ALICE

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sábado, 31 de agosto de 2013

Retomaremos a emissão logo que possível...

Isto de não conseguir vir ao blog e postar todos os dias tem consequências gravíssimas na minha (pouca) sanidade mental. Ando com dezenas de posts a baloiçar no meu cérebro e enquanto não os conseguir colocar todos aqui não vou poder descansar.
Tenho que falar do batizado e costumes romenos, do co sleeping com a Alice durante as férias todas, de uma data importante que comemoro esta noite e que o ano passado nem me lembrei (apesar da importância manter-se) e de outras coisas que tanto me aparecem na memória como desaparecem.
Chegámos ontem e, entre lides domésticas e eventos familiares, ainda não há tempo para aqui poder estar como eu tanto gosto.
Retomaremos a emissão logo que possível...

P.S. Para aqueles que pensaram: "Ah, nem dei conta que este blog andava mais calmo!" puff, também não senti a vossa falta. Aos outros: Miss you a loooootttt :)


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

De regresso

Home sweet home .

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sono da Alice

Se for contabilizar as horas de sono da Alice nestas férias acho que deve dar uns 5 anos. Nunca dormiu tanto na vida. Aguardamos pelo despertar da bela adormecida...

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Mais uma para a lista

Estamos hospedados no chiado. Decido ir à peixaria comprar um peixinho para o jantar da alice. Entro na que julgo ser a peixaria que também é restaurante. Saio de lá com uma postinha de garoupa e uma conta de 10.80 euros. A verdadeira peixaria era um pouco mais acima.

Update

Não fui raptada em Bucareste.Apenas s estou sem ligação ao mundo virtual. Sempre tenho o telemóvel mas não me chega quando quero postar no blog.

sábado, 24 de agosto de 2013

Encontrei a solução

Vou ter mais um filho ou dois (no caso de virem gémeos) e enfio-me em casa durante 5 ou 6 anos. Bem... faço trabalho/casa, casa/trabalho. Quando a Alice tiver 7 e o próximo uns 5 regressamos aos hipers, esplanadas, jardins, casas de amigos, viagens, o normal.
Agora (já tem uns mesitos) que a Alice reclama cada vez mais do carrinho de passeio, do ir no chão e ter que dar a mão, do querer tocar em tudo o que mexe e não mexe, do adorar correr sem destino e na direção oposta dos progenitores, do reclamar porque quer bolacha mas afinal não quer bolacha, do gritar "bola, bola, bola, mia, mia, mia" (leia-se minha, minha, minha) sempre que vê um objeto circular (pode ser um candeeiro), do resmungar porque tudo faz dói-dói quando não quer (pode ser uns sapatos, o carrinho, a mão agarrada à nossa mão) imagino como será controlar isso com outro a fazer o mesmo, ao mesmo tempo?!
Digam-me mães valentes, corajosas de mais de 1 filho como se consegue educar bem mais de 1 criança ao mesmo tempo sem dar entrada no mais próximo centro de saúde mental da nossa zona residência?

P.S. Aqui são 2h da manhã... melhor dormir sob o assunto. Até saber melhor como é isso de ter 2 ou mais filhos, já tenho medo até de beijos na boca (já ouvi falar de mulheres que engravidaram com menos).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Mentalmente vazia

Estou de férias. País estrangeiro. Casa cheia de crianças. Fala-se romeno, inglês e português. Faz muito calor. Fica-se feliz pela casa ter jardim e muito brinquedos. B. fica contente pela cadeira de massagens. Passa-se muito tempo a brincar com crianças. As refeições dos mais pequenos costumam ser acompanhados de pequenos dramas. As sestas são sempre pequenos momentos de sossego. Imagina-se muita vez como seria ter 5 ou 6 filhos se mal damos conta de 4, de 3 casais e ainda 2 avós a ajudarem. Nem mesmo uma carrinha de 9 nos enfia todos dentro.
No domingo teremos um batizado multicultural onde estarão à mesa, entre outros, gregos, polacos, canadianos, portugueses e romenos.
Assim sendo, até voltarmos à nossa vida, sinto-me mentalmente vazia ou pouco cheia de pensamentos para aqui partilhar. Aguardam-se por dias melhores...



Post à Dona de Casa

Sou só eu que acho que o Fairy já não é o que era?!


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Por telemóvel

Alice dorme no carrinho de passeio enquanto bebo um chardonnay . Boa vida, sim. P.S. Atenção que aqui já é uma da tarde.

