ALICE

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quinta-feira, 31 de março de 2016

Da sua paixão por chocolate

Não sei se é por ter começado no chocolate pelos 3 anos, se por o comer tão poucas vezes que a Alice é completamente apaixonada por cho-co-la-te (como gosta ela de soletrar quando fala nele).
Como a minha família sabe como somos em relação a doces, chocolates e afins, ela não recebeu na Páscoa nenhum ovo ou amêndoas. Mas não escapou por completo. Uma colega de trabalho enviou-lhe um coelhinho de chocolate de uns 15 cms.
No primeiro dia que viu pediu logo para comer a dizer: "Huummm adoro cho-co-la-te!" Depois do jantar comeu apenas as orelhas e quis guardar o resto para o dia seguinte dizendo: "Não quero que isto acabe nunca!" No dia seguinte, depois de almoço lá comeu parte do corpo e ainda quis guardar o resto. Ao jantar dividiu os pés a meio, partiu-o em pedacinhos muito pequenos, e quis guardar metade deles para o dia seguinte, comendo os outros pedacinhos muito lentamente... o pai disse que assim só comia ar de tão pequenos que eram os pedaços.
Apesar de adorar consegue dividir um pedaço que qualquer outra criança amante de chocolate o comeria em 2 dentadas, e reparti-lo por vários dias.
E vamos ao supermercado, vê chocolates, ovos kinder que nunca provou, pede mas sabe ouvir e compreender quando lhe digo que é muito açúcar para ela e para os dentes dela. Todos os chocolates que já provou na vida (à volta meia dúzia) foram sempre de outras pessoas que já não dizemos que não como antes por acharmos que já está mais crescida e por acontecer muito esporadicamente. Comprarmos nós? Nunca o fizemos.
Já sei, já sei e já me disseram muitas vezes: quando for grande vai-se vingar! Pois é como tudo na vida, é provável que se vingue de muitas outras coisas que agora não proporcionamos ou não iremos proporcionar no futuro.


Perguntas fáceis de fazer...

... difíceis de explicar.
Alice: "Mãe, se gostas de mim porque brigas e ficas chateada comigo? Porque não sorris para mim e fazes uma cara feliz?"
Quero-lhe explicar que é para ela ser uma menina educada, respeitadora dos mais velhos, que conheça e respeite os limites, que saiba comportar-se mas não sei trocar isto por miúdos. Explicar-lhe o que é ser educada, explicar-lhe que deve obedecer ao pai e à mãe, explicar-lhe como se deve falar com os adultos.
Às vezes digo-lhe só: "Eu gosto sempre de ti, mesmo quando estou chateada ou brigo, mesmo quando te portas mal. Eu quero que sejas uma menina crescida e educada e que faças o que os pais dizem porque somos nós que sabemos o que é melhor para ti."
Acho que não convence totalmente nem é totalmente claro para uma criança de 4 anos...

