanta piada apesar de não vivermos sem eles.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Dia de chuva

O chapéu comprei-o quando a minha sobrinha era da idade da Alice. Agora é uma adolescente de 14 anos e é a Alice que delira sempre que chove...

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O dinheiro não traz felicidade

Mas existem momentos, dias ou alturas, na vida em que parecemos viver reféns dele. Não gosto desse sentimento, causa-me desconforto. Dou graças, não por ter muito dinheiro (que não tenho) mas por não deixar que esses momentos, dias ou alturas, tomem conta de todas as minhas ações e pensamentos.
Focar-me no que é realmente importante e... o dinheiro? Vou responder o que sempre ouvi da boca da minha mãe (das melhores gestoras - de rendimentos familiares - que alguma vez conheci na vida) desde que me lembro de tomar noção do dinheiro: "O dinheiro acaba sempre por aparecer."

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Bate coração, bate

Alice de mão ao peito:
"Mãeee, o meu coração deixou de bater!"
Eu:"Oh e agora?"
Alice: "Agora? Não sei... Achas que ele vai voltar a bater?"

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

2 anos

Não é fácil mas é bem mais fácil do que às vezes sentimos. Eles querem-nos tal como somos, imperfeitas, cansadas, stressadas, com gritos de guerra ou abraços de paz, aborrecidas ou animadas, querem-nos.
Nós os queremos perfeitos, bem comportados e sem birras.
Eles sabem mais e melhor do que nós...

17.11.2016

terça-feira, 15 de novembro de 2016

De volta

Dar formação, rever pessoas do meu coração, levar a família comigo, ficar em casa de uma prima irmã, ter sol todos os dias, passear numa cidade património mundial, rir muito, dormir pouco, comer bem, beber vinho em boa companhia, ser feliz...







Vista do quarto. Tão bom acordar...


Regressar à base.
 

Sem título

Alice a mexer-me na mala.
Eu: "Alice não mexas na mala. Não se mexe na mala das outras pessoas!"
Alice:"Mas mãe, tu és a minha pessoa!"

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Vi ao vivo

É tão giraaaa!

 
 
ZARA
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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Viagem de trabalho

Saio novamente para uma semana intensiva de trabalho. Conseguimos partir todos. Não haverá saudades para matar. Exige mais de nós, financeiramente e emocionalmente.
Tentamos aproveitar a fuga à rotina, tentamos não stressar com a maior exigência, tentamos que seja mais divertido para nós e para eles. Mas há narizes ranhosos, tosses noturnas, despertares madrugadores que nem chegam às 6h da manhã. Podemos até pensar que custa mais mas também podemos pensar que este tempo é nosso e eles são agora mais nossos do que alguma vez são. E bom! Muito bom! Acho que quase esqueci que não durmo quase nada desde quinta-feira...





Post escrito enquanto aguardo pacientemente pelo almoço. Sim, o serviço é um pouco lento.
 

sábado, 5 de novembro de 2016

O silêncio

Não consigo escrever. Não tenho conseguido escrever.
A aparente tranquilidade dos dias escondem o cansaço e o receio das incertezas.
Prometo voltar em melhores dias, sendo uma melhor companhia.
Na falta de palavras partilharei imagens até que me reencontre num melhor momento.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Em formação

Quando dou formação, mato um pouco as saudades que tenho do tempo em que era professora.
Antes ensinava crianças, agora ensino adultos. É um pouco diferente mas é ensinar na mesma e eu sou apologista de que a informação, o conhecimento só é verdadeiramente útil se partilhado.
Eu gosto de partilhar o que sei. Quando mais partilho, mais recebo, seja conhecimento, seja qualquer outra coisa mais material ou sentimental.
Foi uma semana cansativa mas tão proveitosa.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Começa cedo...

De manhã depois de vestir-se para ir para a escola:
"Mãe, achas que a educadora vai-me reconhecer?"
Não, ela não foi mascarada. Ela tinha uma blusa nova vestida e só quem é mulher compreende o poder de uma roupa nova e como podemos ficar "irreconhecíveis" quando gostamos muito dela.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Ausência

O trabalho, o extra-trabalho, os dias mais escuros, o humor frágil, o cansaço, a falta de inspiração, as mudanças iminentes, a incerteza, as decisões difíceis...
Aguardam-se por dias menos pesados.

domingo, 23 de outubro de 2016

Irmãos

Ele sente a falta dela durante o dia. Desde que nasceu que a viu todos os dias em casa. De repente, começou a vê-la sair todos os dias. Nos primeiros dias chorava mal descíamos as escadas. Agora já chama o pai para juntos dizerem adeus.
Quando chegamos ele corre para ela, quer a sua atenção, quer brincar com ela. Nem sempre consegue. Ela acha-se muito crescida, gosta de fazer puzzles, brincar aos restaurantes. Ele espalha, desmancha, corre, mete-se sempre em cima dela. Ela grita, diz que ele é brutinho e não sabe brincar.
Outras vezes é assim... diz que ele é o mais fofinho do mundo.








quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Bem dito

Talvez devêssemos todos comer um pouco das palavras que dizemos, talvez devêssemos sentir na boca o sabor doce ou amargo das nossas palavras, talvez devêssemos fazer a digestão das próprias palavras que lançamos.
Quem sabe, pensássemos mais, ponderássemos mais sobre uma possível indigestão ou uma satisfação tão grande...

Instagram - No Reino dos 7
 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Almofada

Zara Home

Lembrei-me logo de uma blusa de lã grossa em vermelho que já não visto há anos mas da qual não me consigo desfazer.