ALICE

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terça-feira, 6 de maio de 2014

Por estas e por outras é que gosto tanto deste "meu" espaço...

Porque os comentários muitas vezes ficam perdidos,
porque nem todas as pessoas abrem a caixa de comentários,
porque as partilhas de experiências e de "considerações" ;) são tão importantes,
deixo novo comentário ainda sobre a Vida social de quem é pai:

(Clicar em cima das imagens)
 
Vá, não posso negar que a primeira frase deixou-me bastante animada neste lindo dia de sol...
Tudo o resto fez-me pensar, o que é igualmente razão para animar :)
 

7 comentários:

Laura disse...

Eu também concordo que as crianças têm de ter rotinas, e que, nos primeiros anos de vida são os pais que se devem ajustar face às necessidades da criança. Mas também acho que tudo o que é demais é erro (adoro lê-la mas em certos aspetos tenho uma visão diferente da sua). Pegando no post em que descreve que a Alice ao domingo almoça em casa e quando chega à casa dos avós vai dormir, fez-me imensa confusão), porque acho importante que na idade dela as refeições já sejam tomadas em família (sobretudo quando a família se reúne). Mas claro é a minha opinião e respeito a sua.

CS disse...

Olá Laura (nome da minha mãe, adoro-o), obrigada por partilhar.
Sim, ao domingo ela almoça em casa e dorme quando chega a casa dos meus pais. Reconheço que é importante o convívio mas caso não fizesse a sesta no domingo ficaria irritada, aborrecida e meia desorientada. Mantê-la acordada das 7h (hora que costuma acordar) até à noite seria doloroso para ela. Ela visita os avós durante a semana, e vê-os depois da sesta. Quando for maiorzinha fará as refeições de domingo connosco.
Respeito igualmente a sua opinião. Fazemos desta forma porque nos parece a mais acertada. Será que o faremos no segundo? Acho que muita coisa muda quando a família aumenta. Ficamos mais descontraídos, seguimos menos as regras e deixamos as coisas andar... não sei, veremos e aqui estarei para partilhar :)

Anónimo disse...

Olá novamente (para quem não costuma postar, isto está a ser extraordinário!)

Fico muito satisfeita por ter contribuído para uma simples reflexão. Uma das coisas que valorizo na vida é ter a oportunidade de conhecer e partilhar muitos momentos, para a minha vida se tornar ainda mais bela.
Sabe, que a reflexão que partilhei aqui não surgiu do nada. Outrora já passei pelo seu dilema. Neste momento, as coisas estão mais serenas e muito mais aprazíveis. Infelizmente ou não a vida vai-nos proporcionando situações que nos obriga a parar e a refletir sobre a nossa atitude perante as circunstâncias da vida. E como sabemos que existem situações que só nos fazem crescer quando perdemos algo ou alguém, aqui entro eu, para tentar ajudar a refletir sobre o que está perante os nossos olhos e não queremos ver.
Passo a partilhar.
Mãe de 2 fantásticas princesas, M de 4 e T de 1. Ao fim destes 2 anos, sinto ainda um pequeno aperto no coração quando a minha filha M pergunta pela minha mãe. Senhora alegre, divertida, preocupada, responsável e muito amiga, atributos esses que não consegui ver na altura em que a M tinha 1 ano. Pois é... Também não partilhei a alegria ao contribuir para o crescimento da M com os meus pais. Tinha receio. Muito receio. E julgava eu que erámos detentores da verdade inquestionável. Pensava eu que erámos os pais mais responsáveis deste mundo. Mas afinal, de forma inconsciente, acabei por "roubar" a alegria de contribuir para o crescimento da minha filha M dos meus pais. E tanto que a minha mãe gostava de crianças... Infelizmente já não se encontra entre nós.
Se soubesse o que sei hoje teria optado por ser diferente? Menos mãe Giga Hiper Galinha? Claro que sim. Mas o passado já lá vai. E agora T delicia-se nos braços do meu pai e dos meus sogros. Quem de nós não se recorda, com um sorriso nos lábios, os nossos avós. Quem de nós não se recorda o cheiro da casa dos nossos avós? A eles devemos a nossa vida, e a eles devemos a alegria da nossa descendência.
Atualmente, preocupo-me muito em partilhar tudo o que sei e o que faço com as minhas filhas com o meu pai, sogros, irmãos e cunhados, porque um dia, poderei não estar presente para consolar as minhas filhas. E aí sim, “ficarei mais descansada” ao ver que, se partir, terei alguém capaz de olhar pelos meus rebentos.
Bem haja a todas as mães e pais.

Jardim de Algodão Doce disse...

Olá Cs, sou mãe de 3 como sabes :) e confesso que muitas vezes até gostav de contrariar os horários, mas eu respeito muito as rotinas, horários de sestas. Se os meus filhos ( os peqeuninos) não dormem as sestas, os passeios tornam-se um inferno com birras e mais birras e prefiro que durmam primeiro e depois então passeamos. O do meio com 31 meses faz só uma sesta à tarde depois do almoço, mas há dias que já não consigo que ele durma e aguenta assim até à noite, o pequenino ainda faz duas sestas durante o dia...nos primeiros anos é mesmo assim e depois a coisa começa a ser mais livre para estarmos mais à vontade. Eu acho que os miúdos sim têm as suas personalidades e não somos só nós pais que fazemos os filhos. Eu tenho 3 e são todos diferentes. E o que resultou com o primeiro, não resulta com o terceiro por exemplo. Os outros adoraram chucha, o terceiro até vómitos tem. Não dá para generalizar. Um beijinho.

CS disse...

Querida anónima, mais uma vez obrigada pela partilha. O que fala tem um maior significado pela história que conta. Realmente esquecemos que a vida é imprevisível e quem nos rodeia não ficará para sempre...
Os meus sentidos sentimentos.
Bj

CS disse...

Querida anónima, mais uma vez obrigada pela partilha. O que fala tem um maior significado pela história que conta. Realmente esquecemos que a vida é imprevisível e quem nos rodeia não ficará para sempre...
Os meus sentidos sentimentos.
Bj

CS disse...

Querida jardim, és a minha heroína! ;))