Choro noturno

O António sempre foi um bebé fácil de criar. Talvez por ser o segundo e estarmos mais descontraídos ou por termos menos tempo para stressar ou porque talvez ele seja, realmente, mais calmo do que a irmã foi.
O António é bem disposto, pouco birrento e muito doce.
Era tão bom ficar por aqui... imaginar que não há nada mais para além das coisas normais e banais de um bebé.
O António tem dado noites de pesadelo aos pais. O António vai para a cama feliz e contente. Depois de sopa, fruta e banho, despede-se de pai e mana, beijo e adeus com a mão e sobe para o quarto. Eu beijo-o, deito-o no berço, uma chucha na boca outra chucha na mão, música típica de bebés e fecho a porta. Um sonho comparado com o tempo em que embalávamos a irmã até ela adormecer ao colo, um embalar que tinha que ser em pé e movimentando pela casa. Ai Deus, as coisas que fazemos para não os fazer gritar, berrar e chorar.
Mas o António nunca quis colo ou embalo ou mama ou biberão para adormecer. Fazia-o e fá-lo sozinho. Sim, é muito, muito bom! Já tinha ouvido falar de bebés assim mas, na verdade, pensava que se tratava de um mito da maternidade que nos impingiam para nos fazer acreditar que também podíamos ter filhos assim. Não é mito! Eles andam por aí!
Adormece sem dramas mas depois quando acorda durante a noite está o pânico instalado. Às vezes pelas 2h30, 3h30, 4h30 vem a resmungar, o levantar do berço e depois o choro estridente. Fico sem saber o que pensar.
Tenho um amigo enfermeiro que diz que os bebés choram por 4 razões: frio, calor, fome ou dor. Esse meu amigo não tem um António e acho que ele se esqueceu de outras razões:
1. Chora porque se lembrou que no babytv está a dar aquela música com as cores e as imagens hipnotizadoras e ele não está a ver;
2. Chora porque, apesar de ser 4h da manhã, já o dia nasceu na Austrália e ele não quer dormir mais;
3. Chora porque o silêncio da casa aborrece qualquer um a meio da noite e nada como animar a malta;
4. Chora porque tem um brinquedo na sala de que se lembrou que não brincou muito durante o dia;
Acho que podia apontar mais uma 10.
Já me perguntaram várias vezes: Serão os dentes? Sim, os dentes podem servir de desculpa para muita coisa e sim ele tem mais de 4 dentes a rasgarem ao mesmo tempo. Não sei se são dentes. Acho que não. De dia nunca se queixa...
Se fizer um rewind apercebo-me que o António tinha noites assim de choro inexplicável uma vez por mês, ou de 2 em 2 meses. Coisa pouco frequente e facilmente tolerável. Ultimamente tem sido todas as noites. Algo mudou, a alimentação noturna.
Há mais de 1 mês que não bebe leite de noite. Tanta insistência da pediatra e dos enfermeiros no centro de saúde, levaram a que tomasse essa decisão. Achei que talvez fosse melhor agora que mais tarde. Convenceram-me que ele não tinha fome de noite. Tirei-lhe o leite e tivemos umas noites mais complicadas. Passado uma semana a coisa melhorou e até tive uma noite de ele dormir direitinho sem resmungar até de manhã. Talvez de há 2 semanas para cá tudo tenha piorado. É leite, não é leite. É fome, não é fome. Não sei... sinceramente... não sei. Palpita-me que ele acorde e depois não queira dormir mais. Quer viver, é tão bom viver quando se é bebé. Limpam-nos o rabo, comida à boca, beijinhos e abraços, gugu dadá, gritamos e correm em nosso socorro. Há coisa melhor?
Antes ao primeiro resmungo, dava-lhe um biberão de leite e ele bebia até ao fim e readormecia. Não sei se o queria ou não mas acalmava-o. Fazia isso 2 a 3 vezes por noite. E apesar de acordar essas vezes e outras para chucha, não havia gritos nem choros.
Esta noite foi das 2h30 às 4h30. Às 4h30 veio para a nossa cama e lá ficou a dormir até perto das 8h. Está um pouco ranhoso e começou com tosse. Acho que isso não ajudou. Nas outras noites, sem tosse ou ranho, talvez seja problema da lua ou o vento do norte, não sei..
De manhã acorda fresco, lindo, meigo com cara de quem nos diz: "Eih, vocês estão com uma cara de enterro! O que vos aconteceu? Perdi alguma coisa?"

terça-feira, 29 de março de 2016

Dá que pensar... e muito!

 

Da mudança de hora

Foi sol de pouca dura. Voltámos às manhãs a começar às 6h... (ainda nem eram)
Ai, como dói!

O meu doce

Alice: "Mãe, adoro fazer-te sorrir!"

segunda-feira, 28 de março de 2016

Do fim de semana

 
 
 
 
 
 
 
Sono, gargalhadas, partilha, amizade, filhos, natureza, comida feita com o calor da terra, passeios, açúcar e mais açúcar noturno, trivial, apostas, bicicleta e trotinete, espumante, pessoas "horríveis" e mais gargalhadas.

