ALICE

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Segunda noite sem chucha

Esteve mais agitado para adormecer. Virou-se e revirou-se. Apontou para a sua mão várias vezes (costumava dormir com uma chucha na boca e outra na mão). Disse várias vezes "uche", "uche". Não sei se pedia pela chucha (quase a certeza que sim) mas também não quis perguntar não fosse ele estar a pensar em batatas e eu a estar a lembrar-lhe da chucha.
Respondi-lhe apenas: "Não há! Dorme! Não há mais!" mas sem pronunciar a palavra chucha.
Nunca chorou mas não se calava.
A Alice chegou a dizer: "Mãe, porque é que o António hoje não se cala?" Tive que lhe explicar que ele estava a crescer e por isso decidimos que não haveria mais chucha.
A noite foi normal, os despertares do costume e o sair da cama pelas 6h e tal.
Já as escondi. E esta semana mesmo deverão ir para o lixo.
Vê-los crescer, ajuda-los a deixar as marcas que nos fazem lembrar que temos bebés (fraldas, chuchas, berço) não é fácil. Eu costumo imaginar muitos cenários e possíveis soluções mesmo antes de acontecerem. É um dispêndio de energia desnecessário, reconheço. É mais forte do que eu!
Já estamos no comboio e daqui a um mês já ninguém se lembra de chuchas em casa.

2 comentários:

A Pimenta* disse...

A minha filha adora a chupeta e tenho que a tiver várias vezes ao dia da boca dela senão, por ela, passava 24 horas com ela na boca. Ainda não decidimos tirá-la de vez mas vai ser um processo complicado, temo que sim. No momento de adormecer, a chupeta é um elemento que se não estiver presente, não há sono a chegar. A ver vamos.

CS disse...

Não tem sido muito fácil por aqui. Ele já não a pede mas sinto-o mais agitado para dormir e já não o faz sozinho. Será coincidência? Falta da chucha? Uma fase? Não sei. Sei que agora custa mais a adormecer...