Já me imagino nos meus passos de dança da vitória...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Fazer figas
Estou à espera de uma resposta, à espera de conseguir algo que me deixaria muito feliz. Um dinheiro extra, uma ocupação extra, um matar de saudades de algo que fiz durante alguns anos e que já só faço muito esporadicamente. Tudo legal, claro!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Sentimental
Hoje estou mais sentimental do que é costume, estou de lágrima fácil, de coração apertado e a culpa é toda das recordações que me vêm à mente por causa da série que estou a ver... tenho que mudar para os Simpsons!
Já vou na 4ª Série e não há maneira de começar a 5ª Série na FOXlife.
As coisas que me vêm à mente
Em toda a minha vida já fui operada duas vezes.
Na primeira vez tinha 10 anos, fui parar ao hospital com dores, lembro-me do médico dizer à minha mãe que tinha de correr para o bloco operatório pois não sobreviveria até ao final do dia se não fosse operada. Lembro-me de chorar, de dizer à minha mãe que preferia morrer. Correu tudo bem e após de 15 dias no hospital e muitos livros de BD, fui para casa com o meu cão de peluche. Pensava que nunca ninguém cuidaria de mim como a minha mãe.
Na segunda vez tinha 33 anos e quando o médico disse que podíamos marcar a operação senti que era a mulher mais feliz do mundo. Lembro-me de chorar, de dizer a B. que a operação estava marcada. Correu tudo bem, apenas 1 dia no hospital mas quase 2 meses de atestado em Lisboa para tratamento médico e B. do meu lado dia e noite, deixando de trabalhar para cuidar de mim. Pensava que não existia ninguém no mundo como ele, que era impossível uma dedicação maior do que a da minha mãe, visto que não era a sua filha, era, apenas, a sua namorada. Mas senti que era mais do que isso, que era o amor da sua vida, tal como ele era o da minha e que jamais me abandonaria.
Na primeira vez tinha 10 anos, fui parar ao hospital com dores, lembro-me do médico dizer à minha mãe que tinha de correr para o bloco operatório pois não sobreviveria até ao final do dia se não fosse operada. Lembro-me de chorar, de dizer à minha mãe que preferia morrer. Correu tudo bem e após de 15 dias no hospital e muitos livros de BD, fui para casa com o meu cão de peluche. Pensava que nunca ninguém cuidaria de mim como a minha mãe.
Na segunda vez tinha 33 anos e quando o médico disse que podíamos marcar a operação senti que era a mulher mais feliz do mundo. Lembro-me de chorar, de dizer a B. que a operação estava marcada. Correu tudo bem, apenas 1 dia no hospital mas quase 2 meses de atestado em Lisboa para tratamento médico e B. do meu lado dia e noite, deixando de trabalhar para cuidar de mim. Pensava que não existia ninguém no mundo como ele, que era impossível uma dedicação maior do que a da minha mãe, visto que não era a sua filha, era, apenas, a sua namorada. Mas senti que era mais do que isso, que era o amor da sua vida, tal como ele era o da minha e que jamais me abandonaria.
Convencia-me a sair e passear, levando-me pela mão, pois me faria sentir melhor. Com ele os meus medos nunca chegaram a aparecer... Um dia conto tudo aquilo que ele fez sem nunca se queixar das noites mal dormidas, da medicação que me dava, do banho que me ajudava a tomar, de me fazer comida a meio da noite, de me ver babar toda sem sentir e ele com um sorriso dizia: "Amor, limpa a cara!"
La Redoute
Quando andava no liceu, não existia na minha cidade, Zaras, Mangos e companhia. As lojas eram poucas e a roupa ou era muito feia ou muito cara. Assim, a La Redoute era um lufada de ar fresco que me acompanhou até aos tempos da universidade.
Depois veio a Mango, mais tarde uma série de outras marcas e muitas viagens a Lisboa que me abriam uma série de oportunidades de compra, fazendo com que a La Redoute desaparecesse da minha vida.
Desta vez, a necessidade de ter uma capa de edredon (que seria gratuita) levou-me a fazer uma encomenda nesta Revista tão famosa, retomando uma amizade tão longa...
Depois veio a Mango, mais tarde uma série de outras marcas e muitas viagens a Lisboa que me abriam uma série de oportunidades de compra, fazendo com que a La Redoute desaparecesse da minha vida.
Desta vez, a necessidade de ter uma capa de edredon (que seria gratuita) levou-me a fazer uma encomenda nesta Revista tão famosa, retomando uma amizade tão longa...
