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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Não o diria melhor...

 
Sem querer armar-me em madre Teresa, em puritana, em mulher perfeita, sempre acreditei que trair era uma escolha, um caminho que se percorria conscientemente. Erro é pensar o contrário, é pensar que não se teve escolha, é acreditar que quando se abriu os olhos já tinha acontecido. Para mim quem o faz, faz porque o quer, seja por que razões forem, válidas ou não (se existirem razões válidas).
Nunca o fiz, numa outra vida já mo fizeram. Prefiro mil vezes que assim seja. Mantenho-me fiel a mim própria e naquilo que acredito.

3 comentários:

M.M. disse...

Tambem acho que é sempre uma escolha, mas às vezes uma escolha a que nao se quer fugir. Porque inquieta, porque nos faz pensar na outra pessoa e nos momentos que estamos a perder.

Se me preocupo com o meu namorado e com o que poderá acontecer caso ele descubra? Claro que sim! Se fosse ao contrario como iria reagir? Nao sei porque nunca me aconteceu... mas sei que gosto de estar com duas pessoas ao mesmo tempo... Egoísmo talvez. Outros chamariam de falta de caracter... eu não dou nome nem penso muito no assunto. Posso estar a ser inconsciente, mas só quem passa compreende. Sei que nao estou a agir correctamente (acho que todos os traidores o sabem!), mas é um sentimento e emoção aos quais nao quero fugir...

CS disse...

M.M. fui espreitar o blog e agora vi que passas uma situação que tem a ver com o post :) coincidências ou leitura de pensamento, quem sabe?
Não gostava de estar no teu lugar, nem o lugar do teu namorado. Para mim é muito importante saber onde piso.
Não acredito que se traia quem se ama. Pelo menos não na minha forma de estar no mundo.
Também acho que essas histórias nunca acabam bem...
Obrigada pela partilha.

4D disse...

Não podia deixar de vir dar um beijinho, pela avó, pelas palavras bonitas, por tudo.

S