ALICE

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domingo, 31 de julho de 2016

O que se andará a passar?

Esta semana dispararam as visitas a este espaço a partir da Rússia. Na verdade, em meia dúzia de dias passei a ser mais lida lá do que em Portugal.
Alguém se acusa?

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Se eu não te vejo, tu não me vês

Escondeu-se de mim. Chamei por ela, permaneceu imóvel. Quando a encontrei espantou-se e perguntou: "Mãe como me encontraste?"






O mais novo

Corre atrás dela, abraça-a do nada como não faz aos pais, insiste em sentar-se no colo dela. A mais velha, às vezes, só quer estar sossegada.




quinta-feira, 28 de julho de 2016

"Vou-te encher de beijos"

Rastreio visual caseiro a crianças

Nem sempre é fácil os pais detetarem problemas de visão nos seus filhos. Na maioria dos casos, é só na escola, quando começam a ter de ver o quadro que o professor se apercebe de algum problema. Muitas vezes, o estado agravou-se ao longo do tempo e depois cresce a culpa materna (paterna) de como ninguém se apercebeu em casa...
Recomenda-se que, não detetando nenhum problema antes, a primeira consulta num oftalmologista seja por volta dos 3 anos. Contudo, é possível, através de brincadeiras fazermos o nosso (enquanto pais) rastreio visual em casa.
Em pequenas perguntas e gestos podemo-nos aperceber da visão conjunta (dois olhos). Chamar a atenção para um avião que rasga os céus, um passarinho num cimo de uma árvore, uma flor mais ao longe. Aparentemente tudo pode parecer bem porque, em alguns casos, um olho está a compensar a falta de visão do outro. É aqui que entra a segunda parte do rastreio visual.
Para crianças com 1, 2 ou 3 anos, pode-se brincar aos piratas. Se houver irmãos é melhor pois o envolvimento pode ser mais fácil com crianças mais pequenas a imitarem os mais velhos.
Num dia, tapa-se uma das vistas, vai-se à procura do tesouro. Tenta-se aperceber da visão de pequenos objetos no fim da sala. Uma brincadeira para demorar alguns minutos, tentar perceber se a criança está confortável com aquela visão. Noutro dia ou no seguinte, tapa-se a outra vista. É provável que, se houver problemas, a criança faça alguma resistência a usar aquele olho. Repetem-se as brincadeiras, a busca, o tesouro e tenta-se perceber o alcance da vista.
Esta é uma forma precoce de nós, pais, testarmos a visão dos nossos filhos. O que parece óbvio (ter ou não problemas de visão) não é fácil de perceber em tenra idade, ou seja, antes da entrada no meio escolar.
Tratar precocemente pode evitar problemas mais graves de futuro.
Fica a dica de quem não é da área, de quem é apenas uma mãe que, como qualquer mãe, tem sempre uma quota parte de culpa materna em tudo o que se refere aos seus filhos. Faz parte do nosso ADN cultural e religioso, acho.

Esta atenção não invalida que o primeiro rastreio visual profissional seja feito por volta dos 3 anos.

P.S. O estarem constantemente colados à tv é um outro problema qualquer ou uma caraterística infantil ou tínhamos 95% das crianças com problemas visuais.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A idade já pesa

Sempre fui miope. Uso óculos desde o liceu mas já precisava deles muito antes. Uns bons anos depois substituí os óculos pelas lentes.
De há uns 3 ou 4 meses para cá apercebi-me da dificuldade de ver ao perto. Se estava de óculos tinha que os tirar para mexer no telemóvel. Se estava de lentes afastava o telemóvel.
A médica diz que é a idade, que estou a descompensar na visão. A primeira solução que recomendou foi o uso de lentes progressivas mas logo disse que a experiência não costuma ser positiva. Não sei se cirurgia é opção, não sei que outras soluções haverá. Estou apreensiva...

Aos 42 já estou a afastar as coisas para as ler mas continuo a não ver bem ao longe.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Midi skirt

Rendida  esta altura (e aos plissados também).

