ALICE

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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Novamente o dia da Mãe... e a culpa

Outra possibilidade...
 
A culpa, a culpa é algo que me visita de quando em quando. O querermos ser o mais próximo possível da perfeição, o querermos ter um impacto positivo na vida daqueles pequenos seres, o querermos que cresçam adultos saudáveis, fortes e livres de traumas de maior.
 
A culpa, a culpa visita-me naquilo que mais me preocupa na vida da Alice (nada grave, é certo): o sono. As sestas e a hora de deitar são quase sagradas, não havendo um desvio padrão muito acentuado. Assim sendo, tudo é planeado consoante as suas horas de sono. Os jantares são quase sempre em casa por causa da hora de deitar, se forem em casa de amigos são marcados às 18h por causa da hora de deitar. Mesmo assim, já não se mantém as 20h30/21h, já a coisa estica para as 22h/22h30 e aí a culpa cresce, cresce ligeiramente porque ela não irá dormir o suficiente, porque ela, ao contrário de muitas crianças, não recupera na hora do acordar, mantendo o despertar pelas 7h/7h30.
E as sestas, ai as sestas. Almoço fora de casa? Huummm... só se for em casa dos meus pais. Onde ela entra e segue direita para a cama, já de barriga cheia e sem ver ninguém. Dorme lá sestas como se fossem as últimas da sua vida, nunca menos de 4h seguidinhas.
O outro dia tivemos um almoço com pessoas amigas que vinham de longe. Aquilo já me estava a dar um nervoso miudinho. Perguntava a B.: "E a sesta dela?" Ele: "Dorme no carro!" Eu: "Será pouco tempo?" e já me imaginava a ficar sentada no carro para que dormisse mais. Peguei num livro e levei-o comigo. A coisa podia demorar. Cheguei a pensar que não almoçaria, que não me importaria só para que dormisse mais. Eu sei, sim eu sei que a culpa é coisa de virar monstro sem razão num abrir e fechar de olhos. Não disse nada a B. pois diria que estava tola. Disse-me: "Levamos o carrinho de passeio e ela dorme nele." Pois sim, tirar do carro, colocar no carrinho uma miúda de quase 2 anos e meio e ela ficaria a dormir, sim, sim. Lá vão os tempos que dormia no ovo em qualquer lugar e a qualquer hora, pensava eu.
A viagem longa, 1 hora de caminho e ela a dormir a viagem toda. Chegamos ao restaurante e ele, numa certeza que tem e que eu muitas nem a sombra dela tenho, tira da cadeira do carro, coloca na cadeira de passeio, embala e fala de forma doce e lá a consegue faze-la dormir por mais 2 horas, durante todo o almoço.
Não é o mesmo que a cama, o quarto mas reconheço que aliviou a culpa. 3 horas de sono na sesta fizeram-me mais feliz e menos culpada.
Mas a culpa, essa culpa é tramada e mexe connosco. Muitas outras culpas virão e a perfeição nunca chegará. Fazer o melhor, procurar fazer o melhor deveria chegar para não sentir culpas, culpas de passar muito tempo longe, culpas de nem sempre cumprir os horários de sono e alimentação, culpas porque caiu mesmo aos nossos pés, culpas porque se gritou sem razão, culpas por se sentir tantas culpas...
 

Não julgarás o outro

Estava a escrever um post, um post sobre a maternidade e, a meio, apaguei-o. Senti-me a julgar outras vidas, outras pessoas e não achei correto.
Sei que é impossível vivermos sem julgar o outro. Estamos a fazê-lo constantemente, quase inconscientemente desde o primeiro momento que os nossos olhos se cruzam com o que está à volta.
Não julgarás o outro. Há muito na vida dos outros e na forma de ser dos outros que desconhecemos.
A nossa forma de ser e de estar não é modelo para ninguém. Pode ser a perfeita para nós, apenas para nós...

Não é porque crescem que se torna mais fácil sair para trabalhar

Quase todos os dias diz-me: "A mãe não qué i tabalhá!"

terça-feira, 29 de abril de 2014

Grave, muito grave...