O melhor da mudança de hora

António que acorda todos os dias pelas 6h/6h30 da manhã, hoje acordou às 7h30. Se isto se mantivesse era uma mulher bem mais feliz e com menos sono...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Casaco e Folhos

Só lhe tirava o alfinete da Channel.

 
 
GOEN J. - 900€
 

sábado, 19 de março de 2016

Dia do Pai

Até sermos pais não temos bem a certeza se realmente seremos como achamos que iremos e queremos ser. Às vezes a vida troca-nos as voltas, às vezes os filhos mostram-nos que as coisas não são assim tão preto no branco.
Cá em casa existe uma mãe e existe um pai. Pai de nome, pai de estatuto, pai do dia-a-dia, pai do não e do sim. Um pai presente, um pai que conhecem, que está com eles todos os dias. Um pai que não é mais do que uma mãe porque cá em casa pai e mãe fazem o mesmo.
Cá em casa a mãe sai todos os dias da semana para trabalhar e é o pai que gere o seu tempo com uma ginástica que só ele sabe o quanto lhe custa para estar presente e ficar a cuidar deles.
Sim, é um pai, um super pai e não é hoje o dia dele, é todos os dias que acorda e sabe que tem pela frente tarefa de cuidar e educar...



sexta-feira, 18 de março de 2016

Um raio de sol e...

... ela julga que já é Primavera.

 
 
 

Vacina contra o Meningococo B

Uma vez que a vacina não pertence ao Plano Nacional de Vacinação a decisão está nas mãos de cada pai e na capacidade financeira dos mesmos uma vez que cada dose chega quase aos 100€.

"A meningite B é uma doença rara, mas grave: em 2011 a incidência foi de 0,58 casos por cada 100 mil habitantes. Pode ser fatal em 5% dos casos, deixar sequelas neurológicas ou causar perda de audição, alterações cognitivas, cicatrizes cutâneas e amputações. Desde a introdução da vacina para a meningite C no Plano Nacional de Vacinação, a ocorrência desta diminuiu e, a B, passou a ser a mais frequente no nosso país. Atinge principalmente os bebés até 1 ano e, logo a seguir, as crianças até aos 4 anos, de acordo com dados da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.
A vacina contra a meningite B é administrada na coxa dos bebés e no braço das crianças, adolescentes e adultos. Só se pode tomar depois dos 2 meses. De acordo com a idade, as doses variam:
• 2 a 5 meses: 3 doses + 1 reforço.
• 6 a 11 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 12 a 23 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 2 a 10 anos: 2 doses.
• A partir dos 11 anos, inclusive adultos: 2 doses."

In Deco Proteste

As meningites por meningococo são responsáveis pela forma mais agressiva desta doença. Ele circula entre nós no trato respiratório, podendo passar de um portador assintomático para uma criança, deixando-a doente. A forma mais eficaz de controlo da infeção meningocócica é a vacinação.

A conselho da nossa pediatra a Alice já levou as suas duas doses e o António levou ontem a primeira de 3 doses. Só me arrependo de não ter esperado um pouco mais no caso do António. A partir dos 24 meses bastariam 2 doses não havendo necessidade do reforço. Seria assim menos 1 vacina, a dor dela, os efeitos secundários e menos 100€.


What?

De manhã:
Pai entra na casa de banho para tomar duche. Eu entro de seguida com o António para lhe trocar a fralda. Passados 2 segundos Alice bate à porta: "Posso entrar?" Eu peço-lhe que espere pois o pai está no duche e nós quase a sair. Do outro lado da porta ouve-se: "Mas eu quero estar com a minha família!"

terça-feira, 15 de março de 2016

Impossível dizer alguma coisa...

Crescemos?