 
 
 
 
 
 
 
 

Nem sempre é fácil estar grata

Somos engolidos no dia-a-dia, nas coisas que correm menos bem, nas expetativas que criamos em nós e nos outros, em pormenores que nos parecem atrasar, nos sonhos que criamos desajustados da realidade, nos gritos dos filhos, nos pulos no sofá, nas notícias do terrorismo, nos medos que crescem, na comida que não saiu saborosa, na fila do supermercado que é maior do que a nossa pressa, nas contas sempre tão elevadas, no tempo chuvoso e ranhoso, no nosso humor de segunda-feira ou terça, nos gritos que silenciamos, na roupa acumulada para passar, nas compras que têm que ser feitas novamente, no pão que faltou e, esquecemos... esquecemos de estar gratos.

Grata por dois filhos saudáveis, tão saudáveis,
grata por dois filhos lindos, tão, tão lindos,
grata por um companheiro firme que rema contigo mesmo na tempestade,
grata por um lar onde não falta luz, nem água, nem comida no armário,
grata por um trabalho onde fazes o que gostas,
grata por amigos bons, mesmo bons,
grata por colegas simpáticas e bem dispostas,
grata pelo não terrorismo onde vives,
grata pela família que te ama,
grata por uma vida tão, mas tão boa!

O resto, o resto é pequeno. Não esquecer que o resto é areia, pequenos grãos de areia. Sim, a areia pode incomodar e muito mas não há pedregulhos nem montanhas para subir. O resto é gerir e digerir porque a maior parte é mesmo boa, tão boa.

Grata, muito grata!

O quê?

O momento da sopa nem sempre é pacífico. Leva imenso tempo até meter a primeira colher na boca. Faz mil e uma perguntas, faz pedidos sem fim.
Cansada e enquanto dava a sopa na boca do mais novo, digo já num tom grave e severo: "Come a sopa, Alice!!!"
Alice: "Estou triste..."
Eu, continuando no meu registo: "Come a sopa na mesma!"
Alice: "Mas as pessoas quando estão tristes não se importam com nada."

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Meu mundo

 

Saldos para a mais velha

 
 
 
 
Tudo ZARA
Algumas das peças compradas, tudo a rondar os 6€ cada.
Já a pensar em Setembro, com prioridade no conforto.
Sim, este será o ano de mudança para todos.
Vai entrar no mundo escolar. Agora já poderei falar de experiência própria.
Até agora tem sido um olhar externo. Vamos ver como corre...
 

Ela sabe...

Alice: "Mãe, podes brincar comigo?"
Eu: "Oh, a mãe tem que terminar umas coisas..."
Alice: "Mas eu não consigo brincar sem a mãe mais fofinha e docinha do mundo..."

sábado, 23 de julho de 2016

O bem gera bem

Fui a uma loja solidária com dois sacos enormes cheios de roupa de bebé  (espero que o destino não me troque as voltas). Guardei algumas com maior valor sentimental e o resto foi para as mãos de quem precise. Este é apenas o começo pois o que faço todas as estações com a minha roupa vou passar a fazer com a roupa deles e tudo o resto que possa estar em excesso em casa.
Ainda não consigo praticar um desapego diário mas penso nos benefícios de se ter menos, de se acumular menos e de se ser mais generoso.
Deixei roupa na loja e enquanto a funcionária despejava os sacos dei uma volta pela loja. Gosto sempre de ver o que têm à venda, gosto de roupas que já não se vendem, gosto de coisas em segunda mão, gosto sempre de comprar barato.
E o que fui eu encontrar lá? Um vestido do Michael Kors por 1,5€. Também veio um casaco por 1,5€.


Loja do Mestre André 
Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada




terça-feira, 19 de julho de 2016

Vamos rebentar bolas de sabão...

 
 
 
 

Ser mãe é...

... não estar a salvo nem na casa-de-banho.

 
"Mãeeeee, falta muito? Mãeeee, estás a demorar!"
 
Nos dias que está do lado de dentro comigo, a demora já não incomoda...
 

Leitura Infantil

Nos seus anos recebeu um livro de uma amiga. Rapidamente tornou-se um dos seus livros preferidos, o que não é nada difícil de compreender.
É um livro leve em termos de texto apesar do ensinamento subjacente, os desenhos são enormes e coloridos, as histórias constituem fábulas muito bem construídas e simples de explicar.
À noite, uma história antes de ir para a cama. É um ritual religioso...