To everyone


E tanta gente que se vê nos aeroportos...

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Dia de merda

Só uma mãe sabe a felicidade que é ter um dia de merda.
A Alice já fez 2 cocós com ajuda do Bebegel.

(Nunca tinha usado e veio metade para fora. Ainda bem que fez efeito antes de lhe espetar outro, desta vez, com a ajuda do pai.)

Post que não interessa a quase ninguém...

... talvez só à  minha cunhada Catarina que é querida demais para mandar-me calar:

a) A Alice fez o seu primeiro xixi no penico e o seu primeiro xixi no chão da sala;
b) A Alice não faz cócó desde que deixou a capital (mais de 48h);
c) A Alice anda com os horários todos trocados, deita-se à meia-noite (21h em S. Miguel) e levanta-se às 11h;
d) A Alice tem dormido na nossa cama e deixa-nos 10% de cama para cada um de nós;
e) A Alice anda sem apetite nenhum e quando acaba de comer a sopa parece saída de um filme do exorcista depois da protagonista se vomitar toda;
f) Estamos numa casa com mais duas crianças, uma de 2 meses e uma de 3 anos, fora a nossa de 19 meses. Está para chegar outra de 13 meses. Espero sair daqui antes da vontade de ter mais filhos vire um desejo do passado.




Lembrete

Se forem viajar, verifiquem bem se o cartão do cidadão não passou do prazo mesmo que seja apenas 1 dia ou que vá passar de validade durante o período de férias. Caso contrário, são impedidos de entrar no avião e têm novo bilhete de avião para comprar e um cartão para renovar.
Entrámos no aeroporto éramos 5 mas já sentados no avião passámos a 4.


Primeiro passeio pela cidade

Alice em casa a fazer a sesta, pai a cuidar dela e mãe a explorar a cidade. Adoro escolher os caminhos, olhar com tempo, apreciar os pormenores, entrar em igrejas, ver as pessoas, ouvir a sua língua...







Lista de esquecimento

Até à data:
1. A minha escova de dentes (facilmente resolvida com a entrada numa farmácia);
2. O carregador da máquina fotográfica (ainda não me refiz desta grave falha. Tenho alguns minutos de bateria. Penso sempre umas 5 vezes antes de fazer o click).


domingo, 18 de agosto de 2013

Capital

Pela capital, com família e amigos...

P.S. Um feliz acaso colocou-nos em classe executiva no voo rumo a Lisboa. Temo não querer voltar a andar em económica, pelo menos enquanto for mãe de crianças pequenas. A Alice tinha espaço suficiente para brincar aos nossos pés. Na económica mal ela estica um braço atinge alguém no olho, quando estica a perna sou projetada contra o banco, se puxo a mesa fico com ela colada à minha cara. Isto sem na sandes reles que nos servem...
Agora, se a diferença de preço compensa estes pequenos luxos? Nem pensar. Afinal vamos todos para o mesmo destino e chegamos todos ao mesmo tempo.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Feriado


Blog versus Facebook

O blog está para mim como o facebook está para meio mundo.
Coloco fotografias minhas e dos meus.
Posto pensamentos, devaneios, certezas e dúvidas.
Olho para os meus comentadores como amigos ou pessoas chegadas.
Vivo as coisas e fico a pensar em possíveis posts.
Não passo um dia sem aqui vir.
Visito os blogues dos meus seguidores e outros como se fossem as páginas dos meus amigos.
Comento os blogues como quem coloca likes nas páginas.
Faço "amizades" através do blog como quem encontra amigos no facebook.



Em cada mil vezes que venho ao blog vou uma vez à minha página do facebook.

Mode férias


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Uns dias de descanso

Gosto do sabor do último dia de trabalho antes de ir de férias.
Gosto quando consigo resolver coisas pendentes mesmo antes de ir de férias.
Gosto de sentir que vamos ficar os 3 juntos, 24h sobre 24h, porque apesar dos 3 termos birras uns com os outros, gostámos tanto da nossa companhia.
Gosto de saber que vou viajar, que tenho malas para fazer e que vamos sair da nossa casa para depois voltarmos cheios de saudades de todos os nossos cantos.
Gosto do sabor de Agosto sem desgosto.
Gosto de saber que teremos dias de sol durante as férias porque B. disse-me: "Em Lisboa fará sol em todos os dias que lá estaremos."
Gosto da possibilidade de levar à Alice a lugares novos.
Gosto de gostar desta vida que levamos, sem grandes sonhos ou pretensões e com o desejo cada vez maior de continuarmos a ser uma família.