Quando diminuímos o outro e olhamos para nós vendo-nos um pouco mais esticados;
Quando somos mesquinhos na forma como expomos a nossa posição sentindo-nos mais importantes do que o outro;
Quando julgamos ser donos da verdade menosprezando tudo o resto.
Sim, talvez crescemos na ignorância de acharmos que somos mais e melhores que todos os outros ou talvez apenas para esconder o quanto nos sentimos pequenos junto dos outros.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Anúncio

Alguém muito próximo de mim vai casar. Era mais que esperado, contudo só começa a ser real depois de alguém verbalizar.
Temos casamento em 2017.

Alice em pleno hiper repleto de ovos de Páscoa

"Ai mãe, quem me dera que hoje fosse dia de Páscoa para comer um bocadinho de ovo de chocolate!"

Ai que susto!

Nos blogues de mães super cool já anda tudo de calções. Não me assusta que no meu perímetro geográfico ainda faça frio, assusta-me sim que o calor vai aí chegar não tarda e eu ainda não tenho umas pernas que se possam expor nuns bonitos calções.
Será que isso lá vai ao sítio se começar hoje mesmo?

 

sexta-feira, 11 de março de 2016

Bye the book

Antigamente não havia blogues de mães perfeitas e filhos perfeitos a partilharem as suas experiências, não havia pediatras em cada esquina, não havia tão fácil acesso a publicações, sites, fóruns e afins e, no entanto, parece que nunca houve tanta insegurança e incertezas como hoje.
Queremos muito fazer as coisas bem, esperamos tanto para sermos mães que depois não queremos errar. Além disso, é muita informação, muitas consultas no pediatra, muitas idas ao centro de saúde, muitas amigas em que tudo correu bem, com fórmulas mágicas de dormirem toda a noite, e comerem bem e com muito tempo para namorarem e jantarem a dois muito mesmo tendo 2 e 3 filhos. Eu cá gosto de amigas com olheiras como eu, que ficam de cabelo em pé, que são imperfeitas na sua perfeição de mães, que sentem que o tempo voa, que adoram os filhos mas que têm dúvidas, que fogem ao bye the book e reprovam nas consultas da pediatra.
Isto tudo porque uma amiga me perguntava com que idade tirei o António do meu quarto, sendo que o pediatra dela lhe disse para tirar entre os 4 e os 6 meses.
Pois, eu não sei mais que o pediatra dela. Não saberei mais do que o coração de mãe dela saberá para o filho dela, eu só posso contar como foi comigo, sabendo que não sou exemplo para ninguém e que cada família tem a sua dinâmica própria.

Muito resumidamente, a minha partilha de experiência de 2 filhos:
ALICE:
Primeira filha, mais receios e dúvidas, querendo fazer tudo direitinho e ouvindo pouco o meu coração e muito as opiniões e certezas dos outros.
Ficou no berço, junto à minha cama durante todo o período da amamentação. Amamentei até aos 9 meses. Por volta dos 10 meses mudei-a de quarto. Contudo, continuava a fazer kms durante a noite. Acho que o fiz em boa altura, correu bem mas só por volta dos 18 meses começou a dormir a noite toda. Mas isso não é regra, ainda hoje acorda de noite e chama.

ANTÓNIO:
Segundo filho, menos receios, algumas dúvidas mas levando e vivendo mais o dia a dia sem pensar muito no amanhã.
Ficou no berço, junto à minha cama durante todo o período da amamentação. Amamentei até aos 7 meses. Por volta dos 8 meses mudei-o de quarto. Vivo num T2, foi assim para o quarto da irmã. Não foi fácil. O choro de um que acorda o outro. O falar baixinho no quarto para não acordar o mais novo. As histórias de dormir que passaram a ser na sala. O grito do mais novo que fazia a mais velha acordar sobressaltada. Continuei e continuo a ir várias vezes ao quarto durante a noite. Para ela, 1 vez ou 2 por noite e muitas noites em que não é preciso. Para ele, uma boa noite é ir 1 a 2 vezes. Uma noite complicada é ir 3, 4 ou acordar a chorar muito.
Ele não estranhou, na verdade, ele estranha é se entra agora no meu quarto, quando o levo para diminuir o choro dele.