 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Em dia de sol



Para quem é mãe (e não só)

Acho que já aqui partilhei mas volto a dizê-lo que este blog é das coisas mais maravilhosas que anda pela blogosfera. Uma família tão linda, crianças tão livres e felizes, objetos fora do seu lugar e no seu lugar certo, uma mãe a tempo inteiro (abençoada paciência), uma fotografa de mão cheia no que diz respeito a captar a luz do seus filhos, da sua casa... uma família tão maravilhosa de se ver e acompanhar...

 

Transportar bebés no carro

Esta é para ti, Lu.

A questão continua: como transportar bebés no interior das viaturas, no sentido inverso à marcha ou no sentido da marcha?
Em Janeiro de 2014, a legislação mudou, no seguimento de uma diretiva europeia. Desta forma, "...uma mudança ao regulamento referente ao transporte de crianças, aprovado pelas Nações Unidas em julho de 2013, obriga, a partir de agora, a que os bebés até aos 15 meses passem a ser transportados de costas para a estrada."
Na minha opinião, a segurança deve ser a prioridade. Já viajei com eles fora das cadeiras, por exemplo, quando temos que apanhar um táxi (férias). No meu carro, não abro exceções e, em caso algum eles, não estão nas respetivas cadeiras.
António fez ontem 20 meses. Apesar de já ser um pouco mais trabalhoso coloca-lo na cadeira de costas, vai continuar nos próximos tempos. Aguentei a Alice até aos 28 meses, altura em que já tinha a barriga enorme e ela também enorme e pesada e custava-me coloca-la na cadeira.
Em grande parte dos países das Europa, viajam de costas até aos 3/4 anos.
Acho que pode ser uma questão a colocar ao pediatra. Acho também que vale a pena ver estes vídeos ilustrativos do porquê de se recomendar os bebés viajarem de costas.





Mais informação no blog:
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/05/28-meses-viajar-no-sentido-inverso-da.html
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2014/05/ainda-sobre-cadeiras-auto-cadeira-auto.html
http://omeuchaverde.blogspot.pt/2013/02/esta-semana-saimos-do-ovo.html

Declaração de amor

"Mãe, eu amo-te muito. Amo-te até ao fim da cidade."

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Projeto em mente

 
As divisões serão feitas com caixas de madeira de vinho. Vou usar papel autocolante e autocolantes, restos de tecido. O mobiliário e os bonecos serão do Aliexpress (variam entre 5 a 6€ por divisão com portes grátis).
 
 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Lugares comuns

É um lugar comum, quase um cliché mas tão verdadeiro: Quem dá, ganha muito mais do que quem recebe!
Se nos lembrássemos disto mais vezes talvez fossemos todos um pouco mais generosos.

 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Os pais da Frozen

Alice a ver o filme da Frozen: Mãe, o que aconteceu aos pais da Ana Frozen?
Eu: Morreram. (fico sempre incomodada em falar na morte. Tento-o fazê-lo com naturalidade mas aperta-se o coração nesta pequena palavra)
Alice: Mas eles não eram velhinhos. Como aconteceu?
Eu: Um acidente de barco....
Alice preocupada: Ooohhhhhh... quem é que vai fazer a sopa?


Só a saia...

... os ténis já cá cantam.

 
 
Usava com uma camisa de ganga.
 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Adoro

Blusa Escada
Trocava os calções por uns jeans

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Para mulheres com pouco tempo (preguiçosas) como eu!