P.S. Esse desejo não invalida que tenha sonhado que B. arranjou uma loira para me substituir e para a levar ao batizado já que levou um chapadão e um fim da relação mal eu descobri. De manhã contei-lhe o sono ainda perturbada pelo sentimento de traição colado em mim. Ele só me perguntou: "Ao menos ela era gira?".

terça-feira, 13 de agosto de 2013

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Smile


À avó Ana

Porque está longe, porque vem ao blog, porque, sem querer admitir sempre, sou uma mãe tão babada que acredita ter a filha mais linda do mundo.


 
 
 
 
 
Os restantes leitores é favor passar à frente.
P.S. Para perceberem a sorte que temos. De todos os outfits das fotografias comprei as sandálias brancas e o gancho de laço vermelho. Tudo o resto, empréstimo de primas e dado por amigas com filhas mais crescidas. Os óculos foram (subtilmente) tirados das mãos da Nina.
 

"Fazes-lhe as vontades todas"

Já ouvi várias vezes da boca de B. referindo-se à Alice. De todas as vezes sinto um misto de sentimentos que balançam entre injustiça, incompreensão, visão deturpada da realidade.
Ontem, ao jantar, entre família, ouvi mais uma vez, e desta vez, veio acompanhada de exemplos. Fiquei a pensar e continuo a pensar: Será? Será mesmo?
Eu acho que não, acho que faço aquilo que posso fazer, aquilo que devo fazer.
Se ela chora que quer brincar comigo quando estou em lides domésticas, será mau deixar tudo e ir brincar com ela?
Se ela acorda pelas 7h e recusa-se a deitar-se um pouco na nossa cama e reclama que quer ir para a sala e que só pode ser com a mãe, será mau realizar-lhe esse desejo todos os dias antes de ir para o trabalho?
Se vamos ao hiper e ela corre para o corredor dos brinquedos e dos livros e fica lá deslumbrada pegando neste e naquele, apontando para tudo e eu fico do lado dela enquanto o pai percorre os corredores fazendo as compras, será mau dar-lhe esses minutos de brincadeira, saindo no final sempre sem nada e dizendo adeus a todos os brinquedos?
Eu sei que é no meio, que no meio é que está a virtude. Que nem demais, nem de menos. Que nem tudo, nem nada. Mas onde está o meio na educação de uma criança? Será que alguém me consegue traçar uma linha no chão e dizer-me: Olha, podes vir até à linha mas não podes saltar para o outro lado. Para mim seria fácil.
Eu faço o meu melhor, faço o que acho ser melhor para nós. Mas não sei se é o melhor. Sinceramente não sei se sou muito permissiva. Sei que ela fica louca quando vê bolas numa loja, mas já tem em casa e nunca as compro. Sei que pede para ver televisão mas apenas tem direito a uns minutos por dia e há dias que nem vê. Sei que pede para voltar para a sala quando vamos dormir à noite mas nunca voltámos à sala depois de decidirmos dormir. Sei que recusa-se muitas vezes a secar o cabelo mas o cabelo não pode ir molhado para a cama e é ponto acente que ele será secado.
Também neste campo podia ir buscar muito exemplos.
Reconheço que posso não fazer-lhe as vontades todas (acho eu) mas tento ir ao seu encontro, às suas necessidades e que coloco o tempo com ela à frente do tempo com qualquer outra coisa ou pessoa.
Fica o exame de consciência, pensar e repensar nas minhas atitudes...

Semana curta

A minha semana de trabalho termina na quarta-feira. Depois são uns dias de férias, umas viagens, um batizado, uns passeios, um país estrangeiro, uns chinelos nos pés...

Google

 
"Hoje o Google homenageia o 126o aniversário de Erwin Schrödinger, físico teórico responsável por desenvolver importantes conceitos da mecânica quântica. O mais famoso deles é o experimento teórico conhecido popularmente como Gato de Schrödinger."

sábado, 10 de agosto de 2013

Adoro sábados...

... que parecem uma semana inteira de férias.
Saímos cedo de casa à boleia de quem já faz parte da nossa vida, rumo ao lugar mais belo desta ilha. Conversas entre gargalhadas, saboreando a simplicidade de gestos sinceros.
Adoro sábados passados fora de casa, longe de qualquer tarefa doméstica. Adoro sábados partilhados, sábados aproveitando toda a beleza que esta terra tem para oferecer...