... quando a nossa mãe nos diz que estamos com as pernas mais "gordinhas". Logo dela que me vê sempre magrinha!!
Será motivo suficiente para entrar em pânico ou vou acreditar que a idade começa a refletir-se na vista? Mas se assim for, problemas de vista, como vê ela ao longe umas pernas gordinhas? Pânnnicccoooo.


Já aqui falei no dia da Mãe?

 
O meu cabelo já levou o corte necessário. Agora falta despedir-se dos shampoos de supermercado e usar um que ele tanto gosta e precisa (sublinhe-se o precisa). Para mim, um frasco deste dura à vontade 6 meses. Se dividirmos 16€ por 6 meses dá 2,66€ por mês (menos que 1 frasco de shampoo do super).
Já aqui disse que sou mãe? Assim, uma mãe maravilhosa... de cabelo difícil... humm... já disse, não disse?!

Já não bastava o pai...

Fui ao cabeleireiro finalmente. O meu cabelo gritava por tesoura desde o Natal, altura em que o cortei e optando por um corte a direito fiz um pequeno estrago no mesmo.
Fui ao cabeleireiro finalmente e ao chegar a casa com ele cortado e esticado (é meio encaracolado por natureza) a Alice exclama: "Mãeeeeeeee!!!!"
Eu respondo: "Simmm????"
Alice: "Cabelo!!!!"
Eu: "O que foi? Não está bonito?"
Alice: "Nãooooooo!!!!"
Eu: "Oh, não gostas?"
Alice: "Nãooooooo!!!"
Eu: "Não está maravilhoso?" sacudindo a cabeça e imaginando uma ventoinha ligada.
Alice: "Nãooooooo!!! Mãeeee, cabelo nãoooooo!"

Pronto, já não bastava o pai que nunca gosta de me ver esticadinha e aprumada como as que tiveram a sorte de nascer com um cabelo domesticável, como já tenho filha a fazer equipa com ele.
Bem, bem que me disse ele enquanto andava de barrigão e nunca lhe dei a devida importância: "Daqui a uns tempos serão 2 contra 1!"

Me aguardem, me aguardem porque hei-de colocar outro no mundo para fazer equipa comigo e depois vamos ver quem vence...


 

Dia da Mãe

Um produto da Caudalie ou uma t-shirt por moi e outra por moi princesse. Pode ser? Faz de conta que eu não disse nada...

 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

É só a minha filha?

Que na hora de deitar a cabeça na almofada me pede histórias daquilo que reteve do dia?
Já pediu a história do queijo e do fiambre. Já me pediu a história do Zubudú (personagem inventada pelo pai). Já me pediu a história da Alice que não quer dormir. Já me pediu a história das sapatilhas. Já me pediu a história da Nina e da Matilde e do Tomás. Já me pediu a história da bola do menino. Já me pediu a história do baloiço.
Todas as noites vou curiosa para saber que história me aguarda...



A minha vida de blogger (não) famosa

Passo a revista à minha lista de blogues e vejo que a maioria foi numa escapadinha de 3 dias, com cremes de marca e roupa da nova coleção.

Passo revista aos meus 3 dias de não escapadinha e vejo que na sexta-feira, feriado, passámos o dia em casa, fizemos um bolo e saímos os 3 ao final do dia. Pai foi trabalhar, mãe e filha foram dar um passeio à beira mar (chique não?!).
No sábado de manhã, um corre corre antes da aula de natação que começou às 10h30 (estar na piscina aquecida também é um todo ou nada chique). Depois casa, almoço, sesta da princesa enquanto pai e mãe ficam a sós (fim-de-semana romântico). Ao final do dia pai vai trabalhar, mãe e filha tentam dar novo passeio mas mãe indisposta decide que é melhor ficar por causa e tratar do jantar das duas.
Domingo, passa a manhã agarrada ao ferro de engomar e pai ao computador de roda de folhas de excel. Filha deambula pela casa buscando atenção que é dada aos pedacinhos e pela televisão a ver episódios seguidos do Timmy (nada educativo mas às vezes tem de ser). Almoço à pequenina e saem os 3 para a casa dos avós. Lá é deitada para a sesta que se faz das 13h às 18h, enquanto adultos almoçam, convivem e falam de família com família, onde todos criam laços e alimentam esses laços entre fatias de bolo de ananás feito pelo pai/avô.
Ao final da tarde Benfica joga para o pai enquanto a mãe prepara jantar para receber 3 pessoas do coração. Janta-se em boa companhia, ri-se, chora-se e partilha-se as coisas boas e as menos boas que tornam a nossa vida tão especial e única.