A oferta tão necessária no nosso lar. A loira não pertence ao pack.
A minha escolha, igualmente necessária no meu closet. Incluíndo portes, oferta e entrega não chegou aos 20€ pois ainda havia um cheque desconto.
Collants
Mari: "Comprei umas collants vermelhas mas não sei se as vou usar... Não sei como usar"
Eu: "Com um vestido preto, por exemplo. Eu tenho umas e uso no inverno. Desta vez quero encontrar umas azulão. Acho-as lindas!"
Mari: "Eu vi na La Redoute."
Eu: "Pois... não tenho o catálogo."
Mari: "Naquele pequeno de promoção que também recebeste."
Eu: "Mas na Calzedonia deve haver. Prefiro comprar lá depois."
Mari: "Pois..."
São estas conversas que nos unem, que nos distinguem do sexo masculino, que nos alegram, que nos fazem passar tempo porque somos capazes de andar nisto mais de uma hora.
Eu: "Com um vestido preto, por exemplo. Eu tenho umas e uso no inverno. Desta vez quero encontrar umas azulão. Acho-as lindas!"
Mari: "Eu vi na La Redoute."
Eu: "Pois... não tenho o catálogo."
Mari: "Naquele pequeno de promoção que também recebeste."
Eu: "Mas na Calzedonia deve haver. Prefiro comprar lá depois."
Mari: "Pois..."
São estas conversas que nos unem, que nos distinguem do sexo masculino, que nos alegram, que nos fazem passar tempo porque somos capazes de andar nisto mais de uma hora.
P.S. Também temos conversas de foro intelectual comparável a cientistas e estudiosos famosos mas são muito chatas para o meu blog. Geralmente não passam dos 5 minutos... mas são dignas de registo em sites da especialidade e fóruns de discussão.
Início do novo ano escolar
Começaram as aulas e a sensação que tenho é que a minha cidade triplicou na população jovem. Onde andavam estes rapazes e raparigas desde Junho? Provavelmente nas praias de dia e nos bares de noite, nas ruas é que não andavam porque nunca os vi.
P.S. Sinto saudades da escola. Adorei ser estudante! E queria voltar a ser...
Uma pausa para cigarro
Enquanto os meus colegas de trabalho fazem uma pausa para fumar um cigarro, um faço uma pausa espreitando o meu blog e escrevendo um post. Contudo, se fosse a concurso, eles ganhavam. Muitos mais cigarros que posts...
Para duas pessoas muito queridas
Quando os vejo juntos, olhares ainda envergolhados e uma felicidade que salta à vista, apetece-me cantar-lhes esta música e desejar-lhes tantas coisas boas.
1º dia da semana
Começa bem, muito bem. Despertador mais cedo, duche revigorante, música nos ouvidos, chegar ao trabalho quase uma hora mais cedo do que o costume, o céu azul, muito azul, uma paz no coração, roupa branca com apontamentos azuis e doirados, blush na cara e um sorriso nos lábios. Sinto-me serena e feliz...
domingo, 12 de setembro de 2010
Chamamento
E venho ao escritório espreitar uns blogs e da sala ouço:
B.: "Amor! Anda!"
Eu: "Já vou...."
B. "Anda! Amor... anda!"
E está nisto até lá ir. Impossível resistir...
B.: "Amor! Anda!"
Eu: "Já vou...."
B. "Anda! Amor... anda!"
E está nisto até lá ir. Impossível resistir...
7 Maravilhas
Passei por lá mas só vi isto. Cheguei tarde, muito tarde mas a tempo de ver o fogo romper os céus...
Margarida
E o tempo livre que vai sobrando, faço todos os possíveis para passa-lo junto da minha prima Mada e da sua princezinha. Já vão embora na segunda-feira e já as saudades tomaram conta de mim. Vou sentir tanto a falta da grávida, que já não é grávida, e da minha mais recente primita. Após 2 meses de a ter cá vamos voltar aos telefonemas e isso não me chega quando gosto tanto de alguém como ela...
Terei de dar razão a B?
Tantas vezes ele afirma, ou melhor, exclama: "A tua prima não é boa da cabeça!" E todas as vezes riposto: "Não sejas assim..." Até faz ricochete nele e apenas ouço: "Tu és igual!"
Terá ele razão? Após apanha-la em alguns momentos começo a ter as minhas dúvidas. Cá está ela, do nada, em movimentos a beirar a loucura.
Terá ele razão? Após apanha-la em alguns momentos começo a ter as minhas dúvidas. Cá está ela, do nada, em movimentos a beirar a loucura.
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