 
 
 
 
 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

À Cátia

Nada na vida valerá tão a pena como aquilo que já te começou a acontecer...

 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Saudades dos meus

 
Saudades tuas, Pboy...

Eu acredito

 
Fica a essência mas tanta coisa que vai mudando com o tempo, as circunstâncias e as pessoas que entram e saiem da nossa vida.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A minha esperteza

Primeiro tiro as lentes de contacto e depois vou à procura dos óculos .

A casa-de-banho

Há muito que deixou de ser um local de refúgio, fingindo estar numa necessidade fisiológica, gozava uns minutos de sossego e lia uma revista. Agora existem mãozinhas minúsculas que batem na porta acompanhadas de sons de ordem: "mãaaaeeeee", "mãaaaaaeeeeeee" até a porta abrir-se e deixar entrar no refúgio um pedaço de gente, já tão decidido.
Este passou a ser o meu cenário do dia-a-dia...

 
 
 
 
 
Eu na casa-de-banho a preparar-me para ir trabalhar e ela a tentar entrar...
 

Desânimo

Tenho momentos de desânimo quando me sinto incompreendida. E nasce em mim a dúvida se sou eu que não me faço compreender ou se é o outro que tem a versão correta dos acontecimentos de mim própria.


P.S. E releio o post e acho que devo ser eu, pois vejo que não consigo ligar as palavras aos sentimentos.

To everyone

 
E já deste um abraço hoje?

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aos pais

Como eu gosto de ler este blog :)

Desintoxicação televisiva

Andamos os 3 em tratamento de desintoxicação televisiva. O alerta dos efeitos nefastos daquele eletrodoméstico foi dado pelo elemento mais novo da família.

Passo a explicar:
A nossa casa tem uma zona grande em open espace com sala, cozinha e quarto de jantar. De manhã a tv era ligada a pedido do elemento mais pequeno e recente da família e mantinha-se ligada o dia todo, oscilando entre babytv, jimjam e canais de informação. Podiamos estar os 3 no pátio aos pulos que a tv mantinha-se ligada, podia estar um na casa de banho, os outros na cozinha a olhar para o teto que a tv estava ligada. E era assim até irmos para a cama. Um ruído de fundo pautava todas as nossas ações dentro da nossa casa.
A semana passada começaram os sinais de que estávamos perante um aparelho do demo, atingindo primeiro os mais pequenos e fracos para depois chegar a toda a família.
Já me tinha habituado que ela acordasse cedo e que a primeira palavra que dissesse depois de repetir mãeeee, mãeee até que aparecesse no quarto era baixxeee (ou seja, para baixo) e aliiiii, aliiii (com o dedo esticado em direção às escadas, que chegando à sala era apontado logo para a tv).
Lá ligava a tv, ainda a sonhar com uns minutos de sono na minha cama, e ficava estendida no sofá com a Alice a ver o babytv.
A coisa começou a tomar outros contornos quando o mesmo se passou às 5h da manhã, invés de às 7h ou 6h e tal. E a gota de água foi quando fez o mesmo às 2h30 da manhã. O pranto foi tal que tive de a trazer à sala para ela ver que estava tudo escuro e que era hora de estar na cama a dormir.
Pai e mãe juntam-se em reunião de emergência e decidem agarrar o touro pelos cornos. Acabou-se a televisão, pelo menos nos moldes antigos.
Sempre que acorda (de manhã) e pede para ir para a sala nós vamos mas a televisão continua a dormir. E tem dormido o dia todo. Temos tido dias santos, com mais conversa, com mais livros, jogos e passeios ou sentados no pátio.
Ela continua a pedir para ver mas dizemos que não e ela nem reclama. Tão depressa se viciou como depressa assimilou que a televisão passará mais tempo a dormir que acordada. (Mal sabe ela que a televisão acorda quando ela vai dormir, mas isso não é chamado ao caso. O fato de ficarmos sem televisão até às 20h30/21h já é feito grande em tão pouco tempo.)
Sinto-me mais leve, mais serena e gosto mais de nós assim, desprendidos daquele écran. A casa ficou cheia de outros sons. Já nos ouvimos melhor, já ninguém reclama se o outro mudou de canal, já ninguém fica distraído se algo desviu o seu olhar para uma notícia da televisão.

Agora só quero uma coisa: ouvir música à antiga. Não quero o musicbox da meo (tv tem de estar ligada), não quero nada a sair do computador. Quero um leitor de cd, pequeno, barato e encher a casa (de vez em quando) de música.