Nós fomos de escapadinha de 3 dias... faltaram as fotos de uns produtos da Caudalie que recebi dos meus queridos sogros e cunhados. Faltou a foto do meu fato de banho da natação da marca Decathlon. Faltou a foto do livro do momento ABRAÇO de José Luís Peixoto.

 
 
 
 
Quando já se vive no paraíso, as escapadinhas dão-se descendo a rua e olhando o mar...
 

Já cansa...

... tanta elegância e bom gosto.

 
 
 

Cada vez mais longe de ser uma fashion blogger

A blusa ficou pronta. Ainda falta a foto com as almofadas da minha mãe mas já tenho na minha posse a dita feita com o mesmo tecido.
Ansiosa pela fotografia da blusa com as almofadas a fazerem pandant :)
Assim sendo, o que para a maioria dá umas almofadas lindas para a sala, para uma minoria (duvido que para mais de 1 ou 2) dá uma blusa de verão.

 
 
Foi à justa. Nem mais uns cms comprida, nem a manga como devia ter sido. Custou-me ter que obrigar a minha mãe a desfazer uma almofada para colocar a manga com um arremate como tinha na Burda.
 

Semana 17/52

Com o atraso de praxe...

25.04.2014

25 de Abril...

... tudo aquilo que já sabemos (alguns não sabem) e o aniversário do amor maior cá de casa. Ao contrário de mim, não gosta de festejos. Prefere passar quase despercebido.
Fizemos um bolo, eu e a Alice, sem receita, sem rede de suporte, e não é que ficou comestível :)

 
 
 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Às vezes, só é preciso...

... uma sweatshirt bonita, nada mais!

 
 

Será possível?

Que a senhora dona Alice que gosta de ver vídeos no meu telemóvel (e que a senhora dona CS para a ver calada consente) tenha apagado todas, todas (mais de 50 ou 60) fotografias e vídeos do seu telemóvel?
Parece que sim, foi-se tudo, tudinho e eu não tinha nada gravado noutra pasta.

 
Não fosse a culpa toda minha tinha levado a sua primeira palmada, grito na orelha ou castigo.

Para quem tem filhos pequeninos e lindos...

Quem tem bebés sabe que as roupas deixam de servir da manhã para a tarde,
Quem tem bebés sabe que o dinheiro investido em vestuário nem sempre é rentabilizado,
Quem tem bebés sabe que o todo o dinheiro que se gasta nos primeiros tempos é apenas um presságio dos milhares de euros que serão investidos em saúde, educação, vestuário, brinquedos, atividades, etc,etc,
Quem tem bebés e não vive de grandes ordenados ou heranças gosta de encontrar boas soluções, económicas e viáveis para os seus tesouros.

De uma querida blogger de completa confiança chega-nos o Mercado de Algodão Doce. É um projeto ainda bebé... Visitem.



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Das coisas tolas que nos passam pela cabeça...

O outro dia pensava que se eu morresse como iam saber as pessoas quem me acompanham neste meu canto diariamente. Vá, que sejam 10 as que não me conhecem pessoalmente, mas como iriam saber estas 10 pessoas que nunca mais iria colocar um post?
Depois pensei: "Será que B. entraria no blog (às vezes fica aberto no computador) para colocar um post a dizer - A autora deste blog morreu!" Só para que as pessoas não viessem cá dia após dia sem saber o que aconteceu...