Pode chegar Janeiro e eu dizer: "Este ano vou cuidar mais de mim. Usar creme hidratante no corpo, fazer um exercício físico", e podia continuar na lista... Passa o mês de Janeiro e eu não me preocupo porque tenho quase 50 segundas-feiras onde repito mentalmente aquilo que gostava de mudar em termos de comportamento. E passo de segunda-feira em segunda-feira e, num instante, é Janeiro novamente.
Eu sei que há mulheres que adoram passar creme hidratante no corpo, que faz parte do ritual diário a seguir ao banho. Pois, acho que tive alturas assim, não que as adorasse, mas esforçava-me por tal. Umas semanas corriam bem, apesar de sempre considerar um frete, outras semanas pensava, amanhã é um novo dia.
Depois vieram os filhos. Não, a culpa não é dos filhos, a culpa é da nossa vontade que quando não é muita, desaparece quase por completo. Vieram os filhos e tomar duche, às vezes, implica escolher entre colocar amaciador no cabelo ou passar exfoliante no corpo porque as duas coisas no mesmo duche implica ouvir gritos do lado de fora da porta ou sair do duche ainda com o creme empastado no couro cabeludo e já com um ou dois mirones à tua espera dentro da casa de banho.
Há uns dias comprei um óleo para o corpo. Sim, eu compro-os por causa de todas as segundas-feiras que tenho, fosse só Janeiro e poupava uns trocos. Esta semana pensei testar, afinal tinha sucumbido ao marketing do Continente e do produto em si. O Continente colocou-o a 50% de desconto direto e ainda mais um talão de 10% na carteira e o produto falava em pele muito seca e óleo seco. Imaginei logo que conseguiria ficar mais sedosa sem ficar gordurosa e que poderia vestir-me de seguida sem ficar com a roupa colada ao corpo ou então correr pela casa nua a ver se a coisa secava mais depressa. Qualquer um dos dois cenários dava um filme de comédia ou drama, mas nunca nada a roçar o sensual porque a parte do exercício físico ainda não se encontra nas prateleiras de uma grande superfície e muito menos a 50%.
Já usei o produto 3 dias seguidos e mais uns 40 dias e acho que tenho o hábito instalado. Faço-o em 2 minutos (a próxima vez cronometro) da seguinte forma: borrifo nos membros inferiores e esfrego rápido pois o óleo não é nada gorduroso e absorve no momento. Depois tronco e membro superiores: borrifo, esfrego. No instante seguinte visto a roupa. Nem as mãos ficam gordurosas.
Um espetáculo!
Fica a partilha para quem a quiser aproveitar.

"GARNIER - Receita de nutrição num óleo seco com absorção rápida para a pele muito seca do corpo com o óleo mítico - azeite extra virgem - com propriedades altamente nutritivas e suavizantes para a pele."

Garnier
Óleo Seco - Azeitona Mítica

terça-feira, 5 de julho de 2016

Primeiro dia de praia na vida

Primeiro estranhou depois entranhou e chorou na hora de ir embora...
O primeiro pé na areia, o primeiro pé no oceano Atlântico foi na ilha Terceira, uma ilha que me diz muito, que me fez conhecer pessoas que passaram a fazer parte da família. Agora, mais um motivo para esta ilha ser especial.

O ano passado apenas experimentou piscina.
 
Ela já conta com muitos mergulhos.
 

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Para quem aqui passa...

... e até gosta.

Chamaram-me arrogante

Numa situação laboral deparei-me com algo verdadeiramente incrédulo. Pensei ficar calada e apenas reportar superiormente. Achei que seria mais correto dizer à pessoa em causa que o que estava a fazer não era correto, que, na verdade, era prejudicial e inaceitável.
Essa pessoa referiu-se a mim como sendo muito arrogante (dito a outro). Comentei em casa a situação. Da boca de quem me conhece ouço: "Sabes que às vezes a forma como dizes as coisas é um pouco arrogante."
Exame de consciência feito e continuo a achar que não mas tal não significa que essa não seja a perceção do outro. Uma coisa é certa, em termos laborais, não consigo compactuar com determinadas situações, nem com o ver e calar.

António e o leite

Aos 15 meses retirei os 2 a 3 biberões de leite que bebia durante a noite. Já nessa altura só agarrava no biberão se tivesse meio a dormir. Pela manhã, se em vez de um olho aberto e outro fechado estivesse os dois aberto, empurrava o biberão com as mãos e fechava a boca com tal força que nada entrava. Terminava o ciclo de leite como bebida.
A pediatra desdramatizou. Come iogurtes, papas? É suficiente. Recomendou o queijo, o Nestum, outros derivados, num máximo de 500 m/l dia.
Até hoje nunca mais bebeu leite. Na verdade, nunca mais insisti. A Alice passou pelo mesmo e, com o tempo, voltou ao leite por sua vontade.
Cada vez há mais correntes a dizer que não precisamos de leite depois dos 2 anos... vamos ver como corre. Já sem dramas ou culpas ou pressões. Ele adora iogurtes. Come 2 por dia ao lanche e 1 prato de papa ao pequeno almoço. Os 500ml estão assegurados.

Não consigo gostar...

... mas também me faltam umas pernas adequadas ao modelo. Assim não há choros!

 
Sandálias gladiador