 
P.S. Não cortámos tudo. Ontem teve 10 minutos de Noddy depois do jantar e antes de ir dormir. No dia anterior, foram umas músicas da Sónia, para cantarmos e dançarmos juntas.
Haverá dias com mais, dias com menos mas acabou aquele aparelho ligado só porque sim e a qualquer hora do dia.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A nossa sala

Espaço que anteriormente era só meu e dele. Quase sempre arrumada. Uma almofada que caiu, um portátil aberto era quase o cúmulo da dessarumação. Quando ficava cheia, viam-se copos de vinho, pratos de aperitivos, cds.
Agora a sala é da família, minha, dele e dela. Primeiro entrou uma cadeira espreguiçadeira, depois um peluche e quando piscámos os olhos duas vezes a sala nunca mais voltou a ser a mesma. Agora está bem mais bonita.
Nunca pensei dizer que gosto de ver os brinquedos no chão. Nunca pensei dizer que a sala está mais viva do que nunca...

 
Brinquedos pelo chão e Alice enfiada na caixa dos brinquedos.
Os adultos jantavam alegremente entre copos de vinhos e bons petiscos.
Adoro noites partilhadas com amigos que estão de férias. Sinto-me um pouco de férias também.

Estamos a fazer progressos

Record de tempo com gancho - 10 minutos.
Isso quando conseguimos colocar lá o gancho.

Feira das Traquitanas

Já não falho uma.
Gosto do ritual.
Gosto de ver aquelas pessoas.
Gosto de olhar os sapatos que nem dados serviam, quanto mais vendidos.
Gosto de ver as roupas amachucadas de anos e anos num fundo de uma gaveta.
Gosto principalmente de ir à procura de livros e brinquedos para a Alice, coisas em óptimo uso e pelas quais não tenho que pagar 10 ou 20€ porque sou sempre a favor da reutilização ao invés de promover o consumo desenfreado (as razões económicas contam um bocado nesta opção mas também o fato de ser cada vez mais apologista de uma vida menos ligada a valores e mais ligada às histórias e significados dos objetos).
Gosto que tenha um escorrega e baloiços no meio da feira e pelos quais a Alice vibra.
Gosto de falar com algumas pessoas que contam a razão de lá estar como se ficasse exposta a sua vida económica apenas por estarem a vender roupa, sapatos ou qualquer outra coisa.
Gosto de me encontrar com uma vendedora da minha faixa etária, com 4 filhos, que deixou a profissão de professora para se dedicar à maternidade de corpo e alma. Se antes era algo que me fazia alguma comichão e pensava: Ah, seria incapaz! Agora não me faz comichão, faz-me inveja. Ela tem sempre a banca cheia de brinquedos e roupas de 4 filhos que crescem a uma velocidade atroz e vão deixando para trás.
Gosto de encontrar pessoas pela primeira vez. Encontrei um casal a vender na feira, têm um filho com 22 meses e levavam roupa e calçado infantil. Só numa caixa a servir de mesa tinham 8 pares de ténis novos, de sola intocável, quase todos da Nike. Estavam à venda por 5€ cada. Impecáveis! Se tivessem numa loja, acreditava que nunca tinham sido usados. Contou-me que o filho apenas começou a andar aos 19 meses e que os sapatos eram apenas de enfeite. Contou-me também que como gostavam muito de ténis ele tinha um par de cada cor. Eu acredito pois só lá estavam 8 pares e já ela tinha vendido muita coisa. E espanta-me, espanta-me realmente a facilidade com que os pais enchem os filhos de "excessos" quando eles ainda nem sequer pedem. Como será quando começarem a pedir e a chorar por isto e aquilo? Aqui não é uma questão de ter muito dinheiro ou pouco dinheiro. Aqui e, apenas para mim, é excesso.

De lá trouxemos 3 brinquedos e gastámos 4,80€.

 
Trator de madeira com vaca - 0,30€
Como adoro os brinquedos de madeira.
 
Cubos de madeira com as figuras da família - 2,50€ (já no limiar de caro)
 
Quinta de madeira com peças de encaixe - 2€
 
P.S. O pai queixou-se que é muita tralha em casa. Eu defendo-me respondendo que são jogos importantes para a fase dela. Em casa temos quase tudo dos primos mas brinquedos da Chicco, com luzes e sons e bonecos, muitos livros e adereços para as bonecas. Faltavam alguns jogos... acho eu...