Fica desde já dito que se eu deixar de cá vir por mais de 8 dias, sem aviso prévio, é porque algo muito, muito grave aconteceu... não gosto de deixar ninguém pendurado.
Contudo, não faço tenções de morrer ou deixar de aqui escrever.

To me


Convite

Recebi um convite para dar uma formação. Além de me dar uma trabalheira imensa é algo que me dá também muita satisfação e que me faz matar um pouco as saudades de quando era professora (mudei de ramo, graças a Deus! As coisas não estão nada fáceis no ensino).
No meio dos nós da vida, muitas vezes feitos por nós mesmos sem darmos muito pela coisa, há sempre um laço mais bem feito que nos ajuda. Os nós, esses serão desfeitos com a consciência que não existiu quando eles foram feitos.
Um dia de cada vez porque sei bem que caminho quero tomar...

Mood

Tenho um nó de marinheiro entre a garganta e o estômago...

terça-feira, 22 de abril de 2014

Oferta de aniversário

 
 
 
 
ZARA
Obrigada, V.
Inquieta por estrear...
 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Almoço de Páscoa em casa dos meus pais

Soube que ando com um humor insuportável.
Soube que me tentam fazer rir com piadas que levo sempre para a crítica desmedida.
Soube que as picadas que me fazem à minha mente são apenas para me alegrar.
Soube que me querem animada e que eu tenho sempre a reação oposta.

Ao que parece ando com os nervos à flor da pele com quem, imagine-se um homem de mais de 1,80 com ar angelical (fingido), apenas me tenta arrancar uma gargalhada.

E eu, que sou um doce de pessoa, sou assim desmascarada em pleno almoço de páscoa como um ser que (ultimamente) anda para lá de insuportável.

Felizmente, acho que não estou (assim tão) insuportável e mesmo que esteja, tenho a melhor desculpa de todas. E quem não me carregar ao colo todos os dias, me disser: "Sim, amor tens razão" numa voz melosa não é homem não é nada!

P.S. Quadro a reproduzir num período de espaço que pode ir de 1 a 7 semanas. Depois pode tudo voltar à normalidade, ou seja, "Sim, amor tens razão" mas sem precisar da voz melosa, nem de carregar ao colo.




Fim-de-semana de Páscoa

Fábrica de Chá da Gorreana
 
Falta o C na fotografia.
 
 
A modos que estaremos a pisar plasticina nos próximos tempos, apesar das indicações que só se brinca na mesa dela.
 

Filha de sua mãe

Ligo para casa para saber como estão (as saudades apertam às vezes).
Diz-me o pai que a Alice já esteve no pátio a gritar várias vezes: "Qué íi ao shopping! Qué íi ao shopping!"
Coitadinha, acho que já lá não põe os pés desde 4ª ou 5ª Feira. É a ressaca, é o que é!


 
Para ela shopping é escorrega e ver livros no híper. Por enquanto...
 

Semana 16/52

18.04.2014
Com um ligeiro atraso...
 

Já não se encontram entre nós...

Todos os dias morrem pessoas, a toda a hora, a cada minuto. Contudo, quando são pessoas ditas famosas soltamos sempre aquele "ah... já morreu!".
Nos últimos dias foi Augustus e um grande, grande, grande escritor Gabriel Gracía Márquez.

 
Disse ele há alguns anos numa entrevista que todos o associavam à obra Cem anos de Solidão. Contudo, para ele, esta tinha sido a obra da sua vida, uma história baseada no amor que nasceu entre os pais dele. Foi por aqui que comecei. Foi por aqui que conheci a escrita deste grande senhor. É por aqui que recomendo a quem ainda não teve o prazer de passar umas horas na sua companhia.
Depois da obra, o filme que está muito fiel ao livro (algo incomum no cinema).
 

Já foi...

Acabaram-se 3 dias inteirinhos em casa. 3 dias a receber visitas. 3 dias em almoços e jantares. 3 dias a gozar a minha pequenina todas as horas do dia. 3 dias que alternavam entre sol e chuva.
Foi bom...

quinta-feira, 17 de abril de 2014