Há quem mude com 1 mês, outros a 1 ano de idade, há quem fique até aos 3 ou mais. Cada família tem que perceber o que é melhor para terem uma boa noite. Há processos de mudança que têm que acontecer e que podem custar. A altura deles acontecerem, a vontade de acontecer (pode ser da criança ou dos pais) é decisão de cada família. Não há fórmulas secretas e milagrosas. Há dicas que funcionam bem com um e são desastrosas com outro e dentro da mesma família.
Importante é seguir o coração, perceber as necessidades do bebé e as necessidades da mãe e do casal. Tentar conciliar tudo e tentar dormir... ah... dormir... coisa boa que eu fazia há uns anos atrás :)

quarta-feira, 9 de março de 2016

Informação à comunidade

Promoções da Dreambooks no voucher sapo.
50% de desconto! Tem sido raro aparecer um desconto tão elevado.
Boas Compras!
 

Gosto tanto tanto de verdades tão simples e cruas

"ao teu lado só caminham os que escolheste e os que te escolheram. ponto final, parágrafo"
Sofia Castro Fernandes in http://www.asnovenomeublog.com/

segunda-feira, 7 de março de 2016

Uma vénia a todas as mães solteiras...

... ou divorciadas, ou com maridos emigrados, ou com turnos difíceis, ou mesmo os que estando presentes são "ausentes". Uma vénia enorme a elas porque passei o meu segundo fim-de-semana alargado de mãe solteira e tive momentos de... respirar fundo e outros em que o grito aparece mais depressa que o respirar...
Ainda bem que nessas alturas ninguém fotografa. Ficam os momentos deliciosos que conseguimos ter...

 
 
 
 
 
 

Sabes que as noites têm sido top em termos de falta de sono quando...

... sais para comprar umas velas à tua mãe. Há muito que não sabes a idade de ninguém de cor (exceto dos teus filhos). Fazes a conta, é fácil pois sabes que nasceu em 1951. No minimercado a conta de cabeça rápida e pedes um 6 e um 4. Pagas e regressas a casa. Pelo caminho ficas confusa... estamos em 2015 ou 2016. Fazes um esforço e não consegues ter a certeza. Não tens o telemóvel contigo para confirmar. Procuras um recibo recente na carteira e olhas a data. 2016. Regressas ao minimercado e pedes para trocar o 4 por um 5.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Gavetas e mais gavetas

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vontade de ir atrás de gavetas velhas...
 

quarta-feira, 2 de março de 2016

Lembrete

Nunca mais falar das noites tranquilas de um filho teu ou poderás ter uma noite de choro estridente às 3h da manhã.

terça-feira, 1 de março de 2016

Álbuns digitais

Não faltam opções online para imprimir as fotografias que vamos acumulado nos telemóveis e máquinas fotográficas. Opções mais baratas outras mais caras, mais ou menos funcionalidades e modelos de impressão.
Eu não tenho um conhecimento profundo delas. Conheço uma marca há um par de anos e como não tenho tido problemas mantenho-me não arriscando em outras marcas que até possam ter uma melhor relação preço/qualidade.
Este ano foram mais dois álbuns impressos: o 4º álbum da Alice e o 1º do António. Possivelmente esta regularidade não se manterá por muito tempo mas ainda me deslumbro dia-a-dia e não sou pessoa de ir às pastas do computador ver as fotos. Eu gosto de ter os álbuns, de vermos juntos, de os pegar com as mãos, de os ter na estante. Não quero estar dependente de tecnologia que me pode falhar a qualquer momento e fazer-me desaparecer memórias. Sim, desaparecer porque a minha memória está cada vez mais frágil...
Da minha curta experiência e apenas com a DREAMBOOKS faço as minhas recomendações para quem quiser apostar neste produto e nesta marca:

1. Nunca compro ao preço real. Aguardo sempre pelas promoções da marca ou pelas promoções que vão aparecendo no portal do SAPO: http://voucher.sapo.pt/

2. Preparo com antecedência as fotografias, selecionando as preferidas e colocando em pastas com temáticas ou meses dependente da forma como organizarei o álbum;

3. Faço o álbum no site da marca (depois de criar uma conta) e só quando aparece uma promoção é que realizo a compra. Fica lá gravado. http://www.dreambooks.pt/my-dreambooks

4. Recomendo sempre a gama Álbum Digital Premium como os de melhor qualidade. Há outros tipo revista ou livro que dependente do objetivo pode ser a melhor solução. Se queremos capas rígidas e folhas duras, terá de ser desta gama. Nesta gama opto sempre pelo Digital Premium Classic.

 
 
 
 
 
 
 
 
Álbum Digital Classic Premium (40 páginas) - 69,90€ preço sem promoção
Pode adquirir mais páginas a 2,60€ cada (nunca o fiz mas pode dar-se o caso de ser necessário só mais uma ou duas para completar)
 
 
P.S. Desta vez adquiri também um Álbum Digital Pocket Premium. Tenho apenas uma crítica negativa a este álbum. Comprei-o para o oferecer. Depois partilho o senão deste álbum.

Fim de semana de mãe solteira

António madrugava. Pelas 9h e tal já dormia novamente.
 
No circo
 
Sábado de manhã, mas todos os dias a mesma pergunta ao acordar: "Mãeeee, hoje vais trabalhá?"
 
6:30/7h toca a levantar que se faz tarde...
 
Um banho de letras para brincar às 11h da manhã enquanto o mano dormia e eu tratava da casa.
Depois a parte difícil: "Mãe, o que está aqui escrito?"
 
Uma mensagem para o pai
 
Tirá-la da televisão dá trabalho...
 
... muito trabalho.
 

A noite de 26 de Fevereiro de 2016...

... ou seja, 15 meses e 9 dias depois o António dormiu uma noite inteira e eu fiz uma maratona de 5 horas seguidas a dormir sem pestanejar. Acordei às 5h30 da manhã e o meu impulso foi pensar: "Será que ele está a respirar?"
Como é sabido estávamos no processo de retirar os 2 biberões da noite (os únicos já que não pega no biberão acordado). As primeiras 4 noites ele esteve agitado. Não chorava mas virava e revirava na cama. Levantava-se e deitava-se e eu sentia a inquietação dele. Quando acordava levava muito tempo para readormecer, mantendo-se inquieto no berço. Também tinha tosse e isso não ajudava mas tenho a certeza que esperava pelo leitinho para acalmar... tive vontade de o dar mas quando entro por um caminho não costumo voltar atrás. Posso levar tempo a tomar a decisão mas depois de tomada sigo o caminho até ao fim. Não o queria confundir.
Tivemos umas noites agitadas mas parece que acalmou e, muito mais, dorme horas seguidas como nunca tinha dormido desde que nasceu. Durante duas noites do fim-de-semana dormiu 11 horas seguidas sem ai, nem ui. Esta última noite tossiu a meio da noite mas nada mais...
Não sei que isto será um cenário a longo prazo mas uma coisa já deve ser certa, esqueceu o biberão da noite e não sente necessidade de acordar para ele. Se foi cedo demais? A irmã teve até aos 24 meses. Neste, mais por insistência da médica que me convenceu que ele comia menos de dia e era mais esquisito com a comida porque enchia a barriga de noite, cedi mais cedo.
Não estou arrependida e acho que, depois das noites mais agitadas, sem dúvida, que nunca dormiu tão bem como agora.
Vou torcer os dedos! Até tenho medo de